Disciplina "Gestão De Carreira e Marketing Pessoal" no curso de Pós-graduação em "Iluminação e Design de Interiores" www.ipog.edu.br
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Disciplina "Gestão De Carreira e Marketing Pessoal" no curso de Pós-graduação em "MBA Master em Arquitetura" www.ipog.edu.br
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Uma das maravilhas que a natureza nos proporciona é a poesia das cores da luz, durante as 24h do dia. Nós brasileiros, devido à posição de nosso território no globo terrestre podemos contemplar as nuances coloridas no horizonte quando desperta o sol, ou quando ele se despede ao anoitecer. Por outro lado, os povos que habitam próximo aos polos têm a chance de assistir a outro espetáculo de cores: a aurora boreal no polo norte e aurora austral no polo sul, quando rajadas de ventos solares (neutrinos) colidem com o conjunto de gases de nossa atmosfera. Resultado: um ballet de cores em movimento a altitudes que variam entre 80km a 200km, onde cada cor representa um tipo de gás.
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(Uma correção necessária: por uma falha nossa, o terceiro artigo da série - O TOQUE DA LUZ - havia sido publicado aqui no site como sendo o segundo. Agora fazemos a correção. Este aqui é o segundo artigo da série. Ainda faltam dois. Aguardemos)
É primavera em nosso país. O nome primavera significa “o primeiro verão” cuja origem do significado remonta à Europa para indicar que a luz do sol ressurge a cada ano, após um período em que alguns países se encontravam imersos no inverno. A primavera de lá não coincide com a primavera daqui. Entretanto, o resultado luminoso e térmico é aproximado: a primavera traz mais luz e calor. O toque dessa luz faz desabrochar as flores, faz cantar as cigarras, faz o ar esquentar. Aqui nos trópicos a luz solar bronzeia bastante a nossa pele. Há uma fértil interação entre a vida biológica de nossas células e a energia luminosa que as toca por um período de tempo.
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Engenheiro Danilo Sili Borges
conversadeengenheiro.blogspot.com
Os frentistas dos postos de gasolina, os garçons, mesmo os dos mais finos restaurantes, e os pedintes que habitam as ruas das nossas cidades acostumaram-se a tratar clientes e possíveis doadores por “doutor”. Condicionaram-nos também ao tratamento cortês, mas que usado sem critério definido perde seu significado.
Fala-se de fome no Brasil. Fala-se de ausência de moradia para a população carente. Fala-se de falta de saneamento. São todos temas relacionados aos profissionais da Engenharia e da Arquitetura. O dia 11 de dezembro homenageia esses profissionais, que não raro sofrem a decepção de perceberem que as soluções técnicas para os males que afligem nosso país são deixadas de lado em detrimento a decisões políticas e interesseiras.
Durante milênios, para se produzir luz artificial era necessário contar com alguma forma de combustão. Foi assim com nossos ancestrais paleolíticos das cavernas, há aproximadamente 500 mil anos, quando descobriram o valor do fogo para aquecer o grupo e iluminar o espaço noturno. A chama como fonte de luz artificial foi uma situação que perdurou até o final do século 19. Conclusão: a luz artificial tinha cheiro...
Este é o primeiro de uma sequência de 5 artigos que falam sobre A LUZ e sua relação com os 5 sentidos. Os artigos seguintes são "A cor da Luz", "O toque da luz", "O som da luz" e "O sabor da luz". A idéia do autor é oferecer uma visão sobre a inserção biológica da luz no seu diálogo com a arte, daí os títulos acerca dos 5 sentidos, de nossas sensações de olfato, visão, tato, audição e paladar.
Os artigos são uma publicação da excelente revista LUZ & CENA.
Vale a pena conhecer. Recomendo.
Artigo do colega Engenheiro Civil Paulo Cesar Bastos, publicado na coluna de Opinião de O Estado de São Paulo no dia 24/11/2011
ENGENHEIROS EXPERIENTES
É notória a necessidade de profissionais para a engenharia em todas as atividades, como de petróleo, de transportes (rodoviária, ferroviária e naval) bem como de edificações.
Anos de recessão levaram à migração dos engenheiros para outras opções. Agora, com a volta ao desenvolvimento, seria lógico um retorno maior à atividade desses engenheiros experientes e detentores de um conhecimento tecnológico, de um saber que não pode ser adquirido de um dia para uma noite.
Por esses dias, meu pai falou para eu abrir o Facebook e ver certo vídeo que trata a respeito da Usina de Belo Monte, e encaminhar para o pessoal do laboratório em que estudo e trabalho aqui na UFSC. Resolvi assistir ao vídeo e fiquei espantada com o fato de como tantos artistas podem aderir a uma campanha sem tomar conhecimento de causa.
Nosso colega Ricardo Meira titular do blog ARQUITETO DALTÔNICO, nos oferece este belíssimo texto, inspirado num ótimo post publicado no site Think l Architects
COMO É BOM SER ESTUDANTE!
Ricardo Meira (inspirado num ótimo post do blog Think l Architects http://thinkarchitect.wordpress.com)
Caro pupilo, estudante de arquitetura e urbanismo, aluno meu ou não. Você tem ideia de como é sortudo por ainda estar na faculdade? Na verdade há prós e contras, como tudo na vida. Mas se você já fosse arquiteto…
Nosso colega Ricardo Meira titular do blog ARQUITETO DALTÔNICO, nos oferece este belíssimo texto, escrito a partir do artigo Tools for Small Firms: Simple Business Practices that Reduce Risk de Rena M. Klein, FAIA, publicado no site The American Institute of Architects
PEQUENOS ESCRITÓRIOS: 5 COISAS IDIOTAS QUE ARQUITETOS FAZEM
Ricardo Meira (Extraído e livremente traduzido de http://www.aia.org/ akr/Resources/ Documents/AIAP072710 )
Pequenos escritórios de arquitetura estão mais sujeitos às ameaças e barreiras que o próprio mercado de trabalho impõe. Grande parte dessas ameaças são causadas pela inobservância de práticas simples que minimizam o risco:
(Artigo escrito por Iberê M. Campos) Os arquitetos vêm tendo dificuldade em estabelecer-se no mercado de trabalho, devido aos fatores que estamos enumerando aqui neste artigo. Mas a solução pode estar bem perto, o arquiteto precisa apenas fazer uso de suas prerrogativas legais e abranger mais áreas do que aquelas em que atua normalmente.
Leia o artigo completo no site FÓRUM DA CONSTRUÇÃO