Notas de "NOTAS AUTOBIOGRÁFICAS"

06/07/2016

A HISTÓRIA DE UM VENCEDOR NO ESPORTE E NA VIDA

JOSÉ MARIA NUNES



Se hoje, perto de completar 70 anos, José Maria Nunes ainda fosse o Zeca, morasse num barraco simples, numa fazenda qualquer no interior de Santa Catarina e vivesse com os parcos recursos de uma aposentadoria minguada, enfrentando as dificuldades do analfabetismo e da pobreza absoluta... ele estaria apenas cumprindo o seu destino natural.

Mas ele mudou seu destino aos 18 anos, quando descobriu e foi descoberto pelo atletismo, em pleno Exército Brasileiro. Era então analfabeto e miserável.

As transformações na sua vida foram muitas e importantes. Mas elas não caíram do céu, não foram fáceis nem rápidas e nem foram apenas para ele. As vitórias pessoais de José Maria Nunes foram combustível para transformações na vida de muita gente.

O atleta campeão, o professor renomado e o profissional reverenciado que ele é hoje foi forjado em centenas de batalhas com todos os ingredientes de uma história brasileira, que combina sorte, azar, fama, brigas, política, dinheiro, família, mudanças de cidades e de trabalhos, adversários fortes, amigos importantes, fãs apaixonados, muito talento, muita disciplina… e muita luta.

Mas o que essa história tem de mais extraordinária, além do imenso talento de atleta campeão é a espetacular capacidade de se adaptar, de enfrentar e vencer desafios pessoais, conquistando centenas de medalhas e troféus, uma legião de fãs e seguidores, obtendo conhecimentos e diplomas universitários, conquistando posições de comando e liderança e, finalmente, o respeito de todos os que o conhecem e com ele convivem.

Tudo isso é a receita perfeita para um livro que certamente despertará o interesse de muitos leitores de Santa Catarina e do Brasil. Leitores que, nos anos 1970, não sabiam de onde tinha surgido aquele fenômeno que assombrou as pistas de atletismo. Leitores que hoje se perguntam: o que foi feito dele? O que ele fez, depois que parou de correr? E de muitos outros leitores que conhecerem o Professor Nunes depois de 1990 e que, talvez nem saibam que ele foi um grande campeão no atletismo.

Uma busca feita na internet em outubro de 2015 com o nome “José Maria Nunes” resultava (acredite!) nenhuma página com referências a este que ainda é o atleta vencedor do maior número de medalhas de ouro (atletismo masculino) dos Jogos Abertos de Santa Catarina, a competição mais importante do estado. Durante mais de uma década (de 1968 até 1982) José Maria Nunes imperou absoluto nas pistas e nas corridas de rua. Depois de encerrar a sua carreira de atleta e treinador de atletismo, seguiu sua trajetória de professor, tendo importante participação na implantação do IFTSC, unidade de Jaraguá do Sul. Mais tarde, já aposentado, continuou trabalhando na sua formação em Quiropraxia, com milhares de clientes na sua cidade (Jaraguá do Sul) e no estado de Santa Catarina.

Existe, portanto, uma legião de ex-alunos das escolas técnicas nas quais ele atuou, como professor e diretor, de pacientes da sua clínica de Quiropraxia e de pessoas que o conhecem de outros trabalhos sociais, e que não fazem ideia de que estão tratando de um campeão brasileiro e multi campeão de Santa Catarina. Além disso, não fazem ideia de que ele, aos 19 anos era analfabeto e aos 29 anos estava formado em um curso superior -- Educação Física (e que, depois disso, concluiu outros dois cursos superiores: Pedagogia e Administração Escolar e uma pós graduação em Educação Física).

Por essas razões entendemos que a história de José Maria Nunes, um vencedor, no esporte e na vida, merece ser contada. Merece ser conhecida de todos os catarinenses e brasileiros.

No que depender de mim, essa história será bem contada!

ÊNIO PADILHA
Engenheiro, professor, autor e ex-atleta (atletismo - 1975 a 1984)

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05/07/2016

JOSÉ MARIA NUNES - LANÇAMENTO EM FLORIANÓPOLIS

A música Victory, do grupo Two Steps From Hell parece ser a trilha perfeita para este breve vídeo de divulgação para o livro "JOSÉ MARIA NUNES - a história de um vencedor no esporte e na vida" cujo lançamento em Florianópolis acontecerá nesta quinta-feira, 7 de julho de 2016, no auditório do IEE - Instituto Estadual de Educação.
Atletas, ex-atletas, jornalistas, professores e fãs de atletismo estão convidados.





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19/05/2016

DISCURSO NO LANÇAMENTO DO LIVRO

(Publicado em 19/05/2016)



Transcrevo, abaixo, a integra do meu discurso de 10 minutos ontem, na cerimônia de lançamento do livro JOSÉ MARIA NUNES - a história de um vencedor no esporte e na vida



"Eu hoje estou realizando um sonho. Quem me conhece sabe disso. Eu escrevo profissionalmente (publico o que eu escrevo) há mais de 30 anos. Já tenho nove livros publicados. Este é o décimo. Mas eu sempre quis escrever uma biografia. Eu sempre quis escrever biografias. Histórias de pessoas ou de instituições. E sempre quis, especificamente, escrever a biografia do José Maria Nunes. Há, pelo menos, uns quinze anos que eu tenho dito isto a ele, sempre. Portanto, hoje eu estou realizando um sonho. Um sonho que eu sempre considerei muito importante.

E quando você realiza um sonho importante, como está acontecendo hoje, você tem de se perguntar "a quem eu devo isto? Quem me trouxe até aqui? Quem contribuiu para que eu pudesse estar aqui hoje comemorando essa coisa tão bacana?"

Vou enumerar. Me permitam. Vou começar com a minha família. A Áurea e a Ana Clara que estão presentes, a Maria Helena, que não está presente, mas que participou de tudo isso... agradecer por tudo, pela vida toda de comprometimentos e contribuições. Mas agradecer pelo carinho e pela compreensão, nesse episódio de produção deste livro. Especialmente nos últimos 5 meses, que eu fiquei meio que irreconhecível. Eu não tinha cabeça pra qualquer outra coisa. Eu não falava em outra coisa. Elas, coitadas, eram obrigadas a ler todas as coisas que eu escrevia, porque eu tinha de contar pra alguém cada nova descoberta, cada novidade que aparecia da garimpagem de informações.

Foi uma experiência muito rica a produção desse livro mas contou com a contribuição importantíssima das três. Áurea, Ana Clara, Maria Helena, beijo pra vocês.

Outras pessoas que eu preciso agradecer, porque foram fundamentais nesse processo, são as pessoas com as quais eu entrei em contato, durante a produção do livro. Pessoas que eu entrevistei, que me prestaram informações, algumas dessas pessoas abriram seus corações, contaram histórias, remexeram em arquivos físicos (as caixas de documentos e fotografias antigas) mas também nos seus arquivos emocionais. Tiveram que retornar a histórias, algumas que talvez até nem quisessem mais lembrar, mas fizeram esse esforço e eu tenho de agradecer muito, pela consideração e pelo fato de que essas pessoas perceberam a importância do trabalho que estava sendo feito e me ajudaram muito, muito muito.

Pessoas em situação muito confortável que poderiam perfeitamente ter ignorado os meus pedidos e não ter dado importância ao processo, interromperam suas atividades para me atender. Teve gente que, depois de ser entrevistado, foi procurado muitas outras vezes, para confirmar detalhes ou fornecer novas informações e, ainda assim, mantiveram a boa vontade. (Eu não vou citar nomes pra não ser injusto em caso de esquecimento de alguém, porque todos, sem exceção, foram muito atenciosos).

Quero agradecer também ao IFSC - Campus de Jaraguá do Sul, por nos permitir fazer o primeiro lançamento deste livro numa solenidade tão importante. Na abertura das comemorações dos 22 anos da escola, com a presença dessa Orquestra Sinfônica tão bacana, tão bonita, com um público maravilhoso. Isso é um presente que a escola está dando pra gente e nós agradecemos muito por isso.

Outro importante agradecimento é ao próprio José Maria Nunes. Quando eu fui convidado/designado para escrever o livro eu deixei algumas coisas estabelecidas. Ele não teria direito a interferir no que eu fosse escrever. Eu poderia escrever o que eu quisesse, da maneira que eu quisesse com a abordagem que eu entendesse ser a mais apropriada. Ele poderia, no máximo, vetar alguma coisa. Jamais acrescentar alguma coisa ou impor qualquer tipo de abordagem.

É importante dizer, aqui, que ele, em nenhum momento, pediu ou sugeriu qualquer mudança no texto original. Foi tudo muito tranquilo quanto a isso.
Logo que começaram as entrevistas ele já deve ter percebido "como é que a banda iria tocar". Foram 37 horas de entrevistas gravadas em vídeo (só com o José Maria Nunes) para se construir a história de base, a cronologia dos fatos.
Depois disso veio a pesquisa de documentos, depoimentos de outras pessoas, registros de revistas, jornais, amigos, conhecidos e por aí a fora.

O Nunes, com certeza, quando a gente iniciou o processo, ele não tinha uma noção clara do que seria aquilo nem do nível de profundidade que a coisa iria alcançar. Ele não tinha ideia de como ele teria de remexer nos seus arquivos (físicos e emocionais), de como ele teria de desenterrar histórias antigas. espremer a memória, lembrar os nomes de quem poderia confirmar as datas ou os fatos...

Algumas vezes a mesma história surgia novamente, com muito mais luzes, por conta de algum detalhe recém descoberto (ou desencavado em algum arquivo ou na informação fornecida por algum entrevistado) e isto ia tornando a descrição cada vez mais rica.

É necessário agradecer ao Nunes pelo esforço que ele fez nesse processo todo, para que a pesquisa caminhasse no ritmo necessário. E agradecer, sobretudo, a confiança que ele teve em mim. Por me permitir escrever. E me permitir escrever da forma como eu pude escrever.

Essa confiança que o Nunes teve em mim, eu recebi também da família dele. E quero agradecer aqui, publicamente. O João, o Tião, a Helena as outras irmãs e irmãos, a mãe dele. Eu percebi, eu senti uma confiança imensa no meu trabalho. Eu sentia neles uma certeza de que eu estava fazendo o melhor que podia ser feito para que a história fosse bem contada. Em momento algum nenhum deles fez qualquer comentário que denotasse qualquer nível de dúvida sobre o que estava sendo pesquisado e escrito. E é importante dizer que eu estava contando a história deles também. Seria, portanto, aceitável e razoável qualquer nível de preocupação nesse sentido. A eles o que eu tenho a dizer é "muito obrigado pela confiança. Foi muito importante."

Agora vamos ao livro. Eu sempre achei a história do Nunes uma história espetacular. Uma história fantástica! Uma história que merecia ser contada. Mais do que isso. Eu achava que a história merecia ser bem contada. Porque o Nunes tem múltiplas histórias. Muita gente conhece o Nunes atleta. Muita gente conhece o Nunes professor, muita gente conhece o Nunes da política, outros só o conheceram agora, nas atividades na área da saúde. Muito pouca gente conhece a história toda. Pra conseguir entender as razões que o levaram a tomar essa ou aquela decisão. A assumir este ou aquele comportamento em determinadas circunstâncias.

Alguns atletas, que foram contemporâneos do Nunes, que dividiam a pista com ele, disputando os troféus e as medalhas, muitas vezes não sabiam (e não sabem até hoje) qual é a história por trás daquele atleta campeão. As pessoas que trabalharam até recentemente com ele, na área da educação e que hoje se relacionam com ele, na área da saúde, algumas vezes nem sabem que ele foi um grande campeão. E, quando sabem, não dimensionam corretamente o que isso significa.

A história dele é muito rica. Uma história com muitas revoluções. E a maioria dessas revoluções (e isso, talvez, seja a coisa que mais me fascina) são revoluções pela educação. Ele realmente acredita na educação. Ele é a prova viva de que a educação faz a diferença. Ele conseguiu, de fato, resgatar uma família. Mas muito mais do que isso. Temos aqui, nesse auditório algumas testemunhas (eu sou uma dessas testemunhas) de quantas outras pessoas foram resgatadas e tão ajudadas quanto os seus próprios familiares. No livro eu conto, em duas páginas, o meu caso. De como ele me acolheu na casa dele, num momento em que eu não tinha nenhum valor para ele como atleta ou como o que quer que fosse. Ele não tinha nada a ganhar comigo, naquele momento. Mas me ajudou mesmo assim.

Mais tarde eu vim a descobrir que ele fazia isso sempre, com muita gente. Na minha pesquisa eu descobri inúmeras pessoas que ele levou para morar na casa dele, em momentos de dificuldades. Ele ajudou, ele arrumou casa, ele arrumou emprego, ele ajeitou a vida... centenas de pessoas. Ele tem uma generosidade absurda! Uma vontade de contribuir enorme.

As vezes, pelo ímpeto com que ele se lança aos seus desafios ele pode não ter sido bem compreendido. Mas eu tive a felicidade de perceber, durante as conversas com alguns dos entrevistados que, ao tomarem conhecimento de outros fatos ou tendo sido informados de forma mais clara das circunstâncias em que determinadas coisas aconteceram, buscaram fazer uma reflexão ou fazer uma revisão sobre os pontos de vistas já cristalizados. Achei isso muito bacana.

Muita gente (viu, Nunes?), nesses últimos dois ou três dias, entraram em contato comigo, porque não poderiam estar aqui hoje. Eles diziam, "por favor, diga pro Nunes que, se eu pudesse estaria lá. Diz pra ele que não foi por falta de vontade ou de interesse..." ou seja, essas pessoas queriam mesmo estar aqui hoje. Infelizmente, não foi possível para todos. Mas, certamente haverá outras oportunidades. Pessoas como o Paulo Cesar Zimmer, o Otmar Lothar Welsch, que tiveram passagens marcantes na carreira do Nunes, como atletas, como professores, como treinadores de atletismo e assim, muitas outras pessoas.

Mas nós valorizamos muito as pessoas que puderam estar aqui hoje. Que saÍram do conforto de suas casas e vieram prestigiar esse evento. Agradecemos muito.

Eu espero que vocês gostem do livro. Tenham certeza de que o livro foi escrito com muita paixão, com muita vontade de fazer um texto limpo, certeiro e que, efetivamente contasse a história toda e que contasse cada uma das etapas, cada uma das transformações pelas quais ele passou bem como as consequências que essas transformações tiveram pra ele e para todas as pessoas que tiveram (e têm, ainda) o privilégio de conviver com ele e de usufruir dessa generosidade que ele dispensa ao mundo inteiro.

Muito obrigado"



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2016 ---Administração ---Financeira

16/05/2016

O DÉCIMO LIVRO DE ÊNIO PADILHA

Nesta semana (quarta-feira, dia 18) será lançado em Jaraguá do Sul (SC) o 10º livro de Ênio Padilha.
JOSÉ MARIA NUNES - A história de um vencedor, no esporte e na vida conta a trajetória do menino Zeca, que na infância e adolescência foi trabalhador rural no interior de Santa Catarina e que, aos 18 anos, foi para o Exército Brasileiro em busca de um novo horizonte. Descobriu e foi descoberto pelo atletismo, transformando-se num grande campeão brasileiro; Tornou-se, depois um renomado treinador que descobriu e lançou grandes nomes do atletismo, um professor reconhecido e lembrado por muitos cidadãos brasileiros que ele ajudou a construir e um profissional reverenciado por muitas e importantes pessoas da sociedade catarinense. O livro tem o objetivo de mostrar os momentos que foram emblemáticos e decisivos dessa trajetória.



Para obter mais informações visite www.josemarianunes.com.br

Comentário do Ênio PadilhaEU SEMPRE QUIS ESCREVER UMA BIOGRAFIA
Adoro História e meus livros preferidos são as biografias. Sempre quis me tornar um biógrafo, contar histórias (de pessoas ou de instituições). Meus amigos sabem disso. Era um sonho antigo para o qual eu vinha me preparando.
Em outubro do ano passado concretizou-se uma oportunidade na qual já estava trabalhando desde 2009: fui convidado para escrever a biografia de José Maria Nunes, um grande nome do atletismo e da Educação em Santa Catarina e do Brasil.

Nunes nasceu em Campos Novos, interior de Santa Catarina. Era um dos 14 filhos de um casal de lavradores. Chegou aos 18 anos miserável e analfabeto, trabalhando em regime de semi-escravidão (sem carteira assinada, sem salário e sem benefícios sociais) em uma fazenda de Joaçaba. Foi para o exército em 1968 e lá foi descoberto para o Atletismo. Começava ali uma carreira vencedora e longa.

Foi campeão imbatível em Santa Catarina durante praticamente uma década inteira. Foi campeão e recordista brasileiro. Representou o país em competições internacionais. Tornou-se uma lenda do esporte e conquistou uma legião de admiradores e fãs, inclusive entre os seus adversários.

Se Nunes tivesse sido "apenas" um grande campeão nas pistas de atletismo, já haveria motivo para escrever um livro sobre a sua trajetória. Mas ele foi além: tornou-se um professor (formou-se em três cursos superiores) e treinador de atletismo, descobriu e desenvolveu grandes atletas (alguns chegaram aos Jogos Olímpicos). Atuou na formação técnica de jovens sendo o responsável pela instalação e o primeiro diretor da Escola Técnica Federal de Santa Catarina em Jaraguá do Sul (atual IFSC).

Depois dos 50 anos, tornou-se um bem-sucedido profissional na área da saúde alternativa, atuando com Quiropraxia já tendo atendido mais de 15 mil pacientes nos últimos 15 anos.

José Maria Nunes construiu, ao longo de seis décadas de vida, uma história belíssima de lutas e vitórias que merecem ser conhecidas pelos catarinenses e brasileiros que apreciam a perseverança, a coragem, a luta e a superação.

Nesses últimos meses tenho conversado com muita gente, entrevistado pessoas, revirado arquivos em coleções de jornais e revistas. Tive acesso a boletins de competições esportivas importantes (entre 1968 e 1985) e consegui garimpar muitas informações interessantes. O livro estará cheio delas.


Visite a página : www.josemarianunes.com.br e deixe o seu depoimento.

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02/03/2016

QUEM PODERÁ NOS DEFENDER?

(Publicado em 02/02/2016)




(foto do dia 13 de julho de 2015, quando o projeto foi apresentado ao Confea, em Brasília)



No ano passado, em julho, lancei o livro MANUAL DO ENGENHEIRO RECÉM-FORMADO. O Crea-SC assumiu a primeira edição e contribuiu para que o livro se tornasse um sucesso. Em seguida, no mês de agosto, a Editora OitoNoveTrês lançou a segunda edição que está disponível para venda no site www.oitonovetres.com.br/loja.

Antes mesmo de ser lançada a segunda edição, alguns amigos sugeriram que um livro dessa natureza poderia (ou deveria) ser abraçado pelo Confea e distribuído entre os profissionais recém-formados no país.

Elaborei, então, uma proposta para o Confea, que foi apresentada em julho do ano passado. Os valores propostos eram muito acessíveis e muito abaixo de valores que seriam eventualmente praticados num contrato dessa natureza, se fosse feito a uma editora convencional.
A proposta foi muito bem recebida. Passou por todas as comissões internas do Confea. Todas aprovaram e recomendaram a publicação.
A negociação, no entanto, não avançava. O Confea estava demorando para dar uma resposta definitiva. Entrei em contato com eles diversas vezes. Informalmente, me pediram apenas que tivesse paciência e que eu não deveria propor a edição para nenhuma outra instituição (especialmente, para determinados Creas). Enfim. Tive paciência. Esperei, por longos nove meses. NOVE MESES!

Na semana passada recebi um lacônico comunicado (Ofício 0350) assinado pelo Chefe interino do Gabinete da Presidência. Dizendo que "a proposta foi objeto de análise da Procuradoria Jurídica do Confea, a qual concluiu pela impossibilidade de contratação por inexigibilidade de licitação, tendo em vista não atender aos requisitos previstos na lei 8666/93"

Ei! Precisavam de nove meses para isto? Não poderiam ter dado esta resposta em duas semanas? E me deixar livre para negociar o meu produto com outras instituições?

Que nível de eficiência é essa?

Outra coisa: "impossibilidade de contratação por inexigibilidade de licitação"? Sério?

Quantos autores existem, no Brasil, escrevendo sobre Gestão de Carreira e Gestão de Negócios para Engenheiros? E, especificamente, para "engenheiros recém-formados", quantos livros existem no Brasil?

Quantos autores existem no Brasil com mais de 9 livros publicados sobre esses temas? Quantos desses já venderam mais de 43 mil exemplares? Quantos já apresentaram mais de 500 cursos e palestras em TODOS os estados brasileiros?

Como assim, licitação? Para adquirir uma coisa que é ÚNICA?

Se uma instituição como o Confea não pode fazer um investimento (a valores absolutamente irrisórios) para dar aos profissionais recém-formados (o futuro do sistema profissional) um conjunto de orientações básicas para que iniciem "com o pé direito" as suas carreiras, quem poderá fazê-lo?

Ou, como ouvimos muitas vezes nos programas do Chapolin Colorado, "Quem poderá nos defender?"



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2016 ---Confea ---Crea

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04/01/2016

VINTE ANOS NA INTERNET

(Publicado em 04/01/2016)



No Brasil a internet existe desde o início dos anos 1990 e hoje ocupa um espaço considerável dos recursos de comunicação e produtividade para muitos profissionais e empresas.

Mas Nem sempre foi assim. Em 1996 muito pouca coisa acontecia na internet: Gilberto Gil lançou uma música pela rede e aquilo foi um acontecimento que rendeu manchetes em muitos jornais e na TV. Somente em 1996 foram lançados os primeiros sites de grandes empresas; Bandas como Biquini Cavadão e Barão Vermelho foram os primeiros (em 1996) a entrar no ar; o portal UOL foi lançado naquele ano (e é o mais antigo entre os atualmente existentes). Em 1996 nem havia consenso sobre a internet. Ainda era grande o número de pessoas que acreditavam que aquilo não passava de uma moda passageira.

Foi naquele contexto, em outubro de 1996 que o nosso escritório de Engenharia (Trifase) lançou sua home page, no endereço http://www.netuno.com.br/~trifase. Na época o site foi hospedado num provedor de Jaraguá do Sul. Foi o primeiro site de Engenharia de Santa Catarina. E, seguramente, um dos primeiros do Brasil.

Em 1998, quando mudei de "Projetos e Consultorias técnicas" para "Cursos, Palestras e Livros", o site passou a se chamar www.eniopadilha.eng.br, mas mantinha a mesma forma e estrutura do site antigo.

Em 2000, com a mudança para Balneário Camboriú, houve a primeira evolução para a estrutura de frames e atualizações mais frequentes.
E o endereço mudou para o atual: www.eniopadilha.com.br.

Com poucas modificações, este site funcionou até agosto de 2006, quando entrou em uma nova fase, com várias e importantes novidades:
• Passou a ser produzido por uma empresa de profissionais (a Área Local)
• Passou a ser administrável;
• Passou a ser atualizado diariamente
• Passou a admitir a participação dos leitores, com espaço para comentários nos posts.
• Foram criados espaços como a Biblioteca (ainda existente) e a Sala dos Professores (extinta em 2010);
• Criação da Loja Virtual (que agora está no site da editora OitoNoveTrês).

Nesses últimos dez anos nosso site passou por diversas "reformas", com atualizações na tecnologia e revisões na política editorial.

E assim chegamos aos 20 anos enfrentando a febre das redes sociais (especialmente o Facebook) que se transformaram em máquinas de triturar blogs e sites. Ainda assim, seguimos apresentando números bem satisfatórios:

• Tivemos 264.988 visitas no período de 01/01/2015 a 31/12/2015 (visitantes únicos)

• Os banners de publicidade do site tiveram mais de 5000 clics em 2015;

• O site mantêm-se economicamente viável (está se pagando).


NOVA FASE
A partir deste ano de 2016 teremos duas pequenas alterações na nossa política editorial:

• PÚBLICO DE INTERESSE: Arquitetos e Engenheiros que atuam em pequenos ou médios escritórios de Arquitetura e Engenharia (como proprietários, sócios ou empregados)

• TEMAS DE INTERESSE: (1) Gestão de carreira; (2) Gestão de Marca Pessoal; (3) Administração de Escritórios; (4) Valorização Profissional.

Embora o publico-alvo do nosso site seja formado por Engenheiros e Arquitetos e demais profissionais da área tecnológica, TODOS SÃO MUITO BEM-VINDOS.

Sintam-se em casa (e deixem seus recados)



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2016 ---Novo site

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19/12/2015

ARTIGOS INÉDITOS DE 2015

• SOBRE A ARTE DE ESCREVER
(um recado aos editores, diagramadores, revisores...)



(05/01/2015)



As pessoas que (além do autor) trabalham na produção de um livro (editores, diagramadores, revisores) precisam entender que não estão trabalhando com uma forma comum de manifestação artística ou intelectual. Não se trata de arte plástica nem de arte cênica.

Ler não é uma atividade NATURAL. Uma pessoa nasce, cresce e, mesmo sem ser ensinada, desenvolve a visão, a audição e o tato. Mas a leitura necessita ser ensinada e aprendida.



(Ler o texto completo...)



• OS DIREITOS DO AUTOR E A PIRATARIA NA INTERNET



(15/01/2015)



"Caiu na rede é peixe!”
Este comentário, de um dos meus amigos no facebook, definia, na semana passada, a regra geral dos direitos autorais na internet. Segundo esse meu amigo, uma vez que uma determinada coisa tenha sido publicada na rede, não cabe mais chororô. É de quem chegar primeiro.

Eu disse "ôôôpaaa! Peraí. Não é bem assim”. Eu sei que muita gente realmente pensa que na internet ninguém é de ninguém, mas isso é só impressão. Na verdade, muitas regras do mundo “real” continuam valendo no mundo virtual. A questão dos direitos do autor sobre a propriedade intelectual é uma delas.



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• VENDE-SE PROJETOS (PADRÃO) DE ARQUITETURA



(16/01/2015)



No ano passado fui contratado para fazer uma palestra num evento de arquitetos. Na verdade, o seminário era organizado e promovido pelo CAU local. Eu faria a segunda palestra. Antes de mim seria apresentada uma palestra sobre Empreendedorismo e Inovação na Arquitetura, por uma palestrante que representava o SEBRAE.

Como sempre, nesses casos, cheguei cedo e pude ver a palestra inicial. Nada de mais. Apenas aquele bla-bla-blá de quem pesquisou no google e os inevitáveis videozinhos manjados do YouTube (tenho horror a isso!).



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• UMA NOTA SOBRE O AEROPORTO SANTOS DUMONT,
NO RIO DE JANEIRO.



(26/01/2015)



Desde 1565 há uma coisa que se sabe a respeito do Rio de Janeiro: o sol é forte. O calor é intenso. A expressão “Rio 40 graus” não surgiu por acaso.
Tendo isso como FATO, qual seria a melhor solução de arquitetura para um aeroporto? Os arquitetos responsáveis pelo projeto do novo aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro não tiveram dúvidas: uma estufa!



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• O QUE FAZER SE A FACULDADE QUE EU FIZ ERA RUIM?



(28/01/2015)



Prezado professor Ênio Padilha.
Sou Técnico em Edificações por uma Instituição Federal e estudante do curso de Engenharia Civil de uma IES privada no meu estado, estou a caminho do quinto semestre e uma duvida tem tirado meu sono desde que passei no vestibular, sou bolsista do Programa Universidade para todos(ProUni) e também passei em outros dois vestibulares para o mesmo curso em Universidades Federais, optei por cursar em uma Instituição privada por influência de amigos que já cursavam em faculdades particulares e que me afirmavam ser o melhor pois poderia começar a estagiar desde cedo adquirindo mais experiência.



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• EM QUAL PROFISSÃO POSSO TER PAZ E TRANQUILIDADE?



(12/02/2015)



Olá Professor,

Eu gosto de paz, tranquilidade. Qual carreira devo seguir? Odontologia?



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• MODELO DE NEGÓCIO E PLANO DE NEGÓCIO



(05/03/2015)



Quando eu comecei a estudar os conceitos de Plano de Negócio e Modelo de Negócio uma coisa me chamou atenção: o fato de que muitos consultores confundem uma coisa com a outra. Pior: ensinam que é possível, por exemplo, substituir o Plano de Negócio pelo Modelo de negócio, como se fosse a mesma coisa (ou coisas semelhantes).



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• FACULDADE É PRA APRENDER TEORIA



(06/03/2015)



Minha opinião sobre este assunto contraria meio mundo. Ou melhor, contraria quase todo mundo: eu defendo o ensino de mais teoria e menos prática nas faculdades de Engenharia e Arquitetura.

Não. Não pare de ler, por favor. Nem me atire pedras antes de dar um pouquinho de atenção aos meus argumentos.



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• EXAME DE ORDEM NA ENGENHARIA, JÁ



(09/03/2015)



Nessa eu sou voto vencido. Há muito anos defendo que a Engenharia deveria ter um exame de acesso ao registro no Crea, como é feito pela OAB.
A proposta tem sido apresentada sistematicamente em todas as edições do Congresso Nacional de Profissionais do Sistema Confea/Crea. E tem sido, sistematicamente massacrada.
Nem mesmo a proliferação de escolas de engenharia de qualidade duvidosa, geridas por instituições flagrantemente “caça-níqueis” é capaz de alterar a disposição dos nossos “legisladores” para mudar essa regra. Ainda será necessário muito prédio cair até que a luz vermelha acenda e pisque no Sistema Profissional.



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• MARCA BRASIL - DEZ ANOS



(20/03/2015)



Em Fevereiro de 2005 (quando o governo Lula surfava na mais alta popularidade) eu escrevi isso aí, no meu site:
O governo brasileiro perdeu uma grande oportunidade de economizar dinheiro público. Gastou uma fortuna com pesquisa e designers para compor uma marca visual que represente o país no exterior, servindo como indicador de procedência, especialmente para os produtos exportados.

Passados 10 anos, fica uma pergunta. A tal marca Brasil valeu o investimento? Foi adotada pela indústria, pelo comercio e pelas operadoras de turismo no mundo? Os brasileiros que viajam para o exterior usam essa marca? são identificados com ela? Já viram alguma vez?
Os brasileiros que moram no exterior, costumam ver essa marca nos restaurantes ou nos supermercados ou nas lojas, identificando os produtos brasileiros?



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• POSSIBILIDADES NA CARREIRA PARA ARQUITETOS



(23/03/2015)



Desde 2009 tenho apresentado um curso de 16 horas sobre GESTÃO DE CARREIRA E MARCA PESSOAL (para Arquitetos e Engenheiros), que também é uma aula em curso de pós graduação (que já foi ministrada para mais de 60 turmas).

Um dos tópicos abordados nesta aula discorre sobre as alternativas de exercício profissional que se apresentam aos arquitetos, assim que eles terminam a faculdade. Sempre percebo uma certa surpresa (principalmente dos mais jovens). Eles não imaginam que tem tanto mundo e tantas oportunidades pela frente.

Eu divido a coisa em duas abordagens: (1) o “modelo de negócio” e a especialidade ou área de atuação.



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• OS INOVADORES (livro de Walter Isaacson)



(06/04/2015)



Primeiro, é importante dizer que a minha literatura preferida (nos últimos anos) tem sido história econômica e biografias. Só por isso Walter Isaacson já é candidato a meu autor favorito, uma vez que a maior parte dos livros que ele escreve são biografias.

Neste livro, em particular, o que encontramos é uma coleção completa de biografias encadeadas e unidas por um fio condutor, uma coincidência de interesses: a inovação nas tecnologias que sustentam a ciência da computação. Um prato cheio. Cheio e saboroso, posso garantir.



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• OS CONGRESSOS VIRTUAIS



(15/04/2015)



Em 1996 eu dirigia o meu escritório de Engenharia Elétrica em Jaraguá do Sul-SC e estava envolvido numa negociação de um projeto elétrico para um edifício grande a ser construído na cidade. O cliente, uma importante construtora da região, tinha um negociador duro cujo objetivo, evidentemente, era baixar o meu preço de qualquer maneira.

Esgotada a "série básica" de argumentos ele começou a tentar me convencer de que fazer aquele projeto (importante) seria muito bom para o marketing da minha empresa e que a divulgação obtida deveria ser entendida como parte do meu pagamento.



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• O FACEBOOK E A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS



(30/04/2015)



Eu sou um internauta de primeira hora. Em 1994 já utilizava o "Boletim Eletrônico" da FURB, recurso pré internet que eu compartilhava, por curiosidade tecnológica, com meu amigo Paulo Grunwald, de Rio do Sul. Quando a Internet finalmente chegou a minha cidade (Jaraguá do Sul-SC) em 1996, eu entrei na primeira semana. Meu escritório abriu uma "home page" imediatamente e tornou-se a primeira empresa de Engenharia de Santa Catarina a ter um endereço na web.



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• PIERRE BOULLE, SUAS PONTES E MACACOS.



(21/05/2015)



Os mais jovens talvez nunca tenham ouvido falar de Pierre Boulle. Os mais velhos dificilmente ligarão o nome à pessoa. Mas todos, provavelmente já tiveram contato com a sua obra. Ele é o autor dos livros que resultaram em dois grandes clássicos da história do cinema: "A Ponte do Rio Kwai" e "O Planeta dos Macacos".

Na semana passada estava numa livraria de aeroporto e me deparei com uma edição especial com o texto original do livro "O Planeta dos Macacos" escrito em 1963, contendo ainda uma entrevista do autor à revista Cinefantastique em 1972 e um artigo escrito por Hugh Schofield (para a BBC News Paris) sobre o grande sucesso do filme original (em 1968) e de suas sequências (nos primeiros anos da década de 1970). Comprei, evidentemente, com o entusiasmo de uma criança que encontra numa loja o boneco do seu super herói.



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• DO ARTESÃO AO STAKEHOLDER
Quinhentos anos de história nas relações de mercado



(18/06/2015)




Antes do século XV toda a produção de bens de consumo era artesanal. Qualquer coisa que se quisesse obter, fosse um tecido, um móvel, um artefato de cozinha ou uma ferramenta, teria de ser produzida inteiramente por uma única pessoa. As relações de mercado eram individuais. Um a um. Cada comprador/consumidor negociava diretamente com o fornecedor/fabricante.

No fim da idade média por volta de 1500 o artesanato foi substituído pela manufatura, o processo no qual o trabalho de produzir alguma coisa é dividido entre várias pessoas. Foi um grande avanço na forma de produção e organização do trabalho e também permitiu que um número maior de pessoas pudesse ter acesso aos bens de consumo, antes acessíveis apenas aos nobres e senhores feudais. O comprador negociava com o fornecedor, que, no caso, era o pessoa que reunia, organizava e comandava os fabricantes. A produção aumentou, mas havia uma demanda pelos produtos que era, ainda, muito maior do que a oferta possível, o que mantinha os preços altos e a posse desses bens de consumo um privilégio das famílias mais abastadas.



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• CARGOS E FUNÇÕES NUM PEQUENO ESCRITÓRIO DE ARQUITETURA
OU DE ENGENHARIA



(22/06/2015)



Não importa quantas pessoas efetivamente trabalham no seu escritório. A primeira coisa que você precisa fazer é organizar os Cargos e Funções para distribuir as tarefas e responsabilidades de forma inteligente e produtiva.

Os cargos e funções típicos de um pequeno escritório de Arquitetura ou de Engenharia são:



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• UM MANUAL PARA O ENGENHEIRO DO SÉCULO XXI



(29/06/2015)



Em 2009 eu fui convidado para dar aula em um curso de pós-graduação para arquitetos, engenheiros e designers de interiores. A disciplina: Gestão de Carreira e Marca Pessoal. Tema fascinante, um desafio que me permitiu mergulhar na literatura sobre o tema e estudar casos e mais casos de profissionais (recém-formados e veteranos) e suas jornadas vencedoras (ou nem tanto).

Aos poucos fui começando a perceber um fenômeno recorrente: muitas pessoas, num determinado ponto da carreira, buscavam obter (sem sucesso) resultados que só seriam possíveis se determinadas ações ou comportamentos tivessem ocorrido muitos anos antes.



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• AS ILUSTRAÇÕES DO MANUAL



(01/07/2015)



Convidei um grande amigo para fazer as ilustrações do meu mais novo livro, MANUAL DO ENGENHEIRO RECÉM-FORMADO, que será lançado pelo Crea-SC no próximo dia 17 de julho.

Dá só uma olhada: (abaixo de cada ilustração estão os tópicos do capítulo)



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• HOMENAGEADOS NO MEU NOVO LIVRO



(06/07/2015)



Em cada um dos meus livros busco homenagear pessoas que sejam importantes e que tenham alguma relação com o tema do trabalho. Neste novo MANUAL DO ENGENHEIRO RECÉM-FORMADO, cuja primeira edição será lançada pelo Crea-SC no dia 17/07/2015, em Florianópolis, resolvi homenagear oito profissionais que foram muito importantes para os primeiros anos da minha formação de profissional da engenharia.
A maioria deles não conhece todos os outros nomes da lista. Por isto escrevi a eles um e-mail, com o objetivo de apresentar uns aos outros.
Como eu gostei do resultado, resolvi publicar aqui para, enfim, apresentar a todos os meus amigos e leitores esse time especial de seres humanos.
Antes, é importante dizer, a lista no livro foi apresenta pela ordem cronológica da "entrada em cena" de cada um na minha carreira profissional.



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• UM MANUAL PARA ENGENHEIRO DO SÉCULO XXI (2)



(17/07/2015)



Não tá fácil pra ninguém. Imagina para os recém-formados da área de Engenharia!

Ingressar no mercado de trabalho nos dias de hoje é uma tarefa muito complicada. Existem dificuldades reais na economia do país e um clima de insegurança para os investimentos de empresas e financiadores. E os engenheiros (de qualquer área) precisam de um ambiente de planejamento e investimentos. A percepção de crise que permeia a sociedade não é uma coisa boa para quem está iniciando uma carreira na engenharia.



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• CANDANGO OLÍMPICO



(15/08/2015)



Se você é fã de atletismo, se acompanhou a trajetória de Joaquim Cruz, nos anos 1980... prepare o seu coração antes de começar a ler MATADOR DE DRAGÕES, biografia do atleta, escrito pelo jornalista Rafael De Marco (Editora Multiesportes, 2015, 395 páginas).



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• ABRE TEU OLHO, COLEGA ARQUITETO



(15/08/2015)



Lá pelos idos de 1989 um colega me recomendou (entusiasmado) a leitura do livro “GANHAR”, uma autobiografia do empresário francês Bernard Tapie, que, na época, era presidente da Adidas, marca alemã de material esportivo.

Li, mas não gostei. O que estava escrito no livro causava em mim um certo desconforto. As soluções e os caminhos apontados pelo autor como as melhores alternativas para conduzir os negócios (e a vida), ainda que surtissem efetivos resultados para os negócios do autor, me pareciam transitar perigosamente próximas do estelionato, da deslealdade, da ganância e da mesquinharia.



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• VITÓRIA DO ESPÍRITO EMPREENDEDOR



(08/11/2015)



Alguns colegas arquitetos e engenheiros, sócios do escritório UrbemRB de Rio Branco, capital do Acre, queriam fazer o nosso curso de ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA. Como não encontraram interesse nem apoio de nenhuma instituição ou empresa eles resolveram fazer o que os empreendedores fazem: REALIZAR



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• DEU NA TÉCHNE!



(08/11/2015)



A edição de outubro da mais importante revista brasileira de Engenharia traz uma divulgação do nosso livro MANUAL DO ENGENHEIRO RECÉM-FORMADO.

Agradecemos pela publicação. Estamos muito honrados.



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• SERÁ QUE A HISTÓRIA ESTÁ SE REPETINDO?



(18/11/2015)



Até muito pouco tempo existia aqui em Balneário Camboriú uma coisa que eu chamava de "Monumento à Corrupção". A verba saiu, mas a ponte nunca foi construída (apenas os pilares de uma das cabeceiras). Custou a carreira política do prefeito. Bem feito!
Corta para 2015. O que temos, no mesmo lugar onde teria sido construída a famigerada Ponte Presidente Figueiredo? Uma obra que está ali, quase pronta, com as suas duas torres ligadas por uma passarela erguida a mais de 25 metros de altura (sem rampas nem alças de acesso).

Vou resumir a história para não encher o saco do leitor com detalhes desnecessários: já se vão quatro anos (quase três vezes o prazo previsto), e já há quem fale que o custo já está batendo nos 50 milhões. Pior: já há quem fale que a obra nunca será concluída, à exemplo de sua finada antecessora, porque meio mundo já foi preso e está respondendo a processos por corrupção, desvios de verbas e outras práticas, infelizmente muito comuns por aqui.

Será que a história está se repetindo?



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• DOIS MANUAIS PARA OS ARQUITETOS



(16/12/2015)



IMAGINA VOCÊ LANÇAR UM LIVRO, PARA ARQUITETOS, E DESCOBRIR, UMA SEMANA DEPOIS, QUE O CAU/BR LANÇOU OUTRO LIVRO IGUAL AO SEU.

Essa foi a primeira sensação que a gente teve ao saber do lançamento do livro MANUAL DO ARQUITETO E URBANISTA, uma publicação do CAU/BR - Conselho de Arquitetura e Urbanismo.



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• SEGUNDA CARTA PARA MARIA HELENA



(18/12/2015)



A segunda carta de um pai coruja, encantado e apaixonado, no dia que a filha recebe o diploma de Arquiteta e Urbanista na UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina.
(se você for pai, mãe ou irmã de um formando, vai curtir. Senão, deixa pra lá)



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Comentários?

19/11/2015

FELIZ ANIVERSÁRIO ÊNIO PADILHA



Comentário do Ênio Padilha

Chegar no aeroporto, cinco da manhã, abrir o computador e descobrir que o seu próprio site foi "invadido"... não tem preço.
Meu time é ótimo. Beijo pra todas.

08/11/2015

VITÓRIA DO ESPÍRITO EMPREENDEDOR

(Publicado em 08/11/2015)



Alguns colegas arquitetos e engenheiros, sócios do escritório UrbemRB de Rio Branco, capital do Acre, queriam fazer o nosso curso de ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA. Como não encontraram interesse nem apoio de nenhuma instituição ou empresa eles resolveram fazer o que os empreendedores fazem: REALIZAR

Entraram em contato com a OitoNoveTrês Produções e propuseram uma parceria para a realização do curso em Rio Branco. A OitoNoveTrês entrou com o sistema de Gestão do Evento (ARCOS) e a UrbemRB entrou com o empenho e todas as tarefas da Organização Local As duas empresas assumiram os riscos da realização do evento, embora os riscos maiores eram da UrbemRB.

Havia, sim, a possibilidade de não dar certo. Mas deu. Eles fizeram um trabalho sensacional e conseguiram a façanha de lotar a turma e gerar até uma fila de espera (alguns colegas, infelizmente, deixaram para fazer inscrição nos últimos dias e a porta já estava fechada).

O evento foi um sucesso TOTAL. Casa cheia, avaliação positiva dos participantes, lucro no caixa e a certeza de que, quando um trabalho é entregue para um grupo de empreendedores de verdade, a coisa anda e acontece.

Agradeço a confiança e dou meus mais sinceros parabéns para a equipe da UrbemRB pelo sucesso da empreitada.
• Anderson Amaro Lopes de Almeida
• Leandro Rocha
• Marco Otsubo
• Kim Robson
• Dannya Coutinho
• Patrícia Messias

Show de bola! Ano que vem tem mais.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2015 ---Administração ---Empreendedorismo



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08/09/2015

ARQUITETO 1.0
Um manual para o profissional recém-formado

(Publicado em 08/09/2015)



O novo projeto da OitoNoveTrês Editora já está em fase final de produção.
Uma parceria muito produtiva entre o engenheiro catarinense Ênio Padilha e o arquiteto paulista Jean Tosetto e alguns meses de trabalho intenso resultou em um livro prontinho pra entrar em produção gráfica. O lançamento está marcado para o dia 30/11/2015, uma segunda-feira.

Clique sobre a imagem abaixo para obter mais informações no hotsite do livro (e acompanhar a nossa contagem regressiva)

autores: Jean Tosetto e Ênio Padilha
ilustrações: Fernando Rebelo
prefácio: Alan Cury
capa: Helena Loch e Jean Tosetto
apresentação: Dorys Daher
foto na 4a capa: Alberto Ruy
produção executiva: Áurea Loch
projeto gráfico: Marcio Shalinski e Ênio Padilha
revisão gramatical e ortográfica: Bernadete Zucco
diagramação: Márcio Schalinski
revisão editorial: Clara Padilha
impressão e acabamentos: Gráfica Pallotti
Editora: OitoNoveTrês Editora
ISBN: 978 85 67657 028







• 176 páginas - formato 150 x 210 mm;
• Capa, com orelhas: Cores 4X0 Papel Supremo, fsc 250g/m²;
• Plastificação fosca e verniz localizado;
• Miolo: Cores 1X1 Papel Polen Bold Natural 90g/m²;
• Acabamento do miolo: costurado, prensado e cortado.



Veja mais detalhes no HOTSITE DO LIVRO



Quando o livro for disponibilizado para venda, adquira o seu exemplar clicando AQUI


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