Notas de "ADMINISTRAÇÃO - GERAL"

13/08/2018

EMPREGO OU EMPRESA: O QUE QUER PARA O SEU FUTURO?

Tomar uma decisão de carreira é algo extremamente complexo e se torna ainda mais complicado quando temos que fazer isso muito jovens, quando as dúvidas ainda superam as certezas. Muito por isso bastante gente resolve mudar de profissão pouco tempo depois de se formar. Ou mesmo ainda na graduação escolhe trocar de curso.

E quando a dúvida é seguir carreira como funcionário de uma empresa ou abrir seu próprio negócio? É aí que as coisas ficam ainda mais enroladas. A cultura brasileira é massivamente focada na busca por um bom emprego. De preferência, no setor público. Empreender, geralmente, é a última opção, quando "não deu certo" o plano A.

A necessidade de correr riscos que a decisão de abrir um negócio impõe é outro obstáculo. Nem todo mundo que quer a liberdade de construir o próprio futuro tem a disposição de se arriscar.

Como decidir, então, entre um emprego e sua própria empresa? Algumas questões pode ajudar nessa decisão:



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Leia também ARQUITETO 1.0 Um Manual para o Profissional Recém-Formado e o Manual do Engenheiro Recém-Formado




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13/08/2018

INOVAÇÃO DISRUPTIVA É O NOSSO TREM BALA

(Publicado em 13/08/2018)



Uma das principais pragas do empreendedorismo e da gestão de negócios no Brasil (não sei se é assim no mundo inteiro) é a indústria dos modismos. Toda hora tem uma palavra nova encantando alguns iniciados e assombrando outros tantos que passam imediatamente a se sentir perdidos, atrasados e fora de moda.
A palavra da hora é DISRUPTIVO.





Comunicação disruptiva, marketing disruptivo, inovação disruptiva, educação disruptiva, design disruptivo, tecnologia disruptiva… tudo parece ter perdido completamente o valor se não for DISRUPTIVO.

Palestrantes, professores, consultores, autores e outros pretensos formadores de opinião (deveriam ser agentes do conhecimento) adotaram o termo e com isto tornaram seus trabalhos mais valorizados e atuais. E, como o termo é novo (novidade) contam com a vantagem de que pouca gente é capaz de avaliar os efeitos da aplicação prática do que está sendo ensinado e, mais importante: a diferença efetiva entre o que está sendo falado agora e coisas que já foram ditas e escritas há décadas.

Ao dicionário: Disruptivo refere-se a algo que causa disrupção, ou seja, separação e interrupção. Uma coisa é disruptiva se ela interrompe o ciclo normal de funcionamento de um processo. No mundo dos negócios, Disruptivo é um novo formato tecnológico que, se opondo aos modelos existentes, propõe uma nova estrutura de negócios que seja sustentável e que tenha escala.

É bonito? Sim. É interessante? Claro. Você precisa disso agora? Não sei. Você está preparado para isso? Provavelmente não.

Para a maioria dos escritórios de Engenharia e de Arquitetura no Brasil a inovação disruptiva corresponde ao Trem Bala brasileiro. Pra quem não lembra, a ideia do Trem Bala começou a ganhar corpo no final do segundo mandato do ex-presidente Lula, embora tenha ganhado força durante o primeiro mandato de Dilma Roussef, no embalo dos projetos da Copa do Mundo.

Parecia uma ideia interessante, mas ninguém se deu conta de uma coisa: em todos os países onde o Trem Bala é uma realidade ele é o ponto alto de uma indústria consolidada. É a cereja no topo do bolo de uma rede ferroviária muito grande e muito bem resolvida com dezenas de linhas e destinos, de tal maneira que essa inovação se encaixou sem solavancos na realidade existente.

O Brasil, como costuma fazer, quis dar um salto. Passando direto de uma mobilidade refém de caminhoneiros para o Trem Bala, sem escalas. Deu no que deu. Ou melhor, deu no que não deu!

Quando, em 2016, a Vale inaugurou o seu novo Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Vitória Minas eu saudei o fato, no meu site com a afirmação de que O BRASIL NÃO PRECISA DE TREM BALA. PRECISA DE TREM, PONTO.

Agora eu digo o mesmo pra você que dirige um escritório de Arquitetura ou de Engenharia. Você precisa de um trem bala disruptivo? ou precisa de um trem bom, de uma boa malha ferroviária e de um sistema que funcione?

Em 2011 eu publiquei no nosso site o artigo BACK TO BASICS no qual eu já chamo atenção para um fato, em relação aos escritórios de Engenharia e de Arquitetura: ”Temos 120 anos de conhecimentos de gestão para recuperar. Nossos escritórios (a maioria deles) ainda é tocado com as mesmas técnicas de gestão utilizadas pelas empresas em 1890!
Estamos na Idade da Pedra da Administração. Precisamos fazer alguma coisa, claro!

Mas, atenção. Não devemos começar pelo fim, cedendo à tentação dos modismos da gestão.”


Portanto, antes de sair investindo em tecnologias de gestão disruptiva, avalie se você pelo menos já tem alguma coisa consistente para ser interrompida ou separada. Seu escritório não precisa de um trem bala se ainda não possui sequer uma rede ferroviária



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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---Padilha, Ênio. 2018

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10/08/2018

CONFIRA DICAS PARA SIMPLIFICAR A GESTÃO DA SUA EMPRESA

Para se manter bem no mercado, estar no controle da gestão financeira do seu negócio é essencial. "Regra número 1: nunca perca dinheiro. Regra número 2: não esqueça a regra número 1", já disse Warren Buffet. Para que isso seja verdade, é preciso ter organização e visão de mercado, pois a gestão de capital envolve a decisão de investimento, que é a forma como os recursos serão aplicados, e a de financiamento, que são as estratégias de captação de recursos.

Então, como manter o controle de estoques, entradas, saídas, contas a pagar e a receber, lucros etc, especialmente em pequenas e médias empresas? Elencamos aqui dicas simples mas importantes para economizar tempo e dinheiro na gestão do negócio. Confira:



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03/08/2018

MISSÃO, VISÃO E VALORES (Reginaldo André Dal`Bó)

(Publicado em 18/08/2017)



Um dos aspectos mais importantes, senão o mais diretivo e o que mais orienta, para o pleno exercício da liderança compartilhada é o estabelecimento de missão, visão e valores da sua empresa. O Conjunto formado pela missão, visão e valores representam a identidade organizacional. Todos devem saber claramente o propósito, a razão da existência da organização.

É uma forma do empresário de motivar sua equipe, praticando os princípios que levaram a empresa ao sucesso inicial. Uma declaração de missão bem elaborada é imprescindível para que o mercado escolha a organização como sua fornecedora e ainda é um importante meio de direcionamento dos colaboradores. Além disso deve responder o que a empresa ou a organização se propõe a fazer, e para quem.



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30/07/2018

COMO DELEGAR SEU TEMPO?

Poucas coisas são tão preciosas quanto nosso tempo. Afinal, como disse uma vez Napoleão Bonaparte, territórios, instrumentos, poder, tudo isso se pode recuperar. Tempo, não. Por isso, é fundamental saber organizar bem o uso que você faz do seu. E isso passa por uma questão primordial: delegar. Concentrar atividades prejudica o andamento de qualquer negócio e cria entraves sérios às carreiras de empreendedores e executivos ao redor do mundo.

"Você tem tempo? Se não tem, está precisando delegar mais", afirma Marisabel Ribeiro, que voltou ao meuSucesso.com nesta semana, dessa vez dedicado ao tema "gestão do tempo". Ela ressalta na aula que existem vários ladrões do tempo e cita alguns: interrupções, reuniões, atividades paralelas, não saber dizer não, ambiente de trabalho agitado, visitas, telefonemas, e-mails. Nenhum, no entanto, é tão feroz quanto a dificuldade de delegar.

Mas por que não delegamos?



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27/07/2018

COMO NEGOCIAR E VENDER SERVIÇOS DE ENGENHARIA
E ARQUITETURA (Curso on-line - QiSat)



Visite o site da QiSat e conheça a versão on line do nosso curso que já teve apresentações presenciais em quase todos os estados brasileiros.



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27/07/2018

CONTABILIZAR É FUNDAMENTAL

(Publicado em 28/07/2018)



A parceria entre Tiago Reis e Jean Tosetto rende o segundo livro da coleção Guia Suno. Após o sucesso de crítica e público do Guia Suno Dividendos, chegou a vez de aprofundar as noções de conceitos contábeis - um aspecto importante na análise fundamentalista das empresas de capital aberto, com foco de investimentos em renda variável no longo prazo.





O objetivo do Guia Suno Contabilidade não é fazer de você alguém profissional da área. Os cursos universitários de Ciências Contábeis duram em média quatro anos e habilitam o estudante formado a atuar como contador registrado no Conselho Regional de Contabili-dade, após exame de suficiência.
Igualmente este livro não tem a missão de tornar um empreendedor autossuficiente em Contabilidade, pois o completo entendimento do conteúdo exposto não o dispensará de contratar um contador para sua empresa.

Este livro é direcionado primordialmente aos investidores na condição de pessoa física que almejam maior segurança para desenvolver suas análises de investimentos no mercado de capitais. Ele igualmente serve para empresários que desejam dialogar em melhores condições com seus auxiliares, quando o assunto for Contabilidade.

Tanto um investidor quanto um empreendedor que não tenha noções básicas de leitura e interpretação de documentos financeiros como Balanços Patrimoniais (BP), Demonstrações de Resultados dos Exercícios (DRE) e Demonstrações de Fluxos de Caixas (DFC) será forçado a confiar plenamente nos serviços que fornecem análises sobre investimentos ou nos profissionais que realizam a Contabilidade do negócio em questão.

Portanto, este livro tem como principal objetivo o de proporcionar maior independência para investidores e empreendedores tomarem as próprias decisões, após fundamentarem melhor as próprias análises.

Isto não significa que estes devam se isolar dos demais atores do mercado. Consultar casas de análises sobre investimentos continuará sendo válido. Eventualmente contratar consultores também. Porém, até para validar os argumentos de terceiros, saber ler e interpretar documentos financeiros é fundamental, bem como tirar deles os principais indicadores de desempenho das empresas a serem estudadas.

No Guia Suno Contabilidade apresentamos justamente os principais conceitos relativos aos documentos financeiros que as empresas de capital aberto na Bolsa de São Paulo devem divulgar após cada encerramento de trimestre contábil.

Para tanto, nos valemos de exemplos reais para compor as ilustrações das páginas a seguir. Para facilitar o entendimento delas, recomendamos que o leitor também baixe os arquivos das empresas citadas, por meio do site de Relações com Investidores de cada empresa, ou por meio da própria página da Bolsa de São Paulo, a nova B3, na Internet. Os documentos citados encontram-se disponíveis, ainda, no site da CVM – Comissão de Valores Mobiliários.

Encerramos o livro apresentando dois estudos de casos: o primeiro da construtora PDG, em recuperação judicial; e o segundo da Ambev, símbolo de eficiência e boa gestão no mercado financeiro brasileiro. Com isso, o leitor terá bons parâmetros de comparação para estudar qualquer empresa de capital aberto. (Prefácio do Livro)






Encontre o seu exemplar.





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E clique AQUI para o artigo mais interessante de ser lido por quem nunca investiu em Bolsa

Comentário do Ênio Padilha

É com muita alegria que informo aos meus leitores o lançamento desse livro do meu amigo arquiteto JEAN TOSETTO.

Trata-se, naturalmente, de um trabalho de primeira qualidade que servirá de orientação precisa para que os colegas arquitetos e engenheiros tenham as noções necessárias para empreender seus negócios com segurança e desempenho.

No meu livro ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA eu dedico uma parte do capítulo 7 para destacar a importância da Contabilidade (e do profissional de Contabilidade) para o sucesso do negócio. Agora este livro traz o tema ao palco, com a justa iluminação e valorização merecida.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br

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23/07/2018

A RELAÇÃO ENTRE O ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
E O ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE


(Publicado em 10/01/2014)



A constituição de um escritório de Arquitetura ou de Engenharia como uma Sociedade Ltda segue, em linhas gerais, os mesmos caminhos da constituição de qualquer empresa. O primeiro passo é a contratação de um contador.

Responsabilidades do Escritório de Contabilidade:
(Ao contratar o contador, o profissional deverá garantir que os seguintes serviços sejam cobertos pelo valor a ser pago mensalmente)

A - Instalação da Empresa
1) Registro da empresa na Junta Comercial
2) Registro da Empresa no Ministério da Fazenda (CNPJ);
3) Obtenção de todos os alvarás e licenças
4) Providenciar impressão dos blocos de notas fiscais
5) Providenciar documentação para abertura de conta em banco

B – Manutenção Mensal
1) Elaboração da folha de pagamento
2) Fazer o Registro Contábil das Notas Fiscais emitidas pela empresa
3) Emissão das guias e Formulários para pagamentos de impostos e obrigações sociais e trabalhistas
4) Pagamento dessas contas, nos bancos, com dinheiro previamente fornecido pela empresa

C - Manutenção Anual
1) Declaração do Imposto de Renda da Empresa
2) Providências para renovação de alvarás e licenças

(Ao contratar o contador, o profissional deverá garantir que os seguintes serviços sejam fornecidos, ainda que o pagamento seja feito como extra ao contrato mensal)
1) Declaração do Imposto de Renda dos Sócios
2) Montagem de livros e protocolos

O profissional de Engenharia ou Arquitetura deve ter em mente que o contador (o Escritório de Contabilidade) é um FORNECEDOR. Um dos PRINCÍPIOS da empresa deve tratar da maneira como deve ser o relacionamento com os fornecedores. Sugiro cuidado para não APERTAR demais os fornecedores, forçando-os a fazer negócios que acabarão sendo ruim para eles. Os negócios devem ser bons para todas as partes envolvidas.

O Escritório de Contabilidade é um fornecedor estratégico e deve ser escolhido com essa visão. Em outras palavras, tudo deve ser bem combinado, mas as condições de contrato devem ser interessantes pra o Escritório de Engenharia/Arquitetura e também para o Escritório de Contabilidade.

A declaração de imposto de renda (pessoa física), por exemplo: esse é um momento (a época da declaração do imposto de renda) em que os escritórios de contabilidade podem ter uma renda extra. Por isso, entendo que é obrigação do Escritório de Contabilidade aceitar esse serviço e até dar prioridade aos seus clientes regulares. Mas entendo que é razoável que esse serviço seja cobrado como extra e não incluído como parte do contrato.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




Este artigo é baseado no capítulo 11 do livro ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA. 2ª ed. Balneário Camboriú: 893 Editora, 2014. pág. 48 - 49



---Artigo2014 ---Administração

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27/06/2018

O ESCRITÓRIO DE ENGENHARIA / ARQUITETURA

(Publicado em 13/03/2013)



Abrir um escritório é uma das opções que se apresentam para os engenheiros e arquitetos em qualquer momento de suas carreiras (e não apenas por ocasião da formatura).
Mas esta empreitada geralmente é precedida de muito sonho e pouca luz. E, por conta disso, a maioria dos escritórios de Engenharia e de Arquitetura passa por momentos muito duros nos primeiros anos de vida.
Muitos desses momentos difíceis podem ser evitados com algum conhecimento técnico e planejamento racional.

A primeira coisa a fazer quando se pensa em abrir um escritório de Engenharia é decidir qual é a forma legal da constituição da empresa.
Um profissional de Engenharia ou Arquitetura pode se estabelecer no mercado com um Escritório Profissional sob a forma de Profissional Liberal Autônomo, ou em sociedade com outras pessoas.

A Firma Individual é constituída apenas por uma pessoa, sendo que a Razão social dessa é o Nome do proprietário. Essa forma de constituição é usada quando a pessoa abre uma loja, por exemplo, e não tem sócio. Porém, em algumas atividades de profissão regulamentada (é o caso da Engenharia e da Arquitetura) não é aceita esse tipo de empresa.

No caso de se estabelecer como autônomo o profissional deve se registrar na Prefeitura e no Crea.

Não existe limite quanto ao rendimento mensal ou anual e nem quanto ao número de empregados ou seja: não existem impedimentos para que o profissional contrate trabalhares como empregados, desde que respeite as determinações legais.

As contribuições sociais previdenciárias são:
• 20% sobre a remuneração paga aos empregados e trabalhadores avulsos;
• RAT de 1%, 2% ou 3% sob a remuneração dos empregados, conforme CNAE/Fiscal da atividade principal;
• Terceiros sob a remuneração dos empregados, conforme o FPAS;
• 20% sobre a remuneração paga aos contribuintes individuais;
• 15% sobre o valor bruto da nota fiscal da prestação de serviços de cooperados; devendo ainda reter e recolher as contribuições previdenciárias dos segurados empregados (8%, 9% ou 11%).

Como comprovante (de recibimento de valores) ele deverá fornecer aos seus clientes um RPA (Recibo Profissional Autonomo)

O Profissional autônomo que prestar serviços a outras pessoas físicas deverá fazer Livro Caixa, lançando as receitas e despesas. O calculo do Imposto de Renda será feito sobre o lucro, seguindo a tabela da Receita Federal e deverá ser apresentada na Declaração de Imposto de Renda Pessoa Fisica do ano seguinte, recolhendo o Imposto de Renda através do Carne Leão, conforme tabela estipulada pela Receita Federal. Para ajustar, se preciso for, recolhe-se mais imposto, ou recebe as restituições devidas, quando for o caso.

Caso o profissional opte por abrir o escritório em Sociedade, ela poderá ser uma Sociedade Simples ou uma Sociedade por Cotas Limitadas.

Sociedade Simples é constituída por dois profis-sionais de áreas afins, a tributação é igual a uma sociedade empresaria Ltda. Na Sociedade Simples há a possibilidade de os sócios serem casados em comunhão universal de bens. Por outro lado devem ser profissionais de áreas afins (ex. Dentista e médico, engenheiro e arquiteto etc)

No caso de Sociedade Ltda., os sócios não podem ser casados em regime universal de bens, os outros tipos de regime não tem impedimentos.

Nesse caso, a sugestão de Marcos Zittei, pelo menos um dos sócios deve ser arquiteto/engenheiro e, pelo Novo Código Civil, se os sócios forem marido e mulher devem necessariamente ser casados com separação total de bens.

Estabelecida a sociedade, é hora do levantamento de toda a documentação dos sócios e do imóvel que servirá de sede (RG, CPF, escritura ou contrato de locação, IPTU, registro do Crea, etc). Os passos seguintes são (1) a contratação de um contador e (2) a elaboração do contrato social.

Por último, quero deixar claro aqui que eu acredito e recomendo para Engenheiros e Arquitetos o modelo de negócios baseado em sociedade de profissionais. Basta escolher com critérios objetivos os futuros sócios: Veja detalhes no artigo PECADOS COMETIDOS POR ENGENHEIROS E ARQUITETOS NA ESCOLHA DE SÓCIOS



ÊNIO PADILHA
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07/06/2018

AS CRISES ECONÔMICAS E OS ENGENHEIROS E ARQUITETOS

(Publicado em 07/06/2018)





No segundo semestre de 2016 fui convidado para apresentar uma palestra num evento de fim de ano do Crea-BA, em Salvador. Me pediram para fazer uma palestra que fosse motivadora. O tema (crises econômicas) não ajudava muito. Então, antes de iniciar a palestra propriamente dita eu fiz (baseado numa classificação criada pela brilhante Lígia Fascioni) uma breve apresentação sobre os diversos tipos de palestra que existem e sobre o tipo de palestra que eu faço.

Feitos os prolegômenos, nos debruçamos sobre o tema CRISES ECONÔMICAS, com luxuosa colaboração de grandes amigos que foram consultados e entrevistados por mim (citados no texto e na palestra). As principais questões foram abordadas e as conclusões, no fim das contas, se não foram do tipo "Vamos comemorar!" também não entram pra categoria "a única saída é o aeroporto".

Leia o texto completo da palestra. É só clicar AQUI ou sobre a imagem acima. Depois escreva nos comentários o que você achou.

Boa leitura.




ÊNIO PADILHA
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---Padilha, Ênio. 2018 ---Administracao

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