Notas de "EDUCAÇÃO"

03/02/2016

IPHAN ABRE INSCRIÇÕES PARA MESTRADO PROFISSIONAL EM PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) abriu inscrições para 20 bolsas de Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural. Os interessados em participar do processo seletivo podem se inscrever até o dia 1 de março de 2016.

Com duração 24 meses, m Mestrado Profissional destina-se a formar profissionais graduados em diversas áreas de conhecimento para atuarem no campo da preservação do patrimônio cultural. O curso associa as práticas de preservação nas unidades da Instituição ao aprendizado teórico-metodológico e à pesquisa.

O início das atividades será no dia 1 de agosto de 2016. Aos alunos que cumprirem as determinações previstas neste, incluindo aprovação da dissertação pela banca examinadora, será concedido, pelo IPHAN, o título de Mestre em Preservação do Patrimônio Cultural.



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22/01/2016

200 ANOS DO ENSINO DA ARQUITETURA

Neste ano de 2016 completa-se o segundo centenário do primeiro curso superior civil do Brasil: o curso de Arquitetura da Academia Real de Belas Artes, no Rio de Janeiro, fruto principal da chamada “Missão Artística Francesa”.

Fundada por decreto real de Dom João VI, em 12 de agosto de 1816, teve como primeiro nome o de Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios. Entre seus professores, todos vindos da França pós-Napoleão, se encontram o pintor Jean-Baptiste Debret, o arquiteto Grandjean de Montigny e o pintor Nicolas-Antoine Taunay, estes dois vencedores do famoso Prix de Rome, a principal láurea artística da época.

Foram implantados cursos de Pintura, Escultura e de Arquitetura. Para o Curso de Arquitetura foram compostas três etapas divididas em teóricas e práticas. Elas incluíram estudos teóricos de História da Arquitetura, Construção e Perspectiva e Estereotomia. Os estudos práticos eram compostos por Desenho, Cópia de Modelos e estudo de escalas, e Composição.

Com a Independência, a escola passou a ser chamada por Academia Imperial de Belas Artes. Após passar por diversas modificações institucionais, desde os anos 1930 o curso de Arquitetura passou a compor a Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro, como Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.



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11/01/2016

BRASIL PRECISA FORMAR MAIS DOUTORES PARA AVANÇAR CIENTIFICAMENTE NAS ENGENHARIAS

O diretor de Avaliação da Capes, Arlindo Philippi Júnior, apresentou, na Escola Politécnica nesta segunda-feira (14/12), uma palestra na qual discutiu o cenário atual da pós-graduação no Brasil e em São Paulo, e as tendências do processo de avaliação da agência, vinculada ao Ministério da Educação. No evento, ele defendeu que o Brasil invista na formação de doutores para avançar cientificamente nas Engenharias. Segundo dados do Web of Science e mostrados por Philippi Júnior, de 2009 a 2013 o Brasil publicou 7.871 papers em Engenharia, apenas 1,55% do total de artigos publicados no mundo nessa área.

Ele começou sua palestra detalhando as linhas de ação da agência e fazendo um histórico sobre a evolução do sistema de pós-graduação brasileiro. Entre os dados apresentados estão o número de cursos recomendados pela Capes, que subiu de 2 mil para aproximadamente 3,5 mil, entre 1998 e 2004. Outro dado interessante foi o crescimento no número de egressos na pós-graduação nacional: eram 40 mil em 2005 e superou a casa dos 60 mil em 2014. O número de matrículas também saltou de 150 mil, em 2008, para quase 250 mil em 2014.

Os indicadores em Engenharia – Ele também trouxe números específicos sobre a pós-graduação em Engenharias, entre 2006 e 2014. No caso dos indicadores nacionais, mostrou que as Engenharias em 2006 tinham 267 cursos, número que subiu para 386 em 2014, o que representa um aumento de 45%. Em relação aos docentes, houve aumento de 39% – de 5.839 para 8.088. Nesse período também houve aumento tanto no número de alunos matriculados no mestrado (25%) e no doutorado (66%) quando no número de titulados – 24% no caso do mestrado, 44% no caso do doutorado.



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06/01/2016

EDUCAÇÃO NO BRASIL VERSUS EMPREENDEDORISMO

A educação brasileira tem uma série de problemas que, se fôssemos elencar todos aqui, você precisaria de umas boas horas para ler todos. Um deles, no entanto, nos é muito caro e consideramos muito importante colocar em debate aqui: o desprezo ao tema "empreendedorismo" nas escolas e mesmo nos cursos superiores. Já passou da hora de nossos sistemas educacionais se reinventarem e abrirem espaço para esse assunto. Sem exagero, é o futuro do país que está em jogo.

Não se trata de ocupar o tempo das crianças com planos de negócios e aulas de finanças. Pelo menos não com a complexidade da vida real. Mas trata-se de inserir aos poucos questões relacionadas ao tema e, principalmente, atuar para desenvolver desde cedo uma mentalidade empreendedora, fomentando a capacidade de iniciativa.

Isso não significa transformar as escolas em fábricas de empresários, mas em centros disseminadores de indivíduos proativos, criadores, inovadores.



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08/12/2015

CREAjr-SC E CIEE/SC FECHAM PARCERIA

O CREAjr-SC e o CIEE/SC (Centro de Integração Empresa Escola) estão unindo forças por meio de uma parceria de cooperação que beneficiará os Membros Corporativos do Programa.

Já foi discutido em reunião, o funcionamento, organização, estrutura e as dinâmicas que envolvem tanto o CREAjr como o CIEE. O objetivo final é a criação de um banco de estágios para os membros que já possuem cadastros no CREAjr-SC, os chamados membros coorporativos. O acadêmico acessará o site com seu usuário e senha e em sua área restrita poderá buscar as vagas de estágio nas áreas tecnológicas em todo estado, de acordo com as divisões regionais do CIEE.

Além de ser mais um benefício aos futuros profissionais do sistema que se registraram no Programa CREAjr-SC, este banco de estágios contribuirá com o CIEE, que conta com toda estrutura e suporte sólido para facilitar o acesso das empresas a jovens talentos.



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01/12/2015

PROJETO DE KIKO SOBRINO PREVÊ CRIAÇÃO DE ESPAÇOS COLABORATIVOS EM ESCOLAS BRASILEIRAS

O arquiteto e designer Kiko Sobrino apresentou nesta semana na sede da empresa Google, em São Paulo, o projeto Smart Lab, que prevê a criação de espaços que incentivem atividades colaborativas em escolas brasileiras.

De acordo com Sobrino, que foi selecionado pelo grupo espanhol Santillana para a elaboração do trabalho, “o conceito é criar uma sala onde se evolua a forma como o aluno aprende, criando maior envolvimento dele em sala de aula por meio do uso da tecnologia, e incentivando-o a aprender mais colaborativamente. Instruir o aprendizado através do empreendedorismo, e não através do plano de carreira”.

Com referências de empresas como Google, Starbucks, Microsoft e Apple, que já exercitam com seus funcionários o coworking e o coliving, o Smart Lab consiste na implantação de espaços colaborativos com o uso de tecnologias, conteúdos de aprendizado interativos e gamificados, que façam os alunos de 6 a 17 anos terem prazer em adquirir conhecimento.

O Smart Lab pode ser usado tanto no turno regular, para as atividades de sala junto com o professor, como no contraturno, momento em que os alunos de várias idades podem desfrutar e compartilhar do espaço. Os espaços podem ser bibliotecas, salas de aula, áreas de gastronomia ou qualquer outro lugar da escola.



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27/11/2015

RANKING 2015 DE FACULDADES DE ARQUITETURA BRASILEIRAS

O jornal Folha de S. Paulo divulgou recentemente seu Ranking Universitário Folha – RUF 2015, onde estão listadas as Escolas Superiores e Faculdades, públicas e privadas, que obtiveram as melhores colocações em diferentes quesitos, como “Qualidade de Ensino”, “Avaliação do Mercado” e nota no ENADE.

A lista de escolas de arquitetura abrande 268 cursos de todos os estados, com predominância de escolas privadas, e é interativa, ou seja, o ranking varia de acordo com a categoria que se deseja dar ênfase.

Veja a seguir o ranking dos dez cursos de arquitetura e urbanismo que obtiveram as melhores colocações gerais:



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06/11/2015

CAU-SC LANÇA 3º PRÊMIO TCC

Com o objetivo de promover a valorização profissional e contribuir para qualificação do ensino, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina (CAU/SC) lançou hoje (29/10) o 3° Prêmio para Estudantes de Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina. Na solenidade, o presidente do CAU/SC Luiz Alberto de Souza apresentou o cronograma das atividades e reforçou a importância de desenvolver projetos voltados para área acadêmica.

O presidente da Associação Catarinense das Escolas de Arquitetura e Urbanismo (ACEARQ), Maurício Andriani, participou do lançamento e informou que a entidade vai colaborar no cadastramento das Instituições de Ensino. “Essa parceria é muito importante, por isso estamos à disposição para contribuir nesse trabalho e demais ações do Conselho”, disse Andriani. O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), Silas Azevedo, também acompanhou a reunião.



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06/11/2015

PROFESSORES DO CÂMPUS DE CORNÉLIO PROCÓPIO PARTICIPAM DE MISSÃO NO INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO

De 03 à 14 de outubro os professores Marcos Banheti Rabello Vallim, pela engenharia elétrica e Paulo Cezar Moselli, pela engenharia mecânica, estiveram em Portugal, na cidade do Porto, participando da Missão Institucional da UTFPR no Instituto Politécnico do Porto (IPP), a qual teve por objetivo efetivar os acordos específicos do Programa de Duplo-Diploma firmado com aquela instituição.

Além tratar de questões específicas dos acordos, os professores acompanharam a chegada dos primeiros alunos do Campus Cornélio Procópio que estão participando do programa de dupla diplomação.

Os professores Vallim e Moselli fizeram várias apresentações aos alunos do IPP, divulgando o Câmpus Cornélio Procópio e os cursos de engenharia elétrica e mecânica, respectivamente, visando atrair alunos portugueses para estudarem no Campus Cornélio Procópio no próximo ano.

A missão também teve o objetivo de prospectar oportunidades de parceria e cooperação científica e tecnológica entre a UTFPR e o IPP. Neste sentido, foi levantada a possibilidade de intercambio de professores entre as duas instituições.



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15/10/2015

O TIPO DE PROFESSOR QUE EU NÃO SOU

(Publicado em 14/10/2014)



Neste 15 de outubro comemoramos O DIA DO PROFESSOR. Em 2012 eu publiquei AQUI um artigo contando por que me tornei professor e sobre ser professor em cursos de pós graduação.

Neste ano eu gostaria de falar do tipo de professor que eu quero e procuro ser. E, principalmente, do tipo de professor que eu não sou nem quero ser.

Eu NÃO QUERO SER um professor no qual o aluno NÃO POSSA confiar plenamente.
Professor precisa ter credibilidade absoluta. Não é tão difícil. A receita é simples: estudar muito antes de produzir uma aula. Não adianta estudar o bastante para conhecer o conteúdo. Tem de ir além. Precisa identificar o senso comum sobre o que ele ensina porque esse é o ponto de partida da sua aula. O aluno sempre sabe alguma coisa sobre o assunto. Esse conhecimento, muitas vezes, pode ser equivocado. Então, antes de ensinar o seu conteúdo, o professor precisa desconstruir a convicção equivocada que o aluno tem. E está tarefa nem sempre é fácil. O professor precisa ter credibilidade intelectual. Precisa mostrar que conhece bem a literatura e todas as vertentes da discussão. Precisa mostrar que entende de onde vem a noção (eventualmente errada) que o aluno tem.

Eu não sou um professor engraçado. Não tenho esse dom. E admiro, de verdade, os professores que possuem uma veia humorística, que são naturalmente engraçados, que constroem bordões, que produzem gags e que utilizam isso como recurso didático. Acho o máximo.
Mas morro de pena dos professores que são "sem graça" e que forçam a barra tentando ser engraçadinhos. É patético. Eu fujo disso como o Diabo foge da cruz! Sou "sem graça" mas não sou "sem noção".
Procuro compensar a minha falta de graça com alguns recursos de oratória. Um vocabulário rico, uma gesticulação agradável, um discurso ilustrado, exemplos bem construídos...
Não pensem que é fácil. Seria muito mais tranquilo se eu fosse engraçado.

Não sou o tipo de professor que faz colagem (sem citar as fontes) de conteúdos de cursos ou palestras que tenha assistido. E vende o produto resultante como se fosse criação sua. Isso é muito triste.
Nem sempre é preciso reinventar a roda. Se uma determinada questão já foi muito bem explicada por alguém, o que é que custa usar a mesma abordagem, a mesma explicação, e dar o crédito ao autor, professor ou palestrante? Eu faço isso o tempo todo. Nas minhas aulas sempre tem um flip chart que fica num canto da sala. Cada vez que eu utilizo uma explicação tirada de algum autor ou de um outro colega professor ou palestrante o nome dele vai para o quadro. Assim, no final da aula, os alunos sabem que o conhecimento que receberam não veio só de mim (da minha cabeça) mas também de todos aqueles quer estão naquela lista.

Não sou o tipo de professor preguiçoso, que usa imagens capturadas da internet, piadinhas tiradas de blogs humorísticos ou de autoajuda e vídeos do YouTube (geralmente filmes de propaganda de alguma organização ou produto).
Tento produzir as minhas próprias imagens, meus próprios diagramas e infográficos. E os vídeos que eu utilizo nas minhas aulas são todos produzidos por mim.
Podem não ser grande coisa (os meus vídeos e os meus infográficos). Mas aí faço minhas as palavras do poeta francês Edmond Rostand que, na pele do personagem Cyrano de Bergerac diz, a certa altura, "seja do teu pomar, teu próprio, o que tu colhas. Embora fruto, flor ou, simplesmente, folhas"

Os professores que utilizam está prática preguiçosa de copiar tudo da internet apostam na ignorância dos alunos. Eles sabem que mais de metade da turma nunca viu aquilo antes. Nivelam por baixo a qualidade de suas aulas. Eu, pelo contrário, procuro dar aula no nível do aluno mais culto e preparado da sala. Se eu utilizasse uma dessas coisas e um único aluno reconhecesse que aquilo não era original, eu não me sentiria confortável como professor.

Não sou o tipo de professor que divide o conteúdo em trabalhos de grupos e depois os grupos apresentam os conteúdos em seminários. Acho que essa prática até pode funcionar em cursos de graduação, onde o número de horas aula é maior para cada disciplina. Em cursos de pós graduação, com conteúdos enormes espremidos em cargas horárias reduzidas, esse artifício geralmente penaliza os alunos, que pagam para ter aula com um professor e acabam fazendo todo o trabalho e recebendo aula dos seus colegas. Na maioria das vezes essas "aulas" (dadas pelos próprios alunos) são muito ruins. E seria muito estranho se não fossem.

Por fim, não sou o tipo de professor que faz Dinâmicas de Grupo. Considero esse recurso didático desnecessário para públicos intelectualmente maduros. Dinâmicas de grupo são essenciais no ensino fundamental. São interessantes no ensino médio. Aceitáveis na graduação... Mas em cursos de pós graduação (especialmente em turmas de arquitetos, engenheiros e designers) é o fim da picada! Geralmente é um desperdício de tempo, pois serve apenas para fixar algum conceito.
Pessoas intelectualmente maduras (gente que já consegue ler livros sem figurinhas) conseguem entender um conceito se ele for bem explicado e tiver um bom exemplo ou ilustração. Eu não faço dinâmicas de grupo principalmente porque respeito a inteligência dos meus alunos.

Conclusão:
Acredito no magistério. Acredito em ser professor. Acredito que isto me torna útil para as pessoas em particular e para a sociedade em geral. Tenho orgulho de ser professor. Não preciso de títulos mais "politicamente corretos" ou "marketeiramente estimulantes". Portanto, não sou Educador, não sou Facilitador de coisa alguma e nem sou animador de plateia. Sou, simplesmente, professor.

E tenho orgulho de ser professor. De poder ensinar o que aprendi. E de aprender mais enquanto ensino.
Só isso.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



Leia também o artigo PROFESSOR. É O QUE EU SOU



---Artigo2014 ---Educação


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