Sábado, 23/02/2019 – Veja todos os posts publicados nesta semana.

ENTRE ASPAS (www.eniopadilha.com.br)

"As idéias claras servem para falar, porém, são quase sempre
as idéias confusas que movem nossas relações."

JOSEPH JOUBERT

(1754-1824)
Escritor ensaista francês, em Pensamentos, ensaios, máximas,
e Correspondência
, página 270

BLOG DO ÊNIO PADILHA

MEMÓRIAS DO ENCONTRO DE LÍDERES REPRESENTANTES



(Publicado em 22/02/2019)



Ontem estive em Brasília, participando do segundo dia do ENCONTRO DE LÍDERES REPRESENTANTES DO SISTEMA CONFEA/CREA/MÚTUA. É sempre um grande prazer reencontrar bons amigos e colocar algumas conversas em dia. E já comecei muito bem, encontrando, no aeroporto, o grande parceiro, Engenheiro Líder, Luis Henrique Salatiel




Juntou-se a nós no almoço o brilhante Wilson Dias, que vocês já conhecem dos textos publicados no nosso site. A conversa foi animadíssima (e muito instrutiva)



Tive um rápido, porém muito importante encontro com o presidente Joel Krüger, que está reconduzindo o Confea à condição de interlocutor de alto nível na esfera federal. Essa é uma grande conquista, especialmente quando analizamos os últimos anos.



Sérgio Becke, um grande amigo, de Santa Catarina.



Tive o prazer de participar do Seminário sobre Chamamentos Públicos do Confea, muito bem organizado pela engenheira Fabyola



Márcio Pernambuco, um pensador indispensável do nosso sistema profissional



O querido amigo Edison Macedo, patrimônio intelectual da nossa Engenharia.



Os jovens de Goias, capitaneados pelo engenheiro Áquila.




Engenheira Lenita Brandão, de Americana, São Paulo (nossa madrinha querida) e sua colega Lígia, presidente da Associação de Rio Claro



Outro querido amigo, Luisão, presidente do Crea-BA. Sempre um prazer reencontrá-lo.




Encontrei e conversei com muitos outros colegas e amigos. Infelizmente, não temos os registros fotográficos, mas o coração volta aquecido e a cabeça realimentada.





PADILHA, Ênio. 2019

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ENTRE ASPAS (www.eniopadilha.com.br)

"Leis inúteis enfraquecem as leis necessárias."

CHARLES MONTESQUIEU

(1689-1755)
Teórico-político e estadista francês no livro
O Espírito das Leis, página 109

BLOG DO ÊNIO PADILHA

OS LÍDERES, SEGUNDO O OLHAR DO SISTEMA CONFEA/CREA



(Publicado em 22/01/2019)



Antes que você ou alguém possa dizer que eu estou reclamando por mim ou advogando em causa própria, que fique claro: não é por mim. Eu sou um dos poucos profissionais de fora do sistema com amplo acesso e muitos amigos nos Creas de todo o Brasil, nas Entidades de Classe, nos sindicatos e na Mútua. O meu trabalho, até onde eu sei, praticamente não tem rejeição dentro do Sistema Profissional e, não raro, recebe apoios e, eventualmente, patrocínios. Portanto, não estou reclamando por mim, que fique claro.





Minha única reclamação é não fazer parte de um grupo definido e reconhecido pelo Sistema Confea/Crea. Ano passado já escrevi sobre isto. Você pode ler AQUI.

Mas vou repetir: participei do Encontro de Lideranças (em 2018) e me incomodou o fato de o evento do Confea ter mudado de número. Deveria ser o evento número 13 e foi divulgado como número 7.

Por que? Eu explico: o evento foi criado no primeiro ano da gestão do ex-presidente Marcos Túlio de Mello (em 2006, portanto). Em 2008, ano em que eu estive no Confea, gerenciando a área de eventos, fui o responsável pela coordenação da 3ª edição do encontro.

O que aconteceu, então? Aconteceu o seguinte: na gestão que sucedeu a de Marcos Túlio (iniciada em 2012) o evento foi rebatizado (deixou de ser "Encontro de Lideranças" e passou a ser “1º Encontro de Líderes Representantes"). Não mudou absolutamente nada na sua essência, mas ganhou nova encarnação, como se fosse uma criação do então novo presidente, numa manobra bem típica dos chefetes da política nacional. Uma vergonha, se apropriar assim da criação alheia!

A atual gestão provavelmente não se deu conta disso. Mas pedi (no ano passado) que se atentassem e que fizessem justiça em 2019. Que o evento receba o número correto: 14º Encontro de Líderes Representantes.

Na verdade, me desculpem, mas eu gostaria de implicar também com esse "representantes". Pra que isso? Quer dizer então que o Sistema Confea Crea não reconhece como Líder alguém que não seja representante? que não esteja em algum cargo de presidente de Crea, presidente de entidade de classe, conselheiro etc? É o cargo que a pessoa ocupa que dá a ela o status de liderança?

Nesse mesmo evento e também na SOEA sempre me encontro com muitos ex-presidentes de Creas, ex-conselheiros, professores, autores, pessoas que hoje estão fora do sistema, tocando seus negócios... Quer dizer que essas pessoas deixaram de ser líderes?

Por mim essa palavra "representantes" deveria ser eliminada do nome do evento. Só está ali para estabelecer uma flagrante discriminação.

O QUE É UM LÍDER
Lígia Fascioni, engenheira brasileira, com mestrado e doutorado em engenharia (e que vive na Alemanha) no livro Atitude Pro Liderança (em parceria com Alberto Costa) apresenta diversas definições de líder, a partir de diversos autores:
“A única definição de líder é alguém que possui seguidores” Peter Drucker
“A essência da liderança é a visão” William Van Dusen Wishard
“A moral da história é clara: para ser líder é necessário saber para onde se vai” Lin Bothwell
“O trabalho do líder é levar as pessoas a bordo de sua visão” John Maeda

E Lígia fascioni conclui: "É claro que você conhece outras, inclusive muitas que apresentam o líder como um chefe, comandante, dirigente, autoridade, alguém que existe para ser respeitado, admirado, até obedecido ou idolatrado. Selecionamos essas aí de cima porque traduzem com ais exatidão a ideia que temos de líder: alguém com uma visão, capaz de compartilhá-la e de inspirar outros a construi-la".


E NO SISTEMA CONFEA/CREA? COMO O LÍDER É VISTO?
O Sistema Confea/Crea/Mútua tem, na minha opinião, uma visão limitada do conceito de lider. O sistema não tem (e deveria ter) um olhar para profissionais que não sejam militantes nas entidades de classe, sindicatos, na Mútua ou nos Creas. O Sistema não consegue enxergar relevância em empreendedores, proprietários de grandes escritórios, professores, autores de livros, coordenadores de cursos de graduação ou de pós-graduação. Gente como Manuel Henrique Campos Botelho (autor de muitos livros, entre eles a consagrada série “Concreto Armado, Eu te Amo”, Osires Silva (o criador da Embraer), o já falecido Eliezer Batista (o criador da Vale), o também já falecido Antônio Ermírio de Morais (do Grupo Votorantim), Nelson Covas (fundador da TQS Informática), Sérgio Santos (professor, coordenador de cursos, autor de livros), Luiz Henrique Salatiel (autor de livros e palestrante), Lígia Fascioni (autora de livros e palestrante)… pra ficar em meia dúzia de nomes… há dezenas, centenas deles. Nenhum deles é reconhecido ou tratado como liderança em eventos do Sistema Confea/Crea.

Esses profissionais não têm interesse e serem influenciadores. Não têm interesse em serem formadores de opinião. Destacam-se por um trabalho incessante pelo engrandecimento e pela valorização da Engenharia. Por que são tão invisíveis e esquecidos pelo sistema?

A minha situação, repito, é um pouco diferente: eu tenho 32 anos de exercício profissional. Nos primeiros 12 anos eu tive um Escritório de Engenharia e atuei no mercado de projetos e instalações elétricas em Santa Catarina e em outros oito estados do Brasil. Naquele período eu tive uma fortíssima atuação no sistema profissional. Fui integrante da diretoria das entidades de classe às quais estava ligado. Fui presidente de duas Associações de Engenheiros e Arquitetos (em Rio do Sul, 1992 e em Jaraguá do Sul, 1994). Naquele período fui também, por muitos anos, inspetor de Engenharia Elétrica do Crea-SC nas duas cidades.

E foi nessa condição de “líder representante” que o meu primeiro livro foi acolhido pelo Crea-SC (que patrocinou o lançamento da primeira edição, em 1998) e depois pelo Confea (que lançou a 2ª, 3ª e 4ª edições, entre 2000 e 2002).

Depois desse período (portanto, nos últimos 20 anos) eu não estive mais diretamente ligado às instituições do Sistema Profissional. Não ocupei cargos políticos nas diretorias de entidades de classe ou no Crea. Mas mantive os amigos que eu tinha e fiz centenas de outros dentro do Sistema.

O meu trabalho seguiu sua trajetória. Hoje a maior parte dos meus cursos, palestras e consultorias têm como clientes as universidades e empresas de Engenharia e Arquitetura. Mais de 80% dos meus leitores no site e dos seguidores nas redes sociais são profissionais que não fazem parte do Sistema Confea/Crea (nem do CAU). Na verdade, eles nem veem com bons olhos essa minha insistência e escrever sobre esse tema (como pode ser visto no artigo A CRUZADA).

Ainda assim, tenho sido, no mais das vezes, reconhecido, apoiado e eventualmente patrocinado em eventos das entidades de classe, dos Creas e mesmo do Confea. Portanto, pra mim está tudo bem. A única coisa que me incomoda, nos eventos do sistema é que todas as lideranças reconhecidas estão em categorias definidas (presidentes de Crea, Conselheiros Federais, Conselheiros Regionais, Presidentes de Entidades de Classe, Líderes de Sindicatos, Membros da Mútua…) eu estou lá apenas como… amigo deles. Um peixe fora d’água, sem função nem utilidade.

Gostaria que o Sistema fizesse uma revisão nessa política. Que abrisse um espaço regular nos seus eventos nacionais para os profissionais que desempenham um papel fundamental para a Valorização Profissional, embora façam isso dirigindo empresas, fazendo projetos, coordenando cursos, dando aulas, escrevendo livros, desenvolvendo softwares, apresentando palestra, desenvolvendo pesquisas… ainda que não sejam representantes oficiais de nenhuma instituição do Sistema.






(*) FASCIONI, Lígia e COSTA, ALBERTO. Atitude Pró Liderança. Belo Horizonte: Editora Letramento, 2016.



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PADILHA, Ênio. 2019

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"O verdadeiro patriotismo é o que concilia
a pátria com a humanidade."

JOAQUIM NABUCO

(1849-1910)
Político, diplomata, historiador brasileiro e um dos fundadores da
Academia Brasileira de Letras em Obras completas:
O abolicionismo. Conferências e discursos abolicionistas‎
, página 86

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VALE A PENA PARTICIPAR DE ENTIDADES DE CLASSE?


ÊNIO PADILHA
professor@eniopadilha.com.br






Em 2010 aconteceu (em Cuiabá) o 7º Congresso Nacional dos Profissionais do Sistema Confea/Crea.

Centenas de eventos preparatórios (locais, regionais e estaduais) foram realizados no Brasil inteiro, envolvendo todos os profissionais interessados em participar do processo. Para orientar as discussões desses eventos preparatórios o Confea elaborou um caderno com Textos Referenciais relativos aos diversos temas do Congresso.

Um desses textos foi escrito por mim, para o Eixo Referencial EXERCÍCIO PROFISSIONAL e tem o título "O EXERCÍCIO PROFISSIONAL E A SUSTENTABILIDADE DAS PROFISSÕES: UMA ABORDAGEM MERCADOLÓGICA" (16 páginas). O tópico 5 deste artigo relaciona "Dez Elementos para o Exercício Profissional Sustentável". E aqui está um desses elementos:


5.3 ENVOLVER-SE NAS ATIVIDADES DAS ORGANIZAÇÕES PROFISSIONAIS

Ninguém questiona o fato de que a valorização profissional e o engrandecimento da marca profissional no mercado passa pelo fortalecimento das Entidades de Classe.

Mas o que é uma Entidade de Classe Forte? Se um dirigente pretende fortalecer as entidades de classe, como podemos avaliar o seu desempenho nessa missão? E por que existe esse consenso de que Entidade de Classe Forte é igual à profissão forte e valorizada?

Vamos por partes. E começamos pela última questão: Entidades de Classe são organizações que, geralmente, são bem acolhidas pela sociedade. Em geral, são vistas como uma manifestação coletiva dos indivíduos que a compõem. Uma espécie de representante do pensamento do grupo na sociedade. Por serem organizações que brotam de dentro pra fora (e de baixo pra cima, fruto da vontade de seus integrantes originais) são, geralmente, consideradas mais legítimas do que organizações que existem para dar suporte a determinações legais (como os conselhos e sindicatos).

Em outras palavras, as entidades de classe são a parte, digamos assim, pura, das organizações do sistema. Ou, pelo menos, é assim que são vistas pela sociedade. Se elas forem fortes e determinantes a profissão que ela representa tende a ser considerado forte e determinante também.

E o que é ser uma entidade forte e determinante? É ser percebida, pela sociedade, como uma instituição que precisa ser ouvida e respeitada nas questões que envolvem o objeto da profissão representada. Se, numa determinada cidade, a prefeitura promove uma discussão sobre saúde pública e dela não participa, de forma determinante, a Associação Médica local, podemos ter certeza de que essa entidade de classe não é forte. Da mesma forma, uma Entidade de Classe de Engenharia, de Arquitetura ou de Agronomia, para ser considerada forte, precisa estar presente, de forma determinante, em todas as discussões da região que envolvem os objetos de interesse dessas profissões (isto significa praticamente toda a atividade social da região).

Por isso, ser presidente, membro da diretoria ou participante ativo da sua entidade de classe é tão interessante e constitui uma contribuição tão relevante para o engrandecimento da categoria e a valorização profissional.

Participar da Entidade de Classe e trabalhar pelo seu funcionamento e crescimento, tarefa que geralmente consome tempo e energia sem nenhuma contrapartida direta é um gesto de desprendimento que caracteriza os profissionais que desejam verdadeiramente que a profissão seja valorizada e que a marca profissional permaneça viva (e forte) na mente das pessoas.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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Para copiar e reproduzir este artigo, conheça nossas REGRAS PARA PUBLICAÇÕES




(veja o artigo completo, baixando o arquivo abaixo)

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL E A SUSTENTABILIDADE DAS PROFISSÕES: UMA ABORDAGEM MERCADOLÓGICA
(arquivo .PDF - 15pág)

---ValorizacaoProfissional ---EntidadedeClasse

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"Os adversários acreditam que nos refutam quando repetem
a própria opinião e não consideram a nossa."

JOHANN WOLFGANG VON GOETHE

(1749-1832)
Escritor e filósofo alemão, no livro Obras de Goethe, página 136

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"A educação é o estabelecimento de comportamentos que serão vantajosos para o indivíduo e para outros em algum tempo futuro."

BURRHUS FREDERIC SKINNER

(1904-1990)
Psicólogo norte-americano no livro
Ciência e comportamento humano, página 402

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30 ANOS DOS LOCH PADILHA



(Publicado em 16/02/2019)



Completei 60 anos no final do ano passado. E posso dizer que a minha vida foi dividida em duas metades bem distintas: os primeiros trinta anos e os trinta anos seguintes.

Os primeiros 30 anos eu passei trabalhando, estudando e me praparando para o que viria depois. Depois de Salete, uma pequena cidade no interior de Santa Catarina, onde morei por pouco mais de um ano e meio e encontrei o norte da minha vida.

Tive um novo começo de vida em 1989, quando me casei com a querida Áurea Loch e iniciamos a jornada de construção de uma família absurdamente linda. E esta família completa 30 anos neste 18 de fevereiro.

Se haverá festa? Claro que sim. Uma festa igual à que temos todas às vezes que nos reunimos para um café da manhã, um almoço ou jantar. Cada vez que estamos juntos, os 4 (o que agora não é todo dia, já que a Maria Helena mora à 180 km de distância) temos essas pequenas e revigorantes alegrias.

Eu já disse isso muitas vezes e voltarei a repetir outras tantas: se me fosse dado o poder de voltar no tempo, teria de ser, no máximo, no dia 2 de maio de 1993, um dia depois do nascimento da nossa segunda filha. Tudo o que veio depois poderia mudar, mas o risco de não ocorrer o que veio antes eu não poderia correr.

Nesses 30 anos com a Áurea, 29 anos com a Ana Clara e 25 com a Maria Helena... vou dizer uma coisa (e alguém pode até achar que estou exagerando, mas não estou): nenhuma das três me causou UM ÚNICO DIA de tristeza. Nenhum.

Se tive tristezas, tropeços, dificuldades nesses anos, vieram por outros caminhos. Elas, ao contrário, apenas foram minhas cordas, escadas e andaimes sobre os quais eu me sustentei para subir e avançar. Elas, as três, sempre foram minhas fontes de alegria, inspiração, conforto e segurança.

Agradeço a Deus todos os dias por isso, e, se me resta créditos com Ele, peço que me conceda mais um ciclo de 30 anos, para que eu possa seguir comemorando a vida ao lado desses três lindos presentes que Ele me deu. Amém.






PS. A imagem que ilustra o topo do nosso site neste fim de semana (16, 17 e 18/02/2019) mostra o local, em Salete, onde aconteceu o casamento, em 1989.



PADILHA, Ênio. 2019

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Anotações

VEJA 6 CASTELOS BRITÂNICOS EM RUÍNAS VOLTAREM À VIDA

(Publicado em 05/12/2018)



A paisagem do Reino Unido está repleta de castelos históricos que remontam a séculos passados. Antes estruturas que eram motivo de orgulho e dominavam a paisagem circundante, muitas casas, castelos e igrejas, desde então, colapsaram em ruínas. Enquanto essas ruínas evocam um senso de magia e curiosidade por si só, um estudo sobre como eram esses castelos em seu auge é algo que vale a pena.

Com isso em mente, a Onward e a NoeMam Studios uniram forças para reconstruir digitalmente seis castelos em ruínas encontrados na Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. A série de gifs apresenta os castelos reemergindo da paisagem, recontando o senso de lugar ao mostrar “o verdadeiro esplendor desfrutado e defendido pelos barões, rainhas e reis de antigamente".



Para obter mais informações visite archdaily

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TURISTA ACIDENTAL

BRASÍLIA-DF

O Turista Acidental (Ênio Padilha) esteve em Brasília-DF, para o 8º ENCONTRO DE LÍDERES REPRESENTANTES DO SISTEMA CONFEA/CREA e MÚTUA com organização e promoção do CONFEA Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.





BRASÍLIA


Brasília é a capital federal da República Federativa do Brasil, e a terceira cidade mais populosa com 2.974,703 de habitantes, a capital brasileira é a maior cidade do mundo construída no século XX. A cidade possui o maior PIB per capita em relação às capitais, e o quarto maior entre as principais cidades da América Latina e cerca de três vezes maior que a renda média brasileira. Brasília é a terceira capital do Brasil, após Salvador e Rio de Janeiro.






O EVENTO E OS PARTICIPANTES


Promotor: Confea
Evento: 8º Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua
Local e data: Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), 20, 21 e 22/02





Veja as fotos do Turista Acidental:






O título desta seção é uma referência ao livro "O Turista Acidental" da escritora norteamericana Anne Tyler.


Veja mais fotos desta viagem

ARQUITETURA

MUSEU DA CIÊNCIA ROBÓTICA DE SEUL SERÁ CONSTRUÍDO POR... ROBÔS

(Publicado em 22/02/2019)



O escritório turco Melike Altınışık Architects (MAA) venceu um concurso internacional para o projeto do Museu de Ciências Robóticas de Seul, Coréia do Sul. Organizada pelo Governo Metropolitano de Seul, o concurso exigiu um projeto “inédito”, voltado a apoiar a formação em robótica e aumentar o interesse público pelo tema.

Os princípios da robótica, ciência, tecnologia e inovação moldaram todos os aspectos do projeto, desde a forma e estrutura até o material e operação. O escopo principal do museu é “criar um universo próprio para robôs e seus visitantes”, e o edifício se manifesta como uma estrutura esférica, não-direcional.



Para obter mais informações visite archdaily

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ARQUITETURA

CAU/RS GANHA AÇÃO JUDICIAL EM DEFESA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO GAÚCHO

(Publicado em 21/02/2019)



A decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), proferida em 14 de fevereiro, após início do processo com uma Ação Civil Pública ingressada pelo CAU/RS, determinou a suspensão da licitação, alegando que “ao que parece, não poderiam ser enquadradas como de serviços comuns” e que “não parece que a execução das obras objeto do pregão, em razão de sua relevância por se tratar de patrimônio tombado, pudesse ser realizada sem o acompanhamento de profissional qualificado” (clique aqui para acessar o documento na íntegra).

A ação faz parte da luta do Conselho em defesa do patrimônio histórico e cultural gaúcho e contra o uso indiscriminado da modalidade pregão em licitações públicas. Recentemente, o CAU/RS em conjunto com o CREA-RS e demais entidades do setor de construção divulgaram o Manifesto pela Qualidade nas Licitações Públicas – Por Critérios Técnicos: Não ao Pregão, uma aliança em prol das profissões e seus profissionais e da qualidade das obras públicas.



Para obter mais informações visite caurs

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ARQUITETURA

POR QUE A ARQUITETURA PODE SER O MELHOR INVESTIMENTO PARA A SEGURANÇA NOS ESPAÇOS PÚBLICOS?

(Publicado em 28/11/2018)



A arquitetura é poderosa, e assim como a energia nuclear, ela depende da forma como é utilizada. Pode criar cidades inabitáveis, mas também pode criar cidades mais seguras e melhorar nossa qualidade de vida.

Em diversos exemplos, o desenho urbano forneceu uma resposta aos espaços públicos deteriorados ou abandonados, o que não só evidencia o quanto a organização e a iluminação são imprescindíveis, mas também permite considerar os usuários e gerar espaços para o encontro.



Para obter mais informações visite archdaily

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ENGENHARIA

ENGENHEIRO ESPECIALISTA EM PLANEJAMENTO CONCLAMA PROFISSIONAIS A SE ENGAJAREM NA POLÍTICA

(Publicado em 21/02/2019)



O Brasil colocou gente nas cidades, mas não se urbanizou. “Urbanizar vai muito além de deslocar pessoas do campo para a cidade. Urbanizar é dar a essas pessoas emprego, educação, saúde, segurança e uma boa moradia provida de água, esgoto, energia e dos meios modernos de convivência social”.

Todos os pontos abordados pelo palestrante requerem relevante participação da Engenharia e da Agronomia nacionais. Costa acredita que essas discussões devem motivar os profissionais do Sistema Confea/Crea a se engajarem na condução dos destinos do Brasil. “Aqui neste encontro se faz política. Mas peço que o envolvimento profissional vá além da política de classe. As propostas da Engenharia e da Agronomia têm que alcançar a política nacional”.



Para obter mais informações visite confea

ENGENHARIA

ENGENHARIA, A ESPINHA DORSAL PARA O
DESENVOLVIMENTO HUMANO
Joel Krüger é eng. civil, professor universitário e
presidente do CONFEA

(Publicado em 05/02/2019)



Reconhecida mundialmente pela sua qualidade e eficiência, a engenharia brasileira vem sendo atingida por episódios que mostram que é necessário repensar urgentemente o modelo vigente. O último deles – o rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho (MG) – a cada instante causa comoção a milhares de famílias direta ou indiretamente ligadas ao trágico acontecimento. Até o momento centenas de mortes e desaparecidos e a certeza de mais um desastre ambiental de grandes proporções.

A nova tragédia ocorre há apenas três anos após o rompimento da barragem de Mariana, que matou 19 pessoas e provocou um mar de destruição ambiental que avançou sobre a bacia do rio Doce até chegar ao litoral do Espírito Santo. Enquanto todos nós acompanhamos apreensivos os resgates e notícias acerca dos desaparecidos de Brumadinho, fala-se em falta de fiscalização, quando o cerne da questão é muito maior. É preciso que a engenharia nacional volte a ser pensada sobre os quatro pilares fundamentais: planejamento, projeto, execução e manutenção, como uma ciência capaz de promover o progresso e o bem-estar da humanidade.



Para obter mais informações visite confea.org

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ENGENHARIA

BURJ JUMEIRA É O NOVO GIGANTE DE DUBAI

(Publicado em 19/02/2019)



A Dubai Holding revelou novos detalhes do Burj Jumeira, o “super-alto” de 550 metros de altura, que nascerá em breve na zona de Al Sufouh, no centro financeiro do Dubai. A estrutura será constituída por dois volumes laminares verticais, unidos na base e em diversos pontos ao longo da sua altura, através de passagens elevadas que servirão de ponto de observação e de ligação funcional entre as duas metades do edifício. O arranha-céus será parte integrante de um mega-empreendimento urbanístico denominado “Downtown Jumeira“.



Para obter mais informações visite engenhariacivil

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ENGENHARIA

UMA ABORDAGEM GERAL DO TEMA CENTRAL DO 10º CONGRESSO NACIONAL DE PROFISSIONAIS
(Engenheiro Edison Flávio Macedo)

(Publicado em 16/02/2019)



O engenheiro Edison Macedo, importante pensador da Engenharia Brasileira, acabou de publicar um importante artigo referencial sobre o tema central do 10º CNP — Congresso Nacional dos Profissionais do Sistema Confea/Crea.

No artigo o autor responde exaustiva e datalhadamente a uma pergunta crucial: POR QUE HÁ INTERESSE SOCIAL NA MAIOR PARTICIPAÇÃO DA ENGENHARIA NA ÁREA PÚBLICA?

Essas respostas, à medida que se sobrepõem, fortalecem a convicção de que é mesmo necessária e urgente que a Engenharia Brasileira tenha uma proposta de Estratégia para o Brasil.

O momento é agora. O Tema Central do CNP não poderia ser melhor.

Recomendo a todos os colegas engenheiros do Brasil a leitura e reflexão do texto, pois entendo que quanto maior for o número de colegas que conseguirem entender o tema e se dispuserem a se debruçar sobre ele, mais perto estaremos de uma proposta interessante e exequível de uma proposta de Estratégia da Engenharia Brasileira para o país.



Clique aqui para ler o artigo UMA ABORDAGEM GERAL DO TEMA CENTRAL DO 10º CONGRESSO NACIONAL DE PROFISSIONAIS do colega engenheiro Edison Flavio Macedo



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Divulgação

ENEAE 2019 - ENCONTRO NACIONAL DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA



Agora você tem um bom motivo para visitar Balneário Camboriú





Garanta sua inscrição. Venha trocar ideias e experiências com dirigentes de escritórios iguais ao seu em outros lugares do Brasil. Comece 2019 com o pé direito.

Palestrantes confirmados:



RICARDO MEIRA
Como falir o seu escritório
(Os sete pecados capitais da gestão de um escritório de projetos)




RAQUEL FÜLEP
Empreendedorismo associado a escritórios de Arquitetura e Engenharia
(Como é possível unir esforços estratégicos do escritório para criação e sustentação de novos negócios)



CRISTIANO CHAUSSARD
O que há de real no mundo virtual
(Uma abordagem para engenheiros e arquitetos. Como ampliar os seus negócios utilizando a internet)



ÊNIO PADILHA
O Contrato Social e sua importância para o sucesso da Sociedade Empresarial
(Os principais erros cometidos pelos profissionais antes de fazerem sociedade empresarial; Como o contrato social pode prever (e prevenir) os principais problemas de uma sociedade; Poderes e direitos inalienáveis de sócios minoritários)




---Padilha, Ênio. 2018

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EDUCAÇÃO

GLOBAL TEACHER PRIZE 2019

(Publicado em 22/02/2019)



Com seu projeto Robótica com Sucata, que já ajudou a tirar mais de uma tonelada de lixo das ruas de São Paulo, Débora Garofalo foi selecionada entre mais de 10 mil candidatos do mundo inteiro e está entre os 10 melhores professores do mundo. Agora, a professora de Língua Portuguesa, que ensina tecnologia numa área carente da capital paulista, vai representar o país no Global Teacher Prize 2019, o Nobel da Educação, que oferece prêmio de US$ 1 milhão.

A professora, que trabalha com crianças entre 6 e 14 anos, já conta com uma carreira premiada: foi “professor destaque” pela Secretaria Municipal de Educação SP em 2018 e vencedora na temática “Especial”, do Prêmio Professores do Brasil, também em 2018.



Para obter mais informações visite g1.globo

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ADMINISTRAÇÃO - GERAL

QUE TIPO DE EMPREENDEDOR É VOCÊ?
Ramon Barbosa

Existem basicamente 3 tipos de empreendedores. Sendo que, dois deles, tornaram-se mais populares, especialmente de 2015 pra cá, em virtude da crise. Conhecer que tipo de empreendedor é você, é importante para saber o que exatamente você precisa fazer para alcançar o que você deseja – o sucesso.



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Para obter mais informações visite administradores

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