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Ênio Padilha

"Nosso trabalho é traduzir para o mundo executivo de Arquitetos e Engenheiros os mais recentes estudos e pesquisas sobre Administração, Estratégia e Marketing.
Nosso objetivo é contribuir para discussões que ajudem a promover
a Valorização da Engenharia e da Arquitetura no Brasil"

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Notas de "Pergunta do Leitor"

Escreva, no formulário abaixo, sua pergunta sobre (1) Gestão de Carreira / Marketing Pessoal; (2) Administração de negócios na área de Arquitetura e Engenharia; (3) Marketing para Engenharia/Arquitetura; (4) Relação entre Arquitetos/Engenheiros e seus respectivos Sistemas Profissionais (CAU / CREA, Entidades, Sindicatos).

As respostas serão publicadas no nosso site, nesta seção PERGUNTA DO LEITOR.

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10/02/2012 0 Comentar

ENGENHEIRO CIVIL PRECISA MUDAR DE CIDADE O TEMPO TODO?

Caro Eng. Ênio: Vou prestar vestibular este ano, mas ainda estou em dúvida sobre qual curso escolher. Um dos cursos que cogitei é Engenharia Civil, porém andei pesquisando sobre a profissão e percebi que a maioria dos engenheiros muda de cidade a todo instante, coisa que eu não gostaria de fazer. Teria como eu me tornar engenheiro e desempenhar outras funções na área sem precisar viajar o tempo todo ou isso faz parte da profissão e não tem como mudar?

João Pedro Linhares | Umuarama-PR
(Nesta seção, o nome e a cidade são trocados sempre que solicitado pelo leitor)

Leia a resposta de Ênio Padilha

09/02/2012 0 Comentar

FIZ SUPLETIVO. QUERO FAZER ENGENHARIA!

Oi Ênio, descobri o seu site recentemente e acessá-lo só fez aumentar meu interesse pela Engenharia. Pretendo entrar em breve para a faculdade e fazer este curso.
Minha dúvida é a seguinte: Como durante o ensino médio interrompi meus estudos por três anos, quando voltei a estudar tive que fazer o programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA).
Fiz o segundo e o terceiro ano em apenas um, por isso o ensino ficou muito comprometido. Estou receioso, não sei como me preparar, tenho medo de enfrentar muita dificuldade no curso. Como me preparar para não entrar na faculdade e ficar perdido?
Grato pela atenção.
Abraço.

Mário Sabino | Uberlândia-MG
(Nesta seção, o nome e a cidade são trocados sempre que solicitado pelo leitor)

Leia a resposta de Ênio Padilha:

07/02/2012 0 Comentar

ANGÚSTIA DE RECÉM-FORMADO

Prezado Ênio Padilha
Sou recém formada em Engenharia de Produção. Peço alguns conselhos de como não se desesperar na busca de uma colocação no mercado, no qual se mostra altamente competitivo, lidando com a existência do preconceito subliminar contra as mulheres em áreas antes dominadas por homens.
Estou passando por uma das piores fases da minha vida, onde vem a frustração de não alcançar o sonho constituído apenas de uma oportunidade para me desenvolver e além disso tendo que lidar com as cobranças cruéis da sociedade, sofrendo insinuações diárias sobre a minha capacidade já que não consigo a tão almejada oportunidade de trabalho.
Como lidar com essa pressão social e familiar? Venho ressaltar que de minha parte não existe falta de atitude estou fazendo de tudo ao meu alcance e no momento só me resta o conforto espiritual.
Obrigada!

Maria do Carmo | Itabira-MG
(Nesta seção, o nome e a cidade são trocados sempre que solicitado pelo leitor)

Com a resposta completa, depois dos esclarecimentos prestados pela leitora...

Leia a resposta de Ênio Padilha

19/01/2012 0 Comentar

ENGENHEIRO E ADVOGADO (é bom isso?)

Boa noite Sr. Ênio.

Sou engenheiro civil há mais de 6 anos e estou cursando o último ano do curso de direito.
Pretendo atuar em uma grande empresa de engenharia na área de gerência de contratos ou até mesmo na área jurídica.
Gostaria de uma dica de como conseguir uma vaga nessa área. Me parece que o mercado não reconhece bem essa combinação de formação, até porque não é muito comum. Ou estou equivocado?

Desde já, obrigado pela atenção.

Bruno Souza | Manhuaçu-MG
(Nesta seção, o nome e a cidade são trocados sempre que solicitado pelo leitor)

Leia a resposta de Ênio Padilha

17/10/2011 1 Comentar

VALE A PENA O SACRIFÍCIO DE ESTUDAR NUMA UNIVERSIDADE FEDERAL?

Bom dia Professor Ênio,
Sou Romário Benevidez,estudante do curso de Engenharia Mecânica da UFXX (Universidade Federal de Pernambuco Bahia), estou no quarto semestre e uma dúvida permeia meus pensamentos desde que conversei com um amigo que faz Engenharia Mecânica em uma particular, o mesmo me falou que eu tô perdendo tempo estudando numa federal, visto que tem muitos problemas como as greves e os laboratórios, além da não flexibilidade dos horários, pois meu curso é em tempo integral o que não dá condições de trabalhar durante a graduação, o que do ponto de vista dele fica com pouca experiência,em relação a minha área, pois ele já trabalha na área, ele também me revelou que na hora de apresentar o currículo em grandes e médias empresas, o diploma pouco importa se é de uma particular ou pública! que hoje o que mais conta é se você já tem conhecimento na área ou aquele famoso QI (quem indica!).
Então gostaria de saber do senhor se meu esforço em fazer uma universidade pública federal está sendo em vão? porque aqui se estuda de verdade e somos muito mais exigidos na graduação, se a unica vantagem de fazer uma universidade particular é o status?
Desde já agradeço a atenção

Romário Benevides | xxx
(Nesta seção, o nome e a cidade são trocados sempre que solicitado pelo leitor)


Resposta de Ênio Padilha

Vamos por partes:

Leia a resposta de Ênio Padilha

19/09/2011 2 Comentar

PRA QUE ESTUDAR TANTO CÁLCULO E FÍSICA?

Caro Sr. Engº Enio Padilha,
Lendo alguns de seus artigos, percebi que o Senhor é uma das pessoas que poderia me dar alguns conselhos.
Estou concluindo o Curso de Engenharia Civil mas estou preocupado, pois nao estou confiante com a qualificação e instruções que recebi ao longo dos 4,5 anos de curso, ou seja, Estou prestes e me tornar Engenheiro Civil e TODAS aquelas aulas de Cálculo etc.. não me serviram para nada. NÃO SEI O QUE FAZER.
Quais são, hoje, os requisitos BÁSICOS necessários para um Engenheiro Civil recem formado?

Mateus Pereira | xxx
(Nesta seção, o nome e a cidade são trocados sempre que solicitado pelo leitor)


Resposta de Ênio Padilha

Prezado Mateus...

Leia a resposta de Ênio Padilha

05/04/2011 5 Comentar

AINDA HÁ TEMPO PARA SER ENGENHEIRO?

(Publicado em 18/02/2011)

Boa tarde, Enio

Vi um dos seu artigos na Internet e gostei muito. Tenho uma duvida cruel: sou funcionário efetivo da prefeitura e também já sou formado em Licenciatura em Matemática. Tenho 34 anos queria ingressar na faculdade de Engenharia Civil, mas tenho receios de ser "velho para o mercado" e também largar minha ''Estabilidade"... ilusória ganhando mal...

Penso em ingressar nesta área mas tenho esse receio... tem campo? será que sou velho? faço certo largar meu serviço efetivo? Aguardo sua sugestão.

Marcelo Coelho de Amorim - São Paulo-SP
(Nesta seção, o nome e a cidade são trocados sempre que solicitado pelo leitor)

Leia a resposta de Ênio Padilha e os comentários dos leitores

28/03/2011 0 Comentar

RESPOSTA A UMA PERGUNTA SOBRE TABELA DE PREÇOS

(Trata-se de uma resposta a uma pergunta de uma leitora, que disse acreditar que "seria interessante obtermos uma 'fórmula' para calcular os nossos honorários" e que seria "o princípio de um ajuste e moralização dos profissionais").

Prezada arquiteta Maria. Acho que entendi a sua preocupação e concordo inteiramente com o seu ponto de vista.
Sempre fui favorável de que haja uma "referência" de honorários que os profissionais possam seguir.

Sou contra é a maneira equivocada com que essa "referência" acaba sendo colocada pelas entidades de classe. Vira uma Lei. Pior: uma lei que não pega. Uma lei que ninguém cumpre e que fica por aí, assombrando as relações entre os colegas profissionais.

Continue a leitura (e deixe seus comentários)

25/02/2011 2 Comentar

ENGENHARIA E ADMINISTRAÇÃO: UM CASAMENTO POR CONVENIÊNCIA

Professor Ênio Padilha
Sou engenheiro, recém-formado em uma boa universidade de uma grande capital. Um amigo, também engenheiro e também recém-formado me propôs uma sociedade para criar uma empresa, prestando serviços de Engenharia numa área da qual já temos algum conhecimento em função dos trabalhos e estágios realizados durante a faculdade. O que fazer? Como fazer para que essa empreitada não resulte em uma aventura mal sucedida?

Aramis - Belo Horizonte-MG
(Nesta seção, o nome e a cidade são trocados sempre que solicitado pelo leitor)

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19/01/2011 0 Comentar

Professor Ênio.

Professor Ênio.
Quando um cliente pede descontos em uma loja qualquer, ele está, na verdade, se antecipando ao costume que os comerciantes têm de embutir prováveis prejuízos por inadimplência através de juros. Entao quando ele pede o desconto, está querendo um preço justo e real (considerando que ele acredita ser justo, e nao um caloteiro). Mas e quando se trata de um produto como o nosso, onde o preço é subjetivo em funçao de um serviço que agrega mais valor intelectual do que qualquer outro, como proceder quando o cliente pede descontos? Por mais que expliquemos, o cliente (como o senhor mesmo disse em seu livro) quer ter a sensaçao de estar no comando. E dar um desconto desse modo é tirar diminuir o lucro, não é verdade? Ou devemos diminuir o preço diminuindo tambem a qualidade do serviço (ou seja, trabalhar apenas pelo que está sendo pago) e deixando isso claro?

Romário Miranda | Barbacena-MG

(Nesta seção, o nome e a cidade são trocados sempre que solicitado pelo leitor)

Resposta de Ênio Padilha

Romário.
As suas considerações são muito pertinentes. Está tudo correto.
O cliente pedir desconto é sempre uma possibilidade real (quase uma certeza) numa negociação. Mesmo quando o produto é um serviço. Mesmo quando esse serviço tiver essa carga intelectual embutida, como é o caso de serviços de Engenharia ou de Arquitetura.
Então, se a conversa sobre descontos é inevitável, devemos ter uma estratégia com o objetivo de tornar essa conversa menos dolorosa (e custosa!). Assim sendo, toda a negociação, desde a resposta ao primeiro e-mail do cliente, deve conter explicações sobre a natureza do nosso produto e da dificuldade de utilizar o recurso do desconto como estratégia de negociações. Assim os clientes não virão com tanta SEDE AO POTE e os descontos (se tiverem de ser concedidos) serão apenas residuais, sem consequências severas para os custos.

Além disso, como eu já disse uma vez, num dos artigos da série A QUESTÃO DO PREÇO devemos nos antecipar às questões do preço, pois elas são inevitáveis.

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