Notas de "GESTÃO DE CARREIRA"

20/10/2017

IMAGEM PESSOAL E IMAGEM PROFISSIONAL


Se você é advogado (ou engenheiro, arquiteto, médico, dentista, contador, ou coisa parecida) você precisa saber que a imagem pessoal é inseparável da imagem profissional.
Não existe essa coisa de que “a vida pessoal não interfere nas questões profissionais”.

Interfere sim senhor. Um advogado pode ter o melhor desempenho técnico. Seu escritório pode fazer o melhor trabalho, seus clientes conseguem sempre os melhores resultados em função de suas orientações ou intervenções profissionais. Ele pode até ser amável e simpático com os seus clientes. Mas se eles souberem que nos finais de semana este advogado bebe. E que, quando bebe, fica agressivo e bate na mulher e nos filhos... Não tenha dúvida de que a carteira de clientes dele tende a diminuir.

Quem contrata um prestador de serviços está contratando uma pessoa. Está fazendo negócios com uma pessoa. É pessoal. Ponto final.

Ninguém gosta de fazer negócios com pessoas que não tenham valores pessoais positivos. Mesmo que isto não interfira nos resultados do negócio.
O cuidado com a Imagem Pública (que geralmente as pessoas chamam de Marketing Pessoal) é uma disciplina essencial para o exercício comercial das profissões liberais. É uma atividade que concorre fortemente (decisivamente) para a aceitação ou não do seu produto no mercado.

Isso vale para o lado negativo (como o que foi visto acima) mas também vale com as coisas positivas. Muitas ações pessoais positivas podem (e devem) ser incorporadas com o objetivo de cristalizar a sua imagem pessoal. E os mecanismos de transferência de créditos devem ser utilizados para agregar ao marketing empresarial. A melhor alternativa é investir na administração inteligente da sua Imagem Pública e associá-la sempre à imagem do seu trabalho.

Mas não se pode pensar que “fazer marketing pessoal” é aparecer muito. É estar em evidência. É ser visto e ser lembrado por todos, o tempo todo. Nem achar que essas práticas, ensinadas em pequenos manuais de auto-ajuda, ou em palestras e cursos divertidos, podem ser a solução de todos os problemas, na busca incessante e paranóica pelo sucesso. O tal do marketing pessoal não é só estar permanentemente na vitrine. Nem é tão simples.
Se você quer apenas aparecer, vista-se espalhafatosamente, fale alto, agrida as pessoas, provoque um tumulto qualquer... Você vai chamar atenção, com certeza. E, quando todo mundo estiver prestando atenção em você, no que você faz e no que você diz... bom daí pra frente entram em cena outras variáveis como o talento, a criatividade, a disciplina, o caráter, os conhecimentos e as habilidades.

Quanto maior o barulho que você tiver feito para aparecer, maior será a expectativa criada e maiores serão as cobranças do seu “público”.

Talvez você nunca tenha se dado conta, mas a primeira impressão não é a que fica. Ainda bem, porque, se fosse assim, não haveria estratégia eficiente de marketing pessoal, ou seja lá o que fosse, que pudesse consertar uma primeira impressão acidentalmente ruim.

Olhe em sua volta. Veja quantas pessoas que hoje você gosta e admira e que, no primeiro contato causaram uma impressão bem negativa. E veja que o contrário também é verdadeiro.
Observe que essas pessoas alteraram a percepção que você tem delas com coisas bem mais importantes do que técnicas de “aparecer”.

A autopromoção é apenas uma das etapas do marketing pessoal. É uma parte importante do processo, não resta dúvida. Mas não pode ser tomada como o objetivo em si. Uma estratégia inteligente de marketing pessoal não pode dispensar os benefícios de uma eficiente carga de autopromoção.
Mas não se pode achar que apenas aparecer resolve o problema da conquista de espaços ou do sucesso.

Por mais óbvio que pareça, é preciso repetir, pela milésima vez: “não existe marketing eficiente para um produto ruim”. Uma forte carga de autopromoção para alguém que não esteja preparado pode acelerar e tornar irreversível o seu próprio fracasso.

Os interessados na mágica do marketing pessoal precisam saber que o milagre do sucesso, mesmo para pessoas muito talentosas, é sempre resultado de muito trabalho, disciplina e dedicação.
Não existem “segredos” no Marketing Pessoal.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | ep@eniopadilha.com.br

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02/10/2017

POSSIBILIDADES NA CARREIRA PARA ENGENHEIROS E ARQUITETOS



Desde 2009 tenho apresentado um curso de 16 horas sobre GESTÃO DE CARREIRA E MARCA PESSOAL (para Arquitetos e Engenheiros), que também é uma aula em curso de pós graduação (que já foi ministrada para mais de 70 turmas).

Um dos tópicos abordados nesta aula discorre sobre as alternativas de exercício profissional que se apresentam aos arquitetos, assim que eles terminam a faculdade. Sempre percebo uma certa surpresa (principalmente dos mais jovens). Eles não imaginam que tem tanto mundo e tantas oportunidades pela frente.

Eu divido a coisa em duas abordagens: (1) o “modelo de negócio” e a especialidade ou área de atuação.

O MODELO DE NEGÓCIO
Por “modelo de negócio” vamos entender a maneira como o profissional se aplicará no exercício profissional, não importando, aqui, em que especialidade ele estará atuando.

O profissional, uma vez formado, poderá…

(1) FAZER UM CONCURSO PARA O SERVIÇO PÚBLICO, nas muitas vagas que existem para engenheiros ou arquitetos e urbanistas nas prefeituras, nos governos estaduais e nas instituições do governo federal.
Para isso ele deverá
• ter uma boa formação universitária;
• ter uma boa cultura geral;
• estudar muito para obter uma boa nota no concurso;
• ter as características necessárias para o exercício profissional no serviço público;

Outras possibilidades são

(2) TRABALHAR EM ALGUMA EMPRESA PRIVADA, escritórios de Arquitetura ou de Engenharia, Construtoras ou qualquer outra empresa comercial ou industrial que empregue engenheiros, arquitetos ou urbanistas.
Para isso ele deverá
• ter uma boa formação universitária;
• ter uma boa cultura geral;
• ter uma boa rede de relacionamentos
• ter um bom marketing pessoal (gestão da imagem pública);
• ter um bom domínio dos conhecimentos técnicos;
• ter conhecimentos e habilidades pessoais diferenciadas

(3) ABRIR, SOZINHO, UM ESCRITÓRIO DE ARQUITETURAOU DE ENGENHARIA
Para isso ele deverá
• ter uma boa formação universitária;
• ter uma boa cultura geral;
• ter uma boa rede de relacionamentos
• ter um bom marketing pessoal (gestão da imagem pública);
• ter um bom domínio dos conhecimentos técnicos;
• ter conhecimentos e habilidades pessoais diferenciadas;
• ter conhecimentos de administração e de gestão
• ter algumas características de empreendedor
• ter diferenciais competitivos profissionais

(4) ABRIR UM ESCRITÓRIO DE ENGENHARIA OU DE ARQUITETURA EM SOCIEDADE COM COLEGAS
Para isso ele deverá
• ter uma boa formação universitária;
• ter uma boa cultura geral;
• ter uma boa rede de relacionamentos
• ter um bom marketing pessoal (gestão da imagem pública);
• ter um bom domínio dos conhecimentos técnicos;
• ter conhecimentos e habilidades pessoais diferenciadas;
• ter conhecimentos de administração e de gestão
• ter algumas características de empreendedor
• ter diferenciais competitivos profissionais
• ter habilidades para se relacionar com pessoas

(5) ABRIR UMA EMPRESA DE CONSTRUÇÕES
Para isso ele deverá
• ter uma boa cultura geral;
• ter uma boa rede de relacionamentos
• ter um bom domínio dos conhecimentos técnicos;
• ter conhecimentos de administração e de gestão
• ter algumas características de empreendedor
• ter diferenciais competitivos para a área de construção civil
• ter habilidades para se relacionar com pessoas

(6) ABRIR UMA FÁBRICA (de materiais de construção, de componentes ou equipamentos, de móveis, lustres ou qualquer outra coisa)
Para isso ele deverá
• ter uma boa cultura geral;
• ter uma boa rede de relacionamentos
• ter um bom domínio dos conhecimentos técnicos;
• ter conhecimentos de administração e de gestão
• ter algumas características de empreendedor
• ter diferenciais competitivos para a área de construção civil
• ter habilidades para se relacionar com pessoas

(7) ABRIR UM ESCRITÓRIO DE ASSESSORIA OU CONSULTORIA TÉCNICA
Para isso ele deverá
• ter uma boa formação universitária;
• ter cursos de especialização, mestrado e doutorado;
• ter uma boa cultura geral;
• ter uma boa rede de relacionamentos
• ter um bom marketing pessoal (gestão da imagem pública);
• ter um bom domínio dos conhecimentos técnicos;
• ter conhecimentos e habilidades pessoais diferenciadas;
• ter conhecimentos de administração e de gestão
• ter algumas características de empreendedor
• ter diferenciais competitivos profissionais
• ter habilidades para se relacionar com pessoas


ESPECIALIDADE OU ÁREA DE ATUAÇÃO PARA ARQUITETOS
Com relação à especialidade ou área de atuação as possibilidade são muitas e variadas. O profissional, uma vez formado, poderá atuar numa das seguintes áreas…

URBANISMO
• Elaboração de Planos Diretores
• Projetos de revitalização
• Estudos de Impacto Urbanístico
• Estudos de Impacto Ambiental
• Projetos de Loteamentos
• Projetos de Paisagismo
• Avaliação e Perícias

CONSTRUÇÃO CIVIL
• Projetos residenciais
• Projetos de Edifícios Residenciais
• Projetos de Edifícios Comerciais
• Projetos de Reforma que incluem
exteriores.
• Avaliação e Perícias
• Administração de obra

ARQUITETURA EFÊMERA
• Vitrines
• Decoração de Shoppings Centers
• Palcos para Shows musicais
• Cenários para Teatro
• Parques de Diversão (itinerantes)

INTERIORES
• Projetos de Lojas
• Projetos de interiores Res.
• Projetos de interiores Com.
• Projetos mobiliários
• Projeto de iluminação
• Aeronaves, Navios, Motor Home
• Administração de obra

ILUMINAÇÃO
• Iluminação comercial
• Iluminação Cênica
• Iluminação de Arquitetura
• Iluminação residencial
• Iluminação Industrial
• Iluminação de Igrejas
• Iluminação de Museus
• Iluminação de Plantas
• Iluminação Pública
• Iluminação Esportiva

ÁREAS ESPECÍFICAS
• Projetos para a Área da Saúde (Hospitais, Clínicas, Consultórios, Ambulatórios, Farmácias, Postos de Saúde...)
• Projetos para a Área de Educação e Cultura (Escolas, Teatros, Centros Culturais, Museus...)
• Restauração
• Magistério
• Pesquisa e Desenvolvimento
• Empreendedorismo
• Segurança no Trabalho
• Avaliação e Perícias


ESPECIALIDADE OU ÁREA DE ATUAÇÃO PARA ENGENHEIROS
Geralmente isto já está vinculado à sua área de formação (Civil, Elétrica, Mecânica, Química, Sanitária, Alimentos, Produção, etc)



Portanto, se você é um jovem engenheiro ou arquiteto recém-formado, em busca de algum destino para a sua formação, ponha "fé em Deus e pé na tábua..." O que não falta é possibilidades.

E é claro que existem ainda outras alternativas que não foram listadas acima. Se você já trabalhou ou trabalha em algo diferente de tudo o que foi descrito ou se conhece alguém que faz alguma coisa que não está na lista deste artigo, por favor, escreva nos comentários, abaixo. no futuro essas informações serão incorporadas ao artigo original.



ÊNIO PADILHA
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---Artigo2015 ---Carreira ---MarcaPessoal



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29/09/2017

EXPERIÊNCIA X CRIATIVIDADE

(Publicado em 09/05/2006)



Se a única coisa importante que você tem para sustentar o seu Curriculum Vitae são muitos anos de experiência profissional... comece a se preocupar.
Em 1986, quando eu me formei engenheiro, o meu grande desafio, a maior dificuldade que eu tinha para enfrentar o mercado, era justamente a falta de experiência profissional. Naquele tempo não ter experiência era quase como não ter um braço.

Oito anos depois, em 1994, em uma palestra para quase duzentos engenheiros (no Congresso Catarinense de Engenharia e Arquitetura, do qual fui coordenador) Décio da Silva, diretor presidente da WEG, foi categórico: "Nos dias de hoje", disse ele, "toda experiência que importa é aquela adquirida nos últimos cinco anos. Qualquer coisa além desse tempo tem importância zero. Porque o que importa hoje é a capacidade que o profissional tem de desaprender. De substituir conhecimentos antigos e ultrapassados por conhecimentos novos e atualizados"

A constatação de Décio da Silva era, sem dúvida, corretíssima. Mas o tempo, a tecnologia e a conseqüente globalização (não apenas da economia, mas da cultura, das artes, de tudo, enfim) trataram de reduzir esses "cinco anos" para quase nada. No mundo de hoje todo conhecimento baseado apenas na experiência conquistada pela repetição da tarefa perdeu valor e perdeu espaço para a inteligência e para a criatividade.

Tentar se manter no emprego ou no mercado apenas repetindo com perfeição receitas e fórmulas que sempre deram certo pode ser (e quase sempre é) o caminho mais curto para o fracasso.

A criatividade, que é a capacidade que uma pessoa tem de abordar um problema ou parte dele de maneira diferente da usual (e, portanto, sem se importar com as experiências anteriores), e a inteligência, que é justamente a capacidade que uma pessoa tem de resolver problemas combinando conhecimentos (sem fazer uso da experiência) são hoje as mais poderosas armas que alguém pode ter na luta pela sobrevivência no emprego, no mercado e na vida.

É importante prestar atenção para os efeitos e consequências dessa transformação: o eixo do poder no mundo está mudando de posição. O lugar que, nas empresas, era ocupado pelo funcionário “cão fiel” e “burro de carga” está sendo conquistado pelo funcionário bem humorado, irreverente e criativo. As lideranças empresariais estão sendo conquistadas, cada vez mais, por pessoas mais jovens, porque é na juventude que a criatividade é mais exposta e a inteligência é mais valorizada.

Nunca é demais lembrar, para os que ainda insistem em defender a experiência como uma coisa muito importante, que os grandes gênios, como Eistein, Isac Newton, Galileu Galilei e tantos outros fizeram suas grandes descobertas quando ainda eram extremamente jovens (vinte e poucos anos) e, portanto, não tinham quase nenhuma experiência.

Tinham, no entanto, juventude, ausência do medo de errar e irreverência frente às “verdades” estabelecidas.



ÊNIO PADILHA
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---Artigo1996 ---Gestão de Carreira

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25/09/2017

QUANTO VALE A MARCA FULANO DE TAL



Você já experimentou fazer a pergunta acima trocando “Fulano de Tal” pelo seu nome Afinal, quanto vale o seu nome? Quanto vale a sua “marca” pessoal?

Esse negócio de que agora cada indivíduo é dono de uma empresa chamada “Você SA”, acredite, é a mais pura verdade. Talvez o termo correto não seja “empresa”. Talvez seja melhor dizer que cada pessoa representa uma entidade. Uma grife. Porque, afinal, “empresa” lembra relação comercial e (embora muita gente esteja) nem todo mundo está no mundo “à negócio”. Existem muitas pessoas, cujos objetivos pessoais passam muito longe das relações de compra-e-venda envolvendo algum tipo de dinheiro.

Mas todo mundo, de uma forma ou de outra, deseja “produzir benefícios” para si ou para os seus. E é aí que entra o conceito de Marca Individual.

Capacidade de “Produzir Benefícios para Terceiros”. Essa parece ser a chave para medir o valor de uma marca individual. O pressuposto é que gerando benefícios para os outros você obterá benefícios legítimos para você.

Faça o seguinte exercício mental: digamos que você comece a dizer (para todas as pessoas que prestam atenção ao que você diz) qual é o supermercado da sua preferência.

O que você acha que vai acontecer? Essas pessoas vão considerar a sua sugestão? Na próxima vez que forem às compras elas vão pensar no que você disse? E as vendas do tal supermercado, vão sentir os efeitos das suas declarações?

Você já deve ter percebido que o valor da marca “Fulano de Tal” está ligado a, pelo menos, três características fundamentais: credibilidade, habilidades de comunicação e acesso a um grande número de potenciais seguidores.

Perceba que o valor de uma pessoa não é, necessariamente, repassado para o valor do seu nome, da sua marca. É preciso que as outras pessoas reconheçam as suas qualidades, suas virtudes, seus conhecimentos e suas habilidades.

Ao reconhecerem as suas características positivas as pessoas atribuirão crédito às suas palavras. Pronto, você já marcou ponto no quesito Credibilidade.

Para que as pessoas ouçam e entendam o que você diz (e se tornem seguidoras) é importante que você domine os códigos, as técnicas de comunicação, a linguagem de cada veículo e as características de cada meio. Isto geralmente requer algum talento natural acrescido de treinamento e exercícios.

Por fim, um diferencial importantíssimo que distingue uma “grife” pessoal de outras é a quantidade de pessoas atingida pelas suas idéias. Mas não se iluda (nem se desespere) pensando que o valor de uma marca pessoal é diretamente proporcional ao número de pessoas atingidas. A qualidade (poder de decisão, poder aquisitivo, nível cultural, influência...) dessas pessoas é fundamental. De nada adianta ter um público enorme se essas pessoas não são capazes de contribuir para nenhuma transformação positiva. Não produzem benefícios.



ÊNIO PADILHA
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---Artigo2006 ---Administração ---Gestão de Carreira

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07/07/2017

CREDIBILIDADE É UM RECURSO VALIOSO



CREDIBILIDADE é, de fato, um recurso valioso (é raro, é idiossincrático e é percebido pelo cliente como algo positivo). No entanto, é muito difícil para um individuo (ou uma organização) afirmar categoricamente que possui credibilidade, ou que a sua credibilidade é maior do que a dos seus concorrentes à ponto de constituir-se um diferencial competitivo.

Nos meus cursos, por exemplo, quase todos os profissionais afirmam ter dificuldades para convencer seus clientes a fechar os negócios. Mas depois, na hora de fazer o exercício sobre seus próprios recursos e diferenciais competitivos, colocam lá em letras maiúsculas: CREDIBILIDADE.

Eu fico me perguntando: “que tipo de credibilidade é essa, que na hora de fazer a diferença simplesmente não funciona?”

A credibilidade é a característica de quem é digno de ser acreditado. Para negociar e vender serviços é importante (fundamental) a credibilidade, construída pelo comportamento e performance no mercado ao longo dos anos.

Ter credibilidade significa que as suas previsões e promessas são aceitas como verdade pelos seus interlocutores.

Se uma pessoa diz que tem credibilidade mas, na hora de negociar com o cliente não consegue nada, então uma de duas coisas está acontecendo: ou a pessoa não está argumentando corretamente (não esta prometendo ao cliente alguma vantagem diferenciada ou, o que parece ser o mais comum, não tem tanta credibilidade quando acha que tem.

Além do mais, a estatística está contra essa legião de engenheiros e arquitetos que afirmam ter credibilidade no mercado, pois todos os levantamentos feitos junto aos clientes (eu mesmo fiz um, para um trabalho do mestrado) apontam o descumprimento dos prazos como uma das principais reclamações dos clientes em relação aos profissionais.

Ora, um prestador de serviços que não cumpre seus prazos e não tem disciplina para lidar com os seus compromissos (chega atrasado às reuniões, demora um dia a mais para enviar aquele relatório ou proposta, vive dando explicações sobre seus descumprimentos de prazos e horários (trânsito, computador, funcionários, fornecedores....) não consegue passar segurança para seu cliente. Não pode dizer que tem credibilidade.

Credibilidade é conseqüência. A causa é o comportamento profissional no mercado.



ÊNIO PADILHA
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Os fundamentos das negociações bem sucedidas

ÊNIO PADILHA
4ª ed. 2014
176 páginas
ISBN: 978-85-7782-010-8 - OitoNoveTrês Editora
Apresentação de Maria Clara de Maio (editora da Revista Lume Arquitetura – São Paulo)
Prefácio de Manoel Henrique Campos Botelho (Autor do livro “Concreto Armado, Eu te Amo”)


---Divulgação

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03/07/2017

TALENTO, ORGANIZAÇÃO E DISCIPLINA

(Publicado em 16/11/2011)



Há muitos anos tenho insistido, nos meus cursos e palestras, que não existem segredos para o sucesso. Que todos os casos de pessoas bem sucedidas são resultados da combinação adequada de três elementos essenciais: Talento, Organização e Disciplina.

TALENTO é uma habilidade natural para fazer algo melhor do que a maioria das outras pessoas. Essa habilidade pode ser específica, como jogar basquetebol, correr, cantar, desenhar, esculpir, falar em público, pilotar carros de corrida, compor músicas, fazer filmes, calcular... ou genérica como o talento para as artes plásticas, para os esportes, para a música, para línguas ou para a ciência.

Talento é inato. Nasce com a pessoa. E aparece cedo (como que pedindo para ser explorado e desenvolvido).
Não existe maneira de adquirir talento! Por isso é que o termo "Talento Natural" soa como uma redundância, posto que não existe "Talento Artificial"

É importante dizer que são raríssimas as pessoas totalmente desprovidas de qualquer talento. Todos temos algum tipo de talento. É preciso identificá-lo e desenvolvê-lo para que possamos capitalizar o nosso potencial.

Pesquisadores no mundo inteiro, no entanto, concordam que, mesmo as capacidades que dependem de talento podem ser desenvolvidas com a aplicação de técnicas apropriadas (caso haja motivação). Assim, qualquer pessoa está, por exemplo, potencialmente apta a aprender música, desde que tenha vontade e use as técnicas apropriadas ao estudo de música. Mas aí entra em cena um dos outros dois componentes do sucesso: a Organização.

O senso de ORGANIZAÇÃO consiste em ter a capacidade de definir o lugar, o tempo e a maneira de executar tarefas ou guardar coisas.
O processo de organização define um lugar para cada coisa, um momento para cada tarefa, uma ferramenta para cada trabalho.

A organização (da sua mesa de trabalho, da sua casa e até mesmo da sua vida) pode ser obtida com ajuda externa de profissionais específicos, como professores, treinadores, assessores e consultores. O talento é o material de construção; a organização é o projeto; a execução da obra traz ao palco a terceira força capaz de produzir o sucesso: a disciplina!

Aquilo que a maioria das pessoas chama de desorganização tem, em 99% dos casos, outro nome: chama-se indisciplina.
Pense naquele escritório todo bagunçado, com todas as coisas fora de lugar, papel pra todo lado, desordem geral. Nossa primeira reação é dizer "nossa! que escritório desorganizado." Mas, na verdade, em 99% dos casos, se começarmos a perguntar para o proprietário do escritório onde é o lugar daquela caneta que está jogada no chão, daqueles contratos sobre uma cadeira, daqueles livros empilhados num canto ou mesmo dos lixos jogados sobre a mesa... é muito provável que ele saiba dizer o lugar de cada coisa.
Ora, se cada coisa tem um lugar (pré-definido) então já existe organização. E por que as coisas estão fora de lugar? Porque faltou disciplina para a manutenção da ordem.

Assim é na vida!

A DISCIPLINA pode ser definida como a característica de quem é capaz de fazer o que deve ser feito (aquilo que foi definido previamente no processo de organização). Aristóteles dizia que a disciplina é uma qualidade da alma e que é a força que diferencia o homem dos animais, pois a disciplina é a vitória da razão sobre a paixão. Sem a disciplina a vontade de crescer e se desenvolver nunca passará de sonho.

A relação entre essas três forças (Talento, Organização e Disciplinas) tem uma potência incomensurável. Mas é importante observar a seguinte conclusão:

Talento é natural. Não há mérito individual em possuí-lo. Ter talento é um dom que pode ser atribuído ao divino (se você for religioso) ou apenas à genética (se você for mais cético). Mas nunca é algo que, por si só mereça aplausos;

Buscar a organização para capitalizar o talento é resultado da determinação. E a organização pode ser individual, ou obtida por ajuda externa (até mesmo contratada)

A disciplina é, portanto, a grande virtude, capaz de capitalizar o talento e a organização, produzindo o sucesso.

O mundo está cheio de atletas, artistas e profissionais com grandes talentos que nunca chegaram nem nos pedestais do reconhecimento, simplesmente porque nunca se organizaram e nunca estiveram dispostos a pagar o alto preço imposto pela disciplina.

Empresas gastam fortunas organizando seus procedimentos (contratando consultores, comprando softwares e equipamentos) e tudo vai por água abaixo por falta de disciplina dos seus diretores, gerentes e empregados;

Indivíduos talentosos perdem-se pelo caminho não por falta de potencial (talento) ou de oportunidades (a organização) e sim, por falta dessa coisinha simples chamada disciplina, que depende unicamente da determinação individual para fazer a razão vencer as paixões.



ÊNIO PADILHA
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---Artigo2011 ---Administração ---Carreira



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16/06/2017

SER COMPETENTE É UM COMPROMISSO ÉTICO



(Publicado em 10/02/2010)



A Professora Maria Teresa Padilha, de Lisboa, Portugal, tem uma frase que eu considero digna de registro: ela afirma que “o primeiro e mais importante compromisso que um profissional tem com a ética profissional é ser competente!” Isso tem tudo a ver com o conceito de construção coletiva da percepção da sociedade em relação à Profissão e da responsabilidade individual de cada profissional sobre o resultado final.

O seu título profissional de Engenheiro (ou Arquiteto ou Agrônomo) agrega-se às suas características pessoais e passa a fazer parte da sua imagem pública. As pessoas interessam-se pelo desempenho profissional e utilizam essa percepção para ampliar a avaliação pessoal que fazem do indivíduo. Mas não fica só nisso. As pessoas tendem a fazer uma generalização da avaliação do desempenho profissional do indivíduo para toda a categoria.

Assim, se um engenheiro faz alguma coisa bem feita ele é bem avaliado, o que é bom. Mas essa avaliação não é apenas individual. Ela é expandida para o coletivo. Qualquer característica, positiva ou negativa, de um indivíduo (profissional) ecoa na categoria como um todo indivisível.

Os cursos universitários de Arquitetura, de Agronomia e de Engenharia dão ao profissional recém-formado um conjunto de conhecimentos e habilidades que o qualifica para iniciar sua carreira. Todos concordam que, nos primeiros anos após a formatura, é necessário ampliar esses conhecimentos e habilidades através de mais estudos e da obtenção de experiência profissional.

Por isso, praticamente todo profissional recém-formado se dedica ao estudo com muito empenho e entusiasmo, nos dois ou três anos que sucedem à formação universitária. O que pouca gente se dá conta, porém, é que esse processo não deve ser encerrado depois de dois ou três anos. Quem escolhe uma profissão cujo resultado tem um componente intelectual tão intenso como é o caso da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, tem de ter consciência de que “casou com os livros”.
Vai continuar estudando pelo resto da vida. Precisa se manter atualizado. Precisa assinar revistas técnicas, manter uma biblioteca atualizada, participar de cursos, seminários, simpósios e congressos da sua especialidade, visitar feiras, fazer viagens de estudo...

Isto não acaba quando você se forma. É o processo permanente de manutenção da competência profissional. Estudar, estudar e estudar. É isto o que distingue os grandes profissionais daqueles que engrossam as estatísticas dos profissionais “maisomenos”.



ÊNIO PADILHA
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13/06/2017

O DIREITO À IGNORÂNCIA



(Publicado em 05/08/2013)



"Todos nós temos pleno direito à própria ignorância: o problema surge quando a ignoramos como tal, considerando-a sabedoria" (Zuleika dos Reis)

Nas minhas aulas sobre Gestão de Carreira para Arquitetos e Engenheiros e também nas palestras que frequentemente realizo em escolas de Arquitetura e Engenharia eu sempre lembro aos participantes sobre a importância de explorar, na dose certa, um dos recursos que os estudantes e os jovens profissionais recém-formados possuem: o direito à ignorância

Eu explico. Mas, antes, deixa eu esclarecer o porquê dessa conversa: é que eu recebi (como recebo sempre) um e-mail de um estudante de arquitetura (terceiro ano) com seu curriculo e um pedido de estágio.

Evidentemente eu não poderia conceder estágio a um estudante de Arquitetura, já que não sou arquiteto nem tenho um escritório de Arquitetura. Mas entendo que ele tenha enviado o curriculo para o meu e-mail, provavelmente, esperando que eu reenviasse para algum amigo arquiteto. É justo. E poderia funcionar.

Mas acontece que ele enviou o curriculo para mais de cinquenta endereços. No mesmo e-mail. E todos os endereços apareciam no e-mail que eu recebi. Essa é uma prática reprovada por todos os "manuais de boas maneiras na internet" justamente por divulgar endereços eletrônicos de terceiros, expondo-os à ação de spammers. Este foi o primeiro erro detectado.

O segundo erro estava no curriculo propriamente dito: o arquivo com as informações sobre o remetente.
Apesar de eu ter deduzido que o rapaz fosse, provavelmente, um bom estudante e um potencial bom estagiário, seu currículo não conseguia me dizer isso. Tratava-se de um arquivo de texto mal concebido, mal diagramado e com informações desconexas e mal dispostas.

Minha primeira reação ao ver aquilo foi me perguntar "por que esse rapaz não pediu ajuda para alguém? Porque não buscou orientação de um profissional mais velho ou de um professor sobre como elaborar e encaminhar um curriculo?"

Daí lembrei da minha recomendação aos jovens: utilizem e explorem o seu Direito à Ignorância.

As atividades profissionais dos arquitetos e engenheiros são baseadas na capacidade intelectual e nos conhecimentos adquiridos. Um profissional sem conhecimentos (especialmente os conhecimentos técnicos) terá poucas chances nas disputas pelas melhores oportunidades. É natural, portanto, que as pessoas nessas atividades sintam um certo desconforto quando precisam admitir que nao sabem alguma coisa. Afinal, o profissional vale pelo que sabe, pelo que conhece. Admitir a ignorância significa reduzir seu próprio valor como profissional.
Nao deveria ser assim, mas é. E é até aceitável para um profissional veterano.
Se um arquiteto formado há dez anos diz que não sabe o que é a tecnologia BIM, ou que nunca ouviu falar de Zaha Hadid ou Norman Foster, por exemplo, isso não é bom para sua imagem profissional. Soa, no mínimo, como desatualização.

Mas se você for um estudante ou um profissional recém-formado eu tenho uma boa notícia: manifestar a sua ignorância (fazendo perguntas ou admitindo que não sabe) não queima seu filme e não reduz seu valor profissional. Muito pelo contrario: se um estudante faz perguntas, recorre aos professores ou a outros profissionais mais velhos, estes não olham para o estudante como um coitado, desatualizado, que não sabe das coisas e não tem futuro. Eles o vêem como alguém curioso e interessado, dedicado a aprender coisas novas e com um bom futuro pela frente.

Além disso, os veteranos geralmente gostam de poder ajudar com conselhos e recomendações a um jovem estudante ou profissional em inicio de carreira

Nosso colega estudante, antes de enviar seu currículo solicitando vaga como estagiário deveria ter pedido ajuda aos pais, aos tios, aos colegas formandos, aos professores ou a profissionais veteranos no mercado. Alguém haveria de ter dado a ele recomendações preciosas sobre como elaborar um currículo e quais as melhores estratégias para colocar o currículo nas mãos certas.

Ele não fez isso ou porque ficou com vergonha de perguntar para alguém (admitir que nao sabia fazer) ou... O que é pior: por achar que sabia.

Neste caso caiu na armadilha definida por Zuleika Reis, na frase colocada como epígrafe deste artigo: não admitiu a própria ignorância e foi ainda mais longe: considerou-a sabedoria.

Perdeu uma grande oportunidade.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br





REFERÊNCIAS:
1) REIS, Zuleika. Frases. Disponível em http://www.recantodasletras.com.br/pensamentos/2309319 acesso em 03/08/2013




Imagem (fonte): vivendoemverdade.blogspot.com.br



---Artigo2015 ---Administração ---Financeira

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09/06/2017

UMA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR

"Escolher entre seguir uma única estrada ou pegar atalhos 'duvidosos' para alcançar um certo destino, é um problema. A solução eticamente correta, no caso, é sempre uma só: pegar a estrada."
JULIO LOBOS
- PhD pela Cornell University, no livro Ética e Negócios, página 34




TRÊS MINUTOS - Ano 17 - Número 386 (Ênio Padilha, 07/10/2016)



O que eu faria diferente agora, se a minha carreira profissional de engenheiro estivesse começando?

O que eu poderia ter feito para chegar mais rapidamente aos resultados que eu queria? Que pecados eu poderia não ter cometido?

Quantas vezes eu já me fiz estas perguntas? Quantas vezes você já se fez perguntas semelhantes?

O livro “OS PECADOS DE MARKETING NA ENGENHARIA E NA ARQUITETURA” (PADILHA, Ênio. Os pecados de marketing na engenharia e na arquitetura. 3.ed. eletrônica - Balneário Camboriú: OitoNoveTrês Editora, 2013. 102p.) pretende buscar as melhores respostas para essas perguntas. Não que isso resolva o passado. Sabemos que não é possível modificá-lo. Mas, pelo menos, podemos mudar a rota do futuro.

Se não cometermos hoje os pecados de ontem, teremos menos coisas de que nos arrepender amanhã.
E, como sabemos, um dia sem arrependimentos é sempre um dia melhor.

O que fazer para obter o sucesso profissional?
John F. Kennedy, presidente dos Estados Unidos, tinha uma frase que ficou famosa: “O segredo do Sucesso eu não sei qual é. O segredo do fracasso eu sei: é tentar agradar a todo mundo”.

Rolim Adolfo Amaro, saudoso “Comandante”, tinha outra frase interessante, incluída nos 7 mandamentos da TAM: “A melhor maneira de ganhar dinheiro é parar de perder”.

Além de seus significados, altamente instrutivos, essas duas frases têm em comum outra coisa importante: a sua estrutura. Na estrutura as duas frases dizem a mesma a mesma coisa: Nem sempre você precisa saber a maneira correta de fazer alguma coisa. Se você consegue identificar qual é maneira errada, você já está a meio caminho do sucesso”.

Parar de cometer erros pode ser a maneira mais fácil de acertar. Esta é a premissa deste livro



Clique sobre a imagem ao lado e faça o download gratuito do livro “OS PECADOS DE MARKETING NA ENGENHARIA E NA ARQUITETURA”

É gratuito de verdade. Não se preocupe. Não se trata de uma isca de marketing. Você não precisa fornecer seu nome nem e-mail. Ninguém vai ficar mandando insistentes e-mails vendendo algum curso on-line milagroso que ensina a resolver todos os problemas de forma mágica...

Não tem mágica! Não tem truque. Apenas clique e leia o livro, se quiser.

Espero que seja útil. Nos vemos na semana que vem.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br

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09/01/2017

RECOMENDAÇÕES AOS RECÉM-FORMADOS

(Publicado em 09/01/2017)



Ano passado (2016) produzi duas novas palestras. Uma delas foi apresentada pela primeira vez no Forum Jovem, durante a SOEAA, em Foz do Iguaçu. Trata-se da palestra EXERCÍCIO PROFISSIONAL, RESPONSABILIDADE E PRODUTIVIDADE.

Nesse trabalho pude contar com a ajuda luxuosa do meu grande amigo, engenheiro e professor em Fortaleza, Sérgio Santos, que aceitou o meu convite e fez 10 desenhos inéditos que foram utilizados como ilustrações dos tópicos da palestra.

Quem ganhou com isso? Os jovens profissionais e estudantes que estiveram participando do evento, claro.
Se é verdade que uma imagem vale por mil palavras, as ilustrações do Sérgio Santos certamente tornaram a minha palestra muito mais interessante e esclarecedora.

Sérgio Santos é o autor das elogiadíssimas ilustrações do livro MANUAL DO ENGENHEIRO RECÉM-FORMADO, um livro que todo estudante e profissional recém-formado (até 2 anos) deveria conhecer

Veja, abaixo, as 10 recomendações para Engenheiros (e arquitetos, e agrônomos) recém-formados:



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br


















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Se você faz parte do Centro Acadêmico da sua faculdade e deseja ter uma palestra do Engenheiro e professor Ênio Padilha na sua Universidade, clique sobre a imagem e veja as facilidades que a OitoNoveTrês Produções oferece para eventos destinados a estudantes e para recém-formados:



---Artigo2016 ---GESTÃO DE CARREIRA


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