Notas de "ENGENHARIA"

12/03/2018

PORQUE É QUE AS PONTES SE MOVEM

(Publicado em 12/03/2018)



Um vídeo do canal Practical Engineering mostra a forma como são dimensionadas as grandes estruturas de Engenharia Civil, tais como pontes e barragens, para ter em conta os fenómenos de expansão térmica e, nesse âmbito, quais as principais condicionantes a ter em conta durante o projeto destas estruturas.



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12/03/2018

PLENÁRIO FEDERAL APROVA DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS ORÇAMENTÁRIOS PARA CREAS

(Publicado em 12/03/2018)



Foi aprovada na sessão plenária nº 1454 no dia 09/03/2018, do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia a distribuição de R$ 1.456.775,00 dos recursos do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Sistema Confea/Crea e Mútua (Prodesu) para os 24 Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (Creas) participantes em 2018.



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08/03/2018

NEGRA ENEDINA, A ENGENHEIRA (José Carlos Fernandes)

Em agosto de 1981, o jornal Diário Popular tinha a matéria de capa que pedira aos infernos. Uma senhora fora encontrada morta em seu apartamento, na Rua Ermelino de Leão, Centro de Curitiba. O porteiro sentira falta da moradora, chamou a polícia e a imprensa veio atrás. A foto da “falecida” saiu sem pudores, na cama, em camisolas, um tratamento dado aos “presuntos”, no jargão da imprensa policial. Houve quem não gostasse, com punhos e coração.

A vítima se chamava Enedina Alves Marques, tinha 68 anos e fora a primeira engenheira negra do Brasil. Morreu de infarte. Indignação. Seus companheiros de ofício fizeram uma grita nas páginas da revista Panorama. O Diário se retratou. Afinal, as vitórias de uma mulher negra e pobre que figurou entre os seletos bacharéis de Engenharia da UFPR, na década de 1940, deveria constar nos anais da República, e não na manchete sanguinolenta de um tabloide.

Deu resultado. Enedina virou placa de rua no Cajuru. Ganhou inscrição de bronze no Memorial à Mulher Pioneira, criado pelas soroptimistas – organização internacional voltada aos direitos humanos, da qual participou. Mereceu biografia assinada por Ildefonso Puppi. Seu túmulo, no Municipal, é mantido com respeito pelo Instituto de Engenheiros do Paraná. Tempos depois, batizou o Instituto Mulheres Negras, de Maringá.

Aos poucos, descansou em paz. Paz até demais. O centenário de nascimento de Enedina, em janeiro deste ano, passou em branco. Poderia ter sido celebrado pari passu com o de sua contemporânea, a poeta Helena Kolody, com quem, suspeita-se, teria estudado. Sim, antes de engenheira foi normalista e civilizou os sertões de Rio Negro e Cerro Azul, saindo das lides de doméstica e de “mãe preta” para a de titular de uma sala de aula.

Eu mesmo, confesso, nunca tinha ouvido falar dela até semana passada, quando meu vizinho, Darcy Rosa, estufou o peito para contar que tinha trabalhado com Enedina na Secretaria de Viação e Obras. Publicamos a declaração. Foi o que bastou: súbito vieram mensagens revelando a catacumba onde se reúnem os cultores dessa mulher.

O cineasta Paulo Munhoz prepara um documentário sobre ela, em parceria com o historiador Sandro Luis Fernandes. A casa de Sandro, no São Braz, virou um pequeno memorial de todo e qualquer documento que traga informações sobre a engenheira. São raros, dispersos e imprecisos. Bem o sabe o estudante baiano Jorge Santana. Há dois anos, ele pinça toda e qualquer pista sobre Enedina para uma monografia no curso de História da UFPR. A pesquisa promete. Há fortes indícios de que Enedina sofreu perseguição racial nos bastidores da universidade.

Formou-se aos 31 anos, sem refresco, depois de uma saga nas madurezas. Vingou-se ao se aposentar, na década de 1960, como procuradora, respeitada por sua contribuição à autonomia elétrica do Paraná. Conheceu o mundo. Morava num apartamento de 500 metros quadrados. Impôs-se entre os ricos por sua cultura, 12 perucas e casacos de pele. Desconhece-se que tenha feito odes feministas ou em prol da igualdade. Ou que fizesse o tipo boazinha para ser aceita. Pelo contrário. Talvez Enedina tenha sido mais admirada que amada. É o que a torna ainda mais intrigante.

As pesquisas de Sandro e de Jorge – ambos negros – já tiraram Enedina do campo dos panegíricos, que se limitam a pintá-la como alguém que venceu pelo próprio esforço. É um discurso bem conveniente, como se sabe. Tudo indica que não se trata de uma biografia isolada, ainda que pareça.

A mulher baixinha, magérrima e durona sabia se impor entre os homens – com os quais gostava de beber cerveja. Enfrentava a lida nas barragens como um deles, armada se preciso fosse. É uma heroína perfeita para um longa-metragem. Nasceu de uma gente humilde do Portão. Era única menina numa casa de dez filhos. A mãe, Virgília, a dona Duca, ganhava uns trocos como lavadeira. O pai, Paulo, está na categoria “saiu para comprar cigarros”.

Mas não é tudo. Enedina teria feito parte de uma rede de resistência da comunidade negra paranaense, pré-Black Power, da qual pouco se ouve falar. As vitórias que teve desmentem a propalada passividade desse grupo diante das migalhas que lhe foram reservadas. O destino dela teria mudado ao cruzar com a família de Domingos Nascimento, negro de posses da Água Verde, e com os Heibel e os Caron, brancos progressistas que acabaram por se tornar os seus.

Nesses redutos não teria encontrado apenas um horário para estudar ao lado do fogão de lenha. Ali, suspeita-se, passou de Dindinha, seu apelido, a Enedina, a primeira engenheira, mas também uma das primeiras negras de fato alforriadas de que se tem notícia. Eis o ponto.



JOSÉ CARLOS FERNANDES
jcfernandes@gazetadopovo.com.br
Gazeta do Povo - Curitiba-PR

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07/03/2018

COMPANHIA CHILENA DESENVOLVE MATERIAL DE ISOLAMENTO BIODEGRADÁVEL FABRICADO COM RAÍZES DE PLANTAS

(Publicado em 07/03/2018)



Chama-se Thermoroot e é um material de construção inovador, biodegradável e de elevado desempenho, destinado ao isolamento de edifícios, que foi criado por uma equipe de engenheiros da empresa chilena Rootman.

O Thermoroot foi desenvolvido com base no produto em torno do qual a companhia foi criada, designado Colchão Radicular, um aglomerado fabricado à base de raízes de plantas sem alterações genéticas, dirigido ao mercado da construção sustentável.



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06/03/2018

UMA PONTE PEDONAL INSPIRADA NO MECANISMO DE FORMAÇÃO DAS ONDAS DO MAR

(Publicado em 06/03/2018)



O gabinete norte-americano SPF (Studio Pali Fekete) divulgou imagens da travessia pedonal Riptide, localizada na Califórnia.

A singular estrutura metálica faz parte da rede de percursos pedonais de Long Beach, efetuando a ligação entre o Centro de Artes Performativas e o Centro de Convenções de Shoreline Drive. De acordo com os projetistas, a forma da estrutura foi inspirada no mecanismo de formação e rebentação das ondas marítimas.




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05/03/2018

CONSOEA PROPÕE OS EIXOS TEMÁTICOS DA 75ª SEMANA OFICIAL

(Publicado em 05/03/2018)



Com o tema central “Engenharia e Ética na Reconstrução do Brasil”, foram propostos pela ConSoea cinco eixos temáticos que nortearão as palestras da Semana Oficial: 1) Engenharia no Desenvolvimento do País; 2) Educação; 3) Sustentabilidade Socioambiental; 4) Sociedade; 5) Discussão do Sistema Confea/Crea e Mútua. A proposta será encaminhada para apreciação do plenário do Confea.

Com a missão de garantir a participação do maior número de profissionais da história do evento, o presidente do Crea-AL, eng. civ. Fernando Dacal, destacou que ainda na 74ª Soea, em Belém do Pará, foi feita uma pesquisa com os participantes, com o objetivo de recolher sugestões de discussões para o evento de 2018. “Buscamos ouvir o profissional. Essa interação facilitou muito a construção da programação do evento. Pegamos temas sugeridos por outros Creas e também pela pesquisa. Aqui em Alagoas nossa intenção é receber todos muito bem e discutir temas sérios que norteiam o desenvolvimento do nosso Brasil”, disse.



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02/03/2018

PROGRESSO DA CONSTRUÇÃO DO ESTÁDIO AL WAKRAH

(Publicado em 02/03/2018)



O Comité Supremo para o Legado e Entrega do Catar divulgou um vídeo que mostra o progresso da construção do Estádio Al Wakrah, a incrível infraestrutura desportiva projetada pelo gabinete Zaha Hadid e que fará parte do Campeonato do Mundo de Futebol FIFA 2022.



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28/02/2018

MILLENIUM PALACE: O QUE O BALANÇO DO PRÉDIO DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ NOS ENSINA?
MARCOS MONTEIRO

(Publicado em 28/02/2018)



Um vídeo, que se tornou viral esse mês, mostra a movimentação do prédio mais alto do Brasil, o Millenium Palace, localizado no Balneário Camboriú, em Santa Catarina.

Você não viu?

Mas se você espera que esse artigo vá discutir se o prédio Millenium Palace vai cair ou não, ficará decepcionado!

O objetivo deste texto é utilizar esse caso, que está chamando tanta atenção, para três lições extremamente importantes para os engenheiros e, em especial, os engenheiros civis!



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27/02/2018

A PONTE QUE ESTICA COMO UM FIO DE CONTAS

(Publicado em 27/02/2018)



A Universidade Técnica de Viena desenvolveu uma tecnologia inovadora que permite evitar a utilização de juntas de dilatação em obras de arte. As pontes executadas com recurso ao novo método construtivo são mais duráveis e têm menor necessidade de manutenção periódica.



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22/02/2018

SISTEMA CONFEA/CREA E MÚTUA REÚNE 700 PARTICIPANTES EM ENCONTRO DE LÍDERES

(Publicado em 22/02/2018)



A renovação de grande parte das lideranças do Sistema Confea/Crea e Mútua para o período 2018/2020 marca o VII Encontro de Líderes Representantes, iniciado na capital federal, na manhã do dia 21/02/2018 no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). O encontro, que marca também o início das atividades do ano dos diversos fóruns do Sistema, foi aberto por Joel Krüger, presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia.

Durante a abertura do VII Encontro de Líderes, Joel Krüger, destacou a aproximação que pretende fazer com o Ministério do Planejamento. “A valorização das profissões, dos profissionais e das empresas, a discussão da empregabilidade e das normas de trabalho passam pelo Ministério do Planejamento. São temas que preocupam e devem ser tratados por meio do diálogo”, afirmou o presidente do Confea, que anunciou a elaboração de um plano de trabalho a ser construído com os diversos fóruns que compõem o Sistema Confea/Crea. “Vamos aproximar nossa gestão desses colegiados. Vamos receber e levar demandas”, garantiu.



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