Notas de "ELEIÇÕES CONFEA/CREA 2017"

15/12/2017

CONHEÇA O CURRÍCULO E PLANO DE TRABALHO DOS CANDIDATOS A PRESIDENTE E A CONSELHEIROS FEDERAIS

(Publicado em 23/10/2017)




Saiba mais sobre o currículo e o plano de trabalho dos candidatos a presidente e a conselheiros federais do Confea



Para obter mais informações visite confea

Comentário do Ênio Padilha

• MURILO PINHEIRO (São Paulo) - 03
• JOBSON ANDRADE (Minas Gerais) - 04
• JOEL KRUGER (Paraná) - 05
• JOSÉ RIBEIRO (Minas Gerais) - 06
• URUBATAN BARROS (Brasília) - 07

Um desses cinco colegas será o presidente do Confea em 2018, 19 e 20 (e, muito provavelmente, 21, 22 e 23). Trata-se de um período crítico. Um momento importante em que as nossas profissões têm uma possibilidade de reagir aos problemas que as estão afogando.

Não fique parado. VOTE!

Não vote apenas porque o candidato é amigo de um amigo seu. SEJA CONSCIENTE.

Conheça as promessas e compromissos de cada um dos candidatos. Leia com atenção. Escolha a melhor alternativa.

Preste atenção: o destino da sua profissão está sendo decidido aqui.

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14/12/2017

CONHEÇA O MANUAL DE PROCEDIMENTOS ELEITORAIS

(Publicado em 14/12/2017)



O Sistema Confea/Crea elege, por meio do voto direto dos seus profissionais, os Presidentes dos Creas e do Confea, a cada 03 anos. Além disso, também realiza a cada 03 anos as eleições para as Diretorias Regionais das Caixas de Assistência dos Profissionais dos Creas (Mútua). E ainda, anualmente, o Confea promove as eleições para o cargo de Conselheiro Federal, visando à renovação do seu Plenário. Em 2017, o Sistema Confea/Crea realizará Eleições Gerais, compreendendo todos esses pleitos, da seguinte forma:



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12/12/2017

O QUE O PRESIDENTE DO CONFEA PODE (REALMENTE) FAZER?

(Publicado em 08/11/2017)





Li com atenção as propostas dos cinco candidatos à presidência do Confea (a eleição será no dia 15/12/2017).

Como sempre, algumas promessas são vagas, expressadas em termos que nunca poderão ser verificadas de forma objetiva. Um exemplo é a tal promessa de “criar ações para promover a valorização profissional”… onipresente em qualquer programa de candidato a presidente de Confea, de Crea ou de entidade de classe. Quer uma promessa mais vaga do que esta?

Mas tem também, aqui e ali, algumas promessas que são bem objetivas. E é dessas promessas que eu vou me ocupar aqui, com a pergunta do título: o que, exatamente, o presidente do Confea pode fazer, sem depender dos conselheiros, da estrutura administrativa, dos presidentes de Creas ou de outras lideranças constituídas? Até que ponto o presidente do Confea é livre para estabelecer a sua própria agenda de compromissos? Por que, há décadas, entra e sai presidente do Confea e a coisa muda tão pouco?

A verdade é que o presidente do Confea precisa fazer muitas concessões para estabelecer sua agenda. Ele pode muito pouco se não se alinhar com os interesses de muita gente. A não ser que...

Bem... a não ser que o presidente do Confea seja um líder cuja força seja externa ao sistema. Uma pessoa cuja liderança seja inquestionável pelas regras não escritas do grupo estabelecido.

Imagine, por exemplo, que o engenheiro Osires Silva fosse eleito o presidente do Confea. Quem teria peito pra fazer-lhe frente? Qual conselheiro faria birra? Qual presidente de Crea engendraria intrigas? Que outra liderança do sistema, sem uma gota de influência fora dos limites da confraria, ousaria estabelecer disputas?

Se o presidente do Confea tivesse uma liderança inquestionável e fosse reconhecido fora dos limites do sistema profissional, como um Antônio Ermírio de Morais (é só um exemplo, claro. Infelizmente ele já se foi), um Marcos Pontes, Alex Kipman ou Romero Rodrigues, cujos feitos, fora do sistema profissional são credenciais insofismáveis, ficaria mais fácil acreditar que a sua agenda de compromissos seria efetivamente realizada.

Bom... mas esta não é a nossa realidade. O que teremos, a partir de janeiro de 2018 (seja qual for o vencedor) será um presidente cuja liderança será de origem interna (e para consumo interno).

Caberá ao presidente eleito tornar-se um líder da Engenharia e da Agronomia do país. Terá de ser interlocutor das mais altas esferas do mundo político, empresarial e científico. Ele deverá nos representar além das fronteiras do sistema e não apenas ser o representante da sua turma no comando do sistema.

E então… qual dos cinco candidatos está melhor preparado para este desafio? Para você, que paga a conta do sistema profissional, quem está mais próximo de se tornar essa grande liderança nacional?

Escolha e Vote. Não vire as costas para o seu dinheiro. Faça o seu voto fazer a diferença.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




A ilustração deste artigo mostra os cinco profissionais que presidiram o Confea desde que eu me formei engenheiro, em 1986: Frederico Victor Moreira Bussinger, Henrique Luduvice, Wilson Lang, Marcos Túlio de Melo e José Tadeu da Silva.



---Artigo2017

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13/11/2017

COMEMORE! VOTE!

(Publicado em 09/11/2017)


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13/10/2017

VOTAR OU NÃO VOTAR É DECISÃO SUA.
MAS É UMA ATITUDE QUE PRODUZ CONSEQUÊNCIA!

(Publicado em 03/08/2005)



Cerca de 800 mil profissionais do sistema estão aptos a votar e serão convidados. Apenas uns 50 ou 60 mil aceitarão o convite. Trata-se das eleições nas quais serão escolhidos, pelo voto direto, os presidentes dos 27 CREAs e também o presidente do CONFEA.

Esses 50 ou 60 mil já decidiram que irão votar (e já decidiram em quem votar). Os outros mais de 700 mil estão divididos entre os que já decidiram que não irão votar e os que ainda estão em dúvida.

Aos que já decidiram NÃO VOTAR, não tenho a pretensão de demovê-los. São pessoas adultas, inteligentes, de nível superior. Sabem o que estão fazendo e certamente conhecem as consequências desse ato.

Aos indecisos, no entanto, tenho um comentário a fazer:

A imensa maioria dos profissionais vira as costas para o processo eleitoral por achar que isso enfraquece o sistema e diminui a força dos dirigentes que acabam sendo eleitos.
Triste engano!
Essa baixa participação eleitoral é o que mais interessa aos que querem se eleger e não prestar contas dos seus atos para ninguém.

Eleições no sistema profissional são muito diferentes das eleições comuns (prefeito, governador, presidente da república...) pois não têm apelo popular, não têm atenção da mídia e não têm repercussão duradoura.

Essas eleições (nos CREAs e no CONFEA) acabam sendo decididas, na maioria das vezes, por conchavos de gabinetes, concessões de vantagens aos cabos eleitorais (as chamadas Lideranças Regionais) e articulações políticas eleitoreiras. Essa prática só é possível por causa da baixíssima taxa de participação dos profissionais no processo eleitoral (10 a 20%, na média).

Quem vota (ou busca votos) é quem, na prática, tem poder para fazer cobranças. Com tão baixa participação, fica muito barato arregimentar correligionários e cooptar adversários, pois, no fim das contas, fica tudo no nível da confraria dominante. Os votos que aparecem nas urnas são todos conhecidos. São votos dos sítios particulares dessa ou daquela liderança.

Quem tiver o controle sobre os "líderes" terá o controle sobre as eleições. É isso que garante a inércia do sistema. O sujeito chega lá e nunca mais sai.

Por isso a minha campanha tem sido SEMPRE pelo voto.

Conheça os candidatos, levante-se da cadeira e vote.
Mais que isso: convença seus amigos para votar também. Vamos encher as urnas com centenas de milhares de votos. Vamos passar de 10 para 30, 40, 60% de votos. Isso dará aos eleitos muito mais responsabilidade. Fará com que, chegando aos cargos de direção, eles sejam menos arrogantes, menos pedantes, e mais preocupados em resolver os verdadeiros problemas dos profissionais e não apenas os problemas do seu grupo de amigos.

Vote! Convença seus colegas a votar! Não importa em quem. Se um dos candidatos lhe agradar, vote nele; Se todos os candidatos parecerem bons, escolha o que lhe parecer mais confiável. Se nenhum dos candidatos merecer a sua confiança, vote nulo (voto nulo significa "nenhum deles serve")

Votar nulo não é a melhor das opções. É a última opção. É uma forma de mandar um recado aos dirigentes: não somos galinhas mortas. Não somos apenas números nas estatísticas.

Não somos apenas 800 mil otários que pagam a conta!



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br





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---Artigo2005 ---SistemaConfea

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16/01/2017

PRECISA-SE

(Publicado em 16/01/2017)


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