Engenheiro, Professor e Autor de livros
sobre Gestão de Carreira e Administração de Escritórios
na Arquitetura e Engenharia
MONDRIAN - RELEITURA
(Fonte: experimentalphotoarts.blogspot)

Sábado, 29/08/2015 – Veja todos os posts publicados nesta semana.

Entre Aspas

"Opinião pública é o que as pessoas acreditam
que as outras pessoas pensam."

ALFRED AUSTIN

(1835-1913)
Poeta inglês, no livro Príncipe Lucifer, página 189

Entre Aspas

"As pessoas parecem concentrar-se melhor quando
o que lhes é exigido é um pouco mais que o habitual,
e elas podem dar mais que o habitual. Se as exigências
são poucas demais, elas se entendiam."

DANIEL GOLEMAN

Psicólogo e PhD pela Universidade de Harvard, no livro
Inteligência Emocional, página 104

Entre Aspas

"Mesmo quando as leis estiverem escritas,
nem sempre deve permanecer inalteradas."

ARISTÓTELES

(384-322)
Filósofo grego no Livro II, 1269.a9

Entre Aspas

"A aplicação das leis é mais importante que a sua elaboração."

THOMAS JEFFERSON

(1743-1826)
3º Presidente dos Estados Unidos na carta para
M. L"Abbe Arnond, 19 de julho de 1789

Entre Aspas

"Encontros nem sempre são fáceis para os engenheiros. Uma pessoa normal utilizará vários métodos indiretos e fraudulentos para criar uma falsa impressão de que é atraente. Os engenheiros são incapazes de colocar a aparência acima da função."

SCOTT ADAMS

Escritor e cartunista, no livro O Princípio Dilbert, página 182

Administrar Mais

ADMINISTRAR MAIS - ANO 02 - NÚMERO 04
Características da prestação de serviços de Arquitetura e Engenharia

Vídeo Aula com o Engenheiro e Professor Ênio Padilha sobre temas de Administração. Neste episódio comentando sobre as CARACTERÍSTICAS DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA e das implicações na Administração e no Marketing dos Escritórios de Arquitetura e de Engenharia.





Administrar Mais - A02N04 - CARACTERÍSTICA DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE ARQUITETURA E ENGENHARIA



Veja outros vídeos da série ADMINISTRAR MAIS.

Comentário do Ênio Padilha

A música escolhida para as vinhetas de abertura e de encerramento dos vídeos da série ADMINISTRAR MAIS chama-se Da-da-dá. Foi composta pelo músico capixaba Renato Casanova e gravada pela banda Casaca de Vitória (ES).

Esta música foi escolhida pela NASA para "acordar" o robô SPIRIT, em Marte, no dia 10/01/2004, um privilégio que só aconteceu uma vez antes: em 1990 a música "Coisinha do Pai" de Jorge Aragão também havia sido escolhida pela Nasa para o mesmo propósito.

A escolha de "Da da dá" foi feita por sugestão de Paulo Antônio de Souza Júnior, físico brasileiro (capixaba, naturalmente) que trabalhava na NASA em 2004.

Veja AQUI um clipe especial da Banda Casaca feita para comemorar esse feito.

Conheça melhor a Banda Casaca. Veja AQUI um show completo.

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Artigos de Ênio Padilha

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (2)
Quanto custa manter aberto um escritório de Arquitetura/Engenharia?

(Publicado em 14/03/2015)



Em agosto de 2011 eu publiquei, aqui no site (e também no nosso "Tres Minutos", o artigo ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (1)
Quanto custa abrir um escritório de Engenharia ou de Arquitetura?


Recomendo que você leia o texto (disponível no link acima) antes de iniciar a leitura deste aqui.

Hoje falaremos do custo operacional. O custo de manutenção do escritório.


A questão é a seguinte: quanto custa manter aberta a porta do seu escritório durante um mês, mesmo que não tenha nenhum trabalho contratado?

Colocando de outra forma: qual é, de fato, o salário de um Engenheiro (ou arquiteto) cujo escritório tem um faturamento bruto de R$ 10.000,00?

Infelizmente, muitos profissionais, por falta de orientação administrativa e noções de finanças, se ilude, pensando que ganha bem, quando, na verdade, mal ganha o bastante para manter o escritório aberto. O resultado prático pode ser visto dez ou doze anos depois, quando o profissional percebe que não está progredindo. Aí ele se pergunta: "por que eu não consegui fazer patrimônio, se eu sempre ganhei tão bem?" A resposta é: ele nunca ganhou bem! Só isso.

Abra-se, aqui, um parêntese: o amigo Mauro Faccioni, um dos colegas que leram esse texto em primeira mão, respondeu, num e-mail muito simpático: "Ênio, com seu artigo, metade dos engenheiros vai fechar seus escritórios amanhã cedo, apavorados. Vamos ver se os que sobram conseguem se transformar em algo melhor."

Não sou tão pessimista, mas adianto aqui que o texto pode mesmo parecer assustador, porque contraria muitas crenças e práticas cristalizadas.

Além do mais, que fique claro: o objetivo não é esse (apavorar os profissionais proprietários de escritórios de Arquitetura/Engenharia). A intenção é chamar a atenção para o fato de que muitos custos operacionais dos escritórios são negligenciados pelos seus proprietários. E a conta, quando aparece, é muito salgada.
Fecha-se o parêntese




Veja, abaixo, os custos mensais de um escritório de Arquitetura/Engenharia e que devem ser considerados pelo profissional, sob pena de perder a exata noção dos seus próprios ganhos individuais:


1 - ALVARÁS E ANUIDADES
• Alvará de Localização
• Alvará Sanitário
• Alvará dos Bombeiros
• Anuidade do CREA/CAU
• Anuidade de Entidade de Classe

Os alvarás e licenças legais de funcionamento são custos que, geralmente ocorrem uma vez por ano. No entanto, os valores devem ser considerados como uma despesa mensal, pois são contas que, apesar de só aparecerem em janeiro, dizem respeito a todos os meses do ano.

Aí temos uma outra questão muito importante: a necessidade de o escritório manter uma poupança anual com a finalidade específica de fazer frente às despesas de final e início de ano.
Os meses de dezembro, janeiro e fevereiro são, via de regra, diferentes dos outros meses. Em dezembro existem um "pacote de despesas extras" associado ao fim de ano, como o 13º salário dos empregados, 13ª parcela do escritório de contabilidade, presentes de natal, festa de fim de ano do escritório, participação em festas de outras empresas e entidades além de outras despesas que não podem ser desconsideradas;
Em janeiro surge outro "pacote de despesas extras", dessa vez associadas ao início do ano, como IPTU, IPVA, Seguros, Renovação de alvarás e anuidades diversos, pagamento de férias para empregados, etc;
Em fevereiro... bem, em fevereiro tem carnaval... Não é, normalmente, um mês de faturamento cheio. Não dá pra contar com fevereiro.

Por isso sugiro que todas as despesas anuais (previsíveis) sejam consideradas e o valor resultante dividido por 9. E que esse valor seja depositado em uma poupança especialmente destinada a fazer frente às despesas de fim de ano.



2 - ESPAÇO FÍSICO (Sala, prédio...)
• Aluguel
• Condomínio
• IPTU
• Seguro
• Segurança
• Limpeza

Observe que nem todos os custos aparecem todos os meses, como é o caso do IPTU e dos seguros. No entanto, como foi visto no item anterior, devem ser considerados e previstos como custos de todos os meses.

O custo do aluguel não pode ser desconsiderado mesmo que o escritório funcione em sede própria. Qualquer economista demonstrará que a receita que se poderia ser obtida com o aluguel do espaço para outra finalidade deve ser considerada na equação que avalia o custo/benefício de manter o escritório funcionando. Portanto, deve ser levado em conta nos custos de manter o escritório aberto, considerando outras alternativas econômicas (como, por exemplo, trabalhar em outra empresa);



3 - EQUIPE DE TRABALHO (PESSOAS)
• Salários
• Encargos Sociais e Trabalhistas
• 13º salário
• Férias
• Prêmios e Gratificações
• Plano de Saúde/Plano Odontológico
• Alimentação

Muitos estudos têm demonstrado que uma boa equipe de trabalho (bem selecionada e muito bem treinada) constitui um recurso muito valioso e, portanto, pode constituir um diferencial competitivo (que levará à vantagem competitiva, objetivo final de qualquer empresa).
No entanto, como todas as coisas valiosas, uma boa equipe de trabalho custa dinheiro (entre outras coisas). O custo financeiro de manter uma boa equipe de trabalho precisa ser corretamente dimensionado.



4 - MATERIAIS DE CONSUMO
• Papel
• Material de Expediente (envelopes, clipes, pastas, grampos, canetas...)
• Cartucho de Impressora
• Energia Elétrica
• Material de Limpeza
• Água (potável)
• Café | Chá

O inferno está nos detalhes. Não se pode descuidar dos pequenos custos diários, porque eles têm o poder de se mostrar gigantes no longo prazo.
A sugestão deste artigo é que todos os custos do dia-a-dia sejam considerados pelos seus valores mensais. Uma folha de papel, uma fotocópia, um clipe, uma pasta de plástico, uma lâmpada acesa, um computador ligado, uma torneira pingando... tudo isso pode parecer irrelevante. Mas quando esse custo todo é colocado numa planilha vemos que não se trata de uma coisa tão inexpressiva assim.



5 - VEÍCULOS
• Amortização/Prestação
• Licenciamento
• Seguro
• Manutenção

Aqui a conversa vai ficar séria!
Vamos partir da seguinte afirmação: não é possível exercer nem Arquitetura nem Engenharia sem possuir um carro. Isso é pura verdade. E se deve, basicamente, ao fato de que, tanto a Engenharia quanto a Arquitetura, são profissões que exigem ampla mobilidade. O profissional precisa se deslocar de um lugar para o outro, de acordo com o endereço dos clientes e obras em andamento.
Da mesma forma que um escritório de Engenharia/Arquitetura precisa ter um bom computador (no mínimo) e uma boa conexão de internet, o escritório precisa ter um bom carro. E essas coisas são utilizadas o tempo todo para o exercício da profissão.

Muitas empresas oferecem aos seus empregados (especialmente aos mais graduados) vantagens e benefícios extra, que reduzem a demanda por salários muito altos (e sua correspondente carga de encargos sociais e trabalhistas). Assim, executivos e técnicos recebem, além dos seus salários, um auxílio moradia, um auxílio transporte, um auxílio alimentação... Esses "auxílios" algumas vezes se materializam sob a forma de "uma casa ou apartamento para morar", "um carro para dirigir", e "um cartão para fazer compras em supermercados".

Por que o engenheiro/arquiteto deveria utilizar o seu carro para trabalhar, quando sabemos que, se ele fosse empregado em uma empresa de engenharia, utilizaria o carro da empresa?

Eu entendo que, a partir do momento em que o profissional abre um Escritório de Engenharia/Arquitetura (sozinho ou em sociedade com outros profissionais) o carro que ele usa passa a ser um custo do escritório e um benefício oferecido ao profissional (uma coisa que, como vimos, é muito comum nas empresas).
Usar (inclusive para seus compromissos pessoais) o carro do escritório é um benefício decorrente de ser o proprietário (ou sócio) da empresa.
Faz muito mais sentido o seu escritório pagar por um carro que você utiliza para fins pessoais (nos fins de semana) do que você pagar por um carro que o seu escritório utiliza para fins comerciais (durante toda a semana).

Então é o seguinte: o carro deve ser considerado como um custo operacional do seu escritório. Um custo mensal. E deve incluir o valor da prestação (ou do dinheiro que deve ser reservado, todos os meses para fazer a troca do carro a cada três ou quatro anos), os valores de seguros, IPVA, taxas de licenciamento, manutenção e combustível. A única coisa que, obviamente, não está incluída, são as multas que porventura o motorista receba por infrações às leis de transito.



6 - MANUTENÇÃO
• Manutenção de equipamentos e instalações
• Reposição de equipamentos
• Seguros

Outro dia um amigo falou. Prefiro morar em uma residência do que em um apartamento, pois morando em uma casa não tenho as despesas de condomínio.

Mesmo concordando com a idéia geral (eu também prefiro mil vezes morar em uma casa do que em um apartamento) tive de interromper e discordar: morando em uma casa você não está obrigado ao pagamento MENSAL do condomínio. Mas isso não quer dizer que você está livre do custo correspondente à limpeza, manutenção, reforma e segurança do imóvel (que é, em última análise, o que mais impacta o custo nos condomínios). A manutenção do imóvel, a limpeza, a segurança e as reformas necessárias acabam sendo, no longo prazo, iguais, tanto numa residência isolada quanto num apartamento em condomínio. Portanto, mesmo que você more numa casa própria, fora de um condomínio, o mais inteligente seria fazer uma reserva mensal que pudesse ser sacada quando surgisse um imprevisto (como a quebra de alguma coisa) ou uma reforma prevista para manutenção do imóvel.



7 - INFORMÁTICA
• Lincenças e atualizações de softwares
• Manutenção
• Suporte

O exercício PROFISSIONAL de Engenharia/Arquitetura pressupõe a utilização de softwares específicos. Eu tenho recomendado aos colegas que participam dos meus cursos e palestras que apenas utilizem softwares legítimos (sob licença dos respectivos fabricantes). Além de ser legalmente correto, existem diversas vantagens nessa prática, entre elas, o acesso ao suporte e acompanhamento diretamente dos profissionais que produziram o software.
A principal desculpa apresentada pelos profissionais para o uso de software pirata é a falta de recursos para a aquisição das licenças. Tenho dado uma resposta que pode parecer grosseira, à primeira vista, mas, honestamente, reflete o que eu penso sobre essa questão e eu gostaria que o leitor pensasse com calma antes de fazer um julgamento precipitado: eu penso que, se você não ganha dinheiro suficiente para manter um escritório de Engenharia/Arquitetura, melhor seria procurar um emprego ganhar dinheiro de outra forma. Aí, quando se encontrasse em condições de manter um escritório PROFISSIONAL voltasse a abrir seu próprio negócio. O exercício AMADOR da Arquitetura/Engenharia não faz bem à Valorização das nossas profissões.



8 - INFORMAÇÕES
• Assinatura de Revistas
• Cursos
• Seminários e congressos
• Feiras
• Aquisição de Livros
• Aquisição de Normas Técnicas

Engenheiros e Arquitetos são profissionais cujos produtos apresentam um alto componente intelectual agregado (é uma das características distintivas dessas profissões).
Oras, se esses profissionais vivem das suas capacidades intelectuais, é importante que esse recurso importante seja alimentado e renovado constantemente.
O custo de se manter informado e atualizado sobre as novidades da ciência e tecnologia é um custo que não acaba nunca. Participar de palestras, cursos seminários e congressos não podem ser considerados eventuais. Devem entrar numa previsão orçamentária anual e incluído naqueles depósitos mensais (de março a novembro) citados no item 1.
Comprar livros e assinar revistas técnicas também não pode ser considerado gasto eventual. Deve ser previsto e ter reserva orçamentária própria.
E não depende de a empresa estar ou não faturando. Na verdade, quanto menos a empresa estiver faturando, mais deve se preocupar em investir nesses recursos.



9 - COMUNICAÇÃO
• Serviços de Terceiros
• Impressos
• Internet - Provedor de sinal
• Internet - Provedor de acesso a conteúdo
• Web site (registro)
• Web site (construção)
• Web site (hospedagem e suporte)
• Telefone Fixo
• Telefone Celular

Embora isso raramente aconteça, o certo é que a abertura de um escritório de Arquitetura/Engenharia deveria ser precedida da elaboração de um PLANO DE NEGÓCIO. Nesse Plano de Negócio está incluído um Plano de Comunicação Social (que muita gente confunde com "plano de marketing", porque é ali que estão previstos os investimentos em propaganda e publicidade). Um Plano de Comunicação Social eficiente (e perfeitamente sintonizado com o Plano de Negócio) certamente irá prever investimento (de tempo e de dinheiro) em estratégias de comunicação (impressos, internet, mídia, etc). Esses custos dizem respeito à própria sobrevivência da empresa. Não podem ser negligenciados e merecem especial atenção do profissional responsável pela administração do escritório.
Não são esses custos que devem sofrer os primeiros cortes quando as coisas, eventualmente, começarem a ficar difíceis. Como disse Henry Ford (numa de suas frases mais famosas) "Se eu tivesse um único dólar, investiria em propaganda."



10 - DESPESAS DE VIAGENS (Negociação, Feiras, Congressos, Cursos)
• Combustível
• Depreciação do veículo
• Estacionamentos
• Passagens (avião, ônibus, trem)
• Traslados (Taxi, Van, aluguel de carro)
• Hotéis
• Restaurantes
• Fotografias
• Material de Promoção da empresa
• Motoboy

Quando digo isso em sala de aula sinto que os arquitetos sentem um certo alívio. É sobre viajar. E o que eu digo é o seguinte: para os Arquitetos, viajar é uma obrigação. Portanto, deve ser considerado um custo operacional. Um custo que deve ser considerado permanente e, portanto, deve fazer parte das reservas de todos os meses.
Um arquiteto precisa viajar, conhecer outras cidades, outras regiões, outros países, outros continentes. Todo arquiteto deveria estabelecer como objetivo para sua carreira "conhecer o mundo inteiro" (pelo menos um país de cada continente). Se essas viagens forem bem planejadas e bem aproveitadas, isto certamente fará desse profissional um arquiteto melhor, mais bem informado e com a sensibilidade social mais apurada.
Mas viajar tem custo. E esse custo deverá ser incluído como um custo do seu escritório (e será repassado ao preço dos seus projetos, claro!).

Mas, não se desespere. Não estou falando de fazer uma viagem internacional todos os anos. Estou falando de uma viagem internacional a cada cinco anos, com algumas viagens nacionais aqui e ali. Nada que um orçamento bem elaborado e uma gestão financeira eficiente não dê conta.

Fora isso, tanto arquitetos quanto engenheiros precisam considerar os custos de viagens para conduzir negociações, visitar feiras, participar de cursos e congressos e outras atividades (observe que não devem ser consideradas aqui as despesas de viagem à serviço. Se o profissional viaja por conta de algum trabalho em andamento, isto não é custo operacional - nem custo fixo. É custo variável e deverá ser considerado como custo de produção (objeto do próximo artigo)




11 - OUTRAS DESPESAS
• Despesas Bancárias Fixas
• Uniformes e EPI

Por fim, temos aqui esse campo misto, onde podemos lançar todas as outras despesas que (1) não estejam encaixadas em nenhum dos itens acima e (2) não possam ser consideradas como custo da realização de um determinado serviço em particular. Ou seja aqueles custos que precisam ser realizados para que o seu escritório simplesmente funcione.


CONCLUSÃO
Pegue todos os custos relacionados neste artigo e preencha uma planilha (por exemplo, do Excel). Depois coloque os valores correspondentes à cada despesa. Pronto. Agora você já está começando a planejar os seus custos operacionais.
Vá ajustando esta tabela, acrescentando itens e melhorando o controle.
Não exclua um item só porque você não tem essa despesa. Não se iluda. O mais provável é que você tenha sim essa despesa. Apenas não está enxergando direito como é que ela se manifesta.

Lembre-se. A maior causa de fracasso e mortalidade empresarial é a falta de planejamento e controle financeiro. Não seja você mais uma vítima dessa praga.

Boa sorte



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2012 ---Administração ---Financeira




Leia também: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (1) - Quanto custa abrir um escritório de Arquitetura/Engenharia?

Leia também: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (3)
Quanto custa produzir serviços de Arquitetura e Engenharia

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COMISSÃO DO SENADO APROVA PROJETO DE LEI QUE RESPONSABILIZA ENGENHEIROS E ARQUITETOS POR FALHAS EM OBRAS PÚBLICAS

A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (26) o Projeto de Lei (PLS) 56/2012, que estabelece novas normas relacionadas à responsabilização de profissionais na contratação de obras públicas. De acordo com o texto aprovado, que agora será analisado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), engenheiros e arquitetos devem ser responsabilizados por problemas em obras licitadas pelo poder público.
O PLS também determina que os responsáveis pelos projetos técnicos de engenharia e arquitetura possam ser proibidos de prestar serviços, direta ou indiretamente, à Administração Pública por até dois anos em caso de erros e omissões.
A proposta sujeita à mesma sanção os executores e fiscais das obras no caso de descumprimento das especificações estabelecidas, inclusive nos casos de equívoco de dimensão ou de padrão de qualidade para materiais e serviços e medições que excedam o que foi executado.



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EMPRESA CHINESA MONTA CASA MODULAR EM MENOS DE 3 HORAS

A companhia chinesa ZhuoDa montou uma casa de dois pavimentos em tempo recorde: a residência modular, composta por seis módulos feitos a partir de impressão 3D, foi montada in loco em menos de três horas. Comparada a um LEGO, a casa pré-fabricada teve 90% de seus elementos construídos fora do canteiro antes que seus módulos fossem transportados para o terreno. Segundo o jornal Inhabitat, a casa levou menos de 10 dias para ser feita do início ao fim.



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Anotações

FACHADA LUMINOSA DO ALLIANZ ARENA

A distintiva fachada luminosa do Allianz Arena conta agora com um novíssimo sistema de iluminação constituído por cerca de 300 mil LED. Distribuídos por uma superfície de 26 mil metros quadrados, os diodos são capazes de formar padrões de 16 mil cores, a 40 imagens por segundo, graças à tecnologia ActiveSite da Philips. Apesar das suas características avançadas de iluminação, a nova fachada é mais ambiental, permitindo uma poupança de 60% de energia e um corte nas emissões de CO2 de 362 toneladas por ano, em comparação com o anterior sistema que utilizava lâmpadas fluorescentes.



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Anotações

VOCÊ MANDARIA FAZER UMA CASA SEM VER O PROJETO?

Compraria um carro imaginário? Então, por que os projetos de obras públicas urbanas podem ser feitos só pela metade? É o que pode acontecer com a Lei de Licitações que está sendo discutida no Congresso Nacional. Há um sério risco de a nova lei permitir que obras públicas sejam licitadas apenas com base em anteprojetos. Ou seja, desenhos iniciais que não especificam materiais, tecnologia, orçamento e cronograma. É como se as empreiteiras ganhassem um cheque em branco. Com isso, abre-se o caminho para aditivos de contrato, atrasos por conta de novas especificações e até a não conclusão da obra – tudo por falta de um projeto completo, que possui todos os detalhes técnicos necessários à construção. Só um projeto completo garante mais qualidade, maior controle de orçamentos, cumprimento de prazos e ética nas contratações das obras públicas. Um Brasil ético exige projeto completo. Assim é bom para as cidades, ótimo para as pessoas e excelente para todos.



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Anotações

MARCAS FAMOSAS E SEUS SIGNIFICADOS CURIOSOS

Quantas vezes você se deparou com uma marca famosa e ao mesmo estranha e se perguntou o que quer dizer aquilo?

Quando uma marca é famosa, nos acostumamos com seu nome, ainda que seja uma palavra completamente estranha ou até mesmo inventada.



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Anotações

RANKING 2015: AS MELHORES CIDADES DO MUNDO PARA
INICIAR UM EMPREENDIMENTO

O auge de negócios que o Vale do Silício vive desde os anos 90 deve-se principalmente ao fato de que esta região da baía de San Francisco converteu-se no local sede de diversas empresas de inovação e tecnologia de renome mundial, como a Apple, o Facebook e a Google, dentre tantas outras.

Mas o boom nesse setor foi impulsionado muito antes, em 1890, com a fundação da Universidade de Stanford, onde foram criadas uma série de ferramentas científicas e tecnológicas. Desde então, o Vale do Silício é uma referência internacional para cidades ao redor do mundo que queiram desenvolver novos centros de tecnologia e pesquisa num mesmo território.

Produto disso são as várias cidades ao redor do mundo que têm impulsionado o crescimento tecnológico e o empreendedorismo. De fato, um estudo recente da empresa de tecnologia Compass identificou quais as 20 cidades líderes para se iniciar uma empresa de inovação e tecnologia, com o objetivo de orientar os empreendedores neste tema

Conheça a seguir.



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Urbanismo

PROJETO ANTES/DEPOIS

Proporcionar mais espaço aos pedestres é uma das principais metas dos projetos de renovação urbana em muitas cidades do mundo.

Recorrendo à distribuição do espaço público, que implica, muitas vezes, em restringir o espaços dos automóveis - seja nas ruas ou estacionamentos -, plantar mais árvores, construir mais calçadas e ciclovias e estabelecer novas zonas de lazer, é possível projetar lugares mais acolhedores, com menos congestionamento viário e que fomentam o uso de meios de transporte sustentáveis, como as caminhadas e o ciclismo.

Visando divulgar as renovações que mudaram o desenho das cidades, o coletivo brasileiro Urb-I, composta por arquitetos e urbanistas, iniciou o projeto Antes/Depois, que, como diz seu nome, mostra como era as ruas no passado e como são hoje, expondo indubitáveis mudanças em seus desenhos.



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Concursos de Arquitetura

PROJETO QUE VENCEU O CNI PARA REFORMA URBANA FAZ LEVANTAMENTO DAS OCUPAÇÕES E PRÉDIOS VAZIOS EM SP

Usando como ponto de partida o Centro de São Paulo, o projeto leva em conta quatro centralidades importantes da capital nas regiões Norte, Sul, Leste e Oeste. Os pontos considerados, destaca Nakama, são marcos não só para a arquitetura e urbanismo, mas também porque possuem transporte e estrutura urbana. “É um contrassenso a cidade crescer cada vez mais na horizontal enquanto há edifícios vazios que não cumprem a sua função social”, disse o jovem arquiteto e urbanista Vinicius Kuboyama Nakama.

Levando em conta que entender o crescimento das cidades é um dos grandes desafios do século, o plano elaborado pelo grupo e premiado pelo CNI não tem a pretensão de ser uma solução para este tipo de problema. “Mas queremos gerar discussões urbanas sobre moradia e sobre o direito à cidade”, destaca. Ao mesmo tempo, Nakama questiona: “O que é ilegal? Ocupar um edifício vazio é ilegal, mas em São Paulo há shoppings construídos em cima de aterros sanitários e há casarões construídos em áreas públicas”, ressalta.
Conheça as propostas vencedoras.



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Arquitetura

EQUIPE BRASILEIRA VENCE CONCURSO INTERNACIONAL

O Concurso Internacional: Geometrías Invisibles, organizado pela LIGA, teve como objetivo impulsionar o talento de jovens arquitetos latino-americanos e selecionou o projeto "Maneras de conducir", desenvolvido pelos arquitetos brasileiros Marina Canhadas, Enk te Winkel, Gustavo Delonero e Anna Juni, como intervenção protagonista da 20ª edição das exposições realizadas dentro do espaço da LIGA, na Cidade de México.

Após contar com a participação de 142 participantes e eleger 11 finalistas, o júri premiou "Maneras de conducir" com o primeiro lugar por "vincular de modo simbólico a escala urbana da cidade com o pequeno espaço expositivo da LIGA ao conectar a sala no nível da rua com a cobertura do edifício."

Conheça o projeto e a opinião o júri



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Arquitetura

PROPOSTA DE REURBANIZAÇÃO DO VALE DO ANHANGABAÚ TEM RECEBIDO CRÍTICAS POR CONTA DA FALTA DE DISCUSSÃO E CONCURSO PÚBLICO

O projeto de revitalização e reurbanização do Vale do Anhangabaú, região central da cidade de São Paulo, tem causado polêmica.
A principal reclamação das entidades de classe - como o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP) - é que a prefeitura não abriu concurso público para escolher a melhor proposta.



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Starchitects

ZAHA HADID E A PROTEÇÃO PARA PEDESTRES PARA O CASO DE QUEDA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

Com o andamento da construção de seu edifício residencial 520 West 28th Street, adjacente ao High Line, o escritório Zaha Hadid Architects construiu uma proteção temporária para os pedestres, para o caso de queda de materiais de construção. No entanto, como é frequentemente o caso dos projetos de Zaha Hadid, esta não é uma proteção qualquer, funcionando também como instalação artística.

Intitulada Allongé, a instalação é "inspirada na conectividade e dinamismo do movimento ao longo do High Line", permitindo aos visitantes do elevado caminharem sob uma cobertura de 34 metros de comprimento sustentada por uma estrutura metálica curvilínea que oferece uma experiência espacial que antecipa o edifício de Hadid.



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Engenharia

ENGENHARIA INCA MANTÉM PONTE FUNCIONAL HÁ CENTENAS
DE ANOS NO PERU

Chama-se Ponte Q’eswachaka e é a última do mundo do seu género, atravessando o Rio Apurimac em Huinchiri, no Peru. Trata-se de uma ponte suspensa de corda que é integralmente reconstruída todos os anos através de técnicas ancestrais de Engenharia Civil e recorrendo a fibras naturais presentes na vegetação local. Pensa-se que existe desde a génese do Império Inca e, dado o seu caráter efémero, estrutura intrincada e conhecimentos técnicos necessário para a sua execução, é verdadeiramente impressionante que tenha sobrevivido até aos dias de hoje.



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Engenharia

CAMPANHA PARA RECONVERSÃO DE PONTE METÁLICA NA ÁUSTRIA

A estrutura de uma ponte metálica com 120 anos de idade, sobre o Rio Danúbio, em Linz, Áustria, poderá ser reconvertida graças a uma campanha de crowdsourcing promovida pela plataforma germânica Jovoto. Mais de três dezenas de projetos foram já apresentados, por engenheiros e arquitetos de todo o mundo, no âmbito de um concurso online para reutilização da estrutura treliçada em aço com 393 metros de comprimento. A execução do projeto vencedor será inteiramente financiada pela Linz AG, a empresa que atualmente gere a estrutura.



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Engenharia

A ENGENHARIA DIAGNÓSTICA NA DESCONSTRUÇÃO CIVIL
TITO LÍVIO FERREIRA GOMIDE

A Engenharia Diagnóstica em Edificações, tradicionalmente, visa examinar e investigar os sistemas construtivos para diagnosticar suas patologias prediais, com foco nas recuperações e aprimoramentos da qualidade predial, mas com o crescimento da tendência de desconstrução, a disciplina também contribui nesse sentido.

Sabendo-se que o impacto da construção civil no meio ambiente é enorme, pois as edificações consomem aproximadamente 50% da energia mundial (construção e manutenção), consoante dados da Associação de Estudos Geobiológicos da Espanha, na Jornada de Bioconstruccion (Madrid 1996) em trabalho de Sofia Bealing & Stefan e Philip Steadman, que indica outros 25% para a indústria e os demais 25% para o transporte, relevante o estudo diagnóstico da desconstrução. Estima-se que o percentual de resíduos da construção civil é de aproximadamente 35% de todo o resíduo produzido na atividade humana.

E sabe-se que esse percentual tende a crescer com o envelhecimento de grande parte do parque de construções no mundo. O descuido com a manutenção predial, também contribui para o aumento dos resíduos, pois algumas edificações atingem estágio muito avançado de degradação precoce, impossibilitando sua recuperação e determinando a sua desconstrução.
Mas, o que é a desconstrução? Qual é a diferença entre desconstrução e demolição?

A demolição é o ato ou efeito de demolir, ou seja, deitar abaixo, desfazer, desmantelar, destruir, derrubar uma construção, como bem esclarece o “Aurélio”. Já a desconstrução é o ato de desconstruir, desfazer e que, de forma simplista, pode ser conceituada como a demolição sustentável, visando mitigar os danos ambientais dessa atividade, com a aplicação dos 4 R’s, representados pelo repensar, reduzir, reutilizar e reciclar.
Continue a leitura...



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Engenharia

ENGENHEIROS ESPANHÓIS DESENVOLVEM SISTEMA PARA TORNAR ULTRAPASSAGENS MAIS SEGURAS

Investigadores da Universidade Politécnica de Valência (UPV) estão desenvolvendo um novo sistema que permitirá aos condutores efetuarem ultrapassagens de forma mais segura. Chamado EYES, o sistema é constituído por um software específico que pode ser instalado em tablets e smartphones e proporciona ao utilizador uma ajuda visual preciosa durante as manobras de ultrapassagem.
O EYES é especialmente dirigido a manobras de trânsito críticas em estradas nacionais e regionais de duplo sentido e vias com baixa visibilidade. Trata-se de uma ferramenta de auxílio que fornece um incremento substancial da segurança rodoviária, em especial quando usada em veículos de grandes dimensões.



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