Notas de "EMPREENDEDORISMO"

28/02/2020

EMPREENDER ARQUITETURA 7

(Publicado em 28/02/2020)


 

O sétimo vídeo da série Empreender Arquitetura, realizada pelo CAU/SC, apresenta as características dos serviços de Arquitetura e seus impactos no Marketing. Além das seis características da prestação de serviços (já vistas e analisadas no vídeo 6 — Marketing de Serviços), a prestação dos serviços de Arquitetura está submetida a outras quatro características.

Assista no canal do CAU/SC no Youtube


 

Para obter mais informações visite causc

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21/02/2020

EMPREENDER ARQUITETURA CAU-SC

(Publicado em 21/02/2020)


 

O sexto episódio da série Empreender Arquitetura fala de uma ferramenta estratégica para qualquer negócio: o marketing. O vídeo apresenta o conceito de Marketing, a contextualização histórica e a sua aplicação ao campo da Prestação de Serviços. Também procura responder refletir sobre as diferenças do marketing de serviços e de produtos. Afinal, por que é muito mais complicado vender o seu trabalho do que as mercadorias em geral?

O vídeo traz ainda uma contextualização histórica, contando 500 anos de história das relações entre que produz e quem consome mercadorias e serviços, e mostra autores e livros que podem complementar o seu estudo no campo do Marketing.

Assista:


 

Para obter mais informações visite causc.

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17/02/2020

ENGENHARIA E ADMINISTRAÇÃO: UM CASAMENTO POR CONVENIÊNCIA



(Publicado em 01/03/2009)



Professor Ênio Padilha
Sou engenheiro, recém-formado em uma boa universidade de uma grande capital. Um amigo, também engenheiro e também recém-formado me propôs uma sociedade para criar uma empresa, prestando serviços de Engenharia numa área da qual já temos algum conhecimento em função dos trabalhos e estágios realizados durante a faculdade. O que fazer? Como fazer para que essa empreitada não resulte em uma aventura mal sucedida?

Aramis - Belo Horizonte-MG
(Nesta seção, o nome e a cidade são trocados sempre que solicitado pelo leitor)



Prezado Aramis.

Em primeiro lugar, parabéns! Parabéns pela coragem e pelo senso empreendedor. Qualquer iniciativa neste sentido terá, sempre, o meu aplauso e o meu apoio.

Em segundo lugar, vamos ao trabalho: se querem mesmo a minha sugestão, a primeira coisa que eu diria é "coloquem mais gente nessa sociedade".

Isso mesmo. Vocês precisam de pelo menos dois sócios: um administrador e um contador.

Como engenheiros vocês têm, certamente, uma boa noção do produto que será oferecido ao mercado. Mas tenho dúvidas quando à exata noção que vocês tenham sobre carga tributária, obrigações trabalhistas, linhas de crédito e financiamento, gestão de pessoal, relação com sindicatos, administração financeira, estratégias de mercado, análise de riscos e impactos mercadológicos da entrada da empresa de vocês no mercado. Isto sem falar das questões de sustentabilidade, meio ambiente, etc, etc, etc.

Portanto, sugiro que vocês agreguem ao grupo um contador experiente e um administrador com boas noções de administração financeira e de mercado (marketing).

O contador será o responsável por elaborar um plano financeiro que não esquecerá nenhum detalhe importante (que poderia inviabilizar o projeto no futuro). É a pessoa ideal para negociar com bancos, analisar financiamentos e investimentos; também poderá negociar ou renegociar questões tributárias e administrar os encargos trabalhistas.

O administrador fará o Plano de Negócio de olho em aspectos como a administração da produção e do mercado. E de olho também nos potenciais investidores e clientes.
Além do mais, um grupo com essa formação (dois engenheiros, um contador e um administrador) inspirará mais confiança tanto ao mercado quanto nos financiadores.
Mas, veja bem, amigo Aramis: isto não é uma obrigação legal. Não existe uma lei que obrigue vocês a fazerem isto. Portanto, não adianta pegar um contador meia-bomba e um administrador formado numa dessas Unifácil da vida, que passou pela faculdade sem ler um único livro (e que pensa que Frederick Taylor é famoso por ser o pai da Elisabeth, a atriz).

Também não é o caso de pegar dois caras que estejam trabalhando em outra empresa e torna-los sócios apenas no papel. Sem contato regular com a empresa.

Presta atenção: essa opção é estratégica e, só vale a pena ser aplicada se for bem aplicada. Evidentemente, a sociedade, como todo negócio, terá de ser negociada em bases justas. Talvez não seja necessário dividir as cotas em 25% para cada um dos quatro sócios. Mas, certamente uma sociedade em que os engenheiros fiquem com 95% e os outros dois sócios com 2,5% cada um não tem o apelo para provocar dedicação e empenho suficientes para alavancar o empreendimento.

Isso deverá ser negociado entre vocês, levando em conta o investimento financeiro de cada um para a abertura da empresa.

Outra coisa: não tenham ilusões de que, fundada a empresa, as coisas correrão às mil maravilhas. Não é assim que a banda toca.

Haverão discordâncias, discussões, desentendimentos... Então é importante que haja um pacto entre os sócios, com algumas regras para evitar que a sociedade se desfaça prematuramente. Essas regras serão objetos da segunda parte deste artigo (semana que vem)

Grande abraço e boa sorte (e me convidem para a festa do primeiro milhão!)




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17/02/2020

EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO



(Publicado em 17/02/2020)



O Marketing foi desenvolvido nos EUA no início do século XX. Durante quase 50 anos não passou de um tema acadêmico, discutido nas universidades e nos institutos de pesquisa. Mas, depois da 2ª Guerra Mundial, ganhou o mundo e tornou-se uma força transformadora, alterando as relações comerciais e transformando em negócios até o que não se imaginava que fosse.

FUTEBOL É UM NEGÓCIO, EDUCAÇÃO É UM NEGÓCIO, SAÚDE É UM NEGÓCIO…

Por que, então, ainda tem gente que acha que Arquitetura ou Engenharia é apenas uma atividade profissional?

Por que ainda tem gente com essa visão romântica e passiva do seu trabalho?

Arquitetos e Engenheiros precisam se profissionalizar para transformar em negócio os seus escritórios. Mais do que isso: um negócio lucrativo.





Os primeiros brasileiros a falar (nos seus cursos e palestras) sobre Marketing na Arquitetura e Engenharia foram o arquiteto Walter Maffei e o engenheiro Manuel Henrique Campos Botelho, ambos paulistas. Infelizmente, nenhum dos dois escreveu livros sobre o assunto.

MARKETING PARA ENGENHARIA E ARQUITETURA (Ênio Padilha, 1998) foi o primeiro livro publicado no Brasil sobre esse assunto.

Naquele tempo o pensamento dominante era o de que “marketing é coisa de quem não tem um trabalho de qualidade” ou que “fazer marketing é enganar os clientes”.

Hoje esse pensamento já está ultrapassado, mas ainda existe uma demanda por um Empreendedorismo Qualificado entre os arquitetos e engenheiros. Precisamos de menos oba-oba e mais conhecimento sobre Estratégia, Administração e Gestão. Esse é o caminho.





Engenheiros empreendedores, que sustentam seus escritórios e empresas de Engenharia, são os principais financiadores do Sistema Confea/Crea.
O sucesso comercial dos escritórios de Engenharia, portanto, interessa muito aos Creas e ao Confea. Simples assim.

ESCRITÓRIOS FORTES = SISTEMA FORTE

Assim como o futebol não pode ser conduzido (administrado) apenas com paixões clubísticas, a Engenharia não pode ser gerenciada apenas pela sua importância como ciência e tecnologia.

Engenharia é também um NEGÓCIO, que precisa ser entendido e desenvolvido com conhecimentos e informações. O Sistema Confea/Crea pode (e deve) ser um vetor desse desenvolvimento. E, ao fazer isso, estará trabalhando em benefício próprio. Este é um pensamento estratégico.




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PADILHA, Ênio. 2020







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22/01/2020

A ETERNA GUERRA ENTRE O EMPREENDEDOR,
O TÉCNICO E O GERENTE.



(Trecho do primeiro capítulo do livro ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E DE ENGENHARIA

Arquitetos e Engenheiros deveriam ser empreendedores por natureza. Deveriam.

Infelizmente, nas Escolas de Engenharia e de Arquitetura, especialmente nas públicas, os futuros engenheiro e arquitetos não são formados por empreendedores e sim por funcionários públicos.

A escola pode até ter um discurso empreendedor, mas seus agentes não têm uma atitude empreendedora. Quando o tema EMPREENDEDORISMO é incluído no currículo de um curso, geralmente é uma única disciplina, de poucos créditos (muitas vezes oferecida como optativa). E isso acaba afetando o processo de formação, resultando no fato de que grande parte dos profissionais de Engenharia (e um bom número de arquitetos) preferem a segurança de um emprego às possibilidades ilimitadas de um empreendimento próprio.

E, o que é pior: aqueles arquitetos e engenheiros com espírito empreendedor acabam entrando em verdadeiras AVENTURAS empreendedoras pois nunca foram adequadamente preparados para lidar com questões de administração de um negócio (que é a base de sustentação do empreendedorismo).

Afinal, o que é empreendedorismo? Quais as características de um empreendedor? Por que empreendedores, eventualmente, fracassam? Quais são as ferramentas de Administração estão à serviço da Gestão Empreendedora? Penso que um engenheiro ou arquiteto deveria sair da faculdade com respostas claras para perguntas como estas. Mas isto quase nunca acontece.

Michael Gerber, autor e consultor de empresas norte-americano, faz, no livro “O Mito do Empreendedor” (1986) uma interessante (instigante) metáfora sobre o comportamento do profissional diante da sua atividade de trabalho. Segundo ele, todos somos multifacetados. Existem pelo menos três personagens dentro de cada um de nós: o técnico, o empreendedor e o gerente.

O problema é que eles, normalmente, não agem em harmonia. Tem sempre um deles no comando da situação enquanto os outros dois resmungam pelos cantos.

Funciona assim: num bonito dia você está fazendo o que sem-pre fez quando tem um ataque de empreendedorismo. O empreendedor que mora dentro de você assume o comando. Você decide ter o seu próprio negócio.

E você decide isto baseado no que Michael Gerber chama de “a suposição fatal”, que é a seguinte: entendendo o lado técnico de um negócio, você entende a empresa que lida com esta técnica. A fatalidade, diz Gerber, reside no fato de que isso não é verdade. Na realidade, essa suposição é a causa da maioria dos fracassos nos negócios.



“O lado técnico de um negócio e uma empresa que lida com essa técnica são duas coisas totalmente diferentes! Porém, o técnico que inicia um negócio próprio não vê essa diferença. Para ele, um negócio não é um negócio, mas um local de trabalho.”



Enquanto o empreendedor está no controle da situação (no controle dos seus pensamentos e procedimentos) você enfrenta qualquer dificuldade com o coração cheio de confiança e esperança. Mas é importante observar que o empreendedor está agindo em nome do técnico. Ele não está em busca de um empreendimento, no sentido pleno da palavra. Ele está em busca de um lugar onde o técnico possa trabalhar em paz, sem ter de obedecer a ninguém e sendo dono do seu próprio nariz.

Assim que o empreendimento decola o Técnico começa a forçar a porta e vai, aos poucos, assumindo o comando. Agora ele está em casa. Tem tudo o que precisa para fazer o que gosta. E pode trabalhar como sabe e como acha que é o certo. Não obedece mais ordens de ninguém e o dinheiro que entra é todo seu.

O empreendedor transformou-se num técnico. E todas as questões de administração de pessoal, administração financeira e administração de mercado são tratadas como “perfumaria”. Atividades acessórias (exatamente como ele fazia durante a faculdade, quando as disciplinas ligadas às Ciências Sociais Aplicadas eram sempre tratadas como matérias de segunda linha).

O que importa, agora, é fazer o serviço. E fazer bem feito.

E isto é o que o técnico sabe fazer de melhor. Ele está no comando e as coisas estão indo bem. Tirando o fato de que o tempo fica cada vez mais curto por causa da quantidade de trabalho que entra. O expediente de trabalho vai se estendendo mais e mais a cada dia; E tirando, também, o fato de que o dinheiro que entra na empresa nem sempre dá pra pagar todas as contas ou adquirir os melhores materiais ou equipamentos; e tirando o fato de que os empregados (se houver algum) não sabem nada e parecem não ter nenhum interesse em aprender... Enfim... tirando isso, tá tudo indo bem!

Não. Não tá bem. Mas o orgulho do empreendedor (que não está mais no comando, mas não está morto) não permite admitir que alguma coisa deu errada. Afinal, foi ele, o empreendedor, que meteu você nessa roubada! E ele é orgulhoso demais para admitir que estava errado.

É nessa hora que aparece um terceiro personagem: o gerente!

Alguém precisa colocar ordem na casa e o gerente é o cara certo pra essas horas. O gerente é um sujeito prático, organizado, metódico e sistemático. O gerente é a pessoa que faz previsões, controla o financeiro, mantém a ordem das coisas, distribui as tarefas, treina pessoas e organiza o trabalho.

O gerente é a pessoa que constrói uma casa e mora nela (para sempre). O empreendedor fica muito entusiasmado com o planejamento da construção mas, assim que a casa fica pronta, já começa a pensar na próxima. E o técnico... bom, o técnico se diverte construindo a casa. É disso que ele gosta. É isso o que ele sabe fazer.

Enquanto o empreendedor vive no futuro, o gerente se alimenta do passado. O técnico não. Ele vive no presente.

O gerente começa a organizar as coisas e a estabelecer regras, algoritmos, protocolos, lugar para guardar as coisas, fichas que precisam ser preenchidas antes de tirar uma coisa do lugar... essas coisas que os gerentes fazem. Resumindo: o gerente começa a transformar a vida do técnico num inferno!

O empreendedor, nessas horas, já perdeu as esperanças!
Tudo poderia ter sido muito melhor se você tivesse tido uma formação mais ampla que preparasse o empreendedor para gerenciar de forma inteligente e eficaz a atividade do técnico, visando alcançar os resultados que levassem os três a viverem felizes e em paz.

Mas não se desespere. Existe solução. E ela passa por entender quem é e o que faz o empreendedor. E também precisamos entender o que define o gerente/administrador e porque o trabalho dele é tão importante. É a nossa tarefa, nos próximos capítulos do livro.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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Este artigo é baseado no capítulo 1 do livro ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA. 2ª ed. Balneário Camboriú: 893 Editora, 2014. pág. 15 - 18.

Para copiar e reproduzir este artigo, conheça nossas REGRAS PARA PUBLICAÇÕES




REFERÊNCIAS:
1) GERBER, Michael. O mito do empreendedor. São Paulo: Saraiva, 1990. pág. 17
2) PADILHA, Ênio. Administração de escritórios de arquitetura e engenharia. Balneário Camboriú: 893Editora, 2014. 2ª ed. pág. 15-18

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22/04/2019

ADMINISTRAR MAIS

Alguns dos muitos cursos desenvolvidos por mim nos últimos 21 anos foram agora reunidos em uma série de cursos com carga horária de 8 horas cada um.

A série recebeu o nome de ADMINISTRAR MAIS e percorre as 4 grandes áreas da Administração (Marketing, Produção, Recursos Humanos e Finanças) e ainda os campos do Empreendedorismo e Estratégia.

Os cursos, disponíveis individualmente para realização em entidades de classe ou empresas de eventos de qualquer cidade no Brasil, terão pelo menos uma turma por ano realizada na cidade de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, na sede da OitoNoveTrês.

A primeira turma foi realizada no dia 11 de abril (COMO NEGOCIAR E VENDER SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA) e a segunda já está programada para o dia 9 de maio (PRECIFICAÇÃO DE SERVIÇOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA).

Confira abaixo os dez cursos da série ADMINISTRAR MAIS



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DIVULGAÇÃO



COMO VOCÊ DEFINE O PREÇO DO SEU TRABALHO?
Se você ainda define seu preço por metro quadrado descubra que isso é um grande erro e que pode estar fazendo você perder negócios e dinheiro.

Participe do nosso curso de PRECIFICAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA (da série ADMINISTRAR MAIS).

ATENÇÃO: são apenas 8 vagas!
. . .
Curso: PRECIFICAÇÃO DE SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA
Data: 09/05/2019 - Quarta-feira
Hora: 08h30 - 17h30 Com intervalos para café
Local: Sede da OitoNoveTrês Produções
Rua Manoel Athanazio Correia, 89 -- Barra -- Balneário Camboriú-SC
. . .
Inscrições: www.oitonovetres.com.br/precificar





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18/03/2019

O PROTOCOLO 89



(Publicado em 09/05/2019)



O protocolo 89 não é uma consultoria convencional.
• O consultor não apresenta relatórios;
• O consultor não faz o trabalho que precisa ser feito no escritório;
• O empresário/contratante recebe tarefas e precisa cumprí-las sob pena de ser reprovado;
• O empresário/contratante precisa (no período de 26 semanas) ler e discutir nada menos do que 21 livros (selecionados pelo consultor);
• O Consultor não trabalha PARA a empresa contratante;
• O Consultor não é um fornecedor À SERVIÇO da empresa. Não recebe ordens nem se submete a nenhuma condição imposta pelo contratante;
• O compromisso contratual do Consultor é conduzir o processo, oferecer caminhos e propor soluções, de tal maneira que os objetivos sejam totalmente alcançados (se o contratante fizer a lição de casa);
• Se o contratante não cumprir, RELIGIOSAMENTE, a sua parte no trabalho, o contrato será unilateralmente encerrado, sem devolução dos valores que por ventura já tenham sido pagos;

Quem contrataria um serviço desses?





O Protocolo 89 se assemelha mais a um curso intensivo de 26 semanas (aproximadamente 6 meses) no qual o aluno (o cliente):
• Faz um diagnóstico completo da sua empresa;
• Faz uma revisão do Contrato Social;
• Faz uma revisão do organograma e na definião de cargos, funções, tarefas e responsabilidades;
• Desenvolve um Plano de Negócios detalhado;
• Instala, configura e alimenta um completo SIGE (Sistema Integrado de Gestão Empresarial) no escritório, com o qual integra cadastros, negociações, propostas comerciais, sistematização de processos produtivos, recursos humanos e controle financeiro;
• Analisa e desenvolve suas estratégias empresariais (estratégias de produção, estratégias de parcerias, de marketing, financeira, etc)
• Aprende a desenvolver o marketing do seu escritório
• Aprende a negociar e vender os seus serviços
• Aprende técnicas de construção de marcas (pessoal e empresarial)

Enfim, aprende, aprende, aprende... e se desenvolve como gestor do seu negócio. O Protocolo 89 é uma aula particular com duração de 26 semanas e resultados garantidos


COMO NASCEU O PROTOCOLO 89?
O principal problema relatado por profissionais que buscam ajuda para organizar e administrar seus escritórios está no fato de que a maioria dos Consultores e Agências disponíveis no mercado simplesmente não conhecem a realidade dos escritórios de Arquitetura e de Engenharia.

O mercado de Engenharia e Arquitetura enfrenta todas as dificuldades típicas da prestação de serviços:
• Intangibilidade dos produtos;
• Inseparabilidade entre fornecedores e clientes;
• Variabilidade no processo produtivo;
• Inarmazenabilidade da produção;
• Improtegibilidade das tecnologias produzidas;
• Precificação Subjetiva;

Além disso, ainda enfrenta dificuldades que são específicas da Arquitetura e da Engenharia:
• Produto de Consumo Restrito (muito pouca gente compra, poucas vezes na vida);
• Produto com alto componente intelectual agregado;
• Produto Intermediário (não é produto final, portanto, não desperta interesse imediato do cliente);
• Produto com vantagens e benefícios não evidentes para o cliente.

Entender isso e construir soluções que enfrentem e resolvam esses problemas não é nada fácil. E isto é (modéstia à parte) exatamente o que nós fazemos.

Depois de muitos anos trabalhando no desenvolvimento dessa solução, finalmente encontrei um formato que pode, efetivamente, ajudar os colegas engenheiros e arquitetos.

O Protocolo 89 é o nome do serviço de consultoria oferecido por mim e pela minha empresa (a OitoNoveTrês Educação) para pequenos escritórios de Engenharia ou de Arquitetura.

Trata-se de um processo de autointervenção orientada desenvolvido especificamente para escritórios de Arquitetura ou de Engenharia com até 15 pessoas (entre sócios e empregados e terceirizados regulares).

Consiste num conjunto de passos assumidos pelo proprietário ou pelos sócios do escritório durante 26 semanas (aproximadamente 6 meses) com o objetivo de fazer um reconhecimento (análise e diagnóstico) da empresa e do ambiente no qual ela atua, bem como estabelecer novos padrões de funcionamento, gestão, e administraçao estratégica, orientados pelas teorias da administração e, particularmente, pela Visão da Empresa Baseada em Recursos (Teoria dos Recursos ou RBV).

Baseado no meu mais recente livro "ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA" e sustentado pelas mais recentes perspectivas teóricas da Administração, este trabalho é desenvolvido em três frentes:
(1) A análise e recomposição das estratégias de administração da empresa
(2) A sistematização dos processos de gestão, através da implementação de um ERP (Enterprise Resource Planning, no Brasil também conhecido como SIGE: Sistemas Integrados de Gestão Empresarial) desenvolvido especialmente para pequenos escritórios de Arquitetura e de Engenharia (até 10 empregados).
(3) Uma carga de conhecimento consistente sobre gestão empresarial, garantida pela leitura e discussão de 21 livros selecionados pelo consultor.

A consultoria/assessoria tem, portanto, um tempo determinado (de 26 semanas) e, ao final desse período, espera-se que o o titular do escritório obtenha conhecimento e autonomia para que o escritório possa alcançar uma nova posição no mercado e buscar novos desafios, de forma independente e sustentável.






Faça agora o Download do documento com a
PROPOSTA DETALHADA DE CONSULTORIA/ASSESSORIA DE ADMINISTRAÇÃO PARA ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
(incluíndo as informações comerciais e condições de contratação)

Faça contato: professor@eniopadilha.com.br





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PADILHA, Ênio. 2019

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30/10/2017

PAGUE SEUS IMPOSTOS, OU MORRA!

(Publicado em 20/03/2009)



Pagar impostos não é a melhor parte de ser empresário, no Brasil. Mas não existe escolha. É melhor pagar os impostos (em dia). A outra opção é enfrentar a guilhotina da mortalidade empresarial.




A carga tributária, no Brasil, é absurda! O retorno que o governo dá ao cidadão pelos impostos pagos é ridículo. Os empresários são punidos de forma ainda mais cruel pois, geralmente, numa empresa, o lucro (aquela parte que vai para a conta pessoal do proprietário ou dos sócios) nunca chega nem perto do valor que é pago em impostos.

Empresas de Engenharia e de Arquitetura sofrem ainda mais, pois a legislação tributária brasileira não dá aos profissionais liberais de nível superior nenhum benefício.

A vida é dura!

Ainda assim, nos meus cursos e palestras insisto numa posição que contraria o senso comum: todos devemos pagar os impostos. Ou enfrentar a guilhotina da mortalidade empresarial.

Há alguns anos, quando eu lecionava Empreendedorismo numa turma de graduação em Administração, provoquei os alunos com um trabalho interessante. Pedi a eles que produzissem uma análise que relacionasse (a) carga tributária, (b) informalidade e (c) mortalidade empresarial. Seria um trabalho com um certo grau de profundidade, pois ocuparia quase metade das aulas do semestre letivo.

No primeiro dia fizemos um briefing sobre o tema e, na discussão, por mais que eu apresentasse argumentos, a conclusão de 35 dos 37 alunos da turma seguiu, rigorosamente, o pensamento da maioria dos pequenos empresários brasileiros: (1) sonegar impostos é inevitável; (2) se pagar todos os impostos a empresa não consegue sobreviver; (3) sonegar impostos é justo, já que o governo não aplica direito os impostos que são pagos.

Munidos dessas premissas eles foram para a biblioteca, para a internet e para o campo. Ler os principais autores que tratavam do tema, analisar relatos contemporâneos e entrevistar empresários bem-sucedidos e também aqueles que estão em dificuldades.

Depois de algumas semanas as "surpresas" começaram a aparecer. Vários autores abordavam a questão dos impostos e da informalidade. Nenhum deles, no entanto, apontava a informalidade como uma alternativa viável para o empresário. Não a apontavam como uma coisa boa. Muito menos recomendável (o termo "inevitável" não aparecia em nenhum lugar).

Na pesquisa feita na internet os alunos descobriram que milhões de micro e pequenas empresas brasileiras estão submetidos a um círculo vicioso em que o peso dos impostos é tão grande que elas não conseguem se formalizar. Como são informais, não assinam a carteira dos empregados, não emitem notas fiscais e sonegam impostos, obrigações sociais e trabalhistas.

Por conta disso, uma empresa que começa pequena provavelmente está condenada a ficar pequena ou desaparecer rapidamente, porque o nosso ambiente de negócios não permite a ela ter acesso a crédito, nem a uma situação regular de formalidade. Por consequência, não consegue ter um aumento de produtividade e faturamento.

Mas foi do campo que as respostas vieram com mais clareza. Entrevistas e análise de casos reais rapidamente permitiam àqueles jovens estudantes de Administração fazer um diagnóstico que pode ser cruel, mas é necessário: a informalidade e a sonegação de impostos são duas das principais causas associadas à mortalidade empresarial.

Empresas que não assumem suas obrigações sociais e trabalhistas alimentam uma bomba de efeito retardado: num primeiro momento isso pode parecer uma solução interessante, mas, depois de algum tempo o que acontece é que o empresário vira refém dessa situação. Não tem mais liberdade para implementar as políticas de pessoal que considere adequadas, se essas contrariam os interesses dos empregados. Por mais "de confiança" que eles sejam, sempre poderá haver quem os instigue a uma ação trabalhista. E uma única ação trabalhista pode comprometer (às vezes irremediavelmente) a viabilidade da empresa.

Empresas que não estão legalizadas não podem se expor. Ficam impedidas de utilizar os mecanismos de promoção das suas marcas e produtos. E, o mais grave: ficam impedidas de ter acesso aos melhores mercados. Os melhores clientes, aqueles que fazem os negócios mais vultosos, geralmente são aqueles que não negociam com quem não fornece nota fiscal.

O rosário de dificuldades e armadilhas da informalidade levou meus alunos a concluir, praticamente por unanimidade, que a a informalidade é uma falsa solução para um problema que, geralmente, os novos empresários não estão preparados para avaliar tecnicamente de forma completa;

A enganosa noção de lucro que o empresário tem no início do processo sempre apresentará uma conta salgada mais adiante. Esta conta, geralmente virá sob a forma de um problema legal derivado de uma fiscalização de algum órgão do governo ou então de uma ação trabalhista. Esses problemas legais sempre estarão acompanhados de um correspondente financeiro que, não raro, inviabiliza a continuidade da empresa, engrossando as estatísticas da mortalidade empresarial.

Atuar de acordo com a legalidade e pagar todos os impostos é, portanto, necessário e útil.
Conformar-se com a carga tributária e com a maneira como os governos desperdiçam os impostos cobrados é inadmissível.

Profissionais de Engenharia e de Arquitetura que servem ao país mantendo abertas suas empresas, gerando empregos e impostos, precisam se unir para exigir racionalidade na carga tributária e responsabilidade no uso dos recursos arrecadados

Ou morrer de inanição empresarial.



ÊNIO PADILHA
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19/04/2017

ADMINISTRAR MAIS (Ano 1 - Número 05)
O PROJETO: NA FACULDADE E NO CAMPO DE TRABALHO

Na vídeo-aula desta semana o professor Ênio Padilha, trata da diferença de fazer projeto nas disciplinas da Faculdade (Arquitetura e Engenharia) e no campo de trabalho.
Questões importantes para a produtividade e lucratividade dos Escritórios de Arquitetura e Engenharia não são tratadas com a devida produtividade durante a faculdade, mas nunca é tarde para aprender.





Veja também:



RECURSOS, DIFERENCIAIS COMPETITIVOS E VANTAGEM COMPETITIVA
(Administrar Mais - Ano 01 Número 01)



PLANO DE NEGÓCIO
(Administrar Mais - Ano 01 Número 02)



REMUNERAÇÃO DOS SÓCIOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
(Administrar Mais - Ano 01 Número 03)



O MERCADO
(Administrar Mais - Ano 01 Número 04)





Nosso site é atualizado todos os dias à meia noite.
Veja AQUI os conteúdos publicados hoje.

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11/05/2016

ADMINISTRAR MAIS (Ano 1 - Número 05)
O PROJETO: NA FACULDADE E NO CAMPO DE TRABALHO

Na vídeo-aula desta semana o professor Ênio Padilha, trata da diferença de fazer projeto nas disciplinas da Faculdade (Arquitetura e Engenharia) e no campo de trabalho.
Questões importantes para a produtividade e lucratividade dos Escritórios de Arquitetura e Engenharia não são tratadas com a devida produtividade durante a faculdade, mas nunca é tarde para aprender.





Veja também:



RECURSOS, DIFERENCIAIS COMPETITIVOS E VANTAGEM COMPETITIVA
(Administrar Mais - Ano 01 Número 01)



PLANO DE NEGÓCIO
(Administrar Mais - Ano 01 Número 02)



REMUNERAÇÃO DOS SÓCIOS EM UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
(Administrar Mais - Ano 01 Número 03)



O MERCADO
(Administrar Mais - Ano 01 Número 04)





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