Notas de "ADMINISTRAÇÃO - GERAL"

06/11/2018

EMPREENDER EXIGE ARRISCAR E APRENDER COM OS FRACASSOS

(Publicado em 06/11/2018)



"A frustração, encarada como aprendizagem, pode funcionar como estímulo para chegar ao nosso objetivo".
Você concorda?
Dá uma olhada no artigo assinado por Renato Bernhoeft.



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05/11/2018

QUAIS OS PRINCIPAIS ERROS DE PLANEJAMENTO DE CARREIRA?

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29/10/2018

QUE TIPO DE EMPREENDEDOR É VOCÊ?
Ramon Barbosa

Existem basicamente 3 tipos de empreendedores. Sendo que, dois deles, tornaram-se mais populares, especialmente de 2015 pra cá, em virtude da crise. Conhecer que tipo de empreendedor é você, é importante para saber o que exatamente você precisa fazer para alcançar o que você deseja – o sucesso.



Está preparado?

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22/10/2018

MODELO DE NEGÓCIO E PLANO DE NEGÓCIO



Quando eu comecei a estudar os conceitos de Plano de Negócio e Modelo de Negócio uma coisa me chamou atenção: o fato de que muitos consultores confundem uma coisa com a outra. Pior: ensinam que é possível, por exemplo, substituir o Plano de Negócio pelo Modelo de negócio, como se fosse a mesma coisa (ou coisas semelhantes)

Isso é, na minha opinião, apenas mais uma das muitas manifestações dessa praga do Consultor Analfabeto e Preguiçoso. Aliás, é bom que se diga: é analfabeto justamente porque é preguiçoso. Incapaz de ler os livros com teorias mais elaboradas, prefere se alimentar em blogs de outros Consultores igualmente analfabetos e preguiçosos. Este círculo não tem fim. E todo dia tem gente desprevenida caindo nesse poço.

Existem, sim, diferenças cruciais entre Modelo de Negócio e Plano de Negócio.

Modelo de negócio é um conceito descritivo: define a forma como a empresa se organiza e funciona, com o objetivo de cria valor para os seus stakeholders.

stakeholder é um termo usado, principalmente em estudos organizacionais (mas também nas áreas de gestão de projetos, administração e arquitetura de software) e se refere às pessoas ou instituições que têm (em relação à empresa) níveis relevantes de interesse, influência ou poder. Os stakeholders devem estar de acordo com as práticas de governança corporativa executadas pela empresa, uma vez que, segundo o filósofo Robert Edward Freeman, os stakeholders são elementos essenciais ao planejamento estratégico de negócios. O sucesso de qualquer empreendimento depende da participação de suas partes interessadas e por isso é necessário assegurar que suas expectativas e necessidades sejam conhecidas e consideradas pelos gestores.

Já o Plano de Negócio é é uma abordagem prescritiva. Em palavras simples podemos dizer que é o projeto da sua empresa. Trata-se de um documento que procura descrever com a maior quantidade possível de detalhes o processo de criação, implantação e funcionamento da empresa.

Abrir uma empresa sem fazer um Plano de Negócio é como construir uma casa sem fazer um projeto. É possível, mas, certamente, irá ficar mal feito. E os custos, com certeza, serão mais elevados.

O Plano de Negócio é um documento (que pode ter de 10 a 100 páginas, dependendo do nível de detalhamento) que registra o planejamento global da empresa, incluindo motivações, instalações, equipamentos, conhecimentos, tecnologias, custos, além de um esboço do Manual de Operações.

O Plano de Negócio é composto dos seguintes itens (ou partes):
• Introdução
• Discussão sobre o nome da empresa
• Determinação dos Atributos da Marca
• Custos de instalação da empresa
• Custos de manutenção da empresa
• Custos de produção
• Remuneração dos Sócios
• Descrição da características da Equipe de trabalho
Anexo: Minuta do Contrato Social
Anexo: Estudos Econômicos
Anexo: Legislação pertinente

Portanto, a elaboração do Plano de Negócio se dá depois da escolha (ou criação) do Modelo de Negócio. É possível ser inovador na concepção do Modelo de Negócio. Mas é preciso ser conservador na construção do Plano de Negócio.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



Este artigo é discutido com maior profundidade no módulo de introdução do nosso curso de ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA




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16/10/2018

OS DEZ MITOS DO MARKETING
Alberto Mistrello

(Publicado em 16/10/2018)



Na história da humanidade, criar mitos a respeito de poderes sobrenaturais para qualquer tipo de situação que foge ao domínio comum é muito recorrente.

Com o Marketing não é diferente, pois esta importante Estratégia Organizacional cresceu muito desde os anos 50 e atualmente conta com infinitas publicações que abordam pontos de vistas diferentes para cada elemento de sua definição.



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15/10/2018

EMPREENDEDORISMO É ADMINISTRAÇÃO
Leandro Vieira

Empreender está na moda. E já era sem tempo. Depois de muito levarem na cabeça perseguindo ilusões como estabilidade e segurança, muitas pessoas estão acordando para o fato de que, para terem uma vida plena e realizada, devem assumir riscos e apostarem em suas ideias. Essas pessoas estão não apenas construindo novas rotas para suas vidas, mas estão ajudando a mudar toda uma cultura secular que ainda reina em nosso país que é, justamente, contrária à inovação e ao empreendedorismo.

A moda de empreender criou inclusive oportunidades para diversos empreendedores. Tem muita gente ganhando dinheiro "ensinando" pessoas a empreender. A fórmula é bastante simples:

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15/10/2018

A RELAÇÃO ENTRE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ESTRATÉGIA

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27/09/2018

INTRODUÇÃO AO MARKETING DE ARQUITETURA: COMO CONCEITOS BÁSICOS PODEM AJUDAR SEU NEGÓCIO

(Publicado em 27/09/2018)



Arquitetos, em geral, tem a tendência de subestimar a importância do marketing na criação e gestão de um negócio bem sucedido. Mesmo aqueles que afirmam compreender o papel do marketing na captação de clientes e construir relacionamentos geralmente falham em utilizá-lo em seu pleno potencial.

Diretores de empresas de arquitetura pequenas geralmente são pegos tentando manter seus escritórios progredindo e acabam tratando o marketing como um luxo que será possível pagar quando alcançarem estabilidade - esquecendo o verdadeiro papel do marketing como catalisador de crescimento.



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16/08/2018

COBRAR IMPOSTOS SOBRE DIVIDENDOS
NÃO É APENAS ILEGAL. É IMORAL.

(Publicado em 16/08/2018)



Alguns candidatos defendem abertamente. Outros não colocam o tema como bandeira de campanha mas também não se manifestam contra.
De uma maneira geral todos defendem a ideia de cobrar impostos sobre dividendos. A unanimidade sobre o tema faz parecer que se trata de uma questão simples. Mas tem um problema:





A cobrança de impostos sobre os dividendos prejudicaria de forma mortal os pequenos escritórios de Engenharia e de Arquitetura (que representam a maioria absoluta das empresas do setor). Não é possível que as instituições que deveriam cuidar dos interesses desses profissionais não estejam percebendo isso. Onde estão Crea, Confea, CAU, IAB, ASBEA, ABECE?

ENTENDENDO A COISA
O que são dividendos?
É a parte do lucro da empresa que é distribuída entre os sócios de acordo com a quantidade de ações ou cotas que possuem.
Lembrando que uma parte do lucro de uma empresa é reinvestido na própria empresa, para que ela continue crescendo. A outra parte (distribuída entre os sócios) é chamada de dividendos.

É importante lembrar que TUDO o que a empresa produz já é taxado. Já tem uma boa carga de impostos. O que sobra, portanto, já foi objeto da atenção do governo. Os dividendos quando existem já representam o resultado financeiro dos sócios depois de terem sido pagos vários tipos de impostos. Impor a esse resultado uma nova carga de impostos não é apenas ilegal (bitributação). É imoral.

O Capital produtivo, no Brasil, já sofre uma carga tributária estratosférica. O bom senso indica claramente que não existe margem para aumento de impostos. E, se isso é tão claro para empresas industriais e comerciais que se beneficiam de impostos que têm mecanismos de crédito, como o IPI e o ICMS, o que dizer das empresas prestadoras de serviços onde esse mecanismo de crédito simplesmente não existe?

Isso significa, portanto que empresas prestadoras de serviços de Engenharia ou de Arquitetura que já são penalizadas pelo sistema de tributação vigente no país ficariam ainda mais prejudicadas.

Além disso, para as pequenas empresas (o que corresponde a imensa maioria das empresas de Engenharia e de Arquitetura no Brasil) os dividendos são, na prática, a verdadeira remuneração do profissional proprietário ou sócio. Os dividendos representam o retorno que o profissional tem pelo seu investimento pessoal de tempo e energia para produzir os serviços e, eventualmente, gerar empregos.

Qual é a lógica em taxar essa renda? Eu posso estar enganado, mas creio que essa ideia de cobrar impostos sobre os dividendos servirá apenas para tungar os bolsos dos pequenos empresários prestadores de serviços.



ÊNIO PADILHA
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---Padilha, Ênio. 2018

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13/08/2018

EMPREGO OU EMPRESA: O QUE QUER PARA O SEU FUTURO?

Tomar uma decisão de carreira é algo extremamente complexo e se torna ainda mais complicado quando temos que fazer isso muito jovens, quando as dúvidas ainda superam as certezas. Muito por isso bastante gente resolve mudar de profissão pouco tempo depois de se formar. Ou mesmo ainda na graduação escolhe trocar de curso.

E quando a dúvida é seguir carreira como funcionário de uma empresa ou abrir seu próprio negócio? É aí que as coisas ficam ainda mais enroladas. A cultura brasileira é massivamente focada na busca por um bom emprego. De preferência, no setor público. Empreender, geralmente, é a última opção, quando "não deu certo" o plano A.

A necessidade de correr riscos que a decisão de abrir um negócio impõe é outro obstáculo. Nem todo mundo que quer a liberdade de construir o próprio futuro tem a disposição de se arriscar.

Como decidir, então, entre um emprego e sua própria empresa? Algumas questões pode ajudar nessa decisão:



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Leia também ARQUITETO 1.0 Um Manual para o Profissional Recém-Formado e o Manual do Engenheiro Recém-Formado




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