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Ênio Padilha

"Nosso trabalho é traduzir para o mundo executivo de Arquitetos e Engenheiros os mais recentes estudos e pesquisas sobre Administração, Estratégia e Marketing.
Nosso objetivo é contribuir para discussões que ajudem a promover
a Valorização da Engenharia e da Arquitetura no Brasil"

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Três minutos

Receba semanalmente o boletim "Três Minutos" com artigos de Ênio Padilha.

Agenda

  • 28/04/2014 - Segunda-feira Florianópolis - SC

    Palestra: Gestão de Carreira e Marca Pessoal para Arquitetos e Engenheiros será apresentada no Seminário Anual do CREAJR de Santa Catarina

    Informações com
    Rodrigo Caléffi Marques
    Coordenador do Programa CREAjr-SC
    creajr@crea-sc.org.br
    48-3331-2008

  • 16, 17 e 18/05/2014 - Sex/Sab/Dom Brasília - DF
    IPOG

    Disciplina GESTÃO DE CARREIRA E MARKETING PESSOAL para o curso de pós graduação em Iluminação e Design de Interiores (ILBSB007)

  • 23/05/2014 - Sexta-feira Salvador - BA
    KNAUF

    Palestra: Tarefas e Responsabilidades Técnicas, Operacionais e Administrativas em um Escritório de Arquitetura e Engenharia

  • 30 e 31/05/2014 - Sexta-feira e Sábado Brasília - DF
    893 Produções

    Curso: Administração de Escritórios de Arquitetura e Engenharia

Arquivos do Site

Notas de "Autor Convidado"

23/04/2014 0 Comentar

O ESPONTÂNEO
(Série Clássicos da Lígia Fascioni - 11/12)


LÍGIA FASCIONI
www.ligiafascioni.com.br





Trabalhei com um sujeito que pensava em voz alta o dia todo. O resultado é que a gente nunca podia confiar no que ele dizia, uma vez que as idéias ainda não estavam maduras e ele as mudava a toda hora. Nas reuniões, fazia questão de expressar seu ponto de vista, mesmo que não acrescentasse nada no que estava sendo discutido. Ele se gabava de ser autêntico, espontâneo, em resumo: “ele era ele mesmo“. Seu lema: “Quem quiser que goste de mim do jeito que eu sou“.

O resultado é que, na empresa, em vez de ressaltar a sua competência, ele era conhecido como “o chato“. E não estava sozinho não. A legião de espontâneos só vem crescendo depois que os BBBs da vida começaram a alardear em cadeia nacional o valor de ser “eu mesmo“. E, nas empresas, isso está cada vez mais se tornando um problema.

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22/04/2014 0 Comentar

BRASÍLIA SOB O OLHAR DO ARQUITETO RICARDO MEIRA

Clique sobre a figura para obter mais informações no site caudf.org.br



Sou goiano de nascimento, embora todo brasiliense seja geograficamente meio goiano. Aqui passei metade da minha vida, amei, fui pai e estudei (que privilégio estudar arquitetura num “livro ao vivo”). Nunca morei tanto tempo em outro lugar. Nos meus desenhos uso minha dificuldade genética em ver certas cores (sou daltônico) para me fixar nas formas. Curvas e retas que passam despercebidas pela maioria dos brasilienses. Nossa paisagem é verde, mas também cinza. O concreto, curvo de Oscar ou reto dos pobres mortais, se mistura aos verdes, principalmente para mim. O que resta é a forma, o desenho. Temos o privilégio de viver num monumento, mesmo que não o vejamos assim. Brasília é única, assim como todos os “candangos”, de nascença, por obrigação ou por opção. Viva Brasília!

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21/04/2014 0 Comentar

COBRAR OU NÃO COBRAR?
(Jean Tosetto 11/12)



Os serviços de Engenharia e Arquitetura são indubitavelmente baratos, se comparados com outras áreas.
Mesmo assim muitos profissionais são receosos na formalização de suas propostas de trabalho.




JEAN TOSETTO
www.jeantosetto.com





Em meu último ano de faculdade, vislumbrei que poderia começar a carreira através de um escritório individual, uma vez que as vagas nos escritórios já constituídos em minha cidade eram escassas demais para um jovem com vontade de abraçar o mundo. Procurei alguns profissionais na ocasião para saber como deveria cobrar pelos meus serviços, uma vez que na universidade isso praticamente não é tangenciado e as fórmulas propostas por entidades e associações de profissionais eram complicadas demais para oferecer resultados práticos.

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18/04/2014 0 Comentar

O BRASIL, O NOBEL E AS MEDALHAS OLÍMPICAS
(Paulo Cesar Bastos - 10/12)


PAULO CESAR BASTOS
paulocbastos@bol.com.br





O Brasil está no G20, é um dos mais fortes emergentes do BRIC (Brasil-Rússia-India e China), possui uma das maiores populações e território no mundo, tem uma economia dinâmica, diversificada e articulada com o mercado global.

Com tudo isso, nunca conseguimos um Prêmio Nobel e o nosso desempenho olímpico é sempre inferior ao dos países que mais receberam o Nobel. Existem razões? É claro que existem.

Precisamos do programa nacional de desenvolvimento científico e tecnológico cada vez mais forte e adequado à sociedade contemporânea, integrando a pesquisa com o desenvolvimento, levando as noções empreendedoras, inovadoras e vencedoras para as instituições de pesquisa e de educação superior. Pesquisar para utilizar. Mais ação e menos locução. Interação com as empresas e as demandas da sociedade.

No Brasil, somos pródigos em incorporar tecnologia, mas temos dificuldades em gerá-las. O nosso "balanço comercial" tecnológico é negativo, importamos quase toda a moderna tecnologia que utilizamos. Esse cenário precisa ser modificado com uma estratégia moderna e inovadora no sentido de um novo tempo de desenvolvimento, sustentável e duradouro.

A mudança deve começar com uma maior produção do conhecimento além do ambiente público. A sociedade do conhecimento exige, também, o fortalecimento de um sistema privado para a produção científica e tecnológica. Para ser competitivo, todo o país precisa ser criativo.

Quanto às medalhas olímpicas, é notória e urgente a necessidade de colocar o esporte como fator motivador da juventude, incentivando a prática nos bairros, nos clubes, nas escolas e nas universidades, com acompanhamento e monitoramento de treinadores, médicos e paramédicos.

Esporte é cultura, mas hoje, também, é ciência. Essa compreensão é fundamental para a construção não só das quadras poliesportivas, mas, sobretudo, de um projeto nacional para a melhoria do nível do nosso esporte, com o rigor tecno-científico necessário para ser competitivo, não só para disputar, mas para vencer.

Enfim, para ser vencedor de Prêmio Nobel e de medalhas olímpicas o Brasil precisa ingressar de fato e direito na sociedade e economia do conhecimento. Estabelecer metas e desenvolver uma visão de futuro. Melhorar o insumo básico para o acesso a essa sociedade moderna: a educação. Valorizar os sábios e não os sabidos.

Não podemos, no entanto, continuar com a visão de esperar tudo da máquina do Estado. Precisamos fazer a nossa parte, exercer o direito, mas, também, o dever de cidadão. Capacitação, cooperação, comunicação, compromisso e confiança. O tempo não pára. Participar e inovar é preciso, pois a nossa hora para avançar é agora. Não se constrói nada sozinho.





PAULO CESAR BASTOS nasceu em Feira de Santana-BA. É engenheiro civil pela Escola Politécnica da UFBA, 1973. Profissional com mais de 40 anos de atuação em diversas áreas da engenharia civil.

Nesta série que estamos publicando em 2014 teremos 12 artigos que serão publicados todas as sextas-feiras.

Faça um contato com o autor: paulocbastos@bol.com.br

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17/04/2014 0 Comentar

UMA LIÇÃO DE PERDÃO (Lucas 7:36-50)
(Sergio dos Santos 10/12


SÉRGIO DOS SANTOS
engsergiosantos.tumblr.com





Um fariseu convidou Jesus para jantar. Jesus foi até a casa dele e sentou-se para comer.
Naquela cidade morava uma mulher de má fama. Ela soube que Jesus estava jantando na casa do fariseu. Então pegou um frasco feito de alabastro, cheio de perfume, e ficou aos pés de Jesus, por trás. Ela chorava e as suas lágrimas molhavam os pés dele. Então ela os enxugou com os seus próprios cabelos. Ela beijava os pés de Jesus e derramava o perfume neles.
Quando o fariseu viu isso, pensou assim: “Se este homem fosse, de fato, um profeta, saberia quem é esta mulher que está tocando nele e a vida de pecado que ela leva.”
Jesus então disse ao fariseu: — Simão, tenho uma coisa para lhe dizer: — Fale, Mestre! — respondeu Simão.
Jesus disse: — Dois homens tinham uma dívida com um homem que costumava emprestar dinheiro. Um deles devia quinhentas moedas de prata, e o outro, cinqüenta, mas nenhum dos dois podia pagar ao homem que havia emprestado. Então ele perdoou a dívida de cada um. Qual deles vai estimá-lo mais?
— Eu acho que é aquele que foi mais perdoado! — respondeu Simão. — Você está certo! — disse Jesus.
Então virou-se para a mulher e disse a Simão: — Você está vendo esta mulher? Quando entrei, você não me ofereceu água para lavar os pés, porém ela os lavou com as suas lágrimas e os enxugou com os seus cabelos.
Você não me beijou quando cheguei; ela, porém, não pára de beijar os meus pés desde que entrei.
Você não pôs azeite perfumado na minha cabeça, porém ela derramou perfume nos meus pés.
Eu afirmo a você, então, que o grande amor que ela mostrou prova que os seus muitos pecados já foram perdoados. Mas onde pouco é perdoado, pouco amor é mostrado.
Então Jesus disse à mulher: — Os seus pecados estão perdoados.
Os que estavam sentados à mesa começaram a perguntar: — Que homem é esse que até perdoa pecados?
Mas Jesus disse à mulher: — A sua fé salvou você. Vá em paz.



UMA LIÇÃO DE PERDÃO (Lucas 7:36-50)





(clique sobre a imagem para vê-la em tamanho real)





SÉRGIO DOS SANTOS é engenheiro civil formado pela UFC, mestre em Engenharia Civil pela mesma universidade, e Doutor pela UFC/University of New Hampshire-USA.
É Professor universitário, lotado no Departamento de Construção Civil do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e consultor na área de Engenharia Estrutural.

Começou a desenhar desde criança inspirado pelo renomado artista brasileiro Daniel Azulay. Embora nunca tenha feito do desenho uma carreira, é bastante conhecido entre seus amigos como alguém espirituoso que conseque induzir outros à reflexão utilizando-se do humor.

Pode ser localizado em Fortaleza pelo telefone 85-3241-7777 ou pelo e-mail: sergio@ifce.edu.br

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16/04/2014 0 Comentar

A CHAVE DO FRACASSO
(Série Clássicos da Lígia Fascioni - 10/12)


LÍGIA FASCIONI
www.ligiafascioni.com.br





Ontem recebi um e-mail de uma moça desesperada, pois tinham roubado um projeto que ela estava desenvolvendo sozinha havia anos. Pior, a ladra foi a própria chefe.

O mau caratismo e incompetência da chefe, que apresentou o projeto aos superiores como se fosse seu, é fato, nem vamos discutir isso (boa oportunidade para pedir as contas e sair desse antro, menina). Mas, no geral, penso que a culpa é da moça mesmo.

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14/04/2014 0 Comentar

BENDITAS E ESQUECIDAS CALÇADAS
(Jean Tosetto - 10/12)



Um grande problema de mobilidade urbana no Brasil poderia ser resolvido com a conscientização de proprietários de lotes que deveriam zelar por um espaço público de manutenção privada:
as calçadas.




JEAN TOSETTO
www.jeantosetto.com





As pessoas jovens e saudáveis possuem a tendência de serem egocêntricas, de não pensarem no próximo e de não prestar atenção em problemas que aparentemente não são lhes dizem respeito. Muitos jovens solteiros gostam de praticar esportes radicais, fazendo trilhas no meio do mato, transpondo galhos, pedras e ladeiras íngremes sem qualquer dificuldade. Alguns começam a namorar e os passeios precisam ficar mais românticos: é quando o indivíduo manifesta algum tipo de interesse em outra pessoa. O casamento traz um pouco de maturidade, mas é a chegada de um filho que realiza a transformação de comportamento no casal.

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11/04/2014 0 Comentar

A URBANA MOBILIDADE E A GESTÃO DA IMOBILIDADE
(Paulo Cesar Bastos - 09/12)


PAULO CESAR BASTOS
paulocbastos@bol.com.br





Está sobrando dinheiro para mobilidade urbana e a fila não anda e não funciona. Paradoxo, desde 2011, Ministério das Cidades tem R$ 89 bi para obras de mobilidade, mas, por falta de bons projetos, só contratou R$ 40 bi. No lugar da inclusiva urbana mobilidade predomina a explosiva gestão da imobilidade. Tem recurso federal, mas falta o impulso municipal. Para conseguir o objeto é preciso o projeto. Cada prefeitura precisa fomentar uma tecnológica cultura e, também, uma filosofia coerente de que sem gestão competente, não tem solução inteligente.

Esse problema do momento, não será resolvido somente com belo argumento. O caminho lógico é o rumo tecnológico. As evidentes necessidades de melhor infraestrutura viária e de eficiente e eficaz gerenciamento da matriz de transporte precisam das boas práticas da engenharia, arquitetura, urbanismo e ciências afins.

A sociedade brasileira tem uma insuficiente percepção sobre os profissionais das áreas tecnológicas. Urge valorizar e bem utilizar a tecnologia e a engenharia como fatores determinantes para a melhoria e segurança da qualidade de vida do cidadão. A tecnologia mais a capacidade resultam na prosperidade.

Experiência e conhecimento representam um patrimônio nacional. Os engenheiros experientes brasileiros poderão trabalhar, avançar e inovar na construção do progresso para um Brasil sempre melhor que nossos melhores sonhos. Mas, para isso, é fundamental a valorização e contratação dos profissionais competentes. Para avançar, vale lembrar, é preciso começar.





PAULO CESAR BASTOS nasceu em Feira de Santana-BA. É engenheiro civil pela Escola Politécnica da UFBA, 1973. Profissional com mais de 40 anos de atuação em diversas áreas da engenharia civil.

Nesta série que estamos publicando em 2014 teremos 12 artigos que serão publicados todas as sextas-feiras.

Faça um contato com o autor: paulocbastos@bol.com.br

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10/04/2014 0 Comentar

ORAÇÃO DO ENGENHEIRO CALCULISTA
(Sergio Santos - 09/12)


SÉRGIO DOS SANTOS
engsergiosantos.tumblr.com





Já em clima de Semana Santa, segue a oração do engenheiro calculista:



ORAÇÃO DO ENGENHEIRO CALCULISTA





(clique sobre a imagem para vê-la em tamanho real)





SÉRGIO DOS SANTOS é engenheiro civil formado pela UFC, mestre em Engenharia Civil pela mesma universidade, e Doutor pela UFC/University of New Hampshire-USA.
É Professor universitário, lotado no Departamento de Construção Civil do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e consultor na área de Engenharia Estrutural.

Começou a desenhar desde criança inspirado pelo renomado artista brasileiro Daniel Azulay. Embora nunca tenha feito do desenho uma carreira, é bastante conhecido entre seus amigos como alguém espirituoso que conseque induzir outros à reflexão utilizando-se do humor.

Pode ser localizado em Fortaleza pelo telefone 85-3241-7777 ou pelo e-mail: sergio@ifce.edu.br

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09/04/2014 0 Comentar

QUER UM AUMENTO?
(Série Clássicos da Lígia Fascioni - 09/12)


LÍGIA FASCIONI
www.ligiafascioni.com.br





Vou confessar uma coisa: adoro ouvir pedaços de conversas quando estou em um café ou restaurante. Como escuto só partes da história, fico imaginando como se desenrola o resto.

Pois ontem me sentei numa mesa ao lado de dois rapazes de terno que discutiam sobre a necessidade de um aumento de salário. O pedaço que eu peguei foi esse aqui:

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