Engenheiro, Professor e Autor de livros
sobre Gestão de Carreira e Administração de Escritórios
na Arquitetura e Engenharia
MANIFESTAÇÃO DE TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO CIVIL EM MILÃO - 2013
(Fonte: EngenhariaCivil.com)

Notas de "Autor Convidado"

05/05/2014

AUTORES CONVIDADOS (Temporada 2014-1)

Durante 12 semanas nosso site teve a honra de contar com a luxuosa participação especial de cinco cabeças privilegiadas do nosso universo profissional.
Jean Tosetto (arquiteto), Ricardo Meira (arquiteto), Lígia Fascioni (engenheira eletricista), Sérgio dos Santos (engenheiro civil) e Paulo Cesar Bastos (engenheiro civil) iluminaram nosso site com seus artigos e ilustrações inteligentes.

Infelizmente, toda coisa boa um dia acaba. Resta-nos esperar pela próxima oportunidade e torcer que eles estejam novamente conosco.

Veja aqui a lista completa dos posts produzidos pelos nossos autores convidados nesta temporada 2014-1:




JEAN TOSETTO
www.jeantosetto.com | jean@tosetto.net





Arquiteto e Urbanista formado pela PUC de Campinas. Desde 1999 realiza projetos residenciais, comerciais, industriais e institucionais. Em 2006 foi professor da efêmera Faculdade de Administração Pública de Paulínia. Publicou o livro “MP Lafer: a recriação de um ícone” em 2012.



A RECORRENTE FÓRMULA DO FRACASSO
(01/12) 10/02/2014



CONSTRUINDO EM TEMPOS DE CRISE
(02/12) 17/02/2014



BONS ARQUITETOS VISITAM OBRAS
(03/12) 24/02/2014



MEMORIAIS VERSUS O “IN MEMORIAN”
(04/12) 03/03/2014



A PALAVRA É: URBANIDADE
(05/12) 10/03/2014



EVOLUIR, MESMO COM AS VACAS MAGRAS
(06/12) 17/03/2014



CRITÉRIOS PARA AQUISIÇÃO DE UM TERRENO
(07/12) 24/03/2014



DE CASO SÉRIO COM A MATEMÁTICA
(08/12) 31/03/2014



COTAS? SÓ PARA DETALHAR PROJETOS
(09/12) 07/04/2014



BENDITAS E ESQUECIDAS CALÇADAS
(10/12) 14/04/2014



COBRAR OU NÃO COBRAR?
(11/12) 21/04/2014



OBRIGADO, MESTRE!
(12/12) 28/04/2014






RICARDO MEIRA
arqdaltonico.wordpress.com | ricardo@quadrante.arq.br





Arquiteto, Urbanista e Daltônico. Formado pela Universidade de Brasília (2000), é Mestre em Arquitetura pela UnB (2013), professor auxiliar da Universidade Paulista (2007) e professor convidado do IPOG - Instituto de Pós Graduação.





AEROPORTO DE BRASÍLIA
(01/12) 11/02/2014



CAPELA DO PALÁCIO DA ALVORADA
(02/12) 18/02/2014



MEMORIAL JK
(06/12) 18/03/2014



MUSEU DO ÍNDIO - Oscar Niemeyer, 1982
(12/12) 01/04/2014






LÍGIA FASCIONI
www.ligiafascioni.com.br





Engenheira Eletricista (UFSC, 1989), Mestre em Engenharia Elétrica na área de Automação e Controle Industrial (UFSC, 1996), Especialista em Marketing (UDESC/ESAG, 2000) e Doutora em Engenharia de Produção e Sistemas, na área de Gestão Integrada do Design (UFSC, 2003).
Nascida em Florianópolis-SC. é autora de diversos e, atualmente, mora em Berlin, na Alemanha.



PROFISSIONAL COMMODITY
(01/12) 12/02/2014



O CLIENTE, ESSE IGNORANTE...
02/12) 19/02/2014



SERÁ QUE AS APARÊNCIAS ENGANAM MESMO?
(03/12) 26/02/2014



É PECADO ROUBAR IDEIAS?
(04/12) 05/03/2014



COMO DEVERIA SER
(05/12) 12/03/2014



INOVAÇÃO: QUANDO VOAR NÃO BASTA
(06/12) 19/03/2014



COMO NÃO ESCREVER UM PERFIL
(07/12) 26/03/2014



GLAMOUR DATADO
(08/12) 02/04/2014



QUER UM AUMENTO?
(09/12) 09/04/2014



A CHAVE DO FRACASSO
(10/12) 16/04/2014



O ESPONTÂNEO
(11/12) 23/04/2014



QUERO SER RICA
(12/12) 30/04/2014





SÉRGIO DOS SANTOS
engsergiosantos.tumblr.com | sergio@ifce.edu.br





Engenheiro Civil formado pela UFC, mestre em Engenharia Civil pela mesma universidade, e Doutor pela UFC/University of New Hampshire-USA.
É Professor universitário, lotado no Departamento de Construção Civil do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e consultor na área de Engenharia Estrutural.

Começou a desenhar desde criança inspirado pelo renomado artista brasileiro Daniel Azulay. Embora nunca tenha feito do desenho uma carreira, é bastante conhecido entre seus amigos como alguém espirituoso que conseque induzir outros à reflexão utilizando-se do humor.



O SONHO DE TODO ARQUITETO
(01/12) 11/02/2014



USE A NORMA
02/12) 20/02/2014



CONCORRÊNCIA DESLEAL
(03/12) 27/02/2014



VENDEDOR DE PAPEL?
(04/12) 06/03/2014



NÃO É MÁGICA!
(05/12) 13/03/2014



NOVAS CARGAS NOS PROJETOS DOS EDIFÍCIOS
(06/12) 20/03/2014



DISCURSO DO PRESIDENTE
(07/12) 27/03/2014



FAIR PLAY
(08/12) x03/04/2014



ORAÇÃO DO ENGENHEIRO CALCULISTA
(09/12) 10/04/2014



UMA LIÇÃO DE PERDÃO (Lucas 7:36-50)
(10/12) 17/04/2014



O QUE OS OLHOS NÃO VEEM O CORAÇÃO NÃO SENTE
(11/12) 24/04/2014



CUIDADO COM OS FALSOS ELOGIOS
(12/12) 01/05/2014







PAULO CESAR BASTOS
paulocbastos@bol.com.br





Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da UFBA, 1973. Profissional com mais de 40 anos de atuação em diversas áreas da engenharia civil.
Tem artigos publicados em diversos jornais importantes do país




O ENGENHO INOVAÇÃO E A USINA PROGRESSO
(01/12) 14/02/2014



CONJUNTO DOS VAZIOS UMA PROPOSTA PLENA PARA A HABITAÇÃO
(02/12) 21/02/2014



RECUPERAR ESTRADAS É RECUPERAR O BRASIL
(03/12) 28/02/2014



A IMPORTÂNCIA DO SANEAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO
(04/12) 07/03/2014



CHUVAS,TRAGÉDIAS E RECONSTRUÇÃO
(05/12) 14/03/2014



INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
06/12) 21/03/2014



DESENVOLVIMENTO: A FESTA DO INTERIOR
(07/12) 28/03/2014



AS CIDADES, OS ELEITOS E AS ESCOLHAS
(08/12) 04/04/2014



A URBANA MOBILIDADE E A GESTÃO DA IMOBILIDADE
(09/12) 11/04/2014



O BRASIL, O NOBEL E AS MEDALHAS OLÍMPICAS
(10/12) 18/04/2014



BRASIL TEM O DESAFIO DE PRESERVAR E PROGREDIR
(11/12) 25/04/2014



ENGENHEIROS EXPERIENTES
(12/12) 02/05/2014

02/05/2014

ENGENHEIROS EXPERIENTES
(Paulo Cesar Bastos 12/12)


PAULO CESAR BASTOS
paulocbastos@bol.com.br





É notória a necessidade de profissionais para a engenharia em todas as atividades, como de petróleo, de transportes (rodoviária, ferroviária e naval) bem como de edificações.

Anos de recessão levaram à migração dos engenheiros para outras opções.

Agora, com a volta ao desenvolvimento, seria lógico um retorno maior à atividade desses engenheiros experientes e detentores de um conhecimento tecnológico, de um saber que não pode ser adquirido de um dia para uma noite. Isso, parece que não vem acontecendo de uma forma coerente e competente.

Nesta época de retorno ao crescimento,o Brasil não pode continuar perdendo para uma aposentadoria, diga-se "compulsória a partir dos cinquenta e poucos anos", muitos profissionais que não conseguiram aplicar uma parcela importante do seu conhecimento.

Experiência e conhecimento são patrimônios e valem muito. Para ilustrar, seguem três rápidos exemplos objetivos de tecnologias e práticas construtivas dominadas por profissionais de mais tempo de estrada:

1- Enfrentar, na Bahia, o super expansivo solo massapê, quase inviável sem um profundo conhecer.

2- Saber projetar e dosar, em São Paulo, camada de base de pavimentos em misturas com solos lateríticos com menores custos que os das britas graduadas.

3-Terraplenar com categoria e economia nas mineiras Alterosas, fazendo cortes seguros e aterros estáveis, sabendo onde e quando utilizar taludes de inclinações mais rigorosas.

Exemplos que valem dinheiro e economia para o contribuinte. É saber fazer mais por menos. É fazer o recurso público render. É a tecnologia junto à capacidade gerando prosperidade.

Posto isso, vale uma reflexão entre as grandes empresas da construção, os órgãos públicos contratantes e os profissionais e selecionadores dos recursos humanos. Algo precisa ser pensado e implementado. É preciso ação, não pode ficar na locução.

Engenheiros experientes, estamos prontos, no aguardo e ao dispor para a atuação como gestores, consultores, profissionais liberais e/ou no quadro fixo funcional, a depender dos níveis e necessidades dos serviços. Assim, esperamos colaborar, avançar e inovar na construção do progresso para um Brasil , sempre, melhor.





PAULO CESAR BASTOS nasceu em Feira de Santana-BA. É engenheiro civil pela Escola Politécnica da UFBA, 1973. Profissional com mais de 40 anos de atuação em diversas áreas da engenharia civil.

Nesta série que estamos publicando em 2014 teremos 12 artigos que serão publicados todas as sextas-feiras.

Faça um contato com o autor: paulocbastos@bol.com.br

Comentário do Ênio Padilha

Os artigos do do Engenheiro Paulo Cesar Bastos são publicados, frequentemente, em grandes jornais do Brasil. Por isso nosso site se sente privilegiado e agradecido pela oportunidade de estender esse privilégio aos seus leitores.
Os textos do colega Paulo Cesar, certamente, engrandeceram nosso site e alimentaram de conhecimento os nossos leitores.
Obrigado, amigo. Espero poder contar com a sua colaboração em outras ocasiões. Esteja certo de que o convite será feito.

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01/05/2014

CUIDADO COM OS FALSOS ELOGIOS
(Sergio dos Santos 12/12)


SÉRGIO DOS SANTOS
engsergiosantos.tumblr.com





É uma pena mas nem sempre quem nos elogia faz isto com sinceridade.

É vital, portanto, sabermos reconhecer bajuladores que tentam tirar alguma vantagem.




CUIDADO COM OS FALSOS ELOGIOS





(clique sobre a imagem para vê-la em tamanho real)





SÉRGIO DOS SANTOS é engenheiro civil formado pela UFC, mestre em Engenharia Civil pela mesma universidade, e Doutor pela UFC/University of New Hampshire-USA.
É Professor universitário, lotado no Departamento de Construção Civil do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e consultor na área de Engenharia Estrutural.

Começou a desenhar desde criança inspirado pelo renomado artista brasileiro Daniel Azulay. Embora nunca tenha feito do desenho uma carreira, é bastante conhecido entre seus amigos como alguém espirituoso que conseque induzir outros à reflexão utilizando-se do humor.

Pode ser localizado em Fortaleza pelo telefone 85-3241-7777 ou pelo e-mail: sergio@ifce.edu.br

Comentário do Ênio Padilha

Meu querido amigo Sérgio dos Santos, Engenheiro, Coordenador do Curso de Engenharia no IFCE, gente boa... o professor mais querido do Ceará, com certeza.
Faz por merecer o carinho, o respeito e a consideração dos seus alunos e dos seus colegas.
Nessas 12 semanas ele deu um toque de graça, inteligência e humor crítico ao nosso site. Somos imensamente gratos. Esperamos tê-lo de volta muitas vezes.
(e esperamos tê-lo em Santa Catarina, em breve)

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30/04/2014

QUERO SER RICA
(Série Clássicos da Lígia Fascioni - 12/12)


LÍGIA FASCIONI
www.ligiafascioni.com.br





Você sabia que o brasileiro é o povo que mais consome celulares no mundo? O governo vende isso como vantagem (pois se até o recorde na compra de carros eles consideram sucesso em vez de ver que isso só reflete a falência do sistema de transporte coletivo, falar o quê, né?), mas a questão não é tão simples não, olha só porquê.



Leia o artigo completo
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Comentário do Ênio Padilha

Lígia Fascioni foi a primeira a ser chamada para esta Temporada de Autores Convidados. No caso dela fiz questão de pedir 12 artigos antigos e clássicos. Aqueles textos que, apesar de não serem recentes não são datados, ou seja, podem (e devem) ser lidos e re-lidos muitas vezes.
O entusiasmo da Lígia com este projeto foi o que me estimulou a ampliar a coisa e convidar os outros quatro colegas. Então ela é um pouco co-autora dessa empreitada.
Muito, muitíssimo obrigado. Sua participação foi inestimável. E eu só espero que você tenha se divertido com a repercussão bacana que alguns desses artigos tiveram aqui no nosso site durante essas semanas.

29/04/2014

MUSEU DO ÍNDIO - Oscar Niemeyer, 1982
(Ricardo Meira 12/12)


RICARDO MEIRA
arqdaltonico.wordpress.com





O Museu do Índio compreende uma construção circular com 70 mts de diâmetro, com as salas abrindo para um grande pátio interior. Solução que visa manter o clima de intimidade e respeito que um museu reclama. Uma larga rampa levará os visitantes ao primeiro andar. Aí ele entrará em contato com os serviços de recepção, controle fichários e a seguir, com o museu propriamente dito. Pelos grandes espaços curvos que constituem o Museu ele verá sucessivamente as diversas seções que representam o roteiro de exposição: exposição temporária, origem e evolução, índios selvícolas, índios campineiros, nossa herança e índios e a civilização.





(clique sobre a imagem para vê-la em tamanho real)





RICARDO MEIRA é Arquiteto, Urbanista e Daltônico. Formado pela Universidade de Brasília (2000), é Mestre em Arquitetura pela UnB (2013), professor auxiliar da Universidade Paulista (2007) e professor convidado do IPOG - Instituto de Pós Graduação.

É responsável pelo Blog do Arquiteto Daltônico (um espaço para divagações arquitetônicas, a cores ou em preto e branco).

Faça um contato com o autor: ricardo@quadrante.arq.br

Comentário do Ênio Padilha

Meu amigo Ricardo Meira.
A sua participação nessa temporada foi muito marcante. Infelizmente não foi possível emplacar todas as semanas, mas isso não tira o brilho e a importância da sua participação. Certamente ainda faremos muitos trabalhos juntos.
Agradeço muito pelas suas contribuições. Tenho certeza que você inspirou muitos colegas profissionais com o seu trabalho.

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28/04/2014

OBRIGADO, MESTRE!
(Jean Tosetto 12/12)


A generosidade é um atributo de caráter que separa os profissionais ditos bem sucedidos daqueles que realmente contribuem para uma classe melhor.




JEAN TOSETTO
www.jeantosetto.com





(...) No começo de 2014 recebi um convite generoso e inusitado do Ênio Padilha. Ele me pediu autorização para republicar doze dos melhores artigos que eu havia escrito. Ele fez o mesmo com relação a outros profissionais da Engenharia e Arquitetura, criando uma série de três meses com autores convidados. Senti tamanha honra pelo convite que respondi declarando que tentaria entregar artigos inéditos. Seria um desafio e tanto.

Estreitamos nossa troca de mensagens a ponto de fazermos uma permuta. Enviei para o Ênio Padilha o livro “MP Lafer: a recriação de um ícone” e recebi dois títulos de sua coleção: “Ler e Escrever” e “Marketing para Engenharia e Arquitetura”. São livros excepcionais! Gostaria de ter lido eles há bem mais tempo, pois teria cortado um bom caminho para chegar onde estou hoje, agindo de modo intuitivo...

Comentário do Ênio Padilha

Hoje iniciamos a última da série de doze semanas com publicações de cinco autores convidados muito especiais.
Não tenho palavras para agradecer o empenho, a dedicação e a empolgação desses cinco grandes amigos.
Eu e meus queridos leitores (que desfrutam comigo este privilégio) só podemos dizer "muito obrigado" e, "parabéns".

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25/04/2014

BRASIL TEM O DESAFIO DE PRESERVAR E PROGREDIR
(Paulo Cesar Bastos - 11/12)


PAULO CESAR BASTOS
paulocbastos@bol.com.br





O Brasil já foi dito o país da construção interrompida, não poderemos ser o da oportunidade perdida. Essa chamada crise internacional decorreu da especulação, nada a haver com a produção. A nossa hora é, justamente, agora.

O nosso grande desafio brasileiro é garantir padrões e índices crescentes de desenvolvimento de modo moderno, inovador e sustentável, isto é: economicamente viável, ambientalmente correto e socialmente justo. A sustentabilidade não é utopia, ela é possível com ações lógicas, éticas e pragmáticas induzidas por uma gestão pública eficiente e uma ativa participação da sociedade.

Não existem soluções mágicas para o desenvolvimento. Escapar ao círculo vicioso do “não pode” e gerar o circulo virtuoso do “como pode” é a chave para liberar o potencial desenvolvimentista da sociedade brasileira. O país que queremos e precisamos é o que compete para vencer e não apenas para participar. A nossa meta olímpica é, também, a medalha do progresso.

Assim, é preciso preservar e produzir. Ao mesmo tempo em que é necessário preservar a floresta em pé é fundamental produzir alimentos, celulose, fibras e biocombustíveis para o país viver e, também, vender para crescer. Um caminho para a solução, uma vereda para a salvação, está na integração lavoura-pecuária-silvicultura. Compreender, também, que o semiárido brasileiro não é problema, mas, sim, uma das soluções.

Para isso precisamos de um programa decisivo, eficiente, eficaz e permanente de extensão rural e tecnológica para levar para respirar o puro ar da zona rural os diversos estudos já existentes e empoeirados nas estantes, prateleiras e computadores das instituições de pesquisa e ensino brasileiras. Ciência, tecnologia e inovação a serviço da produção para benefício do cidadão.

Continuar a estimular a pesquisa (P), mas, sobretudo acionar o desenvolvimento (D). Induzir a capacitação, cooperação, comunicação, compromisso e confiança (5C). Vale, assim, o estabelecimento e/ou fortalecimento de um Programa Nacional de Recuperação das Pastagens Degradadas, aumentando o suporte e conseqüentemente a produtividade. Conseguiremos produzir mais nas mesmas áreas já utilizadas, minimizando e tendendo a zerar o desmatamento.

Para isso, deve ser levado em conta que o Brasil é um país-continente e o programa deveria ser adequado aos diversos climas, culturas, níveis e portes das atividades produtivas, aliado a um crédito com taxas e prazos compatíveis com o segmento rural. Agronomia mais economia, geografia e sociologia. Colocar no contexto o que já estabeleceram no texto.

Não poderemos nunca sobreviver com uma estagnação inconseqüente. Enquanto os ditos desenvolvidos acendem o farol, querem que os emergentes alumiem com o fifó. Vamos avançar. Participar e inovar é preciso.





PAULO CESAR BASTOS nasceu em Feira de Santana-BA. É engenheiro civil pela Escola Politécnica da UFBA, 1973. Profissional com mais de 40 anos de atuação em diversas áreas da engenharia civil.

Nesta série que estamos publicando em 2014 teremos 12 artigos que serão publicados todas as sextas-feiras.

Faça um contato com o autor: paulocbastos@bol.com.br

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24/04/2014

O QUE OS OLHOS NÃO VEEM O CORAÇÃO NÃO SENTE
(Sergio dos Santos - 11/12)


SÉRGIO DOS SANTOS
engsergiosantos.tumblr.com





Supõe-se que estruturas sejam feitas para durar. Tome como exemplo as pirâmides que tem milhares de anos ou mesmo a Torre Eiffel, uma estrutura de aço que já possui mais de cento e vinte anos. Infelizmente muitas obras comuns tais como prédios residenciais ou mesmo comerciais não tem durado tanto. Materiais inapropriados, falhas de projeto e falta de manutenção tem feito com que muitas patologias se manifestem e lhes encurtem sua vida útil. O problema pode ser mais grave quando não é visivelmente detectado pelos ocupantes ao passo que silenciosamente destrói a estrutura. Realmente, o que os olhos não veem o coração não sente.



O QUE OS OLHOS NÃO VEEM O CORAÇÃO NÃO SENTE





(clique sobre a imagem para vê-la em tamanho real)





SÉRGIO DOS SANTOS é engenheiro civil formado pela UFC, mestre em Engenharia Civil pela mesma universidade, e Doutor pela UFC/University of New Hampshire-USA.
É Professor universitário, lotado no Departamento de Construção Civil do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e consultor na área de Engenharia Estrutural.

Começou a desenhar desde criança inspirado pelo renomado artista brasileiro Daniel Azulay. Embora nunca tenha feito do desenho uma carreira, é bastante conhecido entre seus amigos como alguém espirituoso que conseque induzir outros à reflexão utilizando-se do humor.

Pode ser localizado em Fortaleza pelo telefone 85-3241-7777 ou pelo e-mail: sergio@ifce.edu.br

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23/04/2014

O ESPONTÂNEO
(Série Clássicos da Lígia Fascioni - 11/12)


LÍGIA FASCIONI
www.ligiafascioni.com.br





Trabalhei com um sujeito que pensava em voz alta o dia todo. O resultado é que a gente nunca podia confiar no que ele dizia, uma vez que as idéias ainda não estavam maduras e ele as mudava a toda hora. Nas reuniões, fazia questão de expressar seu ponto de vista, mesmo que não acrescentasse nada no que estava sendo discutido. Ele se gabava de ser autêntico, espontâneo, em resumo: “ele era ele mesmo“. Seu lema: “Quem quiser que goste de mim do jeito que eu sou“.

O resultado é que, na empresa, em vez de ressaltar a sua competência, ele era conhecido como “o chato“. E não estava sozinho não. A legião de espontâneos só vem crescendo depois que os BBBs da vida começaram a alardear em cadeia nacional o valor de ser “eu mesmo“. E, nas empresas, isso está cada vez mais se tornando um problema.

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22/04/2014

BRASÍLIA SOB O OLHAR DO ARQUITETO RICARDO MEIRA

Clique sobre a figura para obter mais informações no site caudf.org.br



Sou goiano de nascimento, embora todo brasiliense seja geograficamente meio goiano. Aqui passei metade da minha vida, amei, fui pai e estudei (que privilégio estudar arquitetura num “livro ao vivo”). Nunca morei tanto tempo em outro lugar. Nos meus desenhos uso minha dificuldade genética em ver certas cores (sou daltônico) para me fixar nas formas. Curvas e retas que passam despercebidas pela maioria dos brasilienses. Nossa paisagem é verde, mas também cinza. O concreto, curvo de Oscar ou reto dos pobres mortais, se mistura aos verdes, principalmente para mim. O que resta é a forma, o desenho. Temos o privilégio de viver num monumento, mesmo que não o vejamos assim. Brasília é única, assim como todos os “candangos”, de nascença, por obrigação ou por opção. Viva Brasília!

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