Notas publicadas em 13/12/2019 - sexta-feira

Da Hora!

NATAL CHEGANDO... LIVRO É SEMPRE UM BOM PRESENTE





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Da Hora!

EMPREENDEDORISMO, ESTRATÉGIA E GESTÃO
EM ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA

(Publicado em 12/12/2019)





Durante muitos anos, nos cursos de graduação e de especialização, o arquiteto aprende a dominar a técnica e a arte da profissão.

Mas não existe, em geral, um aprendizado formal para transformar esses conhecimentos em um negócio. Ou melhor ainda: um bom negócio. Um negócio de sucesso.

O CAU/SC, com uma visão inovadora, resolveu dar a sua contribuição para que arquitetos empreendedores possam transformar seus conhecimentos técnicos e sua visão de mundo em negócios lucrativos e sustentáveis.

Este projeto terá 30 semanas sendo uma série de vídeos com conteúdos sobre Empreendedorismo, Estratégia e Gestão para Escritórios de Arquitetura. Tem como objetivo despertar os profissionais para esse rico universo da Administração de empresas, tornando cada escritório mais eficaz, mais eficiente e mais lucrativo na busca do que todos nós queremos: o progresso contínuo e sustentável no mercado.

Também fará parte deste projeto 6 vídeos contendo entrevistas (ou trechos de entrevistas) com profissionais de Arquitetura, sobre temas muito importantes do dia a dia do exercício profissional e da gestão dos seus escritórios. Esses vídeos vão permitir a troca de experiências entre profissionais veteranos com os profissionais mais jovens.

Eu, pessoalmente, me sinto honrado pelo convite. Agradeço o CAU/SC pela confiança depositada no meu trabalho e tenho certeza de que conseguiremos fazer algo no nível do CAU/SC, que sirva aos profissionais e que permita que eles alcancem melhores resultados, depois de terem participado dessa jornada.







EMPREENDER ARQUITETURA — CAU/SC

Temas principais e vídeos correspondentes

EMPREENDEDORISMO E ESTRATÉGIA
#01 EMPREENDEDORISMO NA ARQUITETURA
#02 ESTRATÉGIA EMPRESARIAL PARA ESCRITÓRIOS
#03 MODELO DE NEGÓCIO E PLANO DE NEGÓCIO
#04 CONTRATO SOCIAL
#05 LEGISLAÇÃO

MARKETING
#06 MARKETING DE SERVIÇOS
#07 SERVIÇOS DE ARQUITETURA CARACTERÍSTICAS
#08 COMUNICAÇÃO COM O MERCADO
#09 DIFERENCIAÇÃO COMPETITIVA
#10 NEGOCIAÇÃO 1 (Fundamento de um Arquiteto Vendedor)
#11 NEGOCIAÇÃO 2 (Obstáculos e armadilhas)
#12 NEGOCIAÇÃO 3 (A questão do preço)
#13 NEGOCIAÇÃO 4 (Técnicas e recursos)

PRODUÇÃO
#14 PRODUTOS
#15 TEORIAS DA PRODUTIVIDADE
#16 SISTEMAS E ALGORITMOS
#17 ROTINAS E AGENDA

PESSOAS
#18 CARREIRA e MARCA PESSOAL
#19 MARKETING PESSOAL
#20 GESTÃO DE EQUIPES DE TRABALHO

FINANCEIRO
#21 CUSTOS 1 (Custos invisíveis)
#22 CUSTOS 2 (Custos Empresariais)
#23 PRINCÍPIOS DE PRECIFICAÇÃO
#24 PRECIFICAÇÃO DE SERVIÇOS

PALAVRA DE ARQUITETO
#25 TEMA 1 - TECNOLOGIA BIM
#26 TEMA 2 - REGISTRO E CONTROLE FINANCEIRO
#27 TEMA 3 - ERP - SISTEMA INTEGRADO DE GESTÃO
#28 TEMA 4 - EQUIPE DE TRABALHO
#29 TEMA 5 - NEGOCIAR E VENDER ARQUITETURA
#30 TEMA 6 - A PARTICIPAÇÃO EM ENTIDADES DE CLASSE




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ENTRE ASPAS (www.eniopadilha.com.br)

"Manter o caráter é bem mais fácil do que recuperá-lo."

THOMAS PAINE

(1737-1809)
Filósofo e político britânico, no livro A crise americana
página 142

Anotações

SÍMBOLO DE FLORIANÓPOLIS-SC, PONTE HERCÍLIO LUZ
SERÁ REABERTA

(Publicado em 13/12/2019)



Após quase três décadas servindo apenas como cenário para fotos, a ponte Hercílio Luz vai retomar seu papel de ligação entre o continente e a ilha de Florianópolis, em Santa Catarina. A Velha Senhora, como é chamada pelos moradores, será reaberta no dia 30 de dezembro após várias tentativas frustradas de revitalização.


A ponte, aberta em 1926, passou por uma reforma estrutural, com substituição de cerca de 60% da ferragem original, já desgastada pela maresia e pelo tráfego intenso. A construção chegou a correr risco de desabamento e foi totalmente fechada em 1991. O projeto de reparo durou 14 anos e custou cerca de R$ 566,3 milhões (R$ 1,2 bilhão em valores corrigidos pela inflação).



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COMO AVANÇAR NA MATURIDADE BIM NO BRASIL?
Wilton Catelani

(Publicado em 12/12/2019)



Muito já foi feito no Brasil nos últimos anos, para divulgar e estimular a adoção dos processos BIM – Building Information Modeling na indústria da construção, tanto pelo setor público quanto pelo privado.

Os resultados desses esforços já foram medidos por pesquisas de maturidade BIM realizadas no país e não se questiona. É fato que evoluímos.

Essa evolução poderia ter sido ainda mais expressiva não fosse a intensidade da crise que atingiu nosso segmento, mas, uma reflexão interessante é: o que falta para que o Brasil consiga evoluir e avançar na sua maturidade BIM, mais rapidamente e de maneira consistente?



Para obter mais informações visite cbic.org

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AGENDA

ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO

PROCESSO PRODUTIVO E O MARKETING



(Publicado em 08/11/2006)



Se eu contar para você que uma determinada marca de geladeira é fabricada em uma linha de produção vertical, de baixo para cima e em zigue-zague (em vez da tradicional linha de produção horizontal e em linha reta) que diferença isso fará na sua decisão de compra ? (supondo que você esteja interessado em adquirir uma geladeira).

Nenhuma! Pelo menos se você for um cliente comum.

A maneira de produzir, via de regra, não altera a percepção do cliente sobre o produto e, conseqüentemente, não interfere na decisão de compra. Mas, preste atenção, isso só vale se o produto for MERCADORIA. Se o seu produto for um SERVIÇO prepare-se para administrar mais um elemento importante na relação com o cliente: o processo.

Imagine a cena: você chega a uma oficina mecânica para um conserto rápido no seu carro. O funcionário que o atende pega o veículo e sai pelo pátio em alta velocidade, tirando "fininho" dos outros carros estacionados, manobrando em zigue-zague, passando rente aos muros e postes de concreto... até estacionar no lugar determinado para o tal conserto. Você, naturalmente, já o elegeu como seu mais novo inimigo. Trata-se de um louco. Um irresponsável. Um débil mental que não voltará a por as mãos no seu carro!!! Quando o conserto ficar pronto você mesmo irá tirar o carro de lá. Não vai dar oportunidade para esse louco bater e estragar o seu carro...

Calma ! Não se precipite ! Seu carro está em ótimas mãos. Aliás, não poderia estar em melhores mãos. O tal manobrista é o melhor da oficina.

Re-leia o parágrafo no qual o procedimento dele foi descrito: observe que ele saiu pelo pátio em alta velocidade, mas não cantou pneu nem forçou o motor. Ele tirou "fininho" dos carros, muros e postes de concreto, mas não bateu em nada. Seu carro está inteiríssimo ! Ele manobrou em zigue-zague porque é a forma de chegar mais rápido ao ponto de estacionamento...

Resumindo: ele é ótimo! Os colegas dele sentem uma pontinha de inveja pelo seu desempenho tão brilhante. Pelo domínio da técnica, pela precisão, pela rapidez... Mas, para você (o dono do carro, o cliente) ele é apenas um retardado, irresponsável. E você vai pensar duas ou três vezes antes de trazer seu carro novamente para essa oficina.

Nosso intrépido manobrista domina a técnica. Faz bem feito, do ponto de vista operacional, mas é um desastre de marketing. Não se deu conta de que ele é um PRESTADOR DE SERVIÇOS. E prestadores de serviços precisam prestar atenção não apenas no resultado final mas também, e principalmente, na maneira como as coisas são feitas. O processo.

É um elemento importante do Mix de Marketing.

Mix de marketing, você sabe, é o conjunto de todas as coisas que interferem, direta ou indiretamente, na visão que o cliente tem sobre a empresa ou o produto.

Quando o produto é uma mercadoria, o processo não conta (ou conta muito pouco). Veja o caso da geladeira, citado no início deste artigo.

Quando o produto é serviço, o processo é um elemento fundamental. Faz parte do Mix de Marketing.

Veja este outro exemplo: meu irmão, Edson, que é mecânico, trabalhou por muitos anos com máquinas agrícolas. Tinha uma oficina (no Paraná) que atendia os proprietários rurais, geralmente em domicílio.
Ele conta que os consertos, por conta de serem feitos na propriedade do cliente, contavam sempre com a presença deste. Isto poderia ser bom ou ruim. Depende de como o fato fosse explorado. Meu irmão estendia um pano no chão e desmontava o motor, peça-por-peça colocando-as, lado-a-lado, ordenadamente, sobre o pano. Depois fazia a limpeza e o conserto das peças e da máquina, com rapidez e precisão.

O cliente olhando tudo e achando ótimo. Sentia-se seguro e confiante. Geralmente ficava satisfeito, pagava sem reclamar e voltava a contratar o serviço em outras ocasiões. A parte de estender o pano e colocar sobre ele, organizadamente, peça-por-peça da máquina era, segundo o meu irmão, uma tarefa tecnicamente desnecessária. Bastava desmontar o motor, jogar todas as peças em um balaio e depois juntar tudo e montar a máquina. Qualquer mecânico reconheceria qualquer peça ou parafuso e saberia o que fazer com ele. Não havia necessidade de mantê-los separadinhos sobre um pano especialmente estendido. Aquilo era um artifício usado para manter o cliente tranqüilo. Fazer com que o cliente tivesse a sensação de estar entendendo a operação e mantivesse o espírito desarmado (coisa muito importante no caso de alguma coisa não funcionar direito).

Estender o tal pano e organizar peças e parafusos não tinha uma função técnica. Tinha objetivo psicológico. Era marketing. Marketing de primeira, eu diria.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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