Notas de "ADMINISTRAÇÃO - GERAL"

30/07/2018

COMO DELEGAR SEU TEMPO?

Poucas coisas são tão preciosas quanto nosso tempo. Afinal, como disse uma vez Napoleão Bonaparte, territórios, instrumentos, poder, tudo isso se pode recuperar. Tempo, não. Por isso, é fundamental saber organizar bem o uso que você faz do seu. E isso passa por uma questão primordial: delegar. Concentrar atividades prejudica o andamento de qualquer negócio e cria entraves sérios às carreiras de empreendedores e executivos ao redor do mundo.

"Você tem tempo? Se não tem, está precisando delegar mais", afirma Marisabel Ribeiro, que voltou ao meuSucesso.com nesta semana, dessa vez dedicado ao tema "gestão do tempo". Ela ressalta na aula que existem vários ladrões do tempo e cita alguns: interrupções, reuniões, atividades paralelas, não saber dizer não, ambiente de trabalho agitado, visitas, telefonemas, e-mails. Nenhum, no entanto, é tão feroz quanto a dificuldade de delegar.

Mas por que não delegamos?



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27/07/2018

COMO NEGOCIAR E VENDER SERVIÇOS DE ENGENHARIA
E ARQUITETURA (Curso on-line - QiSat)



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27/07/2018

CONTABILIZAR É FUNDAMENTAL

(Publicado em 28/07/2018)



A parceria entre Tiago Reis e Jean Tosetto rende o segundo livro da coleção Guia Suno. Após o sucesso de crítica e público do Guia Suno Dividendos, chegou a vez de aprofundar as noções de conceitos contábeis - um aspecto importante na análise fundamentalista das empresas de capital aberto, com foco de investimentos em renda variável no longo prazo.





O objetivo do Guia Suno Contabilidade não é fazer de você alguém profissional da área. Os cursos universitários de Ciências Contábeis duram em média quatro anos e habilitam o estudante formado a atuar como contador registrado no Conselho Regional de Contabili-dade, após exame de suficiência.
Igualmente este livro não tem a missão de tornar um empreendedor autossuficiente em Contabilidade, pois o completo entendimento do conteúdo exposto não o dispensará de contratar um contador para sua empresa.

Este livro é direcionado primordialmente aos investidores na condição de pessoa física que almejam maior segurança para desenvolver suas análises de investimentos no mercado de capitais. Ele igualmente serve para empresários que desejam dialogar em melhores condições com seus auxiliares, quando o assunto for Contabilidade.

Tanto um investidor quanto um empreendedor que não tenha noções básicas de leitura e interpretação de documentos financeiros como Balanços Patrimoniais (BP), Demonstrações de Resultados dos Exercícios (DRE) e Demonstrações de Fluxos de Caixas (DFC) será forçado a confiar plenamente nos serviços que fornecem análises sobre investimentos ou nos profissionais que realizam a Contabilidade do negócio em questão.

Portanto, este livro tem como principal objetivo o de proporcionar maior independência para investidores e empreendedores tomarem as próprias decisões, após fundamentarem melhor as próprias análises.

Isto não significa que estes devam se isolar dos demais atores do mercado. Consultar casas de análises sobre investimentos continuará sendo válido. Eventualmente contratar consultores também. Porém, até para validar os argumentos de terceiros, saber ler e interpretar documentos financeiros é fundamental, bem como tirar deles os principais indicadores de desempenho das empresas a serem estudadas.

No Guia Suno Contabilidade apresentamos justamente os principais conceitos relativos aos documentos financeiros que as empresas de capital aberto na Bolsa de São Paulo devem divulgar após cada encerramento de trimestre contábil.

Para tanto, nos valemos de exemplos reais para compor as ilustrações das páginas a seguir. Para facilitar o entendimento delas, recomendamos que o leitor também baixe os arquivos das empresas citadas, por meio do site de Relações com Investidores de cada empresa, ou por meio da própria página da Bolsa de São Paulo, a nova B3, na Internet. Os documentos citados encontram-se disponíveis, ainda, no site da CVM – Comissão de Valores Mobiliários.

Encerramos o livro apresentando dois estudos de casos: o primeiro da construtora PDG, em recuperação judicial; e o segundo da Ambev, símbolo de eficiência e boa gestão no mercado financeiro brasileiro. Com isso, o leitor terá bons parâmetros de comparação para estudar qualquer empresa de capital aberto. (Prefácio do Livro)






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Comentário do Ênio Padilha

É com muita alegria que informo aos meus leitores o lançamento desse livro do meu amigo arquiteto JEAN TOSETTO.

Trata-se, naturalmente, de um trabalho de primeira qualidade que servirá de orientação precisa para que os colegas arquitetos e engenheiros tenham as noções necessárias para empreender seus negócios com segurança e desempenho.

No meu livro ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA eu dedico uma parte do capítulo 7 para destacar a importância da Contabilidade (e do profissional de Contabilidade) para o sucesso do negócio. Agora este livro traz o tema ao palco, com a justa iluminação e valorização merecida.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br

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23/07/2018

A RELAÇÃO ENTRE O ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA
E O ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE


(Publicado em 10/01/2014)



A constituição de um escritório de Arquitetura ou de Engenharia como uma Sociedade Ltda segue, em linhas gerais, os mesmos caminhos da constituição de qualquer empresa. O primeiro passo é a contratação de um contador.

Responsabilidades do Escritório de Contabilidade:
(Ao contratar o contador, o profissional deverá garantir que os seguintes serviços sejam cobertos pelo valor a ser pago mensalmente)

A - Instalação da Empresa
1) Registro da empresa na Junta Comercial
2) Registro da Empresa no Ministério da Fazenda (CNPJ);
3) Obtenção de todos os alvarás e licenças
4) Providenciar impressão dos blocos de notas fiscais
5) Providenciar documentação para abertura de conta em banco

B – Manutenção Mensal
1) Elaboração da folha de pagamento
2) Fazer o Registro Contábil das Notas Fiscais emitidas pela empresa
3) Emissão das guias e Formulários para pagamentos de impostos e obrigações sociais e trabalhistas
4) Pagamento dessas contas, nos bancos, com dinheiro previamente fornecido pela empresa

C - Manutenção Anual
1) Declaração do Imposto de Renda da Empresa
2) Providências para renovação de alvarás e licenças

(Ao contratar o contador, o profissional deverá garantir que os seguintes serviços sejam fornecidos, ainda que o pagamento seja feito como extra ao contrato mensal)
1) Declaração do Imposto de Renda dos Sócios
2) Montagem de livros e protocolos

O profissional de Engenharia ou Arquitetura deve ter em mente que o contador (o Escritório de Contabilidade) é um FORNECEDOR. Um dos PRINCÍPIOS da empresa deve tratar da maneira como deve ser o relacionamento com os fornecedores. Sugiro cuidado para não APERTAR demais os fornecedores, forçando-os a fazer negócios que acabarão sendo ruim para eles. Os negócios devem ser bons para todas as partes envolvidas.

O Escritório de Contabilidade é um fornecedor estratégico e deve ser escolhido com essa visão. Em outras palavras, tudo deve ser bem combinado, mas as condições de contrato devem ser interessantes pra o Escritório de Engenharia/Arquitetura e também para o Escritório de Contabilidade.

A declaração de imposto de renda (pessoa física), por exemplo: esse é um momento (a época da declaração do imposto de renda) em que os escritórios de contabilidade podem ter uma renda extra. Por isso, entendo que é obrigação do Escritório de Contabilidade aceitar esse serviço e até dar prioridade aos seus clientes regulares. Mas entendo que é razoável que esse serviço seja cobrado como extra e não incluído como parte do contrato.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




Este artigo é baseado no capítulo 11 do livro ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA. 2ª ed. Balneário Camboriú: 893 Editora, 2014. pág. 48 - 49



---Artigo2014 ---Administração

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27/06/2018

O ESCRITÓRIO DE ENGENHARIA / ARQUITETURA

(Publicado em 13/03/2013)



Abrir um escritório é uma das opções que se apresentam para os engenheiros e arquitetos em qualquer momento de suas carreiras (e não apenas por ocasião da formatura).
Mas esta empreitada geralmente é precedida de muito sonho e pouca luz. E, por conta disso, a maioria dos escritórios de Engenharia e de Arquitetura passa por momentos muito duros nos primeiros anos de vida.
Muitos desses momentos difíceis podem ser evitados com algum conhecimento técnico e planejamento racional.

A primeira coisa a fazer quando se pensa em abrir um escritório de Engenharia é decidir qual é a forma legal da constituição da empresa.
Um profissional de Engenharia ou Arquitetura pode se estabelecer no mercado com um Escritório Profissional sob a forma de Profissional Liberal Autônomo, ou em sociedade com outras pessoas.

A Firma Individual é constituída apenas por uma pessoa, sendo que a Razão social dessa é o Nome do proprietário. Essa forma de constituição é usada quando a pessoa abre uma loja, por exemplo, e não tem sócio. Porém, em algumas atividades de profissão regulamentada (é o caso da Engenharia e da Arquitetura) não é aceita esse tipo de empresa.

No caso de se estabelecer como autônomo o profissional deve se registrar na Prefeitura e no Crea.

Não existe limite quanto ao rendimento mensal ou anual e nem quanto ao número de empregados ou seja: não existem impedimentos para que o profissional contrate trabalhares como empregados, desde que respeite as determinações legais.

As contribuições sociais previdenciárias são:
• 20% sobre a remuneração paga aos empregados e trabalhadores avulsos;
• RAT de 1%, 2% ou 3% sob a remuneração dos empregados, conforme CNAE/Fiscal da atividade principal;
• Terceiros sob a remuneração dos empregados, conforme o FPAS;
• 20% sobre a remuneração paga aos contribuintes individuais;
• 15% sobre o valor bruto da nota fiscal da prestação de serviços de cooperados; devendo ainda reter e recolher as contribuições previdenciárias dos segurados empregados (8%, 9% ou 11%).

Como comprovante (de recibimento de valores) ele deverá fornecer aos seus clientes um RPA (Recibo Profissional Autonomo)

O Profissional autônomo que prestar serviços a outras pessoas físicas deverá fazer Livro Caixa, lançando as receitas e despesas. O calculo do Imposto de Renda será feito sobre o lucro, seguindo a tabela da Receita Federal e deverá ser apresentada na Declaração de Imposto de Renda Pessoa Fisica do ano seguinte, recolhendo o Imposto de Renda através do Carne Leão, conforme tabela estipulada pela Receita Federal. Para ajustar, se preciso for, recolhe-se mais imposto, ou recebe as restituições devidas, quando for o caso.

Caso o profissional opte por abrir o escritório em Sociedade, ela poderá ser uma Sociedade Simples ou uma Sociedade por Cotas Limitadas.

Sociedade Simples é constituída por dois profis-sionais de áreas afins, a tributação é igual a uma sociedade empresaria Ltda. Na Sociedade Simples há a possibilidade de os sócios serem casados em comunhão universal de bens. Por outro lado devem ser profissionais de áreas afins (ex. Dentista e médico, engenheiro e arquiteto etc)

No caso de Sociedade Ltda., os sócios não podem ser casados em regime universal de bens, os outros tipos de regime não tem impedimentos.

Nesse caso, a sugestão de Marcos Zittei, pelo menos um dos sócios deve ser arquiteto/engenheiro e, pelo Novo Código Civil, se os sócios forem marido e mulher devem necessariamente ser casados com separação total de bens.

Estabelecida a sociedade, é hora do levantamento de toda a documentação dos sócios e do imóvel que servirá de sede (RG, CPF, escritura ou contrato de locação, IPTU, registro do Crea, etc). Os passos seguintes são (1) a contratação de um contador e (2) a elaboração do contrato social.

Por último, quero deixar claro aqui que eu acredito e recomendo para Engenheiros e Arquitetos o modelo de negócios baseado em sociedade de profissionais. Basta escolher com critérios objetivos os futuros sócios: Veja detalhes no artigo PECADOS COMETIDOS POR ENGENHEIROS E ARQUITETOS NA ESCOLHA DE SÓCIOS



ÊNIO PADILHA
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07/06/2018

AS CRISES ECONÔMICAS E OS ENGENHEIROS E ARQUITETOS

(Publicado em 07/06/2018)





No segundo semestre de 2016 fui convidado para apresentar uma palestra num evento de fim de ano do Crea-BA, em Salvador. Me pediram para fazer uma palestra que fosse motivadora. O tema (crises econômicas) não ajudava muito. Então, antes de iniciar a palestra propriamente dita eu fiz (baseado numa classificação criada pela brilhante Lígia Fascioni) uma breve apresentação sobre os diversos tipos de palestra que existem e sobre o tipo de palestra que eu faço.

Feitos os prolegômenos, nos debruçamos sobre o tema CRISES ECONÔMICAS, com luxuosa colaboração de grandes amigos que foram consultados e entrevistados por mim (citados no texto e na palestra). As principais questões foram abordadas e as conclusões, no fim das contas, se não foram do tipo "Vamos comemorar!" também não entram pra categoria "a única saída é o aeroporto".

Leia o texto completo da palestra. É só clicar AQUI ou sobre a imagem acima. Depois escreva nos comentários o que você achou.

Boa leitura.




ÊNIO PADILHA
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---Padilha, Ênio. 2018 ---Administracao

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09/05/2018

MODELO DE NEGÓCIO E PLANO DE NEGÓCIO



Quando eu comecei a estudar os conceitos de Plano de Negócio e Modelo de Negócio uma coisa me chamou atenção: o fato de que muitos consultores confundem uma coisa com a outra. Pior: ensinam que é possível, por exemplo, substituir o Plano de Negócio pelo Modelo de negócio, como se fosse a mesma coisa (ou coisas semelhantes)

Isso é, na minha opinião, apenas mais uma das muitas manifestações dessa praga do Consultor Analfabeto e Preguiçoso. Aliás, é bom que se diga: é analfabeto justamente porque é preguiçoso. Incapaz de ler os livros com teorias mais elaboradas, prefere se alimentar em blogs de outros Consultores igualmente analfabetos e preguiçosos. Este círculo não tem fim. E todo dia tem gente desprevenida caindo nesse poço.

Existem, sim, diferenças cruciais entre Modelo de Negócio e Plano de Negócio.

Modelo de negócio é um conceito descritivo: define a forma como a empresa se organiza e funciona, com o objetivo de cria valor para os seus stakeholders.

stakeholder é um termo usado, principalmente em estudos organizacionais (mas também nas áreas de gestão de projetos, administração e arquitetura de software) e se refere às pessoas ou instituições que têm (em relação à empresa) níveis relevantes de interesse, influência ou poder. Os stakeholders devem estar de acordo com as práticas de governança corporativa executadas pela empresa, uma vez que, segundo o filósofo Robert Edward Freeman, os stakeholders são elementos essenciais ao planejamento estratégico de negócios. O sucesso de qualquer empreendimento depende da participação de suas partes interessadas e por isso é necessário assegurar que suas expectativas e necessidades sejam conhecidas e consideradas pelos gestores.

Já o Plano de Negócio é é uma abordagem prescritiva. Em palavras simples podemos dizer que é o projeto da sua empresa. Trata-se de um documento que procura descrever com a maior quantidade possível de detalhes o processo de criação, implantação e funcionamento da empresa.

Abrir uma empresa sem fazer um Plano de Negócio é como construir uma casa sem fazer um projeto. É possível, mas, certamente, irá ficar mal feito. E os custos, com certeza, serão mais elevados.

O Plano de Negócio é um documento (que pode ter de 10 a 100 páginas, dependendo do nível de detalhamento) que registra o planejamento global da empresa, incluindo motivações, instalações, equipamentos, conhecimentos, tecnologias, custos, além de um esboço do Manual de Operações.

O Plano de Negócio é composto dos seguintes itens (ou partes):
• Introdução
• Discussão sobre o nome da empresa
• Determinação dos Atributos da Marca
• Custos de instalação da empresa
• Custos de manutenção da empresa
• Custos de produção
• Remuneração dos Sócios
• Descrição da características da Equipe de trabalho
Anexo: Minuta do Contrato Social
Anexo: Estudos Econômicos
Anexo: Legislação pertinente

Portanto, a elaboração do Plano de Negócio se dá depois da escolha (ou criação) do Modelo de Negócio. É possível ser inovador na concepção do Modelo de Negócio. Mas é preciso ser conservador na construção do Plano de Negócio.



ÊNIO PADILHA
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Este artigo é discutido com maior profundidade no módulo de introdução do nosso curso de ADMINISTRAÇÃO DE ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA



---Artigo2015 ---Administração





Para copiar e reproduzir este artigo, conheça nossas REGRAS PARA PUBLICAÇÕES





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27/04/2018

EMPREENDER EXIGE ARRISCAR E APRENDER COM OS FRACASSOS

(Publicado em 27/040/2018)



"A frustração, encarada como aprendizagem, pode funcionar como estímulo para chegar ao nosso objetivo".
Você concorda?
Dá uma olhada no artigo assinado por Renato Bernhoeft.



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01/03/2018

COMO SE PREVENIR DAS AÇÕES DA CONCORRÊNCIA
Rodrigo Collino

Muitas vezes ouço de pequenos e médios empresários e seus funcionários que “estão vivendo tempos difíceis devido à concorrência”, e os principais motivos são a guerra de preços e o roubo de talentos entre empresas.

Neste momento, devemos colocar em perspectiva a estratégia da empresa somada ao entendimento do mercado em que está inserido – e é aqui onde entra o conhecimento da concorrência. Percebo que muitas PMEs ainda não fazem benchmarking com a frequência que seu negócio demandaria, e com isso perdem espaço de mercado, ficando engessados em práticas que rapidamente se tornam obsoletas e abrindo espaço para que seus clientes externos (consumidores) e internos (funcionários) troquem de fornecedor / empregador.

Quais são os seus principais players de mercado? O que eles têm feito que você mais admira? E quais ações eles têm tomado que hoje você ainda não compreende? Como você conversa e mantém contato com seus concorrentes? Quais oportunidades seus concorrentes estão desprezando no mercado atual, e da qual você poderia se beneficiar caso sua empresa investisse nela?



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28/02/2018

PEQUENAS ATITUDES QUE VÃO AJUDAR VOCÊ A
GERENCIAR MELHOR O SEU TEMPO
Eduardo Sehnem Ferro

Com certeza uma das principais reclamações do ser humano nos dias de hoje é a falta de tempo para fazer tudo que gostaríamos. Temos a sensação de que a vida está passando rápido demais e que acabamos por muitas vezes deixando de fazer coisas importantes na vida.

Administrar o tempo na época em que vivemos se tornou algo totalmente indispensável e necessário. É fato que não existe fórmulas mágicas que irão resolver o problema da falta de tempo do dia para a noite, porém tornar habituais algumas pequenas atitudes pode ajudar a ter uma vida com mais equilíbrio e mais foco em atividades importantes.



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