ALIRUBIT

MICO DO ANO 2018 (pedido de inscrição)

(Publicado em 20/07/2018)



MICO DO ANO é um prêmio instituído na família LochPadilha para homenagear a pessoa que, por mérito próprio envolva-se em uma situação constrangedora e potencialmente vexatória.





A Áurea mandou e eu fui no supermercado aqui do bairro comprar batata, cebola, tomate, laranja e outras coisinhas.
Quando cheguei no caixa havia duas mulheres sendo atendidas. Passaram as compras e uma delas empacotou tudo.
O caixa começou a passar as minhas compras e eu notei que uma das mulheres começou a pegar as minhas coisas e colocar nos pacotes perto dela. O caixa passava o item e ela pegava da mão dele e colocava no pacote. Eu, já meio contrariado, disse: “Com licença! A senhora está empacotando as MINHAS compras.”
Ela me olhou bem nos olhos e disse: “Sim. É exatamente isto que eu estou fazendo. É exatamente esse o meu trabalho aqui.”
Só aí notei que a outra mulher já tinha ido embora com as compras dela e que essa que ficou era empregada do supermercado…
Pensa na vergonha!



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br






(Publicado em 21/08/2018)



MAIS UMA PARA O MICO DO ANO
Cinto de segurança em avião é coisa séria uso sempre, na viagem toda. Enquanto eu estiver sentado estarei de cinto.
Pois ontem, no voo entre São Paulo e Maceió, entrei no avião, sentei, coloquei o cinto e fiquei tranquilo. Logo em seguida chegaram alguns amigos que também estavam vindo para a SOEA. Abraços, apertos de mão, como está? o que tens feito? como vai a família… enfim, aquela alegria. Ficamos de conversa.

Quando o avião começou a se preparar para a decolagem, a comissária passou na minha poltrona e falou “senhor, coloca o cinto, por favor”. Eu imediatamente respondi, “eu já estou de cinto”.

Ela olhou pra mim, muito simpática e respondeu “eu acho que não…” E eu, sem pestanejar, apalpei o local, em mim, onde o cinto deveria estar. Ele estava ali. coloquei o polegar por dentro e puxei-o pra fora e o mostrei para a aeromoça. Ela começou a rir. Eu olhei para o cinto e vi que, o que eu estava mostrando era o meu cinto. O normal. O da minha calça.

O cinto de segurança estava pendurado, do lado de fora da poltrona (ela já tinha visto antes). Por sorte, ela estava rindo tanto da minha cara de tolo que não teve disposição para me dar uma bronca. Eu também caí na risada, claro. Pedi desculpas e coloquei o cinto de verdade.
E todos tivemos um voo seguro.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




SAIBA MAIS




---Padilha, Ênio. 2018

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