Notas de "ENGENHARIA"

05/02/2018

VAGAS PARA ENGENHEIRO ELETRICISTA - SECRETARIA DE SAÚDE DE SANTA CATARINA

(Publicado em 05/02/2018)



Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina abriu 19 vagas para engenheiro eletricista. As oportunidades são para trabalhar nas cidades da Grande Florianópolis, Joinville, Lages, Mafra e Ibirama.

As inscrições devem ser feitas até o dia 14 de fevereiro no site da Secretaria, e deve ser ainda entregue documentação comprobatória nos locais estabelecidos conforme o edital. Não será cobrada taxa de inscrição.



Para obter mais informações visite g1.globo

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31/01/2018

ENCONTRO DE LÍDERES DO CONFEA

(Publicado em 31/01/2018)



Durante a plenária 1450, o Plenário do Confea ratificou, para o período de 21 a 23/02/2018, a realização, em Brasília, do 7º Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e aprovou a convocação para o evento. A proposta foi apresentada pela Comissão de Articulação Institucional do Sistema (Cais).

Para o Encontro foram aprovadas as seguintes participações: do presidente e conselheiros do Confea, presidentes dos Creas, representantes do Colégio de Entidades Nacionais – CDEN; das Coordenadorias Nacionais e Regionais de Câmaras Especializadas e da Comissão de Ética; das Coordenadorias Regionais das Comissões de Educação e Atribuição Profissional – Ceaps; do Colégio de Entidades Regionais – Cders; além do coordenador do Colégio de Presidentes, de cinco ex-conselheiros federais titulares que concluíram mandatos em 2017, de até cinco ex-presidentes do Confea, de entidades precursoras do Sistema, que não possuam assento no CDEN e de até 27 convidados do Presidente do Confea.



Para obter mais informações visite confea


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25/01/2018

O FIM DA ERA DO TIJOLO-POR-TIJOLO

(Publicado em 16/01/2018)



A tecnologia vai entrar de vez em pauta na construção civil nos próximos anos. Essa é a projeção de especialistas do setor. E a mudança vai impactar e muito na cadeia de fornecedores e na mão-de-obra empregada, que terão de se qualificar nos novos modelos de construção para atender à essa demanda.



Para obter mais informações visite G1 Tecnologia

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25/01/2018

VAGAS PARA ENGENHEIROS E TÉCNICOS EM EDIFICAÇÕES

(Publicado em 18/01/2018)



A Companhia Saneamento de Goiás S.A. (Saneago) abriu concurso público para a seleção de 40 engenheiros civis e 22 técnicos em edificações, entre outros cargos.

Das 40 vagas para engenheiros civis, cinco são reservadas para pessoas com deficiência (PcD). Já das 22 oportunidades para técnicos em edificações, duas são para PcD.



Para obter mais informações visite techne.pini

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24/01/2018

JUSTIÇA FEDERAL ABRE INSCRIÇÕES PARA ENGENHEIROS ATUAREM COMO PERITOS JUDICIAIS

(Publicado em 24/01/2018)



A Corregedoria Regional da Justiça Federal da 4ª região está divulgando e incentivando o cadastramento de profissionais registrados no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (CREA-SC) a buscar o credenciamento junto ao Sistema AJG - Assistência Judicial Gratuita para atuação na Justiça Federal da 4ª região.



Para obter mais informações visite crea-sc

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22/01/2018

CHEGA DE RACIOCÍNIO BINÁRIO

(Publicado em 22/01/2018)



Nas últimas semanas recebi pelo menos três contatos de colegas pedindo (diretamente ou deixando nas entrelinhas) que eu facilitasse o contato deles com o novo presidente do Confea, Joel Kruger.
Imagine a surpresa deles com a minha resposta: "Eu não conheço o Joel Kruger. Estive com ele uma ou duas vezes. Nem somos amigos."





"Como assim? Vocês não se dão bem? Você não é da turma dele? Mas você tem escrito coisas a favor dele no seu blog. Não tem feito críticas a ele... Diz que acredita nele..."

"Nos damos bem, sim. Apenas não faço parte do seu círculo de amigos próximos. E não, amigo. Eu não estou escrevendo a favor dele. O que eu escrevi é que tenho esperança de que ele faça um bom mandato. Confio nas boas intenções dele. E acredito que ele esteja muito bem cercado de gente honesta e competente. Isso eu posso afirmar, pois conheço bem alguns dos amigos dele."

Durante a campanha não apoiei nenhum dos candidatos. Apoiei e me manifestei sempre pelo VOTO. Queria que mais gente participasse do processo.

Joel Kruger, evidentemente, tem o meu voto de confiança. E terá o meu apoio, sempre. Eu tenho profundo respeito pela posição que ele ocupa. E lamento que, nos últimos seis anos essa posição não foi engrandecida pelos seus ocupantes. Espero e confio que "agora a coisa vai"

Eu sempre tive (e me orgulho disso) uma relação muito positiva com o Confea e com os Creas. Já fiz trabalhos para o Confea e para os Creas. Já tive projetos meus aprovados por eles, e foi muito bom. E nunca (NUNCA!) nenhum presidente de Crea ou presidente do Confea pediu pra eu escrever ou falar sobre isso ou aquilo. E nunca me pediram pra deixar de falar sobre qualquer coisa. Sempre respeitaram minha independência, que é um patrimônio pessoal valioso para o meu trabalho.

O que aconteceu, em alguns momentos, foram algumas retaliações, que geralmente eram iniciativas de Conselheiros, não dos presidentes. Passei longos períodos na geladeira, sem nenhum apoio ao meu trabalho. Paciência.

Isso me ajudou a buscar e desenvolver outras frentes de negócios e hoje, felizmente, não preciso do sistema para pagar minhas contas.

É claro que eu acho que o nosso Sistema Profissional precisa deixar de ser rancoroso e vingativo. Precisa aceitar melhor as críticas honestas. E precisa aprender a valorizar os caras que, como eu, conseguem ver o Sistema com um olhar "de fora". Nós não temos compromisso eleitoral nem financeiro com a instituição. Temos um trabalho que interessa aos profissionais do sistema. Os conselheiros deveriam ver isso em primeiro lugar.

E, quando eu digo "nós" me refiro aos professores, palestrantes e autores e pensadores que não têm uma ligação direta com o sistema profissional (Manuel Henrique Campos Botelho, Luis Antônio Salatiel, Sérgio dos Santos, José Roberto Bernasconi, Weber Figueiredo, entre tantos) que têm, em comum um trabalho consistente e um profundo amor pela engenharia. O Confea precisa ter um olhar pra essa gente.

Chega de dividir o Sistema Profissional em A e B, Preto e Branco, FNE e Fisenge, Grupo do Fulano e Grupo do Sicrano. A Engenharia, a Agronomia e as demais profissões do sistema são muito mais do que isso.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



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19/01/2018

CONFEA: SESSÃO EXTRA MARCA INÍCIO DA NOVA PRESIDÊNCIA

(Publicado em 19/01/2018)



Com 19 processos e com base na Resolução nº 1.015/2006 http://normativos.confea.org.br – que trata do Regimento do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) – a sessão elegeu e homologou os nomes que iniciam a nova administração, estabelecendo as primeiras mudanças na relação com os conselhos regionais e entidades que compõem o Sistema Confea/Crea.



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18/01/2018

NO FIM, A CULPA É DO ENGENHEIRO!

(Publicado em 18/01/2018)



Acidentes em obras de Engenharia, como este que ocorreu no dia 15/01/2018 (Ponte em construção desaba e dez pessoas morrem na Colômbia), sempre me deixam com o coração apertado. Essas notícias causam certa angústia. Impossível não pensar, imediatamente, nos profissionais de Engenharia envolvidos na tragédia.

Vai ter gente me enchendo o saco e dizendo que eu deveria, sim, era pensar nas vítimas. Nos operários, nas pessoas que morreram no acidente. Desculpem. Estou sendo sincero. Pensei mesmo (e penso sempre, em casos assim) no drama dos profissionais envolvidos no episódio.





Ninguém sonha com um erro profissional. E os engenheiros sabem que os seus erros profissionais produzem consequências para suas próprias carreiras.

Os médicos raramente são responsabilizados pela morte de seus pacientes que não receberam o melhor tratamento possível. Os advogados não vão presos com seus clientes que não receberam uma boa defesa. Um arquiteto não é condenado porque o prédio que ele projetou ficou feio, ou pega sol de mais ou vento de menos... Mas os engenheiros têm de viver com essa responsabilidade pela consequência. Seus erros são avaliados e medidos de forma OBJETIVA. O prédio ficou de pé, firme, forte? Ótimo! Polegar pra cima!

O Prédio teve rachaduras? inclinou para o lado? A umidade tomou conta? teve vazamento na caixa d'água? Caiu?!? Perdeu!!! Polegar para baixo, como Cesar, no coliseu.

A Engenharia raramente é tema central de um filme, de uma novela ou de uma série de TV. É uma atividade profissional sem glamour, sem sex appeal. Por isto recebi com boa vontade a notícia de que uma série da Rede Globo teria a Engenharia como protagonista.

TREZE DIAS LONGE DO SOL é um trabalho primoroso da O2 Filmes em parceria com os Estúdios Globo. Tem 10 episódios e foi escrita por Elena Soarez e Luciano Moura, com colaboração de Sofia Maldonado. A direção é de Luciano Moura e Isabel Valiente. Os protagonistas são Selton Mello, Carolina Dieckmann, Paulo Vilhena, Lima Duarte, Débora Bloch, Fabrício Boliveira e Enrique Diaz. O primeiro e o último fazem os papéis dos engenheiros Saulo Garcez (executor da obra) e Newton da Nóbrega (calculista estrutural).

A tragédia ocorre já no primeiro capítulo: a estrutura de um edifício em fase final de execução sofre um colapso e desaba produzindo muitas vítimas e alguns sobreviventes soterrados.

A partir daí o drama e o desespero tomam conta de todos os personagens, tanto as vítimas soterradas quanto os que não estavam no prédio, mas que têm alguma relação com o ocorrido.

Existem os dramas pessoais dos familiares das vítimas, as dúvidas dos bombeiros e socorristas e também a angústia dos executivos da construtora, responsáveis pela tragédia e que tentam se livrar da responsabilidade fazendo o que geralmente é feito nesses casos: culpar os engenheiros.

Isso é sempre um bom caminho, porque, por mais que eu me solidarize emocionalmente com o engenheiro de qualquer desastre dessa natureza, não podemos tentar enganar ninguém. Nesse tipo de ocasião (quando uma obra cai) a culpa é, sim, do engenheiro.

A construção de edifícios com estrutura de Aço, Concreto Armado ou Alvenaria Estrutural é tecnologia dominada. Em muitos lugares se projeta e constrói edifícios de 50, 80, 100 andares em regiões sujeitas a terremotos... e os prédios resistem. Portanto, quando um prédio (com menos de 30 andares) cai é porque alguma coisa (básica) não foi feita como deveria ter sido.

O problema pode ter sido na sondagem do solo. O estudo e análise do terreno pode ter sido negligenciado. Erro do Engenheiro ou do Geólogo responsável;

Se a sondagem do terreno foi bem feita e a análise do entorno foi correta, pode ter havido erro no projeto das fundações ou da estrutura do edifício. Erro do Engenheiro responsável!

Se o projeto das fundações foi bem feito e os cálculos estão corretos, pode ter havido erro de execução. As fundações ou as estruturas podem ter sido construídas de forma diferente do que estava no projeto. Erro do Engenheiro responsável pela execução da obra!

A execução da obra pode ter sido feita de acordo com o projeto, porém, utilizando-se materiais diferentes dos que foram especificados. Ou materiais de fornecedores duvidosos, que não estejam certificados por instituições confiáveis. Erro do Engenheiro Responsável!

Pedreiros, carpinteiros, armadores, encanadores, eletricistas, carregadores, ninguém, absolutamente ninguém, além do engenheiro tem responsabilidade sobre o que acontece numa obra. É tudo responsabilidade do Engenheiro. É tudo Culpa do Engenheiro!

No caso do Centro Médico (o edifício que desabou em Treze dias longe do Sol) existem muitos culpados. Mas não é preciso ser gênio pra saber quem, no fim das contas, vai se dar mal.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



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LEIA:



Tudo o que o profissional precisa saber para construir uma carreira bem sucedida.

autor: Ênio Padilha
ilustrações: Sérgio dos Santos
prefácio: Carlos Alberto Kita Xavier
ISBN: 978 85 67657 01 1
Editora: OitoNoveTrês Editora
preço de capa: R$ 45,00

Clique AQUI para ler o primeiro capítulo do livro.

citar:
PADILHA, Ênio. Manual do engenheiro recém-formado. Balneário Camboriú: OitoNoveTrês Editora. 2015. 162p.







O presidente Joel Kruger já tem (como sempre tiveram todos os presidentes do Confea) uma legião de puxa-sacos e pedintes em volta dele. Não precisa de mais um. Precisa, sim de pessoas livres o bastante para serem honestas com ele e dizer o que precisa ser dito. Sem a intenção de ofender, sem a intenção de destruir. Apenas querendo o bem do Confea e da Engenharia no Brasil.

Leia o artigo CARTA AO RECÉM-ELEITO PRESIDENTE DO CONFEA ENGENHEIRO JOEL KRUGER

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17/01/2018

CONFIRA O REGULAMENTO DO CONTECC 2018

(Publicado em 17/01/2018)



Criado em 2014, o Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia é um evento vinculado à Soea, que tem como objetivo divulgar iniciativas acadêmicas, profissionais, de gestão ou de educação desenvolvidos nas áreas abrangidas pelo Sistema Confea/Crea. Isso é realizado por meio da recepção e da seleção de trabalhos técnicos para apresentação na Soea e publicação nos anais do Congresso e em revistas técnicas do Confea, dos Creas, da Mútua e de entidades de classe. Além disso, palestras, mesas redondas, debates e minicursos compõem a programação do evento.

A estrutura do Contecc é constituída por uma comissão organizadora regional, indicada pelo Crea que sediará a Soea (neste ano, Crea-AL), e por uma comissão temática do Confea, auxiliada por especialistas indicados pela Mútua. A reunião de instalação da Comissão Temática Contecc 2018 deve ocorrer em fevereiro.



Para obter mais informações visite confea

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17/01/2018

TRANSPARENTE. NÃO APENAS TRANSLÚCIDO
Proposta/Sugestão ao Confea - 2018/01

(Publicado em 17/01/2018)



Desde 2006 o Confea transmite suas reuniões plenárias ao vivo pela internet. Foi um dos primeiros (senão o primeiro) conselho profissional a fazê-lo, numa sincera intenção de tornar a instituição mais transparente. Aplaudimos a decisão do presidente Marcos Túlio, em 2006, assim como aplaudimos a manutenção dessa prática pelos que o sucederam.





No entanto, na média, menos de quinhentos profissionais (0,04% do público de interesse) assistem a plenária ao vivo no YouTube ou mesmo os vídeos que são mantidos no ar, depois que as plenárias são encerradas.

O que deveria fazer o Confea, já que, claramente, esse investimento para transmitir ao vivo as Reuniões Plenárias tem sido um dinheiro jogado fora? Interromper essa atividade? Parar de fazer essa transmissão ao vivo?

Não, não, não. De jeito nenhum! Não podemos dar esse passo para trás.

O que o Confea precisa fazer é se perguntar "por que ninguém assiste as transmissões ao vivo das reuniões plenárias na internet?"

Vou responder por mim: eu até assistiria (na verdade, tento assistir, algumas vezes). Sou um cara interessado nas coisas do Sistema Profissional. Gostaria de saber o que está sendo discutido e votado nas Reuniões Plenárias do Confea... Mas eu não tenho tempo para ficar na frente do computador assistindo a transmissão, muitas vezes sem saber o que está sendo discutido, quem está falando e, mais importante: o que já foi discutido e o que ainda será discutido no decorrer daquela reunião.

Ocorreu-me, então, uma coisa, que eu li no livro VIRANDO A PRÓPRIA MESA, do empresário paulista Ricardo Semler, publicado em 1984.
No livro Semler conta que quando assumiu a empresa determinou que os números da organização deveriam ser transparentes. Que todos, até o empregado mais humilde deveria ter acesso aos balanços e relatórios financeiros da empresa.

A decisão, em si, era formidável. Mas ele logo percebeu que, passada a euforia da novidade, os empregados perderam o interesse por aquilo, por uma simples razão: eles não estavam entendendo nada daqueles números e tabelas.

Semler, então, fez uma coisa importante: determinou que fossem ministrados cursos para os empregados que quisessem entender os balanços e relatórios. Em linguagem simples os empregados aprenderam a ler os balanços, a saber quais números realmente importavam e onde procurar (naquela floresta de números e tabelas) as coisas que realmente tinham significado. Foi um sucesso. Semler conseguiu seu objetivo: uma administração realmente transparente.

Publicar simplesmente os balanços (ou transmitir ao vivo as reuniões plenárias) não torna a organização realmente transparente. Apenas translúcida.

PARA MAIOR TRANSPARÊNCIA NAS REUNIÕES PLENÁRIAS eu proponho o seguinte:

(1) Que, na mesma página em que seja disponibilizado o vídeo com a transmissão ao vivo da Reunião Plenária o Confea disponibilize um acompanhamento da reunião em texto, atualizado de 10 em 10 minutos.

(2) Que seja disponibilizado a Pauta da Reunião, com a previsão dos itens que serão discutidos e os projetos que serão votados

(3) Que haja o registro dos assuntos que já foram discutidos e qual foi o resultado

Enfim, que o profissional, que trabalha, que tem um escritório para administrar e não dispõe de dois dias inteiros para acompanhar um evento dessa natureza possa saber
• O que está acontecendo
• O que já aconteceu
• O que ainda vai acontecer (e quando)

Do ponto de vista logístico, tenho certeza de que isto não é difícil. É um trabalho que pode perfeitamente ser realizado por um dos assessores da Plenária ou mesmo por um jornalista do próprio sistema (o que seria mais interessante, pois a linguagem seria mais atraente para o público-alvo)

E, o mais importante: isto pode ser feito JÁ. Pode ser feito na próxima Reunião Plenária. E pode aumentar o número de interessados em assistir ao vivo essas transmissões.

Do jeito que está sendo feita a transmissão das plenárias a coisa tá translúcida. É preciso muito mais do que isso para obter a verdadeira (e desejável) transparência



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



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