Notas de "ADMINISTRAÇÃO - GERAL"

18/11/2019

INTRODUÇÃO AO MARKETING DE ARQUITETURA: COMO CONCEITOS BÁSICOS PODEM AJUDAR SEU NEGÓCIO

(Publicado em 27/09/2018)



Arquitetos, em geral, tem a tendência de subestimar a importância do marketing na criação e gestão de um negócio bem sucedido. Mesmo aqueles que afirmam compreender o papel do marketing na captação de clientes e construir relacionamentos geralmente falham em utilizá-lo em seu pleno potencial.

Diretores de empresas de arquitetura pequenas geralmente são pegos tentando manter seus escritórios progredindo e acabam tratando o marketing como um luxo que será possível pagar quando alcançarem estabilidade - esquecendo o verdadeiro papel do marketing como catalisador de crescimento.



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11/10/2019

A RELAÇÃO ENTRE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ESTRATÉGIA

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18/09/2019

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16/08/2019

OS DEZ MITOS DO MARKETING
Alberto Mistrello

(Publicado em 16/10/2018)



Na história da humanidade, criar mitos a respeito de poderes sobrenaturais para qualquer tipo de situação que foge ao domínio comum é muito recorrente.

Com o Marketing não é diferente, pois esta importante Estratégia Organizacional cresceu muito desde os anos 50 e atualmente conta com infinitas publicações que abordam pontos de vistas diferentes para cada elemento de sua definição.



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05/08/2019

O ESCRITÓRIO DE ENGENHARIA / ARQUITETURA

(Publicado em 13/03/2013)



Abrir um escritório é uma das opções que se apresentam para os engenheiros e arquitetos em qualquer momento de suas carreiras (e não apenas por ocasião da formatura).
Mas esta empreitada geralmente é precedida de muito sonho e pouca luz. E, por conta disso, a maioria dos escritórios de Engenharia e de Arquitetura passa por momentos muito duros nos primeiros anos de vida.
Muitos desses momentos difíceis podem ser evitados com algum conhecimento técnico e planejamento racional.

A primeira coisa a fazer quando se pensa em abrir um escritório de Engenharia é decidir qual é a forma legal da constituição da empresa.
Um profissional de Engenharia ou Arquitetura pode se estabelecer no mercado com um Escritório Profissional sob a forma de Profissional Liberal Autônomo, ou em sociedade com outras pessoas.

A Firma Individual é constituída apenas por uma pessoa, sendo que a Razão social dessa é o Nome do proprietário. Essa forma de constituição é usada quando a pessoa abre uma loja, por exemplo, e não tem sócio. Porém, em algumas atividades de profissão regulamentada (é o caso da Engenharia e da Arquitetura) não é aceita esse tipo de empresa.

No caso de se estabelecer como autônomo o profissional deve se registrar na Prefeitura e no Crea.

Não existe limite quanto ao rendimento mensal ou anual e nem quanto ao número de empregados ou seja: não existem impedimentos para que o profissional contrate trabalhares como empregados, desde que respeite as determinações legais.

As contribuições sociais previdenciárias são:
• 20% sobre a remuneração paga aos empregados e trabalhadores avulsos;
• RAT de 1%, 2% ou 3% sob a remuneração dos empregados, conforme CNAE/Fiscal da atividade principal;
• Terceiros sob a remuneração dos empregados, conforme o FPAS;
• 20% sobre a remuneração paga aos contribuintes individuais;
• 15% sobre o valor bruto da nota fiscal da prestação de serviços de cooperados; devendo ainda reter e recolher as contribuições previdenciárias dos segurados empregados (8%, 9% ou 11%).

Como comprovante (de recibimento de valores) ele deverá fornecer aos seus clientes um RPA (Recibo Profissional Autonomo)

O Profissional autônomo que prestar serviços a outras pessoas físicas deverá fazer Livro Caixa, lançando as receitas e despesas. O calculo do Imposto de Renda será feito sobre o lucro, seguindo a tabela da Receita Federal e deverá ser apresentada na Declaração de Imposto de Renda Pessoa Fisica do ano seguinte, recolhendo o Imposto de Renda através do Carne Leão, conforme tabela estipulada pela Receita Federal. Para ajustar, se preciso for, recolhe-se mais imposto, ou recebe as restituições devidas, quando for o caso.

Caso o profissional opte por abrir o escritório em Sociedade, ela poderá ser uma Sociedade Simples ou uma Sociedade por Cotas Limitadas.

Sociedade Simples é constituída por dois profis-sionais de áreas afins, a tributação é igual a uma sociedade empresaria Ltda. Na Sociedade Simples há a possibilidade de os sócios serem casados em comunhão universal de bens. Por outro lado devem ser profissionais de áreas afins (ex. Dentista e médico, engenheiro e arquiteto etc)

No caso de Sociedade Ltda., os sócios não podem ser casados em regime universal de bens, os outros tipos de regime não tem impedimentos.

Nesse caso, a sugestão de Marcos Zittei, pelo menos um dos sócios deve ser arquiteto/engenheiro e, pelo Novo Código Civil, se os sócios forem marido e mulher devem necessariamente ser casados com separação total de bens.

Estabelecida a sociedade, é hora do levantamento de toda a documentação dos sócios e do imóvel que servirá de sede (RG, CPF, escritura ou contrato de locação, IPTU, registro do Crea, etc). Os passos seguintes são (1) a contratação de um contador e (2) a elaboração do contrato social.

Por último, quero deixar claro aqui que eu acredito e recomendo para Engenheiros e Arquitetos o modelo de negócios baseado em sociedade de profissionais. Basta escolher com critérios objetivos os futuros sócios: Veja detalhes no artigo PECADOS COMETIDOS POR ENGENHEIROS E ARQUITETOS NA ESCOLHA DE SÓCIOS



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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01/08/2019

QUAIS OS PRINCIPAIS ERROS DE PLANEJAMENTO DE CARREIRA?

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12/06/2019

O BURACO É MAIS EM CIMA

(Publicado em 08/05/2007)



Há muito tempo que essa constatação me incomoda. Na verdade, quem leu meu primeiro livro (Marketing para Engenharia e Arquitetura) deve ter visto, já na primeira edição, de 1998, no último capítulo, algo a respeito. O assunto foi abordado em todas as edições seguintes e nas últimas quatro (6ª, 7ª, 8ª e 9ª) de forma bastante explícita:




TRÊS MINUTOS - Ano 17 - Número 389 (Ênio Padilha, 29/10/2016)



Tem alguma coisa errada com essa afirmação de que o marketing é uma coisa capaz de solucionar os problemas mercadológicos dos engenheiros e arquitetos. O marketing não tem essa capacidade porque ele não consegue se aplicar a empresas sem que haja uma base na qual ele possa se sustentar. Essa base se chama Administração.

Então o problema (ou a solução) não está no Marketing?
Não. Está um pouco mais acima: na Administração.

As empresas de Engenharia e de Arquitetura são mal administradas. Os profissionais desconhecem aspectos primários das Teorias de Administração e das Teorias Organizacionais. Desconhecem Taylor, Fayol, Max Weber, Elton Mayo e as coisas que decorrem do que esses pensadores estudaram.

Com isso, estamos administrando nossas empresas na base do chute. Com práticas gerenciais tiradas do senso comum, muitas vezes sem nenhum fundamento (o que explica os fracassos empresariais tão comuns).

Não deixa de ser irônico o fato de que Taylor e Fayol (os precursores das Teorias da Administração), eram engenheiros e que a Administração, enquanto ciência aplicada, tenha nascido da engenharia. Os criadores abandonaram a própria criatura. As escolas de engenharia, de uma maneira geral, nunca deram suficiente atenção aos aspectos técnicos da administração empresarial nas atividades profissionais, por mais evidente que se torne a cada dia o fato de que as habilidades de relacionamento social são mais relevantes (determinantes) para o sucesso profissional do que as habilidades e conhecimentos técnicos (que são fatores mínimos obrigatórios e, portanto, commodities).

A maioria dos cursos de Engenharia e de Arquitetura ainda jogam todas as fichas na capacitação técnica dos seus alunos. E eu não sou totalmente contrário a isso. Acho até que faz sentido. Afinal o curso é de Engenharia (ou Arquitetura) e não de Administração.

É razoável que o ensino se concentre em temas que digam respeito à Engenharia propriamente dita, ou seja, às questões técnicas, científicas e tecnológicas. O erro, na minha opinião, está na visão de mundo que é transmitida pelas escolas aos seus alunos. Eles passam cinco anos recebendo, de forma objetiva ou subliminar, a informação de que o conhecimento das técnicas é condição necessária e suficiente para o sucesso profissional.

Aí é que está o erro! O conhecimento da técnica (ser um bom engenheiro ou arquiteto, do ponto de vista técnico) é sim, condição necessária.

Porém, não é condição suficiente. Longe disso. A história da Engenharia no Brasil está cheia de exemplos que demonstram isso. O mais eloqüente talvez seja o do engenheiro Emílio Baumgart, um gênio da Engenharia, considerado o pai do concreto armado no Brasil e que foi, entre 1920 e 1940, um dos maiores nomes do cálculo estrutural no mundo. Mas apesar dessa qualidade técnica inquestionável, a empresa que ele fundou, logo depois de se formar, FALIU em menos de dois anos.

O erro não está em não ensinar Administração aos estudantes de Engenharia. O erro está em não ensinar a eles que saber administrar é um pouco mais do que fundamental: é fator determinante do sucesso. Os estudantes de Engenharia chegam à Universidade com pouca ou nenhuma disposição/paciência para qualquer disciplina que não seja matemática, física, química ou matérias de aplicação tecnológica. Eles precisam ser estimulados para dar atenção a esses assuntos.

É função dos professores (ou antes, dos coordenadores) dos cursos fazê-los ver que conhecer história econômica, português, fundamentos de administração e contabilidade, noções gerais de direito e de economia não são apenas “perfumarias” do curso. São, antes, questões de vida ou morte (empresarialmente falando). Os diretores, coordenadores e professores dos cursos de Engenharia e Arquitetura precisam se dar conta de que não estão formando apenas engenheiros ou arquitetos. Estão formando pessoas que precisam estar aptas para realizar seus sonhos de progresso e felicidade.

E este objetivo está muito além da Matemática, da Física e das disciplinas técnicas.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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---Artigo2007 ---Administração

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06/06/2019

5 VÍDEOS QUE DEIXARIAM TAYLOR ORGULHOSO

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03/05/2019

08/04/2019

QUE TIPO DE EMPREENDEDOR É VOCÊ?
Ramon Barbosa

Existem basicamente 3 tipos de empreendedores. Sendo que, dois deles, tornaram-se mais populares, especialmente de 2015 pra cá, em virtude da crise. Conhecer que tipo de empreendedor é você, é importante para saber o que exatamente você precisa fazer para alcançar o que você deseja – o sucesso.



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