Notas de "URBANISMO"

31/03/2015

CAMINHAR APRECIANDO O PATRIMÔNIO HISTÓRICO TERÁ UM ATRATIVO A MAIS NA CIDADE DE LAGUNA EM SANTA CATARINA

A próxima vez que alguém olhar para a igreja Santo Antônio, passar pelo calçadão e rua Raulino Horn, do Centro Histórico, não irá mais avistar os fios de energia incomodando o visual. No momento de tirar uma fotografia a beleza dos antigos casarios será enaltecida. Caminhar apreciando o patrimônio histórico terá um atrativo a mais. As mudanças devem começar nas próximas semanas com as obras de revitalização da rua Raulino Horn, uma das principais ruas do comércio, e da rede subterrânea de distribuição de energia. Primeira etapa de um projeto para beneficiar todo o Centro Histórico.
Neste dia 30 de março, no gabinete do prefeito Everaldo dos Santos foi realizada a solenidade de lançamento do início da obra, prevista para dia 6 de abril, nas proximidades do largo do Rosário.
Os técnicos responsáveis pelo projeto, vice prefeita Ivete Scoppel, representantes da Associação Comercial e Industrial de Laguna (Acil), Sincaval, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), vereadores, Iphan, Casan, Confer e as três empresas que irão efetuar a obra participaram do encontro. A obra será no valor de R$ R$ 8.016.881,71 milhões, vindos do Governo Federal.
“Essa obra irá mudar a cidade, será uma melhoria muito importante. Esperamos um esforço concentrado de todos os envolvidos. Desejamos que a obra termine antes do Natal”, salientou o prefeito.
Para a arquiteta do Iphan de Laguna, Ana Paula Citadin “a revitalização da rua Raulino Horn faz parte do PAC das Cidades Históricas. Nosso intuito é requalificar a cidade, com mais espaços e locais não apenas para a contemplação, mas também contribuir com a economia do município”, descreveu Citadin, relacionando as melhorias na Raulino Horn, com o revitalização do Cine Mussi, já entregue, e com a reestruturação do Mercado Público, que está em andamento.



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20/03/2015

EGITO PLANEJA CONSTRUIR NOVA CAPITAL NO MEIO DO DESERTO

O governo federal do Egito acaba de anunciar um plano urbanístico para a construção de uma nova capital administrativa, que deve se estender desde a cidade do Cairo até a costa do Mar Vermelho. O projeto engloba uma área de mais de 700 quilômetros quadrados e está estimado em 44 bilhões de libras esterlinas.

De acordo com o Financial Times, a iniciativa é baseada em uma promessa de campanha do atual presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi. Se construída, a nova capital abrigará todos os edifícios federais e embaixadas com o objetivo de desafogar o trânsito e reduzir a superpopulação do Cairo, que hoje conta com mais de 18 milhões de residentes.

O ministro de Investimentos do Egito, Ashraf Salman, afirmou que o governo não arcará com nenhum gasto referente à obra. “O projeto terá zero custos para o país, a cidade será totalmente desenvolvida, com plano diretor, e construída por uma empresa privada – um incorporador da região do Golfo”, completou.



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19/03/2015

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL JULGA CASO QUE AMEAÇA PLANOS DIRETORES NESTA QUINTA-FEIRA

As entidades de Arquitetura e Urbanismo do país, entre elas o CAU, acompanham com enorme preocupação julgamento que o Supremo Tribunal Federal deverá realizar nesta quinta-feira (19/03). Em foco, o Recurso Extraordinário apresentado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios contra acórdão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios que considerou constitucional a Lei Complementar nº 710/2005 do Distrito Federal, disciplinando os “Projetos Urbanísticos com Diretrizes Especiais para Unidades Autônomas”.

Em síntese, se o STF não reconhecer o RE 607.940, estará aberto o caminho para os municípios disciplinarem “condomínios horizontais” ou “condomínios fechados” por meio de lei não fundamentada em estudos urbanísticos globais. Ou seja, violando a obrigatoriedade do Plano Diretor prevista na Constituição para municípios acima de 20 mil habitantes, bem como a obrigatoriedade de participação popular nesse processo, como ditado pelo Estatuto da Cidade. Como o STF já reconheceu a “repercussão geral” do julgamento, a decisão impactará todos os municípios do país.

O CAU/BR, o CAU/DF e o IAB/DF estão articulados com o IBDU (Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico) para a apresentação de um memorial aos ministros do STF, a favor do recurso. O Fórum Nacional da Reforma Urbana (FNRU) segue a mesma linha.



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17/03/2015

BH GANHARÁ MINIPRAÇAS NAS LATERAIS DE RUAS E AVENIDAS

A ideia nasceu em São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos, ganhou corpo em São Paulo, Fortaleza e Porto Alegre e está prestes a chegar a Belo Horizonte. Dentro de aproximadamente um mês, BH terá seus primeiros parklets, equipamentos em ruas ou avenidas que transformam vagas de estacionamento de veículos, nas laterais da pista de rolamento, em minipraças com serviços e área de convívio. “Ainda vamos encontrar um nome mais condizente com BH”, disse ontem, sobre o nome em inglês da novidade, o secretário municipal adjunto de Planejamento Urbano, Leonardo Castro. Hoje, será publicado o decreto do prefeito Marcio Lacerda com os procedimentos e regras para ocupação dos espaços públicos no Diário Oficial do Município (DOM). “O processo não envolve licitação, apenas autorização da prefeitura”, conta o secretário-adjunto.



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11/03/2015

RIO DE JANEIRO É A CIDADE COM MAIOR CRESCIMENTO ENTRE METRÓPOLES MUNDIAIS

O Rio de Janeiro foi a metrópole brasileira com maior crescimento em um ranking que analisa os 300 maiores centros econômicos mundiais. Da 194ª posição em 2013, o Rio passou para 162ª no ano passado. Recife e Belo Horizonte também galgaram posições no ranking global divulgado anualmente pelo centro de pesquisa americano Brookings Institution. Ao todo, são onze metrópoles brasileiras no ranking.

“O aumento da taxa de emprego foi a principal razão da melhora de posição do Rio no ranking, e isso ocorreu por causa dos setores de construção, serviço e turismo, com a Copa e as Olimpíadas, aumentando também o consumo”, afirmou Jesus Trujillo, coautor do estudo, em entrevista ao site da BBC.

Para Pedro da Luz Moreira, presidente do IAB-RJ, pesquisas centradas apenas na atividade econômica pecam ao não avaliar a ampliação da inserção de comodidades no cotidiano de toda a sociedade:

“Tanto no Rio como em Belo Horizonte e no Recife, não tivemos melhoras significativas nos índices de conforto urbano. Houve até um declínio de algumas condições como na mobilidade. Isto porque a pauta urbana ainda não entrou nas medições de desenvolvimento. Rio e BH investiram em ramais de BRTs fortemente, mas sem uma rede estruturada de transportes com metrô e trens”.



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24/02/2015

PROJETO PADRONIZA CALÇADAS PARA MELHORAR ACESSO DE PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8331/15, do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que padroniza as calçadas para facilitar a circulação, em vias públicas, de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Para cumprir esse objetivo, a proposta acrescenta, na Lei da Acessibilidade (10.098/00), o conceito de “passeio público”, definido como a parte da via pública destinada à circulação de qualquer pessoa e à instalação de placas e equipamentos de infraestrutura. O texto explicita também normas que devem ser respeitadas na construção ou no reparo desses locais.

Regras
Conforme o projeto, os materiais utilizados deverão ter superfície regular, firme e antiderrapante. As obras devem ainda prever a existência de faixas de piso tátil e observar requisitos de permeabilidade para drenagem urbana.

Além disso, a parte das calçadas destinada à circulação de pessoas possuirá largura mínima de 1,20 metro. Já a porção usada para instalação de placas e equipamentos terá largura mínima de 70 centímetros e trará rebaixamentos para acesso de veículos.

Ainda de acordo com a proposta, nos trechos do passeio público formados pela junção de duas vias, serão asseguradas condições para passagem de pessoas com deficiência, bem como boa visibilidade e livre passagem para as faixas de travessia de pedestres.

O texto modifica, além da Lei da Acessibilidade, o Estatuto da Cidade (Lei 10.257/01), que hoje não trata da padronização de calçadas e espaços públicos.

Tramitação
A matéria tramita em regime de prioridade e será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.



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17/02/2015

COMO SERIA A PAISAGEM DE TÓQUIO SEM ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS?

Com a ajuda de programas de edição de imagens, o designer francês Nicolas Damiens imagina como Tóquio seria sem a imensa quantidade de anúncios publicitários hoje instalados ao longo da capital japonesa.

Batizada de “Tokyo No Ads”, a série de imagens tem como objetivo ressaltar a poluição visual presente na ruas e avenidas da cidade. Sem regulação adequada por parte da esfera municipal, todos os tipos de mídia exterior são permitidas, desde letreiros luminosos, que anunciam pequenos restaurantes e lojas, até grandes anúncios dispostos no topo dos edifícios.

“É só quando vemos como a cidade seria sem todos os anúncios e placas e cartazes que percebemos realmente o quão prevalentes eles são e qual o seu impacto no contexto urbano”, afirma o designer Nicolas Damiens.



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12/02/2015

ENTREVISTA COM PAULO MENDES DA ROCHA

É possível dizer que o arquiteto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, de 86 anos, está em um lugar onde poucos do mundo já chegaram. Em 2006, recebeu o prêmio Pritzker, o mais importante da arquitetura mundial. Autor de obras como o Museu Brasileiro da Escultura (MUBE), em São Paulo, o arquiteto pertence a uma geração de modernistas, influenciados por nomes como o francês Le Corbusier, o russo Gregori Warchavchik e os brasileiros Lúcio Costa, Oscar Niemeyer e João Batista Vilanova Artigas.

No centro da cidade, onde mantém um escritório no mesmo endereço há 30 anos, o arquiteto que nasceu em Vitória, no Espírito Santo, recebeu o EL PAÍS, sentado em sua Poltrona Paulistana, projetada em 1957 e que até hoje é vendida em diversos países. Tornou-se, inclusive, peça da coleção permanente do MoMA de Nova York. Atento aos movimentos paulistanos, ele faz uma leitura do momento atual, onde o paulistano disputa espaço com os carros.



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11/02/2015

PLANO DE MOBILIDADE DA GRANDE FLORIANÓPOLIS

O governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, reuniu-se com a imprensa na última semana para apresentar oficialmente as propostas elaboradas pelo PLAMUS – Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis para a mobilidade urbana da Região Metropolitana de Florianópolis. A apresentação foi conduzida pelo vice-presidente da Strategy&, Carlos Eduardo Gondim, que expôs uma visão geral do projeto, as propostas de solução em análise no momento e as próximas ações planejadas.



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09/02/2015

URBANIZAÇÃO DE FAVELAS É TEMA DE DEBATE NO IAB-RJ

Sistema viário, lixo e resíduos sólidos, e espaços livres foram os temas discutidos em palestra técnica sobre urbanização de favelas realizada na sede do IAB-RJ na tarde desta sexta-feira, 6.

"Desde 1963, quando foi realizado um congresso no Quitandinha, os arquitetos defendem que as favelas são a solução para a questão habitacional brasileira e não o problema. E, desde então, os arquitetos defendem que seja promovida a integração entre favela e cidade", destacou o presidente do IAB-RJ, Pedro da Luz Moreira.

O evento reuniu representantes do poder público, como o atual Secretário Municipal de Habitação, Carlos Portinho, o diretor de projetos especiais do Instituto Pereira Passos, Luis Fernando Valverde, e o coordenador geral do projeto Rio+Social, Pedro Veiga, além do presidente do IAB-RJ, Pedro da Luz Moreira, e dos autores de três cadernos técnicos do programa Morar Carioca: Tatiana Ferry e Solange de Carvalho (Sistema Viário), Guilherme Figueiredo e Mario Ceniquel (Espaços Livres) e Marat Troina (Lixo e Resíduos Sólidos). Os livros pretendem servir de subsídio para os arquitetos que forem trabalhar na urbanização de favelas do Rio ao apontar problemas e possíveis soluções.



Clique sobre a imagem ou AQUI para obter mais informações no site iab.org.br

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