Notas de "ADMINISTRAÇÃO - GERAL"

31/08/2018

QUAIS OS PRINCIPAIS ERROS DE PLANEJAMENTO DE CARREIRA?

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16/08/2018

COBRAR IMPOSTOS SOBRE DIVIDENDOS
NÃO É APENAS ILEGAL. É IMORAL.

(Publicado em 16/08/2018)



Alguns candidatos defendem abertamente. Outros não colocam o tema como bandeira de campanha mas também não se manifestam contra.
De uma maneira geral todos defendem a ideia de cobrar impostos sobre dividendos. A unanimidade sobre o tema faz parecer que se trata de uma questão simples. Mas tem um problema:





A cobrança de impostos sobre os dividendos prejudicaria de forma mortal os pequenos escritórios de Engenharia e de Arquitetura (que representam a maioria absoluta das empresas do setor). Não é possível que as instituições que deveriam cuidar dos interesses desses profissionais não estejam percebendo isso. Onde estão Crea, Confea, CAU, IAB, ASBEA, ABECE?

ENTENDENDO A COISA
O que são dividendos?
É a parte do lucro da empresa que é distribuída entre os sócios de acordo com a quantidade de ações ou cotas que possuem.
Lembrando que uma parte do lucro de uma empresa é reinvestido na própria empresa, para que ela continue crescendo. A outra parte (distribuída entre os sócios) é chamada de dividendos.

É importante lembrar que TUDO o que a empresa produz já é taxado. Já tem uma boa carga de impostos. O que sobra, portanto, já foi objeto da atenção do governo. Os dividendos quando existem já representam o resultado financeiro dos sócios depois de terem sido pagos vários tipos de impostos. Impor a esse resultado uma nova carga de impostos não é apenas ilegal (bitributação). É imoral.

O Capital produtivo, no Brasil, já sofre uma carga tributária estratosférica. O bom senso indica claramente que não existe margem para aumento de impostos. E, se isso é tão claro para empresas industriais e comerciais que se beneficiam de impostos que têm mecanismos de crédito, como o IPI e o ICMS, o que dizer das empresas prestadoras de serviços onde esse mecanismo de crédito simplesmente não existe?

Isso significa, portanto que empresas prestadoras de serviços de Engenharia ou de Arquitetura que já são penalizadas pelo sistema de tributação vigente no país ficariam ainda mais prejudicadas.

Além disso, para as pequenas empresas (o que corresponde a imensa maioria das empresas de Engenharia e de Arquitetura no Brasil) os dividendos são, na prática, a verdadeira remuneração do profissional proprietário ou sócio. Os dividendos representam o retorno que o profissional tem pelo seu investimento pessoal de tempo e energia para produzir os serviços e, eventualmente, gerar empregos.

Qual é a lógica em taxar essa renda? Eu posso estar enganado, mas creio que essa ideia de cobrar impostos sobre os dividendos servirá apenas para tungar os bolsos dos pequenos empresários prestadores de serviços.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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---Padilha, Ênio. 2018

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13/08/2018

EMPREGO OU EMPRESA: O QUE QUER PARA O SEU FUTURO?

Tomar uma decisão de carreira é algo extremamente complexo e se torna ainda mais complicado quando temos que fazer isso muito jovens, quando as dúvidas ainda superam as certezas. Muito por isso bastante gente resolve mudar de profissão pouco tempo depois de se formar. Ou mesmo ainda na graduação escolhe trocar de curso.

E quando a dúvida é seguir carreira como funcionário de uma empresa ou abrir seu próprio negócio? É aí que as coisas ficam ainda mais enroladas. A cultura brasileira é massivamente focada na busca por um bom emprego. De preferência, no setor público. Empreender, geralmente, é a última opção, quando "não deu certo" o plano A.

A necessidade de correr riscos que a decisão de abrir um negócio impõe é outro obstáculo. Nem todo mundo que quer a liberdade de construir o próprio futuro tem a disposição de se arriscar.

Como decidir, então, entre um emprego e sua própria empresa? Algumas questões pode ajudar nessa decisão:



Continue a leitura no administradores.com.br



Leia também ARQUITETO 1.0 Um Manual para o Profissional Recém-Formado e o Manual do Engenheiro Recém-Formado




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13/08/2018

INOVAÇÃO DISRUPTIVA É O NOSSO TREM BALA

(Publicado em 13/08/2018)



Uma das principais pragas do empreendedorismo e da gestão de negócios no Brasil (não sei se é assim no mundo inteiro) é a indústria dos modismos. Toda hora tem uma palavra nova encantando alguns iniciados e assombrando outros tantos que passam imediatamente a se sentir perdidos, atrasados e fora de moda.
A palavra da hora é DISRUPTIVO.





Comunicação disruptiva, marketing disruptivo, inovação disruptiva, educação disruptiva, design disruptivo, tecnologia disruptiva… tudo parece ter perdido completamente o valor se não for DISRUPTIVO.

Palestrantes, professores, consultores, autores e outros pretensos formadores de opinião (deveriam ser agentes do conhecimento) adotaram o termo e com isto tornaram seus trabalhos mais valorizados e atuais. E, como o termo é novo (novidade) contam com a vantagem de que pouca gente é capaz de avaliar os efeitos da aplicação prática do que está sendo ensinado e, mais importante: a diferença efetiva entre o que está sendo falado agora e coisas que já foram ditas e escritas há décadas.

Ao dicionário: Disruptivo refere-se a algo que causa disrupção, ou seja, separação e interrupção. Uma coisa é disruptiva se ela interrompe o ciclo normal de funcionamento de um processo. No mundo dos negócios, Disruptivo é um novo formato tecnológico que, se opondo aos modelos existentes, propõe uma nova estrutura de negócios que seja sustentável e que tenha escala.

É bonito? Sim. É interessante? Claro. Você precisa disso agora? Não sei. Você está preparado para isso? Provavelmente não.

Para a maioria dos escritórios de Engenharia e de Arquitetura no Brasil a inovação disruptiva corresponde ao Trem Bala brasileiro. Pra quem não lembra, a ideia do Trem Bala começou a ganhar corpo no final do segundo mandato do ex-presidente Lula, embora tenha ganhado força durante o primeiro mandato de Dilma Roussef, no embalo dos projetos da Copa do Mundo.

Parecia uma ideia interessante, mas ninguém se deu conta de uma coisa: em todos os países onde o Trem Bala é uma realidade ele é o ponto alto de uma indústria consolidada. É a cereja no topo do bolo de uma rede ferroviária muito grande e muito bem resolvida com dezenas de linhas e destinos, de tal maneira que essa inovação se encaixou sem solavancos na realidade existente.

O Brasil, como costuma fazer, quis dar um salto. Passando direto de uma mobilidade refém de caminhoneiros para o Trem Bala, sem escalas. Deu no que deu. Ou melhor, deu no que não deu!

Quando, em 2016, a Vale inaugurou o seu novo Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória Minas eu saudei o fato, no meu site com a afirmação de que O BRASIL NÃO PRECISA DE TREM BALA. PRECISA DE TREM, PONTO.

Agora eu digo o mesmo pra você que dirige um escritório de Arquitetura ou de Engenharia. Você precisa de um trem bala disruptivo? ou precisa de um trem bom, de uma boa malha ferroviária e de um sistema que funcione?

Em 2011 eu publiquei no nosso site o artigo BACK TO BASICS no qual eu já chamo atenção para um fato, em relação aos escritórios de Engenharia e de Arquitetura: ”Temos 120 anos de conhecimentos de gestão para recuperar. Nossos escritórios (a maioria deles) ainda é tocado com as mesmas técnicas de gestão utilizadas pelas empresas em 1890!
Estamos na Idade da Pedra da Administração. Precisamos fazer alguma coisa, claro!

Mas, atenção. Não devemos começar pelo fim, cedendo à tentação dos modismos da gestão.”


Portanto, antes de sair investindo em tecnologias de gestão disruptiva, avalie se você pelo menos já tem alguma coisa consistente para ser interrompida ou separada. Seu escritório não precisa de um trem bala se ainda não possui sequer uma rede ferroviária



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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---Padilha, Ênio. 2018

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10/08/2018

CONFIRA DICAS PARA SIMPLIFICAR A GESTÃO DA SUA EMPRESA

Para se manter bem no mercado, estar no controle da gestão financeira do seu negócio é essencial. "Regra número 1: nunca perca dinheiro. Regra número 2: não esqueça a regra número 1", já disse Warren Buffet. Para que isso seja verdade, é preciso ter organização e visão de mercado, pois a gestão de capital envolve a decisão de investimento, que é a forma como os recursos serão aplicados, e a de financiamento, que são as estratégias de captação de recursos.

Então, como manter o controle de estoques, entradas, saídas, contas a pagar e a receber, lucros etc, especialmente em pequenas e médias empresas? Elencamos aqui dicas simples mas importantes para economizar tempo e dinheiro na gestão do negócio. Confira:



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03/08/2018

MISSÃO, VISÃO E VALORES (Reginaldo André Dal`Bó)

(Publicado em 18/08/2017)



Um dos aspectos mais importantes, senão o mais diretivo e o que mais orienta, para o pleno exercício da liderança compartilhada é o estabelecimento de missão, visão e valores da sua empresa. O Conjunto formado pela missão, visão e valores representam a identidade organizacional. Todos devem saber claramente o propósito, a razão da existência da organização.

É uma forma do empresário de motivar sua equipe, praticando os princípios que levaram a empresa ao sucesso inicial. Uma declaração de missão bem elaborada é imprescindível para que o mercado escolha a organização como sua fornecedora e ainda é um importante meio de direcionamento dos colaboradores. Além disso deve responder o que a empresa ou a organização se propõe a fazer, e para quem.



Para obter mais informações visite administradores

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30/07/2018

COMO DELEGAR SEU TEMPO?

Poucas coisas são tão preciosas quanto nosso tempo. Afinal, como disse uma vez Napoleão Bonaparte, territórios, instrumentos, poder, tudo isso se pode recuperar. Tempo, não. Por isso, é fundamental saber organizar bem o uso que você faz do seu. E isso passa por uma questão primordial: delegar. Concentrar atividades prejudica o andamento de qualquer negócio e cria entraves sérios às carreiras de empreendedores e executivos ao redor do mundo.

"Você tem tempo? Se não tem, está precisando delegar mais", afirma Marisabel Ribeiro, que voltou ao meuSucesso.com nesta semana, dessa vez dedicado ao tema "gestão do tempo". Ela ressalta na aula que existem vários ladrões do tempo e cita alguns: interrupções, reuniões, atividades paralelas, não saber dizer não, ambiente de trabalho agitado, visitas, telefonemas, e-mails. Nenhum, no entanto, é tão feroz quanto a dificuldade de delegar.

Mas por que não delegamos?



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27/07/2018

COMO NEGOCIAR E VENDER SERVIÇOS DE ENGENHARIA
E ARQUITETURA (Curso on-line - QiSat)



Visite o site da QiSat e conheça a versão on line do nosso curso que já teve apresentações presenciais em quase todos os estados brasileiros.



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27/07/2018

CONTABILIZAR É FUNDAMENTAL

(Publicado em 28/07/2018)



A parceria entre Tiago Reis e Jean Tosetto rende o segundo livro da coleção Guia Suno. Após o sucesso de crítica e público do Guia Suno Dividendos, chegou a vez de aprofundar as noções de conceitos contábeis - um aspecto importante na análise fundamentalista das empresas de capital aberto, com foco de investimentos em renda variável no longo prazo.





O objetivo do Guia Suno Contabilidade não é fazer de você alguém profissional da área. Os cursos universitários de Ciências Contábeis duram em média quatro anos e habilitam o estudante formado a atuar como contador registrado no Conselho Regional de Contabili-dade, após exame de suficiência.
Igualmente este livro não tem a missão de tornar um empreendedor autossuficiente em Contabilidade, pois o completo entendimento do conteúdo exposto não o dispensará de contratar um contador para sua empresa.

Este livro é direcionado primordialmente aos investidores na condição de pessoa física que almejam maior segurança para desenvolver suas análises de investimentos no mercado de capitais. Ele igualmente serve para empresários que desejam dialogar em melhores condições com seus auxiliares, quando o assunto for Contabilidade.

Tanto um investidor quanto um empreendedor que não tenha noções básicas de leitura e interpretação de documentos financeiros como Balanços Patrimoniais (BP), Demonstrações de Resultados dos Exercícios (DRE) e Demonstrações de Fluxos de Caixas (DFC) será forçado a confiar plenamente nos serviços que fornecem análises sobre investimentos ou nos profissionais que realizam a Contabilidade do negócio em questão.

Portanto, este livro tem como principal objetivo o de proporcionar maior independência para investidores e empreendedores tomarem as próprias decisões, após fundamentarem melhor as próprias análises.

Isto não significa que estes devam se isolar dos demais atores do mercado. Consultar casas de análises sobre investimentos continuará sendo válido. Eventualmente contratar consultores também. Porém, até para validar os argumentos de terceiros, saber ler e interpretar documentos financeiros é fundamental, bem como tirar deles os principais indicadores de desempenho das empresas a serem estudadas.

No Guia Suno Contabilidade apresentamos justamente os principais conceitos relativos aos documentos financeiros que as empresas de capital aberto na Bolsa de São Paulo devem divulgar após cada encerramento de trimestre contábil.

Para tanto, nos valemos de exemplos reais para compor as ilustrações das páginas a seguir. Para facilitar o entendimento delas, recomendamos que o leitor também baixe os arquivos das empresas citadas, por meio do site de Relações com Investidores de cada empresa, ou por meio da própria página da Bolsa de São Paulo, a nova B3, na Internet. Os documentos citados encontram-se disponíveis, ainda, no site da CVM – Comissão de Valores Mobiliários.

Encerramos o livro apresentando dois estudos de casos: o primeiro da construtora PDG, em recuperação judicial; e o segundo da Ambev, símbolo de eficiência e boa gestão no mercado financeiro brasileiro. Com isso, o leitor terá bons parâmetros de comparação para estudar qualquer empresa de capital aberto. (Prefácio do Livro)






Encontre o seu exemplar.





Clique AQUI para ter acesso a outros artigos de JEAN TOSETTO no site da Suno




E clique AQUI para o artigo mais interessante de ser lido por quem nunca investiu em Bolsa

Comentário do Ênio Padilha

É com muita alegria que informo aos meus leitores o lançamento desse livro do meu amigo arquiteto JEAN TOSETTO.

Trata-se, naturalmente, de um trabalho de primeira qualidade que servirá de orientação precisa para que os colegas arquitetos e engenheiros tenham as noções necessárias para empreender seus negócios com segurança e desempenho.

No meu livro ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA eu dedico uma parte do capítulo 7 para destacar a importância da Contabilidade (e do profissional de Contabilidade) para o sucesso do negócio. Agora este livro traz o tema ao palco, com a justa iluminação e valorização merecida.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br

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23/07/2018

A RELAÇÃO ENTRE O ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
E O ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE


(Publicado em 10/01/2014)



A constituição de um escritório de Arquitetura ou de Engenharia como uma Sociedade Ltda segue, em linhas gerais, os mesmos caminhos da constituição de qualquer empresa. O primeiro passo é a contratação de um contador.

Responsabilidades do Escritório de Contabilidade:
(Ao contratar o contador, o profissional deverá garantir que os seguintes serviços sejam cobertos pelo valor a ser pago mensalmente)

A - Instalação da Empresa
1) Registro da empresa na Junta Comercial
2) Registro da Empresa no Ministério da Fazenda (CNPJ);
3) Obtenção de todos os alvarás e licenças
4) Providenciar impressão dos blocos de notas fiscais
5) Providenciar documentação para abertura de conta em banco

B – Manutenção Mensal
1) Elaboração da folha de pagamento
2) Fazer o Registro Contábil das Notas Fiscais emitidas pela empresa
3) Emissão das guias e Formulários para pagamentos de impostos e obrigações sociais e trabalhistas
4) Pagamento dessas contas, nos bancos, com dinheiro previamente fornecido pela empresa

C - Manutenção Anual
1) Declaração do Imposto de Renda da Empresa
2) Providências para renovação de alvarás e licenças

(Ao contratar o contador, o profissional deverá garantir que os seguintes serviços sejam fornecidos, ainda que o pagamento seja feito como extra ao contrato mensal)
1) Declaração do Imposto de Renda dos Sócios
2) Montagem de livros e protocolos

O profissional de Engenharia ou Arquitetura deve ter em mente que o contador (o Escritório de Contabilidade) é um FORNECEDOR. Um dos PRINCÍPIOS da empresa deve tratar da maneira como deve ser o relacionamento com os fornecedores. Sugiro cuidado para não APERTAR demais os fornecedores, forçando-os a fazer negócios que acabarão sendo ruim para eles. Os negócios devem ser bons para todas as partes envolvidas.

O Escritório de Contabilidade é um fornecedor estratégico e deve ser escolhido com essa visão. Em outras palavras, tudo deve ser bem combinado, mas as condições de contrato devem ser interessantes pra o Escritório de Engenharia/Arquitetura e também para o Escritório de Contabilidade.

A declaração de imposto de renda (pessoa física), por exemplo: esse é um momento (a época da declaração do imposto de renda) em que os escritórios de contabilidade podem ter uma renda extra. Por isso, entendo que é obrigação do Escritório de Contabilidade aceitar esse serviço e até dar prioridade aos seus clientes regulares. Mas entendo que é razoável que esse serviço seja cobrado como extra e não incluído como parte do contrato.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




Este artigo é baseado no capítulo 11 do livro ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA. 2ª ed. Balneário Camboriú: 893 Editora, 2014. pág. 48 - 49



---Artigo2014 ---Administração

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