Notas de "ENIO PADILHA ENTREVISTA"

11/12/2017

FRAGMENTOS PRECIOSOS DE ENTREVISTAS




SEBASTIÃO LAURO NAU
Engenheiro Eletricista - Jaraguá do Sul - SC
(Fragmento de entrevista concedida a Ênio Padilha como parte da pesquisa para o livro "Por que é que a gente é assim?" sobre características distintivas de engenheiros, arquitetos e agrônomos)





"Pra quem entra na Universidade hoje, primeira coisa, procure fazer um bom curso. Procure aprender. Por mais que digam que as suas notas não têm importância e o que importa é você se formar e ter o diploma, isso não é bem verdade. Você tem que ser um bom aluno. Tem que adquirir o conhecimento, porque é esse conhecimento adquirido na universidade que vai lhe dar condições de continuar a aprender. Vai lhe dar disposição para aprender. Deve ser um bom aluno, ou seja: tirar notas boas, sim. Não pensar que isso não é importante. As empresas valorizam quem tem um bom histórico escolar."

"Para quem é recém-formado, trabalhar pode ser considerado até uma continuação da sua vida de estudante, mas não é só isso. Você agora não tem mais compromissos com provas e tudo mais, mas você tem de fazer acontecer. Se você tem um problema para resolver, você tem de resolver. Não adianta você simplesmente saber como resolver: “eu sei como resolver”. Resolva, então!
E pra isso, Ênio, precisa ter humildade, precisa escutar os outros precisa aprender a errar. Não exatamente aprender a errar, mas errar e aprender com os erros.

Tem de se manter sempre aberto a aprender."

"A pessoa que tem soberba, que acha que já aprendeu tudo, que não precisa aprender mais nada, esse é o que não vai ter sucesso nem vai ser contratado, provavelmente. Você tem que sabe muito e o muito que você sabe ainda é muito pouco em relação ao que você pretende saber."

"Saber falar uma língua estrangeira. Se você pretende trabalhar para uma empresa grande você não pode pensar que só o Português é importante. Então, língua estrangeira (no nosso caso o Inglês, naturalmente)"

"Habilidade com informática. Quem não sabe programar ou utilizar os recursos diversos de informática perde muito em relação a quem tem essas habilidades."

"E tem de ter duas habilidades que supostamente são opostas, mas que ambas são importantes: você tem que saber trabalhar em equipe e você tem que saber trabalhar sozinho. As duas coisas. Muitos problemas, muitos desafios vão ser dados pra você resolver sozinho. E muitos, você vai ter de interagir com tantas pessoas dentro da empresa, que se você não souber trabalhar em equipe você não vai conseguir resolver. Saber trabalhar em equipe, é saber ouvir e saber falar. Falar na hora certa e ouvir na hora certa. Ou seja: habilidade de relacionamento. Só isso!"








MAURO FACCIONI FILHO
Engenheiro Eletricista - Florianópolis - SC
(Fragmento de entrevista concedida a Ênio Padilha como parte da pesquisa para o livro "Por que é que a gente é assim?" sobre características distintivas de engenheiros, arquitetos e agrônomos)





"... é uma preparação psicológica que não veio da escola, no geral. Talvez venha de casa, do ambiente, da família, e que se sente mais preparado para arriscar. O engenheiro, na escola, não é preparado para o risco. Ele é preparado para a certeza. Então quando ele vai se arriscar, esse grupo que, dentro de si trouxe a coragem de se arriscar ele sai pra esse caminho. E aí, a partir da hora que ele tomou esse caminho do risco, se arriscar passsa a ser uma rotina. E, por se arriscar (no risco sempre se aprende), e, no aprender é que vai formando um grupo que carrega uma boa parte das empresas. (...) empresas de nível genérico (uma grande rede de oficinas de caminhão, ou uma grande revenda de Boticário, revenda de franquias, criador de franquias, criador da área têxtil). Tem engenheiros pra tudo. Ele percebe o filão e acaba abandonando lá as diferenciais e integrais, que ele não vai usar mesmo, mas ele mantém aquele espírito desse empreendedor, o que é raro de se achar em outras formações.

(O que existe de “engenheiro” nesse cara que tem, por exemplo, uma rede de franquias?)
Ah, isso aí vem uma coisa da universidade, da faculdade, da escola de engenharia. Acho que tem muito de persistência (são coisas que a gente aprende dentro da escola). Porque, você fazer Física 1, 2, 3, 4... Cálculo 1, 2, 3, 4... listas de 100 exercícios, mês após mês, semana após semana, leva uma nota ruim faz tudo novamente, assim... não é possível, como em cursos que eu tenho visto, por exemplo, na área de administração, da gestão, é possível você, sendo inteligente, você levar o curso, sem essa metodologia. E a engenharia ela nos molda o dia-a-dia, que você tem de ter uma disciplina. Você tem que ter uma organização, tem que ter uma metodologia e tem que persistir. Essas coisas fazem com que o cara, quando sai daí ele carrega isso pra si. Mesmo quando ele abandona a engenharia ele carrega um pouco desse ambiente... de ser metódico, de ter disciplina, de saber que se ele colocar um tijolo a cada dia ele vai chegar lá, no fim da parede."










AUGUSTO PEDREIRA DE FREITAS
Engenheiro Civil - São Paulo - SP
(Fragmento de entrevista concedida a Ênio Padilha como parte da pesquisa para o livro "Por que é que a gente é assim?" sobre características distintivas de engenheiros, arquitetos e agrônomos)





"Eu Acho, pro bem do profissional, deveria ter residência. Principalmente o profissional de estruturas. Ele não sai preparado psicológicamente pra assumir as responsabilidades que ele vai assumir

Ele sai preparado, tecnicamente?
"Tecnicamente sai"

... mas não psicologicamente
"é... e isso é algo que é recorrente. Vários engenheiros aqui que tiveram problemas psicológicos. Porque uma coisa é você estar projetando lá. Outra coisa é na hora que você está fazendo e pensa: "isso aí tá certo?"

... e, com 22, 23 anos você por de pé um prédio de 80 metros...
"E você não percebe na hora que você está desenvolvendo. Você percebe na hora que o negócio tá subindo. que você vai na obra, dá uma olhada e fala: "putz! é tudo isso?
E aí... aí pesa!"








MARCOS VALLIM
Engenheiro Eletricista - Londrina - PR
(Fragmento de entrevista concedida a Ênio Padilha como parte da pesquisa para o livro "Por que é que a gente é assim?" sobre características distintivas de engenheiros, arquitetos e agrônomos)





"Nada é tão humano e tão impactante no social como a Engenharia. Eu costumo dizer que o que há de mais humano no ser humano é a tecnologia, porque antes da tecnologia nós éramos animais.

Se a gente for ver, certinho, o que nos distingue dos animais é a capacidade de construir coisas para complementar o que nós não temos.

Nós não tínhamos pele e criamos roupas. Nós não tínhamos força, criamos máquinas... é isso... é a tecnologia que nos torna humanos.

Ao mesmo tempo o pessoal interpreta de que a tecnologia é o que nos desumaniza... (é uma contradição interessante!).

Eu começo as minhas aulas dizendo isto: o primeiro ponto pra você entender a Engenharia é entender que a tecnologia, que é o nosso produto, é o que nos torna mais humanos. Nós somos humanos porque nós criamos tecnologia.

Quando o primeiro macaco pegou um pau, bateu lá e viu que aquilo aumentava o poder dele, ali nós deixamos de ser macaco pra ser homem e naquele ponto (e o Stanley Kubrick faz isso de uma maneira muito linda no filme dele: joga... e o osso se transforma na nave espacial). Isso pra mim é um símbolo, exatamente, da humanidade. A humanidade começa nesse ponto.

Por isso NÃO EXISTE HUMANIDADE SEM TECNOLOGIA. O QUE NOS TORNA HUMANOS É A TECNOLOGIA."







MARCO ANTÔNIO AMIGO
Engenheiro Mecânico - Salvador - BA
(Fragmento de entrevista concedida a Ênio Padilha como parte da pesquisa para o livro "Por que é que a gente é assim?" sobre características distintivas de engenheiros, arquitetos e agrônomos)





"Tem uma história da obsolescência do conhecimento aí e as pessoas falam muito que você perde 25, 20% ao ano do seu conhecimento.

Olha, eu não acho que essa conta seja uma conta tão fácil.

Porque uma coisa é por que você entra na profissão e as multiplicidades das coisas que você faz quando você é engenheiro júnior, por exemplo, que é até 5 anos de experiência. Até o momento que você passa a ser um engenheiro pleno e, finalmente, um engenheiro sênior.

Então (nós falamos ainda há pouco, da administração) cada vez menos você gerencia detalhes e cada vez mais você passa a gerenciar processos maiores e a integração desses processos.

Então, a não ser que você seja um pesquisador, e aí você vai trabalhar em coisas bem definidas, normalmente você vai ampliar seus horizontes ao longo da profissão. Vai trabalhar, mudar de áreas, trabalhar com outros processos, com outras empresas.
Então, isso é muito dinâmico..."








JEAN TOSETTO
Arquiteto e Urbanista - Paulínia - SP
(Fragmento de entrevista concedida a Ênio Padilha como parte da pesquisa para o livro "Por que é que a gente é assim?" sobre características distintivas de engenheiros, arquitetos e agrônomos)





Ênio Padilha pergunta: Qual é o conselho que você daria para um arquiteto recém-formado?

Jean Tosetto responde: "O conselho principal é tentar ser pioneiro. Eu, de certa forma, eu fui pioneiro na minha cidade. Eu fui o primeiro, ou um dos primeiro, a trabalhar com um projeto completo. E a minha cidade, ela começou a crescer no ano que eu me formei. Então, se você é um recém-formado e quer abrir um escritório não adianta você ir lá pro centro de São Paulo, na rua dos Arquitetos. Você vai ser mais um pra concorrer com quem já está estabelecido lá. Não adianta você ir pra Campinas tentar uma sala comercial perto do centro ou no próprio Alphaville, que é o novo centro de Campinas. A Rodovia Dom Pedro virou... A Rodovia Anhanguera tem prédios comerciais. Vai ser difícil. O segredo é você ser corajoso e ir para uma cidade que precisa de você. Existem cidades em crescimento que precisam de arquitetos. E às vezes não têm. Às vezes uma cidade pequena tem de buscar arquiteto a 50, 60 km, num centro maior. Tem colega meu de faculdade que se estabeleceu muito bem em Palmas, no Tocantins. Ainda hoje, se você for para Palmas, no Tocantins é capaz que você tenha mercado. Mas, quem quer ir pra Palmas? É calor. É longe. Você vai se distanciar da sua família, entendeu...

E, lógico, você tem de ser, sempre, profissionalmente correto. Fazer bons trabalhos. Não pode fazer experiência com cliente. O cliente quer fazer a casa dele. Ele não quer fazer a sua experiência, que você tentou fazer na faculdade e não deu certo, não tem que fazer com o valor do cliente. O valor que ele vai investir é pra construir a casa dele, a loja dele. Entreviste ele, saiba o que ele quer, o que ele precisa. Faça um filtro, tira o excesso de "cafonice" que possa acontecer (olha, isso que você pediu é interessante, mas cai num modismo e você vai perder isso a longo prazo. Indo pra uma linha, talvez, mais atemporal...) Mas tenta entender o que ele precisa, o que ele quer. Colabore com ele.

Entenda que você está fazendo uma intervenção na cidade. Arquiteto tem que ser apaixonado pela cidade onde ele trabalha (ou pelas cidades onde ele trabalha). ele tem de gostar.

Eu moro em Paulínia. Paulínia tem os defeitos dela? Tem. Mas eu defendo Paulínia. Pra quem perguntar pra mim sobre Paulínia, eu vou falar bem de Paulínia. Eu sei que tem os defeitos. Sei que tem uns políticos que às vezes pisam na bola. Mas, se você quer ter um escritório você precisa estar inserido na comunidade. Não adianta você ter um escritório motivado por "ah, vou ganhar dinheiro aqui". Não. Você tem que ter a inserção. Participar. Não ficar isolado. Você tem que participar das reuniões da associação local..."








EDISON FLÁVIO MACEDO
Engenheiro Eletricista - Brasília - DF
(Fragmento de entrevista concedida a Ênio Padilha como parte da pesquisa para o livro "Por que é que a gente é assim?" sobre características distintivas de engenheiros, arquitetos e agrônomos)





"(...) porque tem muitos engenheiros que não são engenheiros.
Porque o que caracteriza um engenheiro é o domínio dos engenhos. Do empreendedorismo. E não o domínio dos instrumentais e dos ferramentais matemáticos.
É uma certa vocação que a pessoa tem para visualizar as soluções que sempre se encontram, muitas vezes sob forma de sementes, no meio dos problemas.

Esse é o engenheiro. Enquanto todos estão vendo um problema ele está vendo uma solução ali.

Ele, toda vez que olha um limão, pensa numa limonada. Ou numa torta de limão.

E essa é uma das deficiências das escolas: não despertar nos estudantes de engenharia essa visão de resultados."

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08/09/2017

ENIO PADILHA ENTREVISTA - MANOEL HENRIQUE CAMPOS BOTELHO



(Publicado em 09/09/2017)



MANOEL HENRIQUE CAMPOS BOTELHO é conhecido por engenheiros e arquitetos do Brasil inteiro como o autor do clássico CONCRETO ARMADO, EU TE AMO

Paulistano, 75 anos, Engenheiro Civil formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, especializado em projetos para a construção civil e projetos hidráulicos.

Os testes vocacionais que fez na juventude recomendavam que ele fosse advogado ou jornalista. No entanto, considerando seu excelente desempenho em matemática e física no Liceu Pasteur, apostou na opção que aparecia apenas na terceira posição

Virou engenheiro, mas logo a vocação para as palavras falaram mais alto e ele tornou-se um escritor. E não foi um escritor qualquer. Escreveu 14 livros e vendeu mais de 160 mil exemplares em 34 anos. Um número espetacular, num país onde se lê tão pouco.


Envie um e-mail para o professor Botelho: manoelbotelho@terra.com.br

Esta entrevista foi concedida nos dias 04 e 05/09/2017 (segunda e terça-feira) através de troca de e-mails.



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02/09/2017

ÊNIO PADILHA ENTREVISTA - LÍGIA FASCIONI



(Publicado em 01/09/2017)



• Engenheira Eletricista
• Mestre em Engenharia Elétrica
• Doutora em Engenharia de Produção
• Especialista em Marketing
• Especialista em Design
• Artista Plástica
• Trabalhou com desenvolvimento de robôs (precursores dos drones)
• Fala fluentemente Português, Inglês e Alemão
• Autora de livros técnicos
• Autora de livros sobre gestão de pessoas e gestão de empresas
• Palestrante de nível nacional
• Empresária de tecnologia na Alemanha.

Além disso ela dança, desenha, fotografa, cozinha e programa computadores. E faz tudo isso muito bem.

LÍGIA FASCIONI nasceu em Florianópolis. É Engenheira Eletricista (UFSC, 1989), Mestre em Engenharia Elétrica na área de Automação e Controle Industrial (UFSC, 1996), Especialista em Marketing (UDESC/ESAG, 2000) e Doutora em Engenharia de Produção e Sistemas, na área de Gestão Integrada do Design (UFSC, 2003). Atualmente mora em Berlin, na Alemanha.

Esta entrevista foi concedida na terça-feira, dia 29/08/2017, através do aplicativo WhatsApp.



Visite o website www.ligiafascioni.com.br



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26/08/2017

ENIO PADILHA ENTREVISTA - RICARDO BOTELHO



(Publicado em 26/08/2017)



RICARDO BOTELHO é formado em Comunicação Social com especialização em Relações Públicas e Jornalismo.

Foi durante 15 anos executivo no Grupo BASF nas áreas de Comunicação e Marketing e, desde 93, dirige a Ricardo Botelho Marketing. É um dos principais nomes entre os palestrantes sobre gestão de negócios de Arquitetura e Design de Interiores no Brasil.

Nesta entrevista Ricardo Botelho faz importantes considerações sobre o trabalho dos arquitetos e designers de interiores, grupo profissional ao qual dedica seus maiores esforços e do qual se tornou um importante especialista.

• Visite o website: www.ricardobotelho.com.br

Esta entrevista foi concedida na quarta-feira, dia 23/08/2017, através do aplicativo WhatsApp.



Veja a entrevista completa.

19/08/2017

ENIO PADILHA ENTREVISTA - JEAN TOSETTO



(Publicado em 19/08/2017)



JEAN TOSETTO é arquiteto e urbanista formado pela PUC de Campinas. Desde 1999 realiza projetos residenciais, comerciais, industriais e institucionais. Em 2006 foi professor da efêmera Faculdade de Administração Pública de Paulínia. Publicou o livro MP Lafer: a recriação de um ícone em 2012.
Em 2015 publicou Arquiteto 1.0 - um manual para o profissional recém-formado, em parceria comigo (Ênio Padilha). Este livro tem sido muito bem recebido por profissionais, professores e (para nosso orgulho) pelos pais de estudantes de Arquitetura no Brasil inteiro.

Nesta entrevista Jean Tosetto fala da sua carreira, dos seus trabalhos como arquiteto e dos seus livros. Mas também fala sobre o Sistema Profissional e sobre a produção de conteúdo na internet, na era das redes sociais.

• Visite o website: www.JeanTosetto.com
• Faça um contato com o entrevistado: jean@tosetto.net


Esta entrevista foi concedida na sexta-feira, dia 18/08/2017, através do aplicativo WhatsApp.



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12/08/2017

ENIO PADILHA ENTREVISTA - EDEMAR DE SOUZA AMORIM



(Publicado em 13/08/2017)



EDEMAR DE SOUZA AMORIM é um dos engenheiros mais importantes do sistema profissional do Brasil. Desfruta de uma reputação valiosíssima, construída por décadas de trabalho incansável pela valorização profissional dos engenheiros.

É Engenheiro Civil e Engenheiro Eletricista, diplomado pela Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Macckenzie, possui o registro 0600139350 no Cres-SP

Foi professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie durante 18 anos tendo sido Professor Assistente e Professor Titular de Resistência dos Materiais na Escola de Engenharia além de ter sido Diretor do Departamento de Estruturas da Universidade

Atividades Atuais
Vice-Presidente da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros – FEBRAE
Tesoureiro da Unión Panamericana de Asociaciones de Ingenieros - UPADI
Membro do Conselho Consultivo do Instituto de Engenharia
Membro do Conselho Diretor da ACM/YMCA de São Paulo
Diretor Financeiro da Associação Evangélica Beneficente - AEB
Engenheiro Consultor
Diretor da EDENISA Participações Ltda.

Experiência Profissional
Engenheiro de Projetos de Estruturas de Concreto Armado e Protendido
Engenheiro de Diversas Empresas Construtoras de Obras Públicas e Privadas tendo ocupado diversas funções, tais como
• Engenheiro de obras
• Coordenador de obras
• Gerente de Planejamento
• Gerente de Engenharia
• Diretor Técnico
• Diretor Comercial


Teve, ao longo de sua carreira, ativa e consistente atuação em Entidades de Classe e outras Associações.

Foi ou é Diretor ou Conselheiro de diversas Entidades:
• Associação Brasileira de Engenharia Industrial – ABEMI
• Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas – APEOP
• Associação Brasileira de Dragagem – ABED
• Associação Evangélica Beneficente
• Instituto de Engenharia (Diretor 2anos, Vice-Presidente 2 anos e Presidente 2 anos)
• Federação Brasileira de Associações de Engenheiros – FEBRAE
• Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – FIESP
• Federação Paulista de Natação
• Federação Universitária Paulista de Esportes – FUPE
• Unión Panamericana de Asociaciones de Ingenieros - UPADI
• Centro Acadêmico Horácio Lane
• Clube dos Empreiteiros
• Club Athlético Paulistano
• YMCA / ACM Associação Cristã de Moços de São Paulo

Esta entrevista foi concedida na segunda-feira, dia 07/08/2017, através do aplicativo WhatsApp.



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06/08/2017

ENIO PADILHA ENTREVISTA: JÉSSYCA DO BLOG EU.ENGENHEIRA



(Publicado em 06/08/2017)



Jéssyca é uma estudante de Engenharia de 25 anos, na Universidade Federal do Mato Grosso. Mantém, desde 2015 a página eu.engenheira com estímulos, ajuda e apoio para estudantes de Engenharia de todo o Brasil.

Esta entrevista foi concedida na tarde de sábado, dia 05/08/2017, através do aplicativo WhatsApp.



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