Notas de "ADMINISTRAÇÃO - GERAL"

01/07/2019

Série: FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

(Série iniciada em 21/06/2019)



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12/06/2019

O BURACO É MAIS EM CIMA

(Publicado em 08/05/2007)



Há muito tempo que essa constatação me incomoda. Na verdade, quem leu meu primeiro livro (Marketing para Engenharia e Arquitetura) deve ter visto, já na primeira edição, de 1998, no último capítulo, algo a respeito. O assunto foi abordado em todas as edições seguintes e nas últimas quatro (6ª, 7ª, 8ª e 9ª) de forma bastante explícita:




TRÊS MINUTOS - Ano 17 - Número 389 (Ênio Padilha, 29/10/2016)



Tem alguma coisa errada com essa afirmação de que o marketing é uma coisa capaz de solucionar os problemas mercadológicos dos engenheiros e arquitetos. O marketing não tem essa capacidade porque ele não consegue se aplicar a empresas sem que haja uma base na qual ele possa se sustentar. Essa base se chama Administração.

Então o problema (ou a solução) não está no Marketing?
Não. Está um pouco mais acima: na Administração.

As empresas de Engenharia e de Arquitetura são mal administradas. Os profissionais desconhecem aspectos primários das Teorias de Administração e das Teorias Organizacionais. Desconhecem Taylor, Fayol, Max Weber, Elton Mayo e as coisas que decorrem do que esses pensadores estudaram.

Com isso, estamos administrando nossas empresas na base do chute. Com práticas gerenciais tiradas do senso comum, muitas vezes sem nenhum fundamento (o que explica os fracassos empresariais tão comuns).

Não deixa de ser irônico o fato de que Taylor e Fayol (os precursores das Teorias da Administração), eram engenheiros e que a Administração, enquanto ciência aplicada, tenha nascido da engenharia. Os criadores abandonaram a própria criatura. As escolas de engenharia, de uma maneira geral, nunca deram suficiente atenção aos aspectos técnicos da administração empresarial nas atividades profissionais, por mais evidente que se torne a cada dia o fato de que as habilidades de relacionamento social são mais relevantes (determinantes) para o sucesso profissional do que as habilidades e conhecimentos técnicos (que são fatores mínimos obrigatórios e, portanto, commodities).

A maioria dos cursos de Engenharia e de Arquitetura ainda jogam todas as fichas na capacitação técnica dos seus alunos. E eu não sou totalmente contrário a isso. Acho até que faz sentido. Afinal o curso é de Engenharia (ou Arquitetura) e não de Administração.

É razoável que o ensino se concentre em temas que digam respeito à Engenharia propriamente dita, ou seja, às questões técnicas, científicas e tecnológicas. O erro, na minha opinião, está na visão de mundo que é transmitida pelas escolas aos seus alunos. Eles passam cinco anos recebendo, de forma objetiva ou subliminar, a informação de que o conhecimento das técnicas é condição necessária e suficiente para o sucesso profissional.

Aí é que está o erro! O conhecimento da técnica (ser um bom engenheiro ou arquiteto, do ponto de vista técnico) é sim, condição necessária.

Porém, não é condição suficiente. Longe disso. A história da Engenharia no Brasil está cheia de exemplos que demonstram isso. O mais eloqüente talvez seja o do engenheiro Emílio Baumgart, um gênio da Engenharia, considerado o pai do concreto armado no Brasil e que foi, entre 1920 e 1940, um dos maiores nomes do cálculo estrutural no mundo. Mas apesar dessa qualidade técnica inquestionável, a empresa que ele fundou, logo depois de se formar, FALIU em menos de dois anos.

O erro não está em não ensinar Administração aos estudantes de Engenharia. O erro está em não ensinar a eles que saber administrar é um pouco mais do que fundamental: é fator determinante do sucesso. Os estudantes de Engenharia chegam à Universidade com pouca ou nenhuma disposição/paciência para qualquer disciplina que não seja matemática, física, química ou matérias de aplicação tecnológica. Eles precisam ser estimulados para dar atenção a esses assuntos.

É função dos professores (ou antes, dos coordenadores) dos cursos fazê-los ver que conhecer história econômica, português, fundamentos de administração e contabilidade, noções gerais de direito e de economia não são apenas “perfumarias” do curso. São, antes, questões de vida ou morte (empresarialmente falando). Os diretores, coordenadores e professores dos cursos de Engenharia e Arquitetura precisam se dar conta de que não estão formando apenas engenheiros ou arquitetos. Estão formando pessoas que precisam estar aptas para realizar seus sonhos de progresso e felicidade.

E este objetivo está muito além da Matemática, da Física e das disciplinas técnicas.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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---Artigo2007 ---Administração

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07/06/2019

INTRODUÇÃO AO MARKETING DE ARQUITETURA: COMO CONCEITOS BÁSICOS PODEM AJUDAR SEU NEGÓCIO

(Publicado em 27/09/2018)



Arquitetos, em geral, tem a tendência de subestimar a importância do marketing na criação e gestão de um negócio bem sucedido. Mesmo aqueles que afirmam compreender o papel do marketing na captação de clientes e construir relacionamentos geralmente falham em utilizá-lo em seu pleno potencial.

Diretores de empresas de arquitetura pequenas geralmente são pegos tentando manter seus escritórios progredindo e acabam tratando o marketing como um luxo que será possível pagar quando alcançarem estabilidade - esquecendo o verdadeiro papel do marketing como catalisador de crescimento.



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06/06/2019

5 VÍDEOS QUE DEIXARIAM TAYLOR ORGULHOSO

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03/05/2019

12/04/2019

QUAIS OS PRINCIPAIS ERROS DE PLANEJAMENTO DE CARREIRA?

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08/04/2019

QUE TIPO DE EMPREENDEDOR É VOCÊ?
Ramon Barbosa

Existem basicamente 3 tipos de empreendedores. Sendo que, dois deles, tornaram-se mais populares, especialmente de 2015 pra cá, em virtude da crise. Conhecer que tipo de empreendedor é você, é importante para saber o que exatamente você precisa fazer para alcançar o que você deseja – o sucesso.



Está preparado?

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29/03/2019

A RELAÇÃO ENTRE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ESTRATÉGIA

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25/03/2019

EMPREGO OU EMPRESA: O QUE QUER PARA O SEU FUTURO?

Tomar uma decisão de carreira é algo extremamente complexo e se torna ainda mais complicado quando temos que fazer isso muito jovens, quando as dúvidas ainda superam as certezas. Muito por isso bastante gente resolve mudar de profissão pouco tempo depois de se formar. Ou mesmo ainda na graduação escolhe trocar de curso.

E quando a dúvida é seguir carreira como funcionário de uma empresa ou abrir seu próprio negócio? É aí que as coisas ficam ainda mais enroladas. A cultura brasileira é massivamente focada na busca por um bom emprego. De preferência, no setor público. Empreender, geralmente, é a última opção, quando "não deu certo" o plano A.

A necessidade de correr riscos que a decisão de abrir um negócio impõe é outro obstáculo. Nem todo mundo que quer a liberdade de construir o próprio futuro tem a disposição de se arriscar.

Como decidir, então, entre um emprego e sua própria empresa? Algumas questões pode ajudar nessa decisão:



Continue a leitura no administradores.com.br



Leia também ARQUITETO 1.0 Um Manual para o Profissional Recém-Formado e o Manual do Engenheiro Recém-Formado




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18/03/2019

O PROTOCOLO 89



(Publicado em 09/05/2019)



O protocolo 89 não é uma consultoria convencional.
• O consultor não apresenta relatórios;
• O consultor não faz o trabalho que precisa ser feito no escritório;
• O empresário/contratante recebe tarefas e precisa cumprí-las sob pena de ser reprovado;
• O empresário/contratante precisa (no período de 26 semanas) ler e discutir nada menos do que 21 livros (selecionados pelo consultor);
• O Consultor não trabalha PARA a empresa contratante;
• O Consultor não é um fornecedor À SERVIÇO da empresa. Não recebe ordens nem se submete a nenhuma condição imposta pelo contratante;
• O compromisso contratual do Consultor é conduzir o processo, oferecer caminhos e propor soluções, de tal maneira que os objetivos sejam totalmente alcançados (se o contratante fizer a lição de casa);
• Se o contratante não cumprir, RELIGIOSAMENTE, a sua parte no trabalho, o contrato será unilateralmente encerrado, sem devolução dos valores que por ventura já tenham sido pagos;

Quem contrataria um serviço desses?





O Protocolo 89 se assemelha mais a um curso intensivo de 26 semanas (aproximadamente 6 meses) no qual o aluno (o cliente):
• Faz um diagnóstico completo da sua empresa;
• Faz uma revisão do Contrato Social;
• Faz uma revisão do organograma e na definião de cargos, funções, tarefas e responsabilidades;
• Desenvolve um Plano de Negócios detalhado;
• Instala, configura e alimenta um completo SIGE (Sistema Integrado de Gestão Empresarial) no escritório, com o qual integra cadastros, negociações, propostas comerciais, sistematização de processos produtivos, recursos humanos e controle financeiro;
• Analisa e desenvolve suas estratégias empresariais (estratégias de produção, estratégias de parcerias, de marketing, financeira, etc)
• Aprende a desenvolver o marketing do seu escritório
• Aprende a negociar e vender os seus serviços
• Aprende técnicas de construção de marcas (pessoal e empresarial)

Enfim, aprende, aprende, aprende... e se desenvolve como gestor do seu negócio. O Protocolo 89 é uma aula particular com duração de 26 semanas e resultados garantidos


COMO NASCEU O PROTOCOLO 89?
O principal problema relatado por profissionais que buscam ajuda para organizar e administrar seus escritórios está no fato de que a maioria dos Consultores e Agências disponíveis no mercado simplesmente não conhecem a realidade dos escritórios de Arquitetura e de Engenharia.

O mercado de Engenharia e Arquitetura enfrenta todas as dificuldades típicas da prestação de serviços:
• Intangibilidade dos produtos;
• Inseparabilidade entre fornecedores e clientes;
• Variabilidade no processo produtivo;
• Inarmazenabilidade da produção;
• Improtegibilidade das tecnologias produzidas;
• Precificação Subjetiva;

Além disso, ainda enfrenta dificuldades que são específicas da Arquitetura e da Engenharia:
• Produto de Consumo Restrito (muito pouca gente compra, poucas vezes na vida);
• Produto com alto componente intelectual agregado;
• Produto Intermediário (não é produto final, portanto, não desperta interesse imediato do cliente);
• Produto com vantagens e benefícios não evidentes para o cliente.

Entender isso e construir soluções que enfrentem e resolvam esses problemas não é nada fácil. E isto é (modéstia à parte) exatamente o que nós fazemos.

Depois de muitos anos trabalhando no desenvolvimento dessa solução, finalmente encontrei um formato que pode, efetivamente, ajudar os colegas engenheiros e arquitetos.

O Protocolo 89 é o nome do serviço de consultoria oferecido por mim e pela minha empresa (a OitoNoveTrês Educação) para pequenos escritórios de Engenharia ou de Arquitetura.

Trata-se de um processo de autointervenção orientada desenvolvido especificamente para escritórios de Arquitetura ou de Engenharia com até 15 pessoas (entre sócios e empregados e terceirizados regulares).

Consiste num conjunto de passos assumidos pelo proprietário ou pelos sócios do escritório durante 26 semanas (aproximadamente 6 meses) com o objetivo de fazer um reconhecimento (análise e diagnóstico) da empresa e do ambiente no qual ela atua, bem como estabelecer novos padrões de funcionamento, gestão, e administraçao estratégica, orientados pelas teorias da administração e, particularmente, pela Visão da Empresa Baseada em Recursos (Teoria dos Recursos ou RBV).

Baseado no meu mais recente livro "ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA" e sustentado pelas mais recentes perspectivas teóricas da Administração, este trabalho é desenvolvido em três frentes:
(1) A análise e recomposição das estratégias de administração da empresa
(2) A sistematização dos processos de gestão, através da implementação de um ERP (Enterprise Resource Planning, no Brasil também conhecido como SIGE: Sistemas Integrados de Gestão Empresarial) desenvolvido especialmente para pequenos escritórios de Arquitetura e de Engenharia (até 10 empregados).
(3) Uma carga de conhecimento consistente sobre gestão empresarial, garantida pela leitura e discussão de 21 livros selecionados pelo consultor.

A consultoria/assessoria tem, portanto, um tempo determinado (de 26 semanas) e, ao final desse período, espera-se que o o titular do escritório obtenha conhecimento e autonomia para que o escritório possa alcançar uma nova posição no mercado e buscar novos desafios, de forma independente e sustentável.






Faça agora o Download do documento com a
PROPOSTA DETALHADA DE CONSULTORIA/ASSESSORIA DE ADMINISTRAÇÃO PARA ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
(incluíndo as informações comerciais e condições de contratação)

Faça contato: professor@eniopadilha.com.br





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PADILHA, Ênio. 2019

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