Notas publicadas em 13/12/2017 - quarta-feira

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O MELHOR PRESENTE NESTE NATAL



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ENTRE ASPAS (www.eniopadilha.com.br)

"...a grande questão da cidade ainda é exprimir o grau de civilização de quem vive nela. A arquitetura é uma questão qualitativa de abordar a condição humana. Construir a cidade
bem ou mal, é uma questão de política e não de políticos."

PAULO MENDES DA ROCHA

Arquiteto e urbanista brasileiro, vencedor do Prêmio Pritzker da Fundação Hyatt em 2006, que é considerado o Nobel da área

Anotações

APCA ANUNCIA LISTA DE VENCEDORES NA CATEGORIA
ARQUITETURA E URBANISMO

(Publicado em 13/12/2017)



A Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA) divulgou a lista de vencedores do Prêmio APCA 2017. A premiação é dividida em dez categorias, que abrangem arquitetura, artes visuais, cinema, literatura, moda, música popular, rádio, teatro, teatro infantil e televisão.

Desde 2010, a APCA incorporou os críticos de arquitetura, concedendo anualmente sete prêmios: Obra de arquitetura em São Paulo, Urbanidade, Obra de arquitetura no Brasil, Obras referenciais, Fronteiras da Arquitetura, Resistência Urbana e Difusão Cultural.



Para obter mais informações visite archdaily

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ARQUITETURA

QUEM DEVERIA GANHAR O PRÊMIO PRITZKER 2018?

(Publicado em 13/12/2017)



O fim de 2017 está próximo e com o início de um novo ano vem a especulação sobre quem será o próximo vencedor do Prêmio Pritzker.

Será que o júri honrará um membro influente da "velha guarda", como fizeram em 2015 quando concederam (postumamente) o prêmio a Frei Otto? Ou vão reconhecer um jovem arquiteto que está ajudando a redefinir a profissão, como fizeram quando selecionaram Alejandro Aravena? Será que o prêmio irá para um único indivíduo, ou para duplas ou grupos? E a honraria se voltará mais para o virtuosismo do projeto ou assumirá uma postura mais política, como foi no ano passado, quando o escritório RCR Arquitectes levou o prêmio?



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ENGENHARIA

INTERNET DAS COISAS (UMA INTRODUÇÃO)
Professor Mauro Faccioni Filho

(Publicado em 12/12/2017)



Palestra do professor Mauro Faccioni Filho, da Unisul, Coordenador do Sisplex. Discussão introdutória sobre a Internet das Coisas, tendências e impactos. Apresentação realizada no evento "Simpósio Novembro Digital", Unisul Virtual - UNISUL, em 28 de novembro de 2017





Internet das Coisas: Tudo novo - outra vez






Clique na imagem ao lado e leia o livro INTERNET DAS COISAS
de Mauro Faccioni Filho

Entre em contato com o professor: mauro.faccioni@unisul.br

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ENGENHARIA

NÃO COMEMORE AINDA!

(Publicado em 08/12/2017)





A revista Exame publica no seu site, ontem, 07/12/2017) uma notícia com o seguinte título: DECISÃO INÉDITA DA JUSTIÇA BENEFICIA ENGENHEIROS DE TODO BRASIL (sic)

A notícia informa que "um engenheiro eletrônico que fez mestrado em engenharia aeronáutica no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) conseguiu na Justiça o aumento da sua atribuição profissional e terá agora também o título de engenheiro aeronáutico na sua carteira de trabalho.

O profissional precisava do reconhecimento da habilitação em engenharia aeronáutica pelo CREA – AM para ocupar cargo de responsável técnico em uma companhia aérea.

A decisão, concedida em uma ação ordinária com pedido de tutela de urgência (que é uma liminar) que corre na 1ª Vara Federal de Manaus, na verdade só obriga que o CREA – AM cumpra uma norma emitida no ano passado pelo Conselho Federal de Engenharia e Agronomia."


Leia a íntegra AQUI

Não sei vocês, mas eu não vi graça nenhuma nisso. E nem sei de onde o jornalista tirou a conclusão de que essa decisão da justiça é boa para os engenheiros de todo o brasil. Acredito que essa notícia não seja tão boa assim.

Na verdade, acho que o juiz federal está equivocado. O título (e as prerrogativas) de Engenheiro Aeronáutico é concedido (deve ser concedido) apenas para quem fez a graduação (cinco anos) em Engenharia Aeronáutica. Nenhuma pós-graduação substitui isso.

Espero que o Crea-AM recorra e que a questão vá para o Supremo, com um advogado melhor para defender a instituição. Esse moço (esse engenheiro eletrônico) está viajando. Chego a ficar com vergonha por ele (e por esse juiz, que foi induzido ao erro pelo advogado de defesa)

Acho que o Confea deve conceder, sim, algumas atribuições e prerrogativas correspontentes a um curso de pós-graduação. Mas tem de se limitar ao que é contemplado na grade do curso (e na avaliação/acreditação do curso).

No caso do mestrado que o moço fez, a grade do curso não contempla nem 20% da grade de um curso de graduação em Engenharia Aeronáutica

Se dependesse desse juiz eu poderia, por exemplo, fazer uma pós-graduação em Engenharia de Estruturas e pedir ao Crea as atribuições de Engenheiro Civil.

Para ficar num exemplo mais concreto: eu, por exemplo, fiz Mestrado em Administração. Mas nem por isso posso (ou me atrevo) me apresentar como ADMINISTRADOR. Nem pedir ao Conselho Regional de Administração que aceite meu registro e me conceda atribuições de Administrador.

Espero que essa situação seja revertida. Pra não virar moda. Pra que ninguém venha obter graduação na justiça, depois de fazer uma pós-graduação.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2017

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GESTÃO DE CARREIRA

CREDIBILIDADE É UM RECURSO VALIOSO



CREDIBILIDADE é, de fato, um recurso valioso (é raro, é idiossincrático e é percebido pelo cliente como algo positivo). No entanto, é muito difícil para um individuo (ou uma organização) afirmar categoricamente que possui credibilidade, ou que a sua credibilidade é maior do que a dos seus concorrentes à ponto de constituir-se um diferencial competitivo.

Nos meus cursos, por exemplo, quase todos os profissionais afirmam ter dificuldades para convencer seus clientes a fechar os negócios. Mas depois, na hora de fazer o exercício sobre seus próprios recursos e diferenciais competitivos, colocam lá em letras maiúsculas: CREDIBILIDADE.

Eu fico me perguntando: “que tipo de credibilidade é essa, que na hora de fazer a diferença simplesmente não funciona?”

A credibilidade é a característica de quem é digno de ser acreditado. Para negociar e vender serviços é importante (fundamental) a credibilidade, construída pelo comportamento e performance no mercado ao longo dos anos.

Ter credibilidade significa que as suas previsões e promessas são aceitas como verdade pelos seus interlocutores.

Se uma pessoa diz que tem credibilidade mas, na hora de negociar com o cliente não consegue nada, então uma de duas coisas está acontecendo: ou a pessoa não está argumentando corretamente (não esta prometendo ao cliente alguma vantagem diferenciada ou, o que parece ser o mais comum, não tem tanta credibilidade quando acha que tem.

Além do mais, a estatística está contra essa legião de engenheiros e arquitetos que afirmam ter credibilidade no mercado, pois todos os levantamentos feitos junto aos clientes (eu mesmo fiz um, para um trabalho do mestrado) apontam o descumprimento dos prazos como uma das principais reclamações dos clientes em relação aos profissionais.

Ora, um prestador de serviços que não cumpre seus prazos e não tem disciplina para lidar com os seus compromissos (chega atrasado às reuniões, demora um dia a mais para enviar aquele relatório ou proposta, vive dando explicações sobre seus descumprimentos de prazos e horários (trânsito, computador, funcionários, fornecedores....) não consegue passar segurança para seu cliente. Não pode dizer que tem credibilidade.

Credibilidade é conseqüência. A causa é o comportamento profissional no mercado.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br






Os fundamentos das negociações bem sucedidas

ÊNIO PADILHA
4ª ed. 2014
176 páginas
ISBN: 978-85-7782-010-8 - OitoNoveTrês Editora
Apresentação de Maria Clara de Maio (editora da Revista Lume Arquitetura – São Paulo)
Prefácio de Manoel Henrique Campos Botelho (Autor do livro “Concreto Armado, Eu te Amo”)


---Divulgação

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ELEIÇÕES CONFEA/CREA 2017

O QUE O PRESIDENTE DO CONFEA PODE (REALMENTE) FAZER?

(Publicado em 08/11/2017)





Li com atenção as propostas dos cinco candidatos à presidência do Confea (a eleição será no dia 15/12/2017).

Como sempre, algumas promessas são vagas, expressadas em termos que nunca poderão ser verificadas de forma objetiva. Um exemplo é a tal promessa de “criar ações para promover a valorização profissional”… onipresente em qualquer programa de candidato a presidente de Confea, de Crea ou de entidade de classe. Quer uma promessa mais vaga do que esta?

Mas tem também, aqui e ali, algumas promessas que são bem objetivas. E é dessas promessas que eu vou me ocupar aqui, com a pergunta do título: o que, exatamente, o presidente do Confea pode fazer, sem depender dos conselheiros, da estrutura administrativa, dos presidentes de Creas ou de outras lideranças constituídas? Até que ponto o presidente do Confea é livre para estabelecer a sua própria agenda de compromissos? Por que, há décadas, entra e sai presidente do Confea e a coisa muda tão pouco?

A verdade é que o presidente do Confea precisa fazer muitas concessões para estabelecer sua agenda. Ele pode muito pouco se não se alinhar com os interesses de muita gente. A não ser que...

Bem... a não ser que o presidente do Confea seja um líder cuja força seja externa ao sistema. Uma pessoa cuja liderança seja inquestionável pelas regras não escritas do grupo estabelecido.

Imagine, por exemplo, que o engenheiro Osires Silva fosse eleito o presidente do Confea. Quem teria peito pra fazer-lhe frente? Qual conselheiro faria birra? Qual presidente de Crea engendraria intrigas? Que outra liderança do sistema, sem uma gota de influência fora dos limites da confraria, ousaria estabelecer disputas?

Se o presidente do Confea tivesse uma liderança inquestionável e fosse reconhecido fora dos limites do sistema profissional, como um Antônio Ermírio de Morais (é só um exemplo, claro. Infelizmente ele já se foi), um Marcos Pontes, Alex Kipman ou Romero Rodrigues, cujos feitos, fora do sistema profissional são credenciais insofismáveis, ficaria mais fácil acreditar que a sua agenda de compromissos seria efetivamente realizada.

Bom... mas esta não é a nossa realidade. O que teremos, a partir de janeiro de 2018 (seja qual for o vencedor) será um presidente cuja liderança será de origem interna (e para consumo interno).

Caberá ao presidente eleito tornar-se um líder da Engenharia e da Agronomia do país. Terá de ser interlocutor das mais altas esferas do mundo político, empresarial e científico. Ele deverá nos representar além das fronteiras do sistema e não apenas ser o representante da sua turma no comando do sistema.

E então… qual dos cinco candidatos está melhor preparado para este desafio? Para você, que paga a conta do sistema profissional, quem está mais próximo de se tornar essa grande liderança nacional?

Escolha e Vote. Não vire as costas para o seu dinheiro. Faça o seu voto fazer a diferença.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




A ilustração deste artigo mostra os cinco profissionais que presidiram o Confea desde que eu me formei engenheiro, em 1986: Frederico Victor Moreira Bussinger, Henrique Luduvice, Wilson Lang, Marcos Túlio de Melo e José Tadeu da Silva.



---Artigo2017

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ELEIÇÕES CONFEA/CREA 2017

COMEMORE! VOTE!

(Publicado em 09/11/2017)


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