Notas de "RECOMENDAÇÃO DE LEITURA"

17/03/2020

PROJETO E ANÁLISE DA MÁQUINA ELÉTRICA TRIFÁSICA

(Publicado em 17/03/2020)


 


Lançada em novembro de 2018, a obra "Projeto e Análise da Máquina Elétrica Trifásica", de Fredemar Rüncos, é a mais completa obra sobre o assunto produzida no Brasil. Sua segunda edição (NOV/2019) totalmente revisada e ampliada merece a atenção de todos os profissionais que trabalham com motores e geradores elétricos.

Os quatro volumes abordam detalhadamente o universo das Máquinas Assíncronas e Trifásicas:

Volume I - Aspectos Construtivos
Volume II - Harmônicas do Campo Girante e Parâmetros Físicos
Volume III - Perdas
Volume IV - Modelagem e Aplicação

Engenheiros Eletricistas, professores e estudantes de Engenharia Elétrica, esta é uma obra que não pode faltar na sua biblioteca.


 

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16/03/2020

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16/03/2020

O ETERNO DALE CARNEGIE



(Publicado em 16/03/2020)



Minha memória tem uma falha que eu considero uma coisa muito positiva: em muitos casos eu esqueço a história de um filme depois de alguns anos (geralmente 4 ou 5 anos são suficientes). Aí, se eu for ver o filme novamente é quase como se eu estivesse vendo o filme pela primeira vez. Eu consigo me lembrar, por exemplo, que o protagonista resolveu o problema de forma interessante e criativa, mas não consigo me lembrar como foi. Ou seja: diversão em dobro.

Com os livros o tempo não é tão curto. Demoro mais tempo para esquecer uma história que eu li num livro. Mas, para você ter uma ideia, já li Memórias Póstumas de Bras Cubas três vezes, com uma diferença de uns 15 anos cada vez. Eu sempre lembro a essência da história, mas os detalhes eu saboreio como se fosse um banquete de novidades. Acho ótimo.

Li Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas do Dale Carnegie, logo que eu saí da faculdade. Deve ter sido em 1986 ou 87. Portanto, há uns 33 anos.

Lembro que o livro teve um impacto na minha visão de mundo e no meu comportamento, mas, aos poucos, como sempre acontece com muita gente, fui esquecendo a origem das visões e dos comportamentos. Em outras palavras, fui tirando os méritos do Dale Carnegie e atribuindo esses méritos ao meu próprio talento e criatividade. Que feio!

Mas, há algumas semanas, para incluir uma dose de motivação e autoajuda aos engenheiros e arquitetos que participam do PROTOCOLO 89 resolvi re-ler o livro, para ter certeza de que o conteúdo se encaixa nos propósitos da consultoria.

A primeira coisa que eu percebi foi justamente o quanto esse livro me influenciou num dos momentos mais importantes da minha carreira profissional. Quantos comportamentos inadequados eu corrigi (ou tentei corrigir) à partir do que eu li no livro.

A segunda coisa que eu percebi (só agora, na segunda leitura do livro) é porque essa obra chega aos 85 anos (o livro foi lançado em 1936) com mais de 50 milhões exemplares vendidos (segundo consta nas edições mais recentes). O livro é extraordinário. Merece (precisa) ser lido por qualquer pessoa que deseje se tornar uma pessoa melhor no quesito RELACIONAMENTOS INTERPESSOAIS.

Nem tudo o que o autor ensina no livro pode ser aplicado ou resolve o problema na relação com outras pessoas. Nem todos (principalmente nos dias de hoje) se mostram dispostos a abrir mão de suas ideias fixas. Mas (e esta é a minha opinião) se esses ensinamentos ajudarem você a melhorar 10 ou 20% a sua performance nos negócios e na vida pessoal... já não seria um grande progresso?

Dale Carnegie tinha 48 anos quando escreveu o livro. Naquele momento ele já ministrava o curso com o mesmo tema havia 24 anos. É muita experiência. Era um tempo em que não se escrevia e publicava um livro na hora que desse na telha. O conteúdo tinha de ser muito amadurecido.

Carnegie veio de uma família muito humilde em uma cidade no interior do estado de Missoure, nos EUA. Foi um brilhante vendedor, na época de ouro dos vendedores. Pouca gente sabe, mas, entre o final do século XIX e as primeiras décadas do Século XX os vendedores eram os profissionais mais importantes e bem pagos de qualquer empresa.

Tornou-se professor de vendedores e depois de homens e mulheres de negócios de uma maneira geral. Criou a Dale Carnegie Training muito antes de publicar o seu livro e a empresa continua ativa até hoje como uma organização multinacional, líder mundial em treinamentos empresariais.

Dale Carnegie ensinava coisas simples como "A melhor maneira de nos prepararmos para o futuro é concentrar toda a imaginação e entusiasmo na execução perfeita do trabalho de hoje."

"A felicidade não depende do que você é ou do que tem, mas exclusivamente do que você pensa."

"Interessando-nos pelos outros, conseguimos fazer mais amigos em dois meses do que em dois anos a tentar que eles se interessem por nós."

"A única forma de vencer uma discussão é evitá-la."

"Muitas das coisas mais importantes do mundo foram conseguidas por pessoas que continuaram tentando quando parecia não haver mais nenhuma esperança de sucesso."

Ou seja, coisas simples que você pode até achar que descobriu sozinho. Mas que, na época em que ele ensinou, eram, sim, uma grande e revolucionária novidade.




www.eniopadilha.com.br


REFERÊNCIA:
1) CARNEGIE, Dale. Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas. Tradução de Lívia de Almeida. Rio de Janeiro: Sextante, 2019. 256p; 16x23cm



PADILHA, Ênio. 2020

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12/03/2020

DUARTE, CHICO E ESSA GENTE TODA



(Publicado em 12/03/2020)



Não existe hipótese de eu "cancelar" Chico Buarque como compositor ou como autor de livros. Por mais que eu discorde de suas posições políticas. Se ele lançar um livro vou ler, com certeza, sem um segundo de dúvida. Porque é certeza de boa literatura.

Li todos os livros dele. Um melhor do que o outro. Escrevi uma resenha para o livro LEITE DERRAMADO, na minha opinião, o melhor de todos. Sim, melhor até do que ESSA GENTE, o mais recente livro, do qual falaremos agora.

Em Essa Gente Chico Buarque volta a escrever de forma criativamente espiral. Os fatos narrados acontecem em um período de 10 meses — entre novembro de 2018 e setembro de 2019 (com algumas fugas pelas memórias, sonhos e pesadelos do protagonista), através de cartas protocolares, cartas pessoais, bilhetes, telefonemas, conversas e registros em diários reais ou imaginários.

O personagem principal é um escritor decadente, que teve um grande sucesso de crítica e público 20 anos atrás, mas que, desde então tornou-se apenas um arremedo de si mesmo, enquanto sua vida pessoal e financeira degringola ladeira abaixo.

Ao longo dos diálogos e reflexões várias questões sociais e existenciais vão sendo servidas ao leitor, sempre daquele jeito Chico Buarque de escrever. Ou seja, no final da leitura é preciso juntar os pedaços para que o texto faça todo o sentido.

Mas é uma leitura fascinante. Vale as horas gastas com o livro aberto.

Como diz a minha querida Lígia Fascioni, "Chico Buarque pode contradizer a sua genialidade defendendo Fidel Castro, Hugo Chávez e Lula. Ele pode ser incoerente e paradoxal. Ele pode tudo, ele é o Chico Buarque."




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PADILHA, Ênio. 2020

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22/12/2019

OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO

Li este livro (OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO, de Érico Veríssimo) em 1987. Desde então, todo fim de ano utilizo este trecho do livro como uma espécie de Cartão de Natal
Afinal, no fim do ano é quando as pessoas estão mais abertas à reflexão e às boas intenções.
Veja o vídeo e veja se eu não tenho razão:

FELIZ NATAL - FELIZ 2020





VERÍSSIMO, Érico. Olhai os Lírios do Campo. São Paulo: Globo, 2003 [original de 1938] p.149-150. - (trecho do livro - uma das cartas de Olívia para Eugênio)


Este artigo já foi publicado no nosso site muitas vezes, sempre no fim do ano, quando as pessoas estão mais abertas à reflexão e às boas intenções.
Trata-se de um trecho do livro OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO de Érico Veríssimo, e reflete exatamente a nossa maneira de ver o mundo.

Por favor, leia:



"Estive pensando muito na fúria cega com que os homens se atiram na caça de dinheiro. É essa a causa principal dos dramas, das injustiças, da incompetência da nossa época. Eles esquecem o que tem de mais humano e sacrificam o que a vida lhes oferece de melhor: as relações de criatura para criatura. De que serve construir arranha-céus se não há mais almas para morar neles?
(...)
Os homens deviam ler e meditar sobre este trecho (O sermão da Montanha, na Bíblia), principalmente no ponto em que Jesus nos fala dos lírios do campo, que não trabalham nem fiam, e, no entanto nem Salomão em toda sua glória jamais se vestiu como um deles.

Está claro que não devemos tomar as parábolas de Cristo ao pé da letra e ficar deitados à espera de que tudo nos caia do céu. É indispensável trabalhar, pois o mundo de criaturas passivas seria bem triste e sem beleza. Precisamos entretanto, dar um sentido humano as nossas construções. E quando o amor ao dinheiro nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu.

Não penses que estou fazendo o elogio do puro espírito contemplativo e da renúncia, ou de que o povo deva viver narcotizado pela esperança da felicidade na "outra vida". Há na terra um grande trabalho a realizar. É tarefa para seres fortes, para corações corajosos. Não podemos cruzar os braços enquanto os aproveitadores sem escrúpulos engendram os monopólios ambiciosos, as guerras e as intrigas cruéis. Temos que fazer-lhes frente. É indispensável que conquistemos este mundo, não com as armas do ódio e da violência e sim com as armas do amor e da persuasão. Considere a vida de Jesus. Ele foi antes de tudo um homem de ação e não um puro contemplativo.

Quando falo em conquista, quero dizer a conquista de uma situação decente para todas as criaturas humanas, a conquista da paz digna, através do espírito de cooperação.

E quando falo em aceitar a vida não me refiro à aceitação resignada e passiva de todas as desigualdades, malvadezas, absurdos e misérias do mundo. Refiro-me, sim a aceitação da luta necessária, do sofrimento que essa luta nos trará, das horas amargas a que ela forçosamente nos há de levar.

Precisamos, portanto, de criaturas de boa vontade.”



VERÍSSIMO, Érico. Olhai os Lírios do Campo. São Paulo: Globo, 2003 [original de 1938] p.149-150.

02/12/2019

UMA DOSE DE FARLLEY DERZE. RECOMENDO COM FORÇA.

(Publicado em 27/08/2018)



Talvez uma das maiores riquezas e, certamente, o meu principal recurso imaterial é a disponibilidade da inteligência dos meus amigos. Tenho muitos amigos inteligentes. Muito, muito, muito mais inteligentes do que eu (e isso não é, de maneira nenhuma, falsa modéstia). E esses amigos me permitem generosamente aprender com eles muito do que eles ja sabem.





Tem sido assim a vida inteira. Desde que eu era jovem, quando me tornei amigo de alguns dos meus professores. Mais tarde, transformei em meus professores alguns dos meus amigos. Isso tem me enriquecido muito. Tô falando de enriquecimento material mesmo, pois conhecimento é um recurso que pode virar dinheiro em algumas circunstâncias.

Pois bem. Farlley Derze é um desses amigos. Me chegou por acaso. Marido de outra pessoa muito querida (e igualmente inteligente, claro). Conheci-os num café, no aeroporto de Brasília, quando eles foram me convidar para ser professor num curso coordenado pela Jamille. Uma conversa de uma hora e meia que repercutiu por 10 anos (esse encontro se deu em 2008) e eu espero que reverbere por mais algumas décadas. Desde então, tenho tido doses regulares da inteligência desse generoso amigo, lendo seus artigos, ouvindo suas músicas, compartilhando projetos, ou desfrutando de longas conversas sempre iluminadas.

Como eu não sou egoísta, divido com outros amigos parte desse privilégio. Tem muita coisa do Farlley lá no meu site. Pode procurar na gavetinha de busca. E hoje me chegou às mãos outra de suas preciosidades. Um artigo dele foi publicado na Revista Estética e Semiótica — Volume 8 — Número 1 páginas 67 a 74. A publicação é do Programa de Pós Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília. O título, O ESPÍRITO DA ESTÉTICA, numa publicação acadêmica, dá uma primeira impressão de que teremos pela frente um texto hermético e presunçoso. Mas o que encontramos, já nos primeiros parágrafos é um texto límpido, instrutivo, instigante e… divertido. Ou seja: Farlley Derze em estado puro.

Li o artigo como quem toma um café. Aliás, os personagens do texto também fazem isto enquanto conversam animadamente e discorrem sobre o tema a ser elucidado. No fim, o leitor fica com a sensação de ter visto uma cena de filme de Claude Lelouch ou de Tarantino, dois mestres em produzir cenas grandiosas de diálogos que definem a história que está sendo contada.

Tome você também esse café. Clique AQUI. Tome sua dose de Farlley Derze. Recomendo muito. Recomendo com força.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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---Padilha, Ênio. 2018

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14/11/2019

DICA DE LEITURA

(Publicado em 14/11/2019)






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PADILHA, Ênio. 2019

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11/10/2019

A RELAÇÃO ENTRE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ESTRATÉGIA

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03/09/2019

O QUE PODEMOS APRENDER COM A HISTÓRIA DA ESCRAVIDÃO?



(Publicado em 04/09/2019)



Na primeira página do livro deveria estar escrito, com letras bem grandes: "Antes de entrar, liberte-se de todo e qualquer anacronismo. Não faça qualquer julgamento dos personagens baseado em valores do século XXI. O livro tratará de coisas que aconteceram há quase 600 anos. Os fatos ocorreram nos séculos XV, XVI e XVII (entre 1444 e 1695). Eram outros tempos. Os padrões morais eram outros. O que era aceito como razoável pelas pessoas era diferente.



Dito isto, é importante também um outro alerta, agora aos militantes de toda ordem, que estão esfregando as mãos achando que vão encontrar no livro alimento para as suas próprias convições: os fatos são o que são. É a história. Não importa se vai agradar ou desagradar a igreja, os movimentos de direita, os movimentos negros, os portugueses, os angolanos, paulistas, cariocas ou baianos. É apenas a história. E precisa ser bem contada, ponto.



O livro de Laurentino Gomes consegue cumprir esse objetivo de forma magistral. Como em todos os outros trabalhos do autor, o texto flui límpido, rápido e envolvente. Quando o leitor se dá conta, já conhece os personagens pelos nomes, já identifica os lugares e relaciona as datas. A história é contada como se fosse uma reportagem de revista semanal. Mas a grande diferença é a profundidade e a chuva de dados e números (alguns inéditos na literatura brasileira).

Trata-se um trabalho de pesquisa que durou 6 anos, com viagens ao redor do mundo e a contribuição de muita gente. Uma superprodução da literatura de não ficção, com certeza. E irá se juntar aos outros livros do autor, no podium de Clássicos da Literatura do Brasil.

A escravidão é um tema sensível, especialmente para os afrodescendentes (como eu) que sofreram e sofrem as consequências explícitas ou veladas daquele trágico período. Sem uma boa explicação é muito difícil entender o que aconteceu e por que aquelas coisas aconteceram.

O livro tem momentos tensos em que o relato é chocante e apresenta o que há de pior na natureza humana. Faz a gente lembrar do poema de Castro Alves: "Senhor Deus dos desgraçados! / Dizei-me vós, Senhor Deus! / Se é loucura… se é verdade / Tanto horror perante os céus?!"

Mas não fica nisso. Vai além. Aborda a questão da maneira mais abrangente, usando a mesma técnica já utilizada pelo autor nos livros 1808, 1822 e 1889, que é o de falar do mesmo fato diversas vezes, adotando pontos de vista ou analisando circunstâncias diferentes. O resultado é um livro que dá ao leitor um certo conforto e, por incrível que pareça, certa esperança na humanidade.

Conhecer a história é fundamental. Entender o que aconteceu e por que aconteceu é crucial, especialmente em questões como a escravidão, que produziu tantas consequências para a sociedade brasileira. Porém, por mais tocante que sejam as memórias (e as cicatrizes ainda vivas). É preciso lucidez para fazer desse passado um futuro melhor. Nisso eu não tenho dúvidas de que esse livro contribui de forma incontestável.





PS.1: Muito difícil escrever a resenha deste livro sem dar spoiler, o que é estranho, pois se trata de um livro de história. Mas existem muitas revelações ou abordagens que são surpreendentes e isso acontece em praticamente todo o livro. É só o que eu posso dizer.

PS.2: O livro termina com "requintes de crueldade". Nos últimos parágrafos, como se fosse o último capítulo de uma série de TV, o autor introduz o tema da próxima temporada, digo, do próximo livro da trilogia. A sensação do leitor é de abandono: "agora o que resta é esperar um ano até o lançamento do Volume II".




REFERÊNCIAS:
1) GOMES, Laurentino. ESCRAVIDÃO - do primeiro leilão de cativos em Portugal até morte de Zumbi dos Palmares. Rio de Janeiro: Globo Livros, 2019. 480p.
2) ALVES, Castro. O NAVIO NEGREIRO. Biblioteca Virtual de Literatura – http://biblio.com.br/defaultz.asp?link=http://biblio.com.br/conteudo/CastroAlves/navionegreiro.htm. Disponível em 03/09/2019




Imagem (fonte): Capa do Livro - Globo Livros






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PADILHA, Ênio. 2019

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25/07/2019

VAMOS DEFINIR OS TERMOS?

(Publicado em 25/07/2019)



Os meus livros tiveram prefácios de pessoas importantes, que sempre foram escolhidos por um critério específico: eram potenciais leitores do livro.

• Wilson Lang (Presidente do Confea - 1998 e 2000)
• Mauro Faccioni (Engenheiro e professor universitário)
• Comandante Rolim Amaro (Presidente da TAM - 1999)
• Luiz Lanznaster Júnior (Administrador e Comerciante)
• Sebastião Lauro Nau (Engenheiro e professor universitário)
• Osvaldo Pontalti (Arquiteto e Urbanista)
• Francisco Maia Neto (Presidente do IBAPE)
• Manoel Henrique Campos Botelho (autor do clássico “Concreto Armado Eu Te Amo”)
• Rodrigo Bandeira-de-Melo (Engenheiro, professor na FGV)
• Carlos Alberto Kita Xavier (Presidente do Crea-SC)
• Osvaldo José Maba (Professor universitário)
.
Agora, neste último trabalho, convidei meu querido amigo ALBERTO COSTA, consultor empresarial e palestrante. E convidei por uma razão muito importante. Ele é O SENHOR DAS PALAVRAS. É uma pessoa que respeita o significado das palavras e gosta dos termos corretamente definidos e bem aplicados. Então é a pessoa certa para ser o primeiro leitor deste livro, cujo objetivo é definir, explicar e exemplificar 40 dos conceitos mais importantes da Administração (especialmente aplicadas aos escritórios de Arquitetura e de Engenharia).

Com vocês, VAMOS DEFINIR OS TERMOS? o prefácio do Alberto Costa para o livro FUNDAMENTOS DE ADMINISTRAÇÃO PARA ESCRITÓRIOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA.



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