Engenheiro, Professor e Autor de livros
sobre Gestão de Carreira e Administração de Escritórios
na Arquitetura e Engenharia
MONDRIAN - RELEITURA
(Fonte: experimentalphotoarts.blogspot)

Notas publicadas em 24/11/2014 - segunda-feira

Entre Aspas

"Os pais somente podem dar bons conselhos e indicar bons caminhos, mas a formação final do caráter de uma pessoa
está em suas próprias mãos."

ANNE FRANK

(1929-1945)
Jovem judia obrigada a viver escondida dos nazistas durante o Holocausto, em o Diário de Anne Frank

Artigos de Ênio Padilha

VALE A PENA PARTICIPAR DE ENTIDADES DE CLASSE?

(Este artigo foi publicado em 18/07/2010)




ÊNIO PADILHA
professor@eniopadilha.com.br






Em 2010 aconteceu (em Cuiabá) o 7º Congresso Nacional dos Profissionais do Sistema Confea/Crea.

Centenas de eventos preparatórios (locais, regionais e estaduais) foram realizados no Brasil inteiro, envolvendo todos os profissionais interessados em participar do processo. Para orientar as discussões desses eventos preparatórios o Confea elaborou um caderno com Textos Referenciais relativos aos diversos temas do Congresso.

Um desses textos foi escrito por mim, para o Eixo Referencial EXERCÍCIO PROFISSIONAL e tem o título "O EXERCÍCIO PROFISSIONAL E A SUSTENTABILIDADE DAS PROFISSÕES: UMA ABORDAGEM MERCADOLÓGICA" (16 páginas). O tópico 5 deste artigo relaciona "Dez Elementos para o Exercício Profissional Sustentável". E aqui está um desses elementos:


5.3 ENVOLVER-SE NAS ATIVIDADES DAS ORGANIZAÇÕES PROFISSIONAIS

Ninguém questiona o fato de que a valorização profissional e o engrandecimento da marca profissional no mercado passa pelo fortalecimento das Entidades de Classe.

Mas o que é uma Entidade de Classe Forte? Se um dirigente pretende fortalecer as entidades de classe, como podemos avaliar o seu desempenho nessa missão? E por que existe esse consenso de que Entidade de Classe Forte é igual à profissão forte e valorizada?

Vamos por partes. E começamos pela última questão: Entidades de Classe são organizações que, geralmente, são bem acolhidas pela sociedade. Em geral, são vistas como uma manifestação coletiva dos indivíduos que a compõem. Uma espécie de representante do pensamento do grupo na sociedade. Por serem organizações que brotam de dentro pra fora (e de baixo pra cima, fruto da vontade de seus integrantes originais) são, geralmente, consideradas mais legítimas do que organizações que existem para dar suporte a determinações legais (como os conselhos e sindicatos).

Em outras palavras, as entidades de classe são a parte, digamos assim, pura, das organizações do sistema. Ou, pelo menos, é assim que são vistas pela sociedade. Se elas forem fortes e determinantes a profissão que ela representa tende a ser considerado forte e determinante também.

E o que é ser uma entidade forte e determinante? É ser percebida, pela sociedade, como uma instituição que precisa ser ouvida e respeitada nas questões que envolvem o objeto da profissão representada. Se, numa determinada cidade, a prefeitura promove uma discussão sobre saúde pública e dela não participa, de forma determinante, a Associação Médica local, podemos ter certeza de que essa entidade de classe não é forte. Da mesma forma, uma Entidade de Classe de Engenharia, de Arquitetura ou de Agronomia, para ser considerada forte, precisa estar presente, de forma determinante, em todas as discussões da região que envolvem os objetos de interesse dessas profissões (isto significa praticamente toda a atividade social da região).

Por isso, ser presidente, membro da diretoria ou participante ativo da sua entidade de classe é tão interessante e constitui uma contribuição tão relevante para o engrandecimento da categoria e a valorização profissional.

Participar da Entidade de Classe e trabalhar pelo seu funcionamento e crescimento, tarefa que geralmente consome tempo e energia sem nenhuma contrapartida direta é um gesto de desprendimento que caracteriza os profissionais que desejam verdadeiramente que a profissão seja valorizada e que a marca profissional permaneça viva (e forte) na mente das pessoas.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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(veja o artigo completo, baixando o arquivo abaixo)

O EXERCÍCIO PROFISSIONAL E A SUSTENTABILIDADE DAS PROFISSÕES: UMA ABORDAGEM MERCADOLÓGICA
(arquivo .PDF - 15pág)

---ValorizacaoProfissional ---EntidadedeClasse

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Arquitetura

PRIMEIRO LUGAR NO CONCURSO ANEXO DA BIBLIOTECA NACIONAL

projeto de Vigliecca & Associados vencedor do concurso Anexo da Biblioteca Nacional, promovido pela Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP), e organizado pelo Departamento Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ).



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Concursos de Arquitetura

REINVENTAR PARIS

A prefeitura de Paris convida arquitetos de todo o mundo a proporem "projetos urbanos inovadores" para reimaginar o futuro da cidade. Como primeiro concurso deste tipo no mundo, a prefeita Anne Hidalgo e o deputado Jean-Louis Missika, "selecionarão e implementarão os novos edifícios que moldarão o futuro de Paris", colocando a inovação como principal critério. Oferecendo 23 terrenos, localizados no centro da cidade e na periferia, a organização do concurso está convencida de que "os desafios enfrentados pelo mundo podem abordados a partir e respostas locais." Segundo a prefeita, "a partir de hoje, criadores de todo o mundo recebem carte blanche para reinventar os modos de viver, trabalhar, e comercializar em Paris. Surpreendam-nos!"



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Urbanismo

ARQUITETO PAULO SÉRGIO NIEMEYER PROPÕE PROJETO PARA NOVA CIDADE DE DUQUE DE CAXIAS

O arquiteto Paulo Sérgio Niemeyer, bisneto de Oscar Niemeyer, promoveu na primeira semana de novembro um encontro com representantes do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU-RJ) para debater e discutir soluções urbanísticas para Duque de Caxias, na região Metropolitana do Rio de Janeiro. Em 2012, Paulo Sérgio Niemeyer desenvolveu o projeto Nova Cidade de Duque de Caxias que será apresentado ao prefeito Alexandre Cardoso visando uma transformação nas áreas de urbanismo e mobilidade urbana do município.
Toda essa reformulação, que deve levar cerca de 15 anos para ser concretizada, custará R$ 6 bilhões, contando com investimentos da iniciativa privada. É esperado que o projeto torne o município um atrativo para o estado do Rio de Janeiro e mude o eixo de ocupação da cidade, do entorno da Washington Luís para a Baía de Guanabara.
A Nova Cidade de Duque de Caxias começou a ser desenha por Paulo Sérgio entre 2005 e 2006, quando acompanhou a construção do Teatro Raul Cortez, na Praça do Pacificador, projeto de seu bisavô.



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Engenharia

BOSQUE VERTICAL EM MILÃO - PRÊMIO INTERNACIONAL DE EDIFÍCIOS DE GRANDE ALTURA

O par de torres residenciais Bosque Vertical (Bosco Verticale), localizado em Milão, foi o vencedor da edição deste ano dos Prémios Internacionais de Edifícios de Grande Altura (IHA 2014), promovidos pelo Museu de Arquitetura de Frankfurt (DAM). Com alturas de 80 e 112 metros, os edifícios projetados pelo Estúdio Boeri, ganharam reconhecimento mundial pelos cerca de 8900 metros quadrados de áreas verdes integradas nas fachadas, correspondendo a mais de nove centenas de árvores plantadas em terraços.



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Divulgação

CURSO: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA EM ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA NA AEASCS



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Educação

ESTUDANTES BRASILEIROS GANHAM CONCURSO NA FRANÇA

Dois estudantes de Minas Gerais venceram o prêmio principal de um concurso de inovação na indústria automobilística na França no mês passado. Alexandre Marques Bemquerer, de 25 anos, e Ana Carla de Sá Campos, de 26, superaram mais de 960 equipes e receberam um prêmio de 100 mil euros (cerca de R$ 320 mil) na primeira edição do Desafio de Inovação da Valeo (VIC, na sigla em inglês), promovido pela fornecedora de peças de automóveis francesa.

O concurso pediu aos candidatos que criassem protótipos "que façam os carros mais inteligentes e intuitivos até 2030". O projeto da dupla brasileira focou na melhoria do que Alexandre classificou como "o coração" do carro: a transmissão de marchas e o motor. "É um modelo de câmbio automático para carros, baseado em um novo modelo transmissão continuamente variavel [CVT, na sigla em inglês], que proporciona uma melhora significativa na performance do veículo, além de otimizar o consumo de combustivel e reduzir as emissões de CO²"



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