Notas de "VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL"

08/08/2016

SÉRGIO SANTOS FARÁ ILUSTRAÇÕES
PARA A PALESTRA DO FÓRUM JOVEM

(Publicado em 08/08/2016)



OLHA QUE BACANA
No dia 1º de setembro estarei apresentando uma palestra (EXERCÍCIO PROFISSIONAL - RESPONSABILIDADE E PRODUTIVIDADE) No Fórum Jovem, evento do CreaJr Nacional que faz parte da programação da SOEA, em Foz do Iguaçu.
Agora o meu grande amigo, engenheiro e professor em Fortaleza, Sérgio Santos, aceitou o meu convite e fará 10 desenhos inéditos que serão utilizados como ilustrações dos tópicos da palestra.
Quem ganha com isso? Os jovens profissionais e estudantes que estiverem participando do evento, claro.
Se é verdade que uma imagem vale por mil palavras, as ilustrações do Sérgio Santos certamente tornarão a minha palestra muito mais interessante e esclarecedora.
Sérgio Santos é o autor das elogiadíssimas ilustrações do livro MANUAL DO ENGENHEIRO RECÉM-FORMADO. Uma delas é esta aqui, que ilustra o capítulo 3 (Segunda fase da carreira: hoje)



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2016 ---GESTÃO DE CARREIRA

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04/08/2016

A CRISE NÃO É A EXPLICAÇÃO PARA TUDO

(Publicado em 04/08/2016)



O portal O GLOBO publicou no dia 03/08/2016 uma matéria sobre um arquiteto, de 75 anos, que tinha uma sala comercial no Centro do Rio e outra na casa espaçosa em que vivia em Niterói e que agora, "por causa da crise econômica", chegou à situação de oferecer seus serviços numa banca improvisada, na praia de Copacabana (você pode ler a matéria completa clicando sobre a foto aí do lado). Segundo ele, há três meses que vai lá, todos os dias e nada. Não consegue nenhum trabalho.

Há algumas semanas publiquei aqui um artigo sob o título CRISE: NÃO É A PRIMEIRA E NÃO SERÁ A ÚLTIMA. Naquele artigo, além de discorrer sobre todas as crises econômicas e políticas que eu enfrentei nos oito primeiros anos da minha vida profissional (de 1986 até 1994) eu quis mostrar também que as crises econômicas fazem parte do cenário. e que a boa Gestão de Carreira precisa levar em conta que elas existem.

Eu disse lá, e repito aqui: "A melhor coisa a se fazer, em relação a uma crise econômica, é não ser atingido por ela." É claro que nem sempre isso é possível e aí o negócio é fazer o melhor possível enquanto está no meio da tempestade, para evitar que os danos sejam maiores do que deveriam ser.

Eu disse também que a crise não atinge todos ao mesmo tempo nem com a mesma intensidade. A crise é como um tsunami. Uma onda gigante de coisas ruins que vai varrendo tudo o que consegue alcançar. Portanto, antes que a crise chegue o negócio é se distanciar o máximo que puder do seu campo de ação.

Eu não conheço o colega arquiteto mostrado na reportagem (e prometo publicar, aqui mesmo, todos as informações novas que possam demonstrar que eu estou errado), mas não é preciso ser gênio para saber que ele não se preparou para esta ou para qualquer outra crise. Esteve atuando perigosamente na área de ação da crise. Não fez o que tinha de fazer para ficar fora do alcance dela (ou, pelo menos, mais distante).

Está escrito na reportagem: ele é formado em uma excelente universidade, tem pós graduação, já teve um grande escritório, provavelmente um grande capital social em clientes e parceiros... Esse tipo de coisa não vira fumaça da noite pro dia. É preciso cometer uma série de equívocos para transformar todo esse potencial em perda total.

A crise não explica tudo. É preciso dizer isso aos jovens.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2016 ---Administração ---Valorização Profissional



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