Notas de "ADMINISTRAÇÃO - GERAL"

21/06/2017

07/06/2017

3 TRUQUES PARA SER UM NEGOCIADOR DE SUCESSO

(Publicado em 07/06/2017)



Engenheiros e Arquitetos estão sempre lidando com negociações e para ser bem sucedido, você precisa ter a consciência de que o processo não é uma ação de "custe o que custar".

Confere lá no artigo escrito por Enio Klein, especialista em vendas publicado no dia 06/06/2017 na exame.abril



Para obter mais informações visite exame.abril

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05/06/2017

O ESCRITÓRIO DE ENGENHARIA / ARQUITETURA

(Publicado em 13/03/2013)



Abrir um escritório é uma das opções que se apresentam para os engenheiros e arquitetos em qualquer momento de suas carreiras (e não apenas por ocasião da formatura).
Mas esta empreitada geralmente é precedida de muito sonho e pouca luz. E, por conta disso, a maioria dos escritórios de Engenharia e de Arquitetura passa por momentos muito duros nos primeiros anos de vida.
Muitos desses momentos difíceis podem ser evitados com algum conhecimento técnico e planejamento racional.

A primeira coisa a fazer quando se pensa em abrir um escritório de Engenharia é decidir qual é a forma legal da constituição da empresa.
Um profissional de Engenharia ou Arquitetura pode se estabelecer no mercado com um Escritório Profissional sob a forma de Profissional Liberal Autônomo, ou em sociedade com outras pessoas.

A Firma Individual é constituída apenas por uma pessoa, sendo que a Razão social dessa é o Nome do proprietário. Essa forma de constituição é usada quando a pessoa abre uma loja, por exemplo, e não tem sócio. Porém, em algumas atividades de profissão regulamentada (é o caso da Engenharia e da Arquitetura) não é aceita esse tipo de empresa.

No caso de se estabelecer como autônomo o profissional deve se registrar na Prefeitura e no Crea.

Não existe limite quanto ao rendimento mensal ou anual e nem quanto ao número de empregados ou seja: não existem impedimentos para que o profissional contrate trabalhares como empregados, desde que respeite as determinações legais.

As contribuições sociais previdenciárias são:
• 20% sobre a remuneração paga aos empregados e trabalhadores avulsos;
• RAT de 1%, 2% ou 3% sob a remuneração dos empregados, conforme CNAE/Fiscal da atividade principal;
• Terceiros sob a remuneração dos empregados, conforme o FPAS;
• 20% sobre a remuneração paga aos contribuintes individuais;
• 15% sobre o valor bruto da nota fiscal da prestação de serviços de cooperados; devendo ainda reter e recolher as contribuições previdenciárias dos segurados empregados (8%, 9% ou 11%).

Como comprovante (de recibimento de valores) ele deverá fornecer aos seus clientes um RPA (Recibo Profissional Autonomo)

O Profissional autônomo que prestar serviços a outras pessoas físicas deverá fazer Livro Caixa, lançando as receitas e despesas. O calculo do Imposto de Renda será feito sobre o lucro, seguindo a tabela da Receita Federal e deverá ser apresentada na Declaração de Imposto de Renda Pessoa Fisica do ano seguinte, recolhendo o Imposto de Renda através do Carne Leão, conforme tabela estipulada pela Receita Federal. Para ajustar, se preciso for, recolhe-se mais imposto, ou recebe as restituições devidas, quando for o caso.

Caso o profissional opte por abrir o escritório em Sociedade, ela poderá ser uma Sociedade Simples ou uma Sociedade por Cotas Limitadas.

Sociedade Simples é constituída por dois profis-sionais de áreas afins, a tributação é igual a uma sociedade empresaria Ltda. Na Sociedade Simples há a possibilidade de os sócios serem casados em comunhão universal de bens. Por outro lado devem ser profissionais de áreas afins (ex. Dentista e médico, engenheiro e arquiteto etc)

No caso de Sociedade Ltda., os sócios não podem ser casados em regime universal de bens, os outros tipos de regime não tem impedimentos.

Nesse caso, a sugestão de Marcos Zittei, pelo menos um dos sócios deve ser arquiteto/engenheiro e, pelo Novo Código Civil, se os sócios forem marido e mulher devem necessariamente ser casados com separação total de bens.

Estabelecida a sociedade, é hora do levantamento de toda a documentação dos sócios e do imóvel que servirá de sede (RG, CPF, escritura ou contrato de locação, IPTU, registro do Crea, etc). Os passos seguintes são (1) a contratação de um contador e (2) a elaboração do contrato social.

Por último, quero deixar claro aqui que eu acredito e recomendo para Engenheiros e Arquitetos o modelo de negócios baseado em sociedade de profissionais. Basta escolher com critérios objetivos os futuros sócios: Veja detalhes no artigo PECADOS COMETIDOS POR ENGENHEIROS E ARQUITETOS NA ESCOLHA DE SÓCIOS



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br






Os bastidores dos negócios bem sucedidos: do processo de escolha dos sócios à determinação dos preços (passando pelo treinamento dos empregados, sistematização de processos,controle financeiro e Marketing)

ÊNIO PADILHA
3ª ed. 2017 - 200 páginas
ISBN 978-85-62689-80-2 - OitoNoveTrês Editora

Apresentação: Ricardo Meira (Arquiteto, Quadrante Arquitetura, Brasília)
Prefácio: Rodrigo Bandeira-de-Melo (Engenheiro e Professor da FGV, SP)



Clique AQUI e leia as primeiras 18 páginas do livro (até o final do primeiro capítulo)

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19/05/2017

MODELO DE NEGÓCIO E PLANO DE NEGÓCIO



Quando eu comecei a estudar os conceitos de Plano de Negócio e Modelo de Negócio uma coisa me chamou atenção: o fato de que muitos consultores confundem uma coisa com a outra. Pior: ensinam que é possível, por exemplo, substituir o Plano de Negócio pelo Modelo de negócio, como se fosse a mesma coisa (ou coisas semelhantes)

Isso é, na minha opinião, apenas mais uma das muitas manifestações dessa praga do Consultor Analfabeto e Preguiçoso. Aliás, é bom que se diga: é analfabeto justamente porque é preguiçoso. Incapaz de ler os livros com teorias mais elaboradas, prefere se alimentar em blogs de outros Consultores igualmente analfabetos e preguiçosos. Este círculo não tem fim. E todo dia tem gente desprevenida caindo nesse poço.

Existem, sim, diferenças cruciais entre Modelo de Negócio e Plano de Negócio.

Modelo de negócio é um conceito descritivo: define a forma como a empresa se organiza e funciona, com o objetivo de cria valor para os seus stakeholders.

stakeholder é um termo usado, principalmente em estudos organizacionais (mas também nas áreas de gestão de projetos, administração e arquitetura de software) e se refere às pessoas ou instituições que têm (em relação à empresa) níveis relevantes de interesse, influência ou poder. Os stakeholders devem estar de acordo com as práticas de governança corporativa executadas pela empresa, uma vez que, segundo o filósofo Robert Edward Freeman, os stakeholders são elementos essenciais ao planejamento estratégico de negócios. O sucesso de qualquer empreendimento depende da participação de suas partes interessadas e por isso é necessário assegurar que suas expectativas e necessidades sejam conhecidas e consideradas pelos gestores.

Já o Plano de Negócio é é uma abordagem prescritiva. Em palavras simples podemos dizer que é o projeto da sua empresa. Trata-se de um documento que procura descrever com a maior quantidade possível de detalhes o processo de criação, implantação e funcionamento da empresa.

Abrir uma empresa sem fazer um Plano de Negócio é como construir uma casa sem fazer um projeto. É possível, mas, certamente, irá ficar mal feito. E os custos, com certeza, serão mais elevados.

O Plano de Negócio é um documento (que pode ter de 10 a 100 páginas, dependendo do nível de detalhamento) que registra o planejamento global da empresa, incluindo motivações, instalações, equipamentos, conhecimentos, tecnologias, custos, além de um esboço do Manual de Operações.

O Plano de Negócio é composto dos seguintes itens (ou partes):
• Introdução
• Discussão sobre o nome da empresa
• Determinação dos Atributos da Marca
• Custos de instalação da empresa
• Custos de manutenção da empresa
• Custos de produção
• Remuneração dos Sócios
• Descrição da características da Equipe de trabalho
Anexo: Minuta do Contrato Social
Anexo: Estudos Econômicos
Anexo: Legislação pertinente

Portanto, a elaboração do Plano de Negócio se dá depois da escolha (ou criação) do Modelo de Negócio. É possível ser inovador na concepção do Modelo de Negócio. Mas é preciso ser conservador na construção do Plano de Negócio.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



Este artigo é discutido com maior profundidade no módulo de introdução do nosso curso de ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA



---Artigo2015 ---Administração





Para copiar e reproduzir este artigo, conheça nossas REGRAS PARA PUBLICAÇÕES





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16/05/2017

EMPREENDER EXIGE ARRISCAR E APRENDER COM OS FRACASSOS

(Publicado em 16/05/2017)



"A frustração, encarada como aprendizagem, pode funcionar como estímulo para chegar ao nosso objetivo".
Você concorda?
Dá uma olhada no artigo assinado por Renato Bernhoeft do dia 10 de maio de 2017.



Para obter mais informações visite administradores

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15/05/2017

A RELAÇÃO ENTRE O ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
E O ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE



(Publicado em 10/01/2014)



A constituição de um escritório de Arquitetura ou de Engenharia como uma Sociedade Ltda segue, em linhas gerais, os mesmos caminhos da constituição de qualquer empresa. O primeiro passo é a contratação de um contador.

Responsabilidades do Escritório de Contabilidade:
(Ao contratar o contador, o profissional deverá garantir que os seguintes serviços sejam cobertos pelo valor a ser pago mensalmente)

A - Instalação da Empresa
1) Registro da empresa na Junta Comercial
2) Registro da Empresa no Ministério da Fazenda (CNPJ);
3) Obtenção de todos os alvarás e licenças
4) Providenciar impressão dos blocos de notas fiscais
5) Providenciar documentação para abertura de conta em banco

B – Manutenção Mensal
1) Elaboração da folha de pagamento
2) Fazer o Registro Contábil das Notas Fiscais emitidas pela empresa
3) Emissão das guias e Formulários para pagamentos de impostos e obrigações sociais e trabalhistas
4) Pagamento dessas contas, nos bancos, com dinheiro previamente fornecido pela empresa

C - Manutenção Anual
1) Declaração do Imposto de Renda da Empresa
2) Providências para renovação de alvarás e licenças

(Ao contratar o contador, o profissional deverá garantir que os seguintes serviços sejam fornecidos, ainda que o pagamento seja feito como extra ao contrato mensal)
1) Declaração do Imposto de Renda dos Sócios
2) Montagem de livros e protocolos

O profissional de Engenharia ou Arquitetura deve ter em mente que o contador (o Escritório de Contabilidade) é um FORNECEDOR. Um dos PRINCÍPIOS da empresa deve tratar da maneira como deve ser o relacionamento com os fornecedores. Sugiro cuidado para não APERTAR demais os fornecedores, forçando-os a fazer negócios que acabarão sendo ruim para eles. Os negócios devem ser bons para todas as partes envolvidas.

O Escritório de Contabilidade é um fornecedor estratégico e deve ser escolhido com essa visão. Em outras palavras, tudo deve ser bem combinado, mas as condições de contrato devem ser interessantes pra o Escritório de Engenharia/Arquitetura e também para o Escritório de Contabilidade.

A declaração de imposto de renda (pessoa física), por exemplo: esse é um momento (a época da declaração do imposto de renda) em que os escritórios de contabilidade podem ter uma renda extra. Por isso, entendo que é obrigação do Escritório de Contabilidade aceitar esse serviço e até dar prioridade aos seus clientes regulares. Mas entendo que é razoável que esse serviço seja cobrado como extra e não incluído como parte do contrato.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




Este artigo é baseado no capítulo 11 do livro ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA. 2ª ed. Balneário Camboriú: 893 Editora, 2014. pág. 48 - 49



---Artigo2014 ---Administração

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09/05/2017

PROTOCOLO 89

O principal problema relatado por profissionais que buscam ajuda para organizar e administrar seus escritórios está no fato de que a maioria dos Consultores e Agências disponíveis no mercado NÃO CONHECEM A REALIDADE DOS ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA.



O mercado de Engenharia e Arquitetura enfrenta dificuldades típicas da prestação de Serviços:
• Intangibilidade dos produtos;
• Inseparabilidade entre fornecedores e clientes;
• Variabilidade no processo produtivo;
• Inarmazenabilidade da produção;
• Improtegibilidade das tecnologias produzidas;
• Precificação Subjetiva;

Além disso, ainda enfrenta dificuldades que são próprias da Arquitetura e da Engenharia:
• Produto de Consumo Restrito (muito pouca gente compra, poucas vezes na vida);
• Produto com alto componente intelectual agregado;
• Produto Intermediário (não é produto final, portanto, não desperta interesse imediato do cliente);
• Produto com vantagens e benefícios não evidentes para o cliente.

Entender isso e construir soluções que enfrentem e resolvam esses problemas não é nada fácil. E isto é (modéstia à parte) exatamente o que nós fazemos.




Depois de muitos anos trabalhando na sua formatação, finalmente encontrei um formato de solução que pode, efetivamente, ajudar os colegas engenheiros e arquitetos.



Protocolo 89 é o nome do serviço de consultoria oferecido pelo engenheiro e professor Ênio Padilha para pequenos escritórios de Engenharia ou de Arquitetura.

Trata-se de um processo de autointervenção orientada desenvolvido especificamente para escritórios de Arquitetura ou de Engenharia com até 15 pessoas (entre sócios e empregados e terceirizados regulares).

Consiste num conjunto de passos assumidos pelo proprietário ou pelos sócios do escritório durante 21 semanas (aproximadamente 5 meses) com o objetivo de fazer um reconhecimento (análise e diagnóstico) da empresa e do ambiente no qual ela atua, bem como estabelecer novos padrões de funcionamento, gestão, e administraçao estratégica, orientados pelas teorias da administração e, particularmente, pela Visão da Empresa Baseada em Recursos (Teoria dos Recursos ou RBV).




Baseado no meu mais recente livro "ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA" e sustentado pelas mais recentes perspectivas teóricas da Administração, este trabalho é desenvolvido em duas frentes: a análise e recomposição das estratégias de administração da empresa e a sistematização dos processos de gestão, através da implementação de um ERP (Enterprise Resource Planning, no Brasil também conhecido como SIGE: Sistemas Integrados de Gestão Empresarial) desenvolvido especialmente para pequenos escritórios de Arquitetura e de Engenharia (até 10 empregados)




A consultoria/assessoria é por tempo determinado (de 21 semanas) e, ao final desse período, espera-se que o o titular do escritório obtenha conhecimento e autonomia para que o escritório possa alcançar uma nova posição no mercado e buscar novos desafios




Faça agora o Download do documento com a
PROPOSTA DETALHADA DE CONSULTORIA/ASSESSORIA DE ADMINISTRAÇÃO PARA ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
(incluíndo as informações comerciais
e condições de contratação)



Faça contato: professor@eniopadilha.com.br

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01/05/2017

ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
(3ª Edição - Janeiro de 2017)

Os bastidores dos negócios bem sucedidos: do processo de escolha dos sócios à determinação dos preços (passando pelo treinamento dos empregados, sistematização de processos,controle financeiro e Marketing)

ÊNIO PADILHA
3ª ed. 2017 - 200 páginas
ISBN 978-85-62689-80-2 - OitoNoveTrês Editora

Apresentação: Ricardo Meira (Arquiteto, Quadrante Arquitetura, Brasília)
Prefácio: Rodrigo Bandeira-de-Melo (Engenheiro e Professor da FGV, SP)




POR QUE LER?



Este livro foi produzido durante 9 anos (entre 2004 e 2012). Contém o resultados de pesquisas e estudos feitos pelo autor em escritórios de Arquitetura e de Engenharia em todo o Brasil e também a experiência de colegas arquitetos e engenheiros debatidas no curso "Como Organizar e Administrar Escritórios de Arquitetura e de Engenharia" que foi apresentado em mais de 30 cidades de quase todos os estados brasileiros entre 2005 e 2011 (a partir de 2012 o curso recebeu novo conteúdo e passou a ter o título de "Administração de Escritórios de Arquitetura e de Engenharia").

Nesta terceira edição o livro recebeu um tratamento especial. Foi eliminado um capítulo e acrescentado outros três. O livro ganhou 25 páginas e foi totalmente revisado, atualizado e ampliado.

O objetivo do trabalho é dar ao leitor os conhecimentos básicos de Administração para (à partir do zero) fazer o planejamento, a organização, a instalação e a sistematização do seu escritório, obtendo eficiência na gestão e eficácia nas estratégias.

Para isto optou-se por dar ao livro uma seqüência de conteúdo que vai da discussão sobre o Empreendedorismo (primeiro capítulo) até as questões sobre os diferenciais competitivos que levam à Vantagem Competitiva (no último capítulo, sobre Marketing).

Do segundo ao penúltimo capítulo o leitor se encontrará com um panorama geral sobre as Teorias da Administração (desde Taylor e Fayol até os nossos dias), informações (instrucões) para planejar e executar a abertura do escritório, e todas as tarefas, obrigações e responsabilidades do Administrador do Escritório nas quatro grandes áreas da Administração (Produção, Recursos Humanos, Financeiro e Mercado).

A Administração Financeira recebeu uma atenção especial, tendo sido dedicado a ela quatro dos doze capítulos do livro (60 páginas). São tratados, detalhadamente todos os custos de abrir um escritório, mantê-lo em operação e produzir serviços. Também é tratada a questão da remuneração do profissional e como separar as retiradas feitas à título de pro labore, remuneração por serviços técnicos e distribuição de lucros.

Um dos quatro capítulos é dedicado a discutir as formas de precificação mais utilizadas pelos profissionais e apresentar um novo modelo, baseados nos custos do escritório, na produtividade, na expectativa de lucro e também no "Fator K", determinado pelos diferenciais competitivos do escritório.

Boa leitura, bom trabalho e bons negócios.

OitoNoveTrês Editora






SUMÁRIO



1 O DIA EM QUE EU ABRI O MEU ESCRITÓRIO DE ENGENHARIA
• Meu primeiro Escritório
• O Empreendedor, o Técnico e o Gerente (a metáfora, de Michael Gerber)

2 EMPREENDEDORISMO
• Características de um empreendedor
• Pode uma pessoa sem as características de um empreendedor tornar-se
um bom empresário?

3 AS TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO
• Tudo começou com Taylor
• Teoria da Administração Científica
• Teoria Clássica da Administração
• Teoria das Relações Humanas
• Teoria da Burocracia Estruturalista
• Teoria Neoclássica
• Teoria Comportamental
• Teoria dos Sistemas na Administração
• Teoria da Contingência
• Além das Teorias
• Conclusões deste capítulo

4 A CRIAÇÃO DO ESCRITÓRIO DE ENGENHARIA/ARQUITETURA
• Modelo de Negócio
• A sociedade entre profissionais
• Crenças Valores e Princípios
• A divisão das cotas entre os sócios

5 QUANTO CUSTA ABRIR UM ESCRITÓRIO
• Recursos de Capital Material
• Recursos de Capital Organizacional
• Recursos de Capital Humano
• Capital Social Inicial


6 TAREFAS E RESPONSABILIDADES
• O escritório dos sonhos
• As tarefas de um escritório
• Tarefas Técnicas
• Tarefas Administrativas
• A pirâmide das tarefas
• Conclusões preliminares
• Cargos e Funções
• O administrador profissional

7 O PASSO-A-PASSO PARA A CRIAÇÃO DO ESCRITÓRIO
• A contabilidade da empresa
• Responsabilidades do escritório de contabilidade
• O papel dos contadores na sobrevivência das micro e pequenas ampresas (Cláudio Raza)
• O Contrato Social
• O registro da empresa

8 AS ÁREAS DA ADMINISTRAÇÃO
• Uma introdução ao estudo das grandes áreas da Administração

9 ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO
• O conceito de Administração da Produção
• Tarefas do Administrador da Produção
• Produtos de um Escritório de Arquitetura/Engenharia
• Projeto
• Consultoria e Assessoria
• O que precisa ser administrado
• O processo de transformação de insumos em produtos
• Sistematização de Processos (o desenvolvimento dos Algoritmos)
• Algoritmo de Tarefa
• Algoritmo de Serviço
• Ferramenta de Gestão (Ordem do Dia)
• Arranjos de Espaço Físico
• Manual Interno de Procedimentos Operacionais
• Definição do perfil das pessoas para a equipe de trabalho
• Definição do escopo dos produtos do escritório (o que deve estar
incluído no serviço oferecido ao mercado)
• Determinação do tempo necessário para a realização de cada serviço
oferecido ao mercado

10 ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAS
• Os conceitos de Administração de Recursos Humanos
• As Tarefas do Administrador de RH
• Quem precisa de empregados
• Tarefas e rotinas operacionais de um escritório
• Por que arquitetos e engenheiros relutam tanto
em contratar uma secretária?
• Qual é o jeito certo de contratar uma secretária?
• O que o empregado quer (ou espera) do seu escritório
• O que o seu escritório deve querer (ou esperar) dos seus empregados
• O treinamento dos empregados e o sucesso do escritório
• Por onde começar
• A política Geral de RH

11 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1
• Os Conceitos Gerais de Administração Financeira
• As Tarefas do Administrador Financeiro
• Custo de Manutenção do Escritório (Custo Fixo Operacional)
• Conta 1201
• Carga tributária, informalidade e mortalidade empresarial.

12 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 2
• Remuneração do Profissional em um Escritório
• Remuneração sobre serviços realizados
• Pro labore
• Distribuição de Lucros

13 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 3
• Uma reflexão sobre o valor comercial do seu tempo
(ou de quanto podemos cobrar pelo uso do nosso tempo)
• Apresentação sumaria do novo modelo de
precificação de serviços de Arquitetura e de Engenharia
• Uma palavrinha sobre precificação de serviços de
acordo com o senso comum
• Uma discussão (necessária) sobre os modelos de precificação existentes
(por que os modelos de precificação atualmente adotados estão
equivocados - e porque eles continuam sendo utilizados)
• Por que sou contra a existência de Tabelas de Honorários para Entidades de Classe
• Em cada Escritório uma tabela própria de honorários
• Um novo Modelo de Precificação para Serviços de Engenharia e de
Arquitetura

14 ADMINISTRAÇÃO DO MERCADO
• Tarefas do Administrador de Mercado (Gerente ou Diretor de Marketing)
• Breve história do marketing no mundo
• A definição de Marketing
• As características da prestação do serviço e o marketing
• Diferencial Competitivo e Vantagem Competitiva
• Breve apresentação da SCP e da RBV
• Heterogeneidade de Recursos e Diferencial Competitivo
• Os Recursos de um Escritório como fonte de Diferencial Competitivo
• Estrutura da empresa
• Imagem da empresa e dos seus proprietários
• Capacidade de Produção
• Preparo Técnico e empresarial
• Redes de Relacionamento

PALAVRAS FINAIS (CONCLUSÃO)






CRÉDITOS



texto:


Ênio Padilha



ilustrações:


Ênio Padilha



apresentação:


Ricardo Meira
(Arquiteto, Quadrante Arquitetura, Brasília)



prefácio:


Rodrigo Bandeira-de-Mello
(Engenheiro e Professor da FGV, SP)



capa:


Helena Loch
Ênio Padilha



foto na 4a capa:


Alberto Ruy



produção executiva:


Áurea Loch



projeto gráfico:


Márcio Shalinski
Ênio Padilha



revisão gramatical
e ortográfica:


Bernadete Zucco



diagramação:


Márcio Shalinski



revisão editorial:


Clara Padilha



fotolitos, impressão
e acabamentos:


Gráfica e Editora Pallotti



© Copyright
e direitos autorais
reservados na forma
da lei para:


OitoNoveTrês Produções e Eventos






Clique AQUI e leia as primeiras 18 páginas do livro
(até o final do primeiro capítulo)



R$ 60,00



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19/01/2017

PROJETO, CONSULTORIA, ASSESSORIA ALHOS E BUGALHOS

Quais são os produtos disponíveis em um escritório de Engenharia ou de Arquitetura? Qual é a natureza desses produtos? Por que é importante, para o profissional entender isso? O que acontece quando um engenheiro (ou arquiteto) não sabe a diferença entre uma consultoria e uma assessoria?






TRÊS MINUTOS - Ano 18 - Número 398 (Ênio Padilha, 19/01/2017)



Nas minhas aulas de Administração de Escritórios (especialmente no tópico de Gestão do Processo Produtivo) essas perguntas são colocadas para os participantes. E, por incrível que pareça, em turmas de 25 ou 30 profissionais é raro ter mais de dois ou três que saibam as respostas corretas. Pior: mais de 75% da turma, geralmente, não fazem a menor ideia de como responder a essas questões.

Então, a primeira coisa que eu faço, antes mesmo de dar as explicações devidas, é chamar a atenção deles (dar-lhes um pito) sobre a gravidade dessa ignorância. Se você não sabe qual é a natureza do seu produto você não é capaz de estabelecer estratégias corretas de produção, distribuição, negociação e, principalmente, precificação. Acho terrível que as faculdades não ensinem ao aluno o mínimo necessário para que ele possa identificar o tipo de produto que produzirá e entregará ao mercado. Nesse campo, confundir alhos com bugalhos (*) vai resultar, certamente, em um pão mal feito.

Começamos pelo mais simples. Pergunto para a turma, "Todo mundo aqui sabe o que é um Projeto, não sabe?". Todo mundo sabe.
"Alguém é capaz de dar a definição de Projeto de Engenharia ou de Arquitetura?" Começa a confusão. Aparecem as definições mais simplórias e absurdas.
Eu falo "Gente! vocês não sabem nem definir/descrever o produto que vocês vendem! Como esperam fazer bons negócios com ele?"

Então, vamos lá: um PROJETO DE ENGENHARIA pode ser definido como uma PREVISÃO,
baseada em
• Normas Técnicas
• Conceitos Tecnológicos Básicos
• Conhecimentos e experiência do projetista
• Definições do Cliente
• Condicionamentos
apresentada sob a forma de
• Desenhos (principais, auxiliares e detalhes construtivos)
• Diagramas
• Gráficos
• Textos
• Memória de Cálculo
• Memória Descritiva
• Especificação de Material
• Quantificação de Material
com o objetivo de
• Garantir a correta e completa execução de uma obra ou serviço.

A CONSULTORIA por sua vez é um serviço prestado por um profissional, geralmente com muito conhecimento e experiência, e que, essencialmente, consiste em análise e diagnóstico. Simples assim.
Todo serviço prestado por um engenheiro ou arquiteto é, em última análise, a solução de um problema do cliente. No caso específico da Consultoria, o problema consiste em uma DÚVIDA. Alguma coisa que o cliente não sabe ou não consegue identificar corretamente. Por isso, o profissional precisa ter muito conhecimento, muita competência técnica e muita experiência, pois precisará ter um olhar qualificado, deverá fazer as perguntas certas e ser capaz de ligar os pontos em busca do melhor diagnóstico para o caso.
Observe que, numa consultoria não é necessário resolver completamente o problema. O importante é o diagnóstico. A solução do problema poderá ser através de um PROJETO ou de uma ASSESSORIA. O artigo CONSULTORIA - O QUE É E O QUE NÃO É, do competente consultor Alberto Costa traz uma explicação bem interessante e algumas analogias muito boas que ajudarão o leitor a entender melhor o conceito.

A ASSESSORIA é o terceiro tipo de serviço prestado por um profissional de engenharia ou de arquitetura. É uma atividade executiva. Trata-se da disponibilização de seus conhecimentos, habilidades e capacidades para a realização de um trabalho para o cliente, demandando, basicamente, dedicação de tempo.
O acompanhamento, fiscalização ou gerenciamento de uma obra é um exemplo típico de Assessoria. Assumir a responsabilidade técnica pelo funcionamento de uma empresa ou pela construção de uma residência também são exemplos de assessoria.


É preciso entender a diferença enorme que existe na natureza dos produtos Projeto, Consultoria e Assessoria.

O projeto é um produto de "linha de produção" exige uma estrutura própria e, eventualmente, a participação de uma equipe de trabalho. É possível prever suas etapas e o tempo de duração da atividade. É claro que, para isso, o escritório precisa ser bem organizado e bem administrado. Mas é perfeitamente possível, sim senhor.

A Consultoria é um trabalho cuja duração é imprevisível. Depende da competência do profissional e da qualidade da sua relação com o cliente. Quanto melhor forem essas duas coisas, mais rápido se desenrolará o trabalho e melhores serão os resultados.

a Assessoria, como foi visto, demanda tempo. Depende do tamanho da tarefa. pode durar horas, dias, semanas, meses e até anos.

Todas as estratégias de apresentação desses serviços ao mercado bem como sua negociação com os clientes dependem de o profissional estar completamente inteirado da natureza diferente deles. Cada produto deve ser identificado, apresentado, precificado e negociado de maneira diferente. Não é demais repetir: confundir alhos com bugalhos resulta em problemas.

Um exemplo claro está justamente na precificação. O valor a ser cobrado pelos PROJETOS tem muita relação com os custos diretos de produção, com os custo fixo operacional do escritório e com os diferenciais competitivos do profissional.

A precificação das CONSULTORIAS, no entanto, não deve seguir essa lógica ou esses parâmetros. Deve ser estabelecido um preço que leve em conta a competência do profissional e o custo (para o cliente) de não resolver o problema. Uma consultoria nunca deve ter seu preço determinado pelo tempo que o profissional leva para entregar o resultado. Muito pelo contrário. A lógica indica que quanto mais competente e capaz for o profissional menor é o tempo que ele leva para apresentar o diagnóstico.

As ASSESSORIAS, no entanto, podem, perfeitamente, serem precificadas tomando-se o tempo dedicado à tarefa como principal parâmetro. Afinal de contas, na assessoria não se faz diagnósticos. O trabalho consiste em operacionalizar a solução do problema.

Podemos dizer, de uma maneira simplificada, que, no Projeto o profissional vende estrutura e competência técnica; na Consultoria ele vende inteligência e experiência profissional e, na Assessoria ele vende mão de obra qualificada.

Todo profissional deve organizar seu portfólio de produtos (serviços) usando esses parâmetros. Assim terá maior clareza sobre quais referências devem ser utilizadas e como devem ser conduzidas as negociações com os seus clientes.




ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




(*) O português António Pinto de Magalhães explica que o BUGALHO — cuja imagem aparece na ilustração, no topo deste artigo — é uma galha arredondada ou coroada de tubérculos que se forma nos carvalhos e que é usado para fazer farinha de pão. É muito comum em Portugal. Quando descascado o bugalho fica exatamente da cor do alho o que pode gerar confusão na cozinha. Daí a expressão, dos antigos, "Não se deve confundir Alhos com Bugalhos".

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07/12/2016

CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO: QUAL A DIFERENÇA?
Daniel Goleman

Os termos "criatividade" e "inovação" são frequentemente usados como sinônimos. Porém, quão similares - ou diferentes - são eles? Conversei com minha colega Teresa Amabile, expert em inovação no ambiente de trabalho, para a minha série de vídeos chamada "Liderança: Uma Master Class". Aqui está a visão dela sobre a conexão entre esses termos comumente usados e o que eles significam para os negócios.

Tudo começa com criatividade

De acordo com Teresa, a criatividade é essencialmente responsável por todo o progresso humano. É uma força fenomenal. Talvez, por isso, alguns pensem na criatividade como um mistério. Mas elas não deveriam. A pesquisa sobre o assunto, feita durante os últimos 50 ou 60 anos, esclarece a forma como a criatividade acontece. Basicamente, a criatividade é a produção de qualquer coisa. Poderia ser uma ideia, um produto tangível, uma performance. O que é desenvolvido deve também ser diferente do que já foi feito antes, em algum aspecto. Criatividade no ambiente de trabalho deve, além disso, estar direcionada a algum objetivo ou significado específico.

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