Notas de "TURISTA ACIDENTAL"

07/01/2019

O MUSEU DOS MUSEUS DO FUTEBOL

(Publicado em 07/01/2019)



Muitas cidades do mundo mantêm museus do futebol. São Paulo, Rio de Janeiro, Santos, Madri, Barcelona, Buenos Aires, Mexico, Manchester, Milão... Mas nenhum desses museus pode apresentar um item extremamente valioso: o campo do jogo final da primeira Copa do Mundo de Futebol. Esse privilégio cabe ao MUSEU DO FUTEBOL DE MONTEVIDEO, no Uruguai.





O Museu do Futebol de Montevideo foi o primeiro museu deste tipo do mundo e é considerado pela FIFA o único Monumento Histórico do Futebol Mundial.

Apesar disso, trata-se de um museu "simples", despretencioso, sem praticamente nenhum cuidado especial. O ambiente não é organizado como poderia ser, não tem recursos tecnológicos de som e imagens, o ar condicionado não funciona (o que torna alguns dos ambientes extremamente desconfortáveis) e não tem sequer um bar ou café à disposição dos visitantes.

Ainda assim recebe 80 mil visitantes por ano (ingressos a US$ 5,00). Isto se deve, certamente, ao valor e exclusividade dos itens que esse museu pode apresentar.

Pra começo de conversa, para os mais jovens é preciso dizer que o Uruguai foi a maior potência do futebol mundial durante toda a primeira metade do século XX. Não é pouca coisa: o time nacional venceu quatro das seis mais importantes disputas mundiais do período (Jogos Olímpicos de 1924 e 1928 e Copa do Mundo de 1930 e 1950). (O Uruguai não participou da Copa do Mundo de 1934, na Itália em represália as seleções européias que 4 anos antes nāo quiseram ir a sua copa em 1930. E não participou da Copa do Mundo de 1938, na França, em protesto pelo fato de ser realizada duas edições consecutivas da competição num mesmo continente — a Europa). Assim, pode se dizer que o Uruguai ganhou praticamente tudo o que disputou durante aquela primeira metade do século.

E muita coisa representativa daquele período está à disposição dos olhos e corações dos apaixonados por futebol: bandeiras, uniformes dos jogadores, bolas, medalhas e troféus... e aí abre-se um parêntesis para os mais valiosos deles, as réplicas da Taça Jules Rimet conquistadas pelo Uruguai em 1930 e 1950.

Um outro item chama atenção do visitante mais ligado às questões históricas. Eles preservaram a porta (magnífica, de madeira) e os móveis da sala de reuniões onde foi realizado o Congresso Técnico da primeira Copa do Mundo.

E, claro, não poderia faltar um espaço imenso dedicado à maior conquista do Uruguai no Futebol: a vitória sobre o Brasil no Maracanã, em 1950. Confesso que foi bem instrutivo revisitar esse acontecimento com os olhos dos vencedores.

E, de repente, abre-se uma porta do museu, e o visitante se vê na arquibancada de um dos estádios mais icônicos do mundo: o majestoso Estádio Centenário. O campo de jogo está ali, na sua frente. E você percebe que, na verdade, o estádio é muito menor do que você imaginava. O templo sempre aparece nas imagens como uma coisa grandiosa, cheia de glórias e histórias contadas milhares de vezes na TV, nos jornais e nos livros. Berço que gerou grandes ídolos, mitos, gigantes... e, de repente, é apenas um campo de futebol normal, cercado por arquibancadas simples, sem cobertura e sem absolutamente nada de sensacional. Por um instante (apenas por um instante) você pensa que está num lugar comum, sem nada de especial.

Mas a força daquele azul celeste logo nos devolve à realidade de que estamos diante de 90 anos de história. 90 anos de uma história espetacular. Não importa o que o estádio pareça. Aquele gramado e aquele concreto foram testemunhas da glória do melhor futebol do mundo, no seu tempo.

Enfim, o que eu quero dizer aqui é o seguinte: se você é fã de futebol, não deixe de conhecer o Museu do futebol de Montevideo. Talvez não seja o melhor. Talvez não seja o mais bonito nem o mais bem cuidado. Mas, com certeza, é o mais importante de todos, porque ele (e só ele) pode apresentar os itens mais antigos e valiosos da história da Copa do Mundo de Futebol.






MUSEU DO FUTEBOL DE MONTEVIDEO
Av. Ricaldoni s/n (embaixo da Tribuna Olímpica do Estádio Centenário)
Horários: de quarta a sexta das 10h às 17h. Sábados e domingos das 9h às 14h30.



DIVULGAÇÃO



PADILHA, Ênio. 2019

Deixe aqui seu comentário

07/07/2017

O BRASÃO DA CIDADE DE MANAUS



(Publicado em 07/07/2017)



O escudo da cidade de Manaus foi utilizado pela primeira vez em 1906, por Adolpho Guilherme de Miranda Lisbôa, Superintendente Municipal. O decreto que instituiu o Brasão de Manaus dá as orientações para a sua criação. Na parte superior está a data de “21 de Novembro de 1889”, dia em que a cidade aderiu à Proclamação da república. O brasão é dividido em três partes. As duas menores representam o Encontro das Águas, com a expedição de Francisco Orellana, responsável pelo primeiro registro histórico feito no Amazonas; a outra parte em meados do século XVI; o outro lado, a fundação de Manaus, em que a fortaleza e a bandeira no topo do mastro significam o domínio então português.

Do lado oposto, as casas de palha, os primeiros fundamentos da cidade, e das duas figuras centrais, de acordo com a lenda, as pazes celebradas entre os índios e a metrópole, pelo casamento de uma filha do Cacique com o comandante da Escola Militar Portuguesa. Na parte maior, um trecho do rio, tendo em relevo, na frente, uma seringueira, árvore simbólica da natureza agrícola e industrial da região, que tornou Manaus o grande empório da goma elástica.

Em 1991, o então Prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, resgatou o Brasão como símbolo da sua administração. Em 2004, 16 anos depois, o Prefeito Serafim Correa voltou a utilizar o brasão da cidade como marca de governo. Essa marca, apesar de ser representação digital do Brasão, não corresponde ao original, sendo uma representação publicitária do símbolo municipal. O prefeito Arthur Virgílio encomendou à Secretaria Municipal de Comunicação (Semcom) um estudo histórico, que dirimisse as dúvidas e identificasse os verdadeiros elementos que simbolizam Manaus e sua identidade.

O trabalho foi entregue à empresa Mene & Money. Designers, pesquisadores e até o Prof. Dr. Auxiliomar Silva Ugarte, doutor em História do Amazonas e professor da Ufam, embarcaram de cabeça no projeto. Até os proprietários, Nílio Portela e Túlio Mene, a diretora Eulalia Ribeiro e a atendente da conta da Prefeitura, Mariana Moreira, se envolveram nas pesquisas. Foram encontrados brasões nas representações mais díspares. Os estudos mostraram que nenhum era fidedigno ao decreto de 1.906. Paço Municipal, Mercado Adolpho Lisboa e o Instituto Geográfico e Histórico do Amazonas (Igha) tinham representações diferentes.
O próprio decreto original, do intendente Adolpho Lisboa, foi encontrado apenas em um livro, que repousava na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Só quando o trabalho de digitalização do Diário Oficial do Município de Manaus (DOM), comandado pelo diretor do órgão, Horácio Ribeiro, chegou a 1906, a cópia original da publicação foi obtida. O trabalho do Prof. Dr. Auxiliomar Silva Ugarte mostrou que estavam em local errado os bergatins, as canoas dos descobridores, no primeiro quadrante. "Frei José de Carbajal, cronista de Orellana, afirma que eles apenas avistaram o rio Negro, mantendo-se no Solimões", revelou.

A bandeira do segundo quadrante era a atual de Portugal e não a da época colonial, dos descobrimentos. E a árvore do quadrante maior era uma castanheira e não a seringueira, de onde mana a goma. Feitas as correções, o trabalho foi submetido ao artista plástico Oscar Ramos, diretor da Manauscult. Coube a ele a revisão final. Faltavam apenas as letras para a assinatura, "Prefeitura de Manaus". Os criadores da Mene & Money foram buscar inspiração na arquitetura da cidade. As curvas são das luminárias do mercado Adolpho Lisboa. As linhas retas do alto das colunas do Paço Municipal. As cores do Teatro Amazonas. "Manaus tem um Brasão muito significativo. Esse trabalho, pelo qual todos os envolvidos estão de parabéns, o torna também fidedigno", disse o prefeito, ao receber o resultado. O novo brasão segue as descrições do decreto e apresenta cada elemento como ícone elementar no resgate e conhecimento da cidade de Manaus. Todo o material oficial da Prefeitura será assinado pela marca.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br





Fonte: Prefeitura Municipal de Manaus, em publicação de 29/06/2017.



PADILHA, Ênio. 2017

Deixe AQUI o seu comentário

29/08/2014

PONTE MAURÍCIO DE NASSAU

(Publicado em 29/08/2014)



A famosa Ponte Maurício de Nassau é um marco na história da cidade de Recife e na história da Engenharia do Brasil.

A obra teve sua construção iniciada em 1640 pelo arquiteto Baltazar de Affonseca, por ordem do conde Maurício de Nassau, feita em madeira, e inaugurada em 28 de fevereiro de 1644, sendo considerada a primeira ponte de grande porte do Brasil e a mais antiga da América Latina.

Sua construção foi criticada pela Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais por ter sido considerada dispendiosa demais para uma côlonia. A inaguração se deu no dia 28 de fevereiro de 1643 e a ponte foi chamada à época de Ponte do Recife.

Nas suas cabeceiras havia dois arcos: o arco da Conceição, do lado do bairro do Recife, e o arco de Santo Antônio do lado do bairro homônimo.

A ponte sofreu reformas em 1683 e 1742 e foi substituída por uma ponte completamente de ferro em 1865 tendo recebido, no ato da reinauguração, o nome de Ponte Sete de Setembro. A segunda ponte teve pouca durabilidade, pois a maresia corroeu ferro da estrutura.

Em 1917, a ponte foi reconstruída, dessa vez com a estrutura de concreto armado. Durante a obra de reconstrução foram retirados os arcos que existiam na ponte original, e, no ato da reinauguração, recebeu o nome que tem atualmente.
(Fonte: wikipedia)

A ponte Maurício de Nassau (foto de Ênio Padilha), com seus 180 m de comprimento, tornou-se um recorde da engenharia estrutural brasileira àquela época. Os cálculos da ponte foram feitos por Emílio Baumgart e para executá-la Lambert Riedlinger mandou a Recife, em 1917, um de seus melhores homens: o jovem Emílio Odebrecht, que desde 1914 vinha se capacitando na nova técnica construtiva.
(Fonte: www.odebrechtonline.com.br)

Deixe AQUI seu comentário:

01/06/2014

TAINHA PRA TODO LADO

Nesta época do ano aqui em Santa Catarina (e, particularmente, no bairro da Barra, onde eu moro, em Balneário Camboriú) o assunto é a Tainha, designação comum de vários peixes da família dos mugilídeos. Distribuem-se por todo o mundo, ocupando águas costeiras temperadas ou tropicais, existindo algumas espécies que vivem também em água doce. É um peixe largamente utilizado na alimentação humana (desde o Império Romano faz parte da dieta mediterrânica-europeia)

As comunidades de pescadores ficam agitadas e só se fala em ninho de tainhas, lance de tainhas e nos números cada vez mais impressionantes.
Ontem, na Barra da Lagoa, em Florianópolis, os pescadores tiraram do mar mais de 8000 kg de tainhas. Veja as fotos (abaixo) e mais detalhes no G1-SC

Deixe AQUI seu comentário:

24/11/2011

AGRURAS DE UM TURISTA ACIDENTAL

(Publicado em 23/11/2011)



Gosto muito de fazer as coisas que eu faço pra ganhar a vida: ler, escrever, produzir e apresentar cursos e palestras.
A única coisa que me desagrada no meu trabalho é viajar. Não viajar no sentido amplo do termo: conhecer outras cidades, outras pessoas, outras culturas. É viajar no sentido restrito: o deslocamento físico, de carro ou de avião, de um ponto a outro. Da origem (minha Bela e Santa Catarina) para qualquer lugar do Brasil.
O que me faz desgostar dessa parte do meu trabalho são as condições desagradáveis a que são submetidos os viajantes, principalmente nos aeroportos do Brasil.

O meu trabalho me concede o privilégio de conhecer muitos lugares. Desde 1998 faço cerca de 40 viagens todos os anos. Já estive em TODOS as unidades da federação (todas as capitais e muitas cidades do interior de muitos estados). Conheço, portanto, quase todos os aeroportos comerciais do Brasil. Poucos se salvam! E a lista de maus tratos não pára nunca!

Vou citar aqui algumas coisa que me dão nos nervos:

1) Estacionamentos. Em praticamente nenhum aeroporto existe estacionamento público. Mesmo num dia sem movimento você não poderá deixar seu carro na rua ou num estacionamento que não seja pago. E os valores cobrados geralmente são escorchantes (e sem direito à tolerância nem de 15 minutos). Ou seja, antes mesmo de entrar no aeroporto você já começa a ser explorado.


2) O despacho de bagagens: Ok, não vou falar nada do limite de 23 kg para a bagagem a ser despachada. Mas o limite de 5 kg para a bagagem de mão é fora de propósito. O peso da pasta mais notebook e um livro geralmente já ultrapassa esse valor. Dificil encontrar alguém que não exceda o peso da bagagem de mão. Não vejo porque não aumentar esse valor para 10 kg, por exemplo, que é muito mais razoável. A desculpa (que a gente ouve sempre) de que isso poderia causar algum desiquilíbrio na distribuição de cargas dentro do avião é muito tosca. Afinal, se fosse assim, teriamos de controlar também (e distribuir convenientemente) o peso de cada passageiro embarcado (que varia de 30 a 130 kg);


3) Refeições e Lanches: não. Não vou reclamar dos preços (que são absurdamente caros, especialmente em aeroportos de grande movimento, como Congonhas, Guarulhos, Santos Dumont, Confins, Salgado Filho... que têm movimento semelhante aos dos Shopping Centers e preços bem mais altos).
Vou reclamar é da qualidade do atendimento. Na maioria dos casos o cidadão (passageiro ou acompanhante) paga preços de shopping center e recebe serviço de quermesse: enfrenta filas, é atendido no balcão (geralmente com alguma demora) e come de pé ou, no máximo em banquetas. Quando há mesas, quase sempre são de má qualidade e nunca estão limpas.
Uma honrosa excessão merece ser feita aqui: o BuleBar, no aeroporto de Florianópolis. Comida boa, preços razoáveis e, principalmente, atendimento na mesa, educado e prestativo.





4) Salas de Embarque: as salas de embarque dos aeroportos são verdadeiras arapucas. Um lugar onde tudo fica ainda mais caro e com menos serviços agregados. É lá também que encontramos as pessoas que ocupam os assentos para colocar suas bagagens de mão.


5) Embarque: o embarque é um capítulo à parte. Pra começar, o portão marcado no cartão de embarque é apenas uma referência remota de onde se dará o seu embarque. Ele certamente será trocado "devido ao novo posicionamento da aeronave" e seu embarque, quando autorizado será feito por um portão que, dependendo do aeroporto, fica lá no outro lado do prédio.
Segundo a colega engenheira Lígia Fascioni (www.ligiafascioni.com.br) existe, em certos aeroportos, um software (ideal para jogar bingo!) que gera números aleatórios de portão de embarque.


6) Atrasos: não vou discutir o mérito dos atrasos. Tenho certeza de que nenhuma companhia atrasa seus voos de propósito ou apenas por incompetência da sua equipe. Muitos voos atrasam por razões de segurança ou de logística. Vou considerar aqui que todos os atrasos de voos sejam plenamente justificados e perdoáveis.
O que é indesculpavel é a maneira como as companhias aéreas utilizam-se do tempo dos passageiros para ajustar seus interesses em relação aos atrasos.

Acontece mais ou menos o seguinte: O passageiro chega ao portão marcado no cartão e pergunta pelo voo. Faltam uns dez ou quinze minutos para o embarque e ele é informado de que o voo está no horário. Ele fica ali, esperando. Não há mais tempo útil para nenhuma outra atividade. Aí o voo acaba atrasando uns trinta ou quarenta minutos. O passageiro perde uma hora preciosa que poderia ter sido aplicada em outra atividade: se ele tivesse sido informado de que o voo estava com atraso previsto em meia hora ou quarenta minutos, restaria uma hora! Uma hora é tempo suficiente para sair da sala de embarque, fazer uma refeição, fazer alguma compra... muita coisa.
Por ter sido informado de que o voo estava "no horário" o passageiro perdeu uma hora do seu tempo.
As companhias deveriam dar informações precisas para que os passageiros pudessem fazer o melhor uso possivel do seu tempo no aeroporto.
Já aconteceu (muitas vezes) de eu viajar sem almoçar porque não haveria tempo. O embarque seria em dez ou quinze minutos. Acabei ficando na espera por mais de uma hora. Tempo mais do que suficiente para almoçar com muita tranquilidade.


7) Aeronaves: as companhias aéreas, no Brasil, decidiram que você deve ter menos de um metro e oitenta de altura e oitenta quilos, no máximo. Só isso explica a distância entre um assento e outro.
E, algumas vezes ainda têm a desfaçatez de oferecer um jornal na porta de entrada.
Como é que eu vou ler um jornal, se o espaço muitas vezes, não permite sequer abrir um livro? E o sujeito no banco da frente ainda deita o banco em cima da gente. Aí mesmo é que não dá pra nada. O jeito e ficar ali, encaixotado, esperando o voo acabar.


8) Desembarque: desculpa aí. eu sei que disso ninguém tem culpa, mas se tem uma coisa que eu detesto é desembarcar do avião e entrar naqueles ônibus que levam os passageiros até o salão de desembarque. Ninguém merece!
Essa é uma das vantagens dos aeroportos pequenos. Você sempre sai direto do avião para a sala de desembarque, sem ônibus.


9) As malas: quem aí, quando faz as malas, imagina as coisas de cabeça pra baixo? Qual é a dificuldade desse pessoal que descarrega as malas na esteira de colocar a mala na posição correta? Ou não existe um lado certo de se colocar uma mala na esteira? Será que o pessoal da infraero nunca se deu conta disso? custa dar treinamento a esse pessoal?
Aproveita esse mesmo treinamento e ensina essa gente que mala não deve ser atirada contra a esteira com raiva e que, quando a bagagem vem com uma etiqueta escrito "Frágil" isto é "pra valer". Não se trata de "pegadinha do Malandro"





10) E ainda tem coisas inexplicáveis, como essa escada em Guarulhos:A primeira vez que eu vi isso (já faz muito tempo) achei que fosse uma coisa isolada, que estava acontecendo, por coincidência, só naquela hora, naquele dia. Depois disso já passei por lá inúmeras vezes e é sempre a mesma coisa. Nunca vi funcionando diferente.
Fica no acesso para conexões. 99% do fluxo de pessoas é para cima. A escada rolante é para baixo. Sempre!

Será que existe vida inteligente na Infraero?



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br

Conheça aqui os dez principais problemas dos aeroportos
Deixe, nos comentários a sua queixa:


1