Notas de "ADMINISTRAÇÃO - GERAL"

01/03/2018

COMO SE PREVENIR DAS AÇÕES DA CONCORRÊNCIA
Rodrigo Collino

Muitas vezes ouço de pequenos e médios empresários e seus funcionários que “estão vivendo tempos difíceis devido à concorrência”, e os principais motivos são a guerra de preços e o roubo de talentos entre empresas.

Neste momento, devemos colocar em perspectiva a estratégia da empresa somada ao entendimento do mercado em que está inserido – e é aqui onde entra o conhecimento da concorrência. Percebo que muitas PMEs ainda não fazem benchmarking com a frequência que seu negócio demandaria, e com isso perdem espaço de mercado, ficando engessados em práticas que rapidamente se tornam obsoletas e abrindo espaço para que seus clientes externos (consumidores) e internos (funcionários) troquem de fornecedor / empregador.

Quais são os seus principais players de mercado? O que eles têm feito que você mais admira? E quais ações eles têm tomado que hoje você ainda não compreende? Como você conversa e mantém contato com seus concorrentes? Quais oportunidades seus concorrentes estão desprezando no mercado atual, e da qual você poderia se beneficiar caso sua empresa investisse nela?



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28/02/2018

PEQUENAS ATITUDES QUE VÃO AJUDAR VOCÊ A
GERENCIAR MELHOR O SEU TEMPO
Eduardo Sehnem Ferro

Com certeza uma das principais reclamações do ser humano nos dias de hoje é a falta de tempo para fazer tudo que gostaríamos. Temos a sensação de que a vida está passando rápido demais e que acabamos por muitas vezes deixando de fazer coisas importantes na vida.

Administrar o tempo na época em que vivemos se tornou algo totalmente indispensável e necessário. É fato que não existe fórmulas mágicas que irão resolver o problema da falta de tempo do dia para a noite, porém tornar habituais algumas pequenas atitudes pode ajudar a ter uma vida com mais equilíbrio e mais foco em atividades importantes.



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14/02/2018

PROJETO, CONSULTORIA, ASSESSORIA ALHOS E BUGALHOS

Quais são os produtos disponíveis em um escritório de Engenharia ou de Arquitetura? Qual é a natureza desses produtos? Por que é importante, para o profissional entender isso? O que acontece quando um engenheiro (ou arquiteto) não sabe a diferença entre uma consultoria e uma assessoria?






TRÊS MINUTOS - Ano 18 - Número 398 (Ênio Padilha, 19/01/2017)



Nas minhas aulas de Administração de Escritórios (especialmente no tópico de Gestão do Processo Produtivo) essas perguntas são colocadas para os participantes. E, por incrível que pareça, em turmas de 25 ou 30 profissionais é raro ter mais de dois ou três que saibam as respostas corretas. Pior: mais de 75% da turma, geralmente, não fazem a menor ideia de como responder a essas questões.

Então, a primeira coisa que eu faço, antes mesmo de dar as explicações devidas, é chamar a atenção deles (dar-lhes um pito) sobre a gravidade dessa ignorância. Se você não sabe qual é a natureza do seu produto você não é capaz de estabelecer estratégias corretas de produção, distribuição, negociação e, principalmente, precificação. Acho terrível que as faculdades não ensinem ao aluno o mínimo necessário para que ele possa identificar o tipo de produto que produzirá e entregará ao mercado. Nesse campo, confundir alhos com bugalhos (*) vai resultar, certamente, em um pão mal feito.

Começamos pelo mais simples. Pergunto para a turma, "Todo mundo aqui sabe o que é um Projeto, não sabe?". Todo mundo sabe.
"Alguém é capaz de dar a definição de Projeto de Engenharia ou de Arquitetura?" Começa a confusão. Aparecem as definições mais simplórias e absurdas.
Eu falo "Gente! vocês não sabem nem definir/descrever o produto que vocês vendem! Como esperam fazer bons negócios com ele?"

Então, vamos lá: um PROJETO DE ENGENHARIA pode ser definido como uma PREVISÃO,
baseada em
• Normas Técnicas
• Conceitos Tecnológicos Básicos
• Conhecimentos e experiência do projetista
• Definições do Cliente
• Condicionamentos
apresentada sob a forma de
• Desenhos (principais, auxiliares e detalhes construtivos)
• Diagramas
• Gráficos
• Textos
• Memória de Cálculo
• Memória Descritiva
• Especificação de Material
• Quantificação de Material
com o objetivo de
• Garantir a correta e completa execução de uma obra ou serviço.

A CONSULTORIA por sua vez é um serviço prestado por um profissional, geralmente com muito conhecimento e experiência, e que, essencialmente, consiste em análise e diagnóstico. Simples assim.
Todo serviço prestado por um engenheiro ou arquiteto é, em última análise, a solução de um problema do cliente. No caso específico da Consultoria, o problema consiste em uma DÚVIDA. Alguma coisa que o cliente não sabe ou não consegue identificar corretamente. Por isso, o profissional precisa ter muito conhecimento, muita competência técnica e muita experiência, pois precisará ter um olhar qualificado, deverá fazer as perguntas certas e ser capaz de ligar os pontos em busca do melhor diagnóstico para o caso.
Observe que, numa consultoria não é necessário resolver completamente o problema. O importante é o diagnóstico. A solução do problema poderá ser através de um PROJETO ou de uma ASSESSORIA. O artigo CONSULTORIA - O QUE É E O QUE NÃO É, do competente consultor Alberto Costa traz uma explicação bem interessante e algumas analogias muito boas que ajudarão o leitor a entender melhor o conceito.

A ASSESSORIA é o terceiro tipo de serviço prestado por um profissional de engenharia ou de arquitetura. É uma atividade executiva. Trata-se da disponibilização de seus conhecimentos, habilidades e capacidades para a realização de um trabalho para o cliente, demandando, basicamente, dedicação de tempo.
O acompanhamento, fiscalização ou gerenciamento de uma obra é um exemplo típico de Assessoria. Assumir a responsabilidade técnica pelo funcionamento de uma empresa ou pela construção de uma residência também são exemplos de assessoria.


É preciso entender a diferença enorme que existe na natureza dos produtos Projeto, Consultoria e Assessoria.

O projeto é um produto de "linha de produção" exige uma estrutura própria e, eventualmente, a participação de uma equipe de trabalho. É possível prever suas etapas e o tempo de duração da atividade. É claro que, para isso, o escritório precisa ser bem organizado e bem administrado. Mas é perfeitamente possível, sim senhor.

A Consultoria é um trabalho cuja duração é imprevisível. Depende da competência do profissional e da qualidade da sua relação com o cliente. Quanto melhor forem essas duas coisas, mais rápido se desenrolará o trabalho e melhores serão os resultados.

a Assessoria, como foi visto, demanda tempo. Depende do tamanho da tarefa. pode durar horas, dias, semanas, meses e até anos.

Todas as estratégias de apresentação desses serviços ao mercado bem como sua negociação com os clientes dependem de o profissional estar completamente inteirado da natureza diferente deles. Cada produto deve ser identificado, apresentado, precificado e negociado de maneira diferente. Não é demais repetir: confundir alhos com bugalhos resulta em problemas.

Um exemplo claro está justamente na precificação. O valor a ser cobrado pelos PROJETOS tem muita relação com os custos diretos de produção, com os custo fixo operacional do escritório e com os diferenciais competitivos do profissional.

A precificação das CONSULTORIAS, no entanto, não deve seguir essa lógica ou esses parâmetros. Deve ser estabelecido um preço que leve em conta a competência do profissional e o custo (para o cliente) de não resolver o problema. Uma consultoria nunca deve ter seu preço determinado pelo tempo que o profissional leva para entregar o resultado. Muito pelo contrário. A lógica indica que quanto mais competente e capaz for o profissional menor é o tempo que ele leva para apresentar o diagnóstico.

As ASSESSORIAS, no entanto, podem, perfeitamente, serem precificadas tomando-se o tempo dedicado à tarefa como principal parâmetro. Afinal de contas, na assessoria não se faz diagnósticos. O trabalho consiste em operacionalizar a solução do problema.

Podemos dizer, de uma maneira simplificada, que, no Projeto o profissional vende estrutura e competência técnica; na Consultoria ele vende inteligência e experiência profissional e, na Assessoria ele vende mão de obra qualificada.

Todo profissional deve organizar seu portfólio de produtos (serviços) usando esses parâmetros. Assim terá maior clareza sobre quais referências devem ser utilizadas e como devem ser conduzidas as negociações com os seus clientes.




ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




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(*) O português António Pinto de Magalhães explica que o BUGALHO — cuja imagem aparece na ilustração, no topo deste artigo — é uma galha arredondada ou coroada de tubérculos que se forma nos carvalhos e que é usado para fazer farinha de pão. É muito comum em Portugal. Quando descascado o bugalho fica exatamente da cor do alho o que pode gerar confusão na cozinha. Daí a expressão, dos antigos, "Não se deve confundir Alhos com Bugalhos".

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26/09/2017

ADEUS, ESTABILIDADE: POR QUE O RISCO VALE MAIS A PENA
Mayara Chaves

(Publicado em 26/09/2017)



Ser formado em uma área e, de repente, optar por outra carreira. Ou ainda, ter vários anos dentro de uma empresa e depois sair para investir em um negócio próprio. As duas situações podem não ser novidade nas idas e vindas de um profissional dinâmico. No entanto, nem todo mundo tem coragem para enfrentar o desconhecido ou enveredar por um segmento que seja diferente daquele que se preparou por anos a fio.

Alguns profissionais perdem grandes oportunidades por não se considerarem prontos para o desafio.



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25/09/2017

ONDE ESTÃO SEUS CLIENTES? (Leonardo Posich)

A célebre frase imperativa "a crise é um grande evento, e nossa empresa decidiu não participar" tem sido comumente usada por empresários formadores de opinião, que expressam um desejo intrínseco de mudança.

De fato, quem é empresário sabe a importância de levantar cedo e correr atrás do seu cliente, ao invés de esperar que ele bata à sua porta. Lembre-se: o sucesso mais depende da sua atitude do que do seu próprio conhecimento, já dizia Napoleon Hill em seu best-seller "Quem Pensa Enriquece".

Tempos atrás, conversando com a gerente do banco do qual sou cliente, indaguei-lhe como estava a liberação de crédito. Subitamente, respondeu: "fraca, tendo em vista a baixa confiança em nossos devedores".

Levantei outras questões em nossa conversa para que refletisse um pouco mais acerca do que estamos vivendo hoje no Brasil: tendo em vista as necessidades que todos nós temos ilustradas no famoso triângulo de Maslow, você acha que as pessoas deixarão de comprar comida, pagar aluguel ou se divertir?

Seus olhos saltaram como se acordasse de um estado de transe ou letargia, e acredito que muitos brasileiros (desesperançosos) também estejam vivendo nesse estado, e bem por isso, devemos abrir nossa mente e acordar para algo que não deixará de existir. Ou seja, nós continuaremos consumindo produtos e serviços, seja em alta ou baixa escala, e o dinheiro continuará circulando bem como as negociações, que continuarão sendo firmadas.



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19/09/2017

3 TRUQUES PARA SER UM NEGOCIADOR DE SUCESSO

(Publicado em 07/06/2017)



Engenheiros e Arquitetos estão sempre lidando com negociações e para ser bem sucedido, você precisa ter a consciência de que o processo não é uma ação de "custe o que custar".

Confere lá no artigo escrito por Enio Klein, especialista em vendas publicado no dia 06/06/2017 na exame.abril



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16/08/2017

PATRIMÔNIO MATERIAL E IMATERIAL EM ESCRITÓRIOS DE ARQUITETURA E ENGENHARIA

(Publicado em 16/08/2017)





Uma das coisas muito importantes de uma empresa prestadora de serviços é o seu Patrimônio Imaterial. Em alguns casos ele pode valer mais (muito mais) do que o patrimônio físico.

Pode-se dizer que o patrimônio total de uma empresa é o conjunto dos recursos que a empresa possui ou controla. Esses recursos podem ser

RECURSOS DE CAPITAL MATERIAL
● Instalações
• Equipamentos
• Ativos Financeiros

RECURSOS DE CAPITAL HUMANO
● Talentos
● Conhecimentos
● Habilidades
● Redes de Relacionamento

RECURSOS DE CAPITAL ORGANIZACIONAL
● Estrutura Empresarial
● Documentação e Registros
● Valor de Marca
● Capacidade Produtiva
• Capacidade Gerencial
• Capacidade Comercial

NESTE ARTIGO vamos nos deter nos talentos, conhecimentos e habilidades pessoais e de como isto pode resultar em Capacidades pessoais e empresariais.

Talentos, conhecimentos, habilidades e capacidades são conceitos nem sempre muito claros. Pode haver alguma confusão. Por isto vamos tentar esclarecer umas coisinhas abaixo:

TALENTO pode ser definido como uma habilidade natural para fazer algo melhor do que a maioria das outras pessoas. Essa habilidade pode ser específica, como jogar basquetebol, correr, cantar, desenhar, esculpir, falar em público, pilotar carros de corrida, compor músicas, fazer filmes, calcular... ou genérica como o talento para as artes plásticas, para os esportes, para a música, para línguas ou para a ciência.

Talento é inato. Nasce com a pessoa. E aparece cedo (como que pedindo para ser explorado e desenvolvido).
Não existe maneira de adquirir talento! Por isso é que o termo "Talento Natural" soa como uma redundância, posto que não existe "Talento Artificial" E é importante dizer que são raríssimas as pessoas totalmente desprovidas de qualquer talento. Todos temos algum tipo de talento. É preciso identificá-lo e desenvolvê-lo para que possamos capitalizar o nosso potencial.

Uma empresa de engenharia ou de arquitetura que tenha entre seus associados ou empregados uma ou mais pessoas com talentos extraordinários (carisma, criatividade, fluência verbal, sensibilidade artística, inteligência presente, senso estético, boa memória, domínio da lógica matemática) tem um patrimônio imaterial importante.


CONHECIMENTO é uma alternativa ao talento. Talento é sorte, conhecimento é resultado de dedicação e disciplina. Conhecimento é a conexão de conceitos, o entendimento aprofundado de técnicas e tecnologias.

O conhecimento se obtém com estudo (em cursos e palestras), leitura de livros e revistas técnicas, realização de pesquisas e experiências e compartilhamento de resultados com outros interessados.

O domínio do conhecimento é o domínio da teoria.


HABILIDADE é o domínio da prática. É o que se consegue ao fazer a mesma coisa muitas, muitas e muitas vezes.
Aristóteles dizia que "você é aquilo que você repetidamente faz. Excelência não é um evento. É um hábito". Isso vale para o exercício de qualquer profissão.
Um profissional que deseje se tornar um especialista numa determinada área e obter um desempenho diferenciado precisa praticar sistematicamente aquela atividade por muito tempo.

Mas, atenção, A EXPERIÊNCIA NÃO SE OBTÉM APENAS COM A PASSAGEM DO TEMPO E O EXERCÍCIO DA ATIVIDADE. Dois profissionais com o mesmo tempo de atividade na mesma área podem apresentar desempenhos muito distintos.

O exercício da prática precisa ser sustentado pela boa teoria (o conhecimento). Imagine que dois jogadores de futebol com o mesmo nível de talento, treinem cobranças de faltas durante uma hora, todos os dias. Depois de um ano, com certeza os dois serão cobradores de falta melhores do que a média dos jogadores. Porém, digamos que o jogador A cobre 20 faltas por dia e o jogador B cobre 50; O jogador A cobra as faltas sempre com a mesma posição da bola e da barreira, enquanto o jogador B cobra as faltas de posições diferentes tanto da bola quanto da barreira; O jogador A apenas cobra a falta e verifica se a bola entrou ou não. O jogador B, auxiliado por um treinador, registra cada cobrança e, antes de cada treino faz uma avaliação das cobranças do dia anterior, definindo novos parâmetros para as cobranças daquele dia (distância da corrida até a bola, posição do pé no chute, força na bola)… é claro que, ao final do ano, o jogador B obtém melhor performance, você não concorda?

No exercício profissional da Engenharia ou da Arquitetura, cada dia, cada novo cliente, cada novo serviço deve ser registrado, analisado, e servir de base para o ajuste da performance seguinte. É assim que se faz um campeão.

Se você quer ficar (realmente) bom em alguma coisa, se quer atingir o nível de excelência, precisa aceitar o fato de que precisa praticar diariamente. Repetir os gestos e práticas por mais vezes do que o confortável. E preciso ir muito além da zona do prazer. É preciso ter disciplina. É claro que se a repetição disciplinada de uma determinada atividade é contemplada com o talento o efeito é a excelência total.


Talento é dom. Conhecimento é teoria. Habilidade é prática.

CAPACIDADE = Talento + Conhecimento + Habilidade + Estrutura

Esta nova variável introduzida na nossa equação (estrutura) nos remete a uma conclusão importante: capacidade é sempre um recurso do escritório (e não das pessoas). A manifestação das capacidades dependem de ambiente, instrumentos, equipamentos, organização, enfim, estruturas. As capacidades do escritório são sempre combinações de recursos de natureza física, organizacional e humana. E, o mais importante: são as capacidades que geralmente representam Recursos Valiosos e que resultam em Diferenciais Competitivos

Um profissional pode ser excelente em programação de computadores, mas, para desenvolver um software ele precisa de um bom computador, ambiente adequado, internet de qualidade e outros recursos da organização. Assim como o melhor cirurgião não poderá fazer um trabalho de excelência sem os instrumentos, o ambiente e os auxiliares adequados.

Quando talento, conhecimento, habilidade e estrutura se encontram as capacidades se manifestam. Mas isso, infelizmente, não é uma coisa que se vê todo dia ou em qualquer lugar.

Na próxima semana vou publicar aqui outro artigo, com alguns exemplos de recursos que representam patrimônio imaterial em escritórios de Engenharia



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2017

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11/08/2017

ALGUNS MOTIVOS QUE LEVAM A SOCIEDADE EMPRESARIAL
A NÃO DAR CERTO
André França

Recentemente me atrevi a começar um negócio e quatro meses depois perdi um amigo, parte do investimento e as esperanças de que um negócio pode dar certo.

Alguns meses depois de analisar tudo o que aconteceu, quais foram os erros, que atitudes tomar na hora das adversidades, dentre outros, percebo que alguns pontos importantes são comuns para que uma sociedade não dê certo.

Um dos pontos a se observar é o de que deve-se começar um negócio que tenha amplo conhecimento ou, caso não tenha, é bom buscar tais informações antes de começar a fim de planejar com cuidado cada passo a ser dado.

O planejamento errado, ousado demais ou a falta de ousadia são fatores negativos para o sucesso de qualquer empreendimento, não só o desta modalidade.

A falta de um contrato ditando direitos e deveres, valor de investimento dentre tantos outros detalhes de cada parte, pode acabar com um negócio antes mesmo de ele começar. Um exemplo claro disso seria um apontar que a obrigação por determinada tarefa é de tal pessoa, e não sua.

As obrigações e responsabilidades devem ficar sempre claras e não precisam ser relembradas a todo momento. Cada um deve saber o que é de sua responsabilidade.



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10/08/2017

5 DICAS PARA TURBINAR SUA EMPRESA COM MELHOR
PLANEJAMENTO FINANCEIRO

Manter a estrutura financeira organizada e equilibrada é o primeiro e o mais importante desafio do empreendedor. Para isso, ele deve contar não apenas com as ferramentas tradicionais de controle e planejamento, mas também com a tecnologia e estratégias de negociação.

Esses fatores, quando combinados, fazem com que o planejamento aconteça de forma mais simples e barata que o imaginado por muitos. Impor disciplina nos gastos e atenção a toda movimentação financeira é o segredo das empresas saudáveis.

O Administradores selecionou 5 maneiras de melhorar o planejamento financeiro da empresa e evitar problemas futuros. Confira:



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19/07/2017

VOCÊ TEM FOME DE QUÊ?

(Publicado em 19/07/2017)



THE FOUNDER (FOME DE PODER) - Vi o filme ontem, no Netflix. Eu tinha lido tantas críticas negativas que já estava preocupado. Porém, muitas dessas críticas vinham de gente que se enquadra bem no perfil tratado no meu artigo EXCELÊNCIA APEDREJADA, publicado no meu blog em 2014.





Bom, pra começo de conversa, Ray Kroc (interpretado por Michael Keaton) não é nenhum santo. Mas não é pior do que a maioria dos empreendedores capitalistas de sucesso mundial que conhecemos. É só ler as biografias. Nenhum deles tem uma história intocável.

Richard e Maurice McDonald, fundadores do primeiro restaurante da marca (interpretados por Nick Offerman e John Carrol Lynch) desenvolveram com perfeição um processo produtivo excelente, seguindo cada milímetro da Teoria da Administração Científica de Frederick W. Taylor. É bom lembrar que esses conhecimentos estavam amplamente disseminados nos EUA na primeira metade do Século XX e muitas empresas os utilizavam. Eles foram os primeiros a fazerem isso no ramo de restaurantes. Mas eles não tiveram a visão do valor do que haviam criado. Isto é muito comum: as pessoas têm um produto excelente mas não conseguem transformar isso em um bom negócio. Porque o mundo dos negócios não é um conto de fadas. Não é um jardim de infância.

O grande mérito de Ray Kroc foi ter tido essa visão e ter feito todos os sacrifícios para concretizá-la. Richard e Maurice McDonald jamais teriam feito isso. Seu sistema teria sido copiado por outros concorrentes e certamente eles teriam sido engolidos antes dos anos 1970.

Ray Kroc teve exatamente o que faltava aos irmãos McDonald: visão, coragem, persistência, disposição para assumir riscos e capacidade de liderança.

Ray Kroc deu cotoveladas em adversários, como Pelé. Atirou o carro sobre o concorrente, como fez Ayrton Senna. Deu água batizada aos adversários, como Maradona. Sua biografia poderia não conter esses pecados. Mas esses pecados não definem a sua realização. Uma roseira produz folhas, espinhos e flores. Julgar a roseira apenas pelos espinhos que ela tem é fazer um julgamento limitado, pra dizer o mínimo.

Mas, enfim… é possível aprender algumas coisas com o filme (com a história fascinante desses três personagens):

Com os irmãos McDonald aprendemos que é preciso ter foco: quando eles tinham um restaurante convencional perceberam que 87% das vendas vinham de apenas 3 produtos: hamburguer, fritas e refrigerante. O primeiro “segredo” do sucesso do McDonalds era o portfólio restrito a esses três produtos. É preciso se especializar para alcançar a excelência. E isso foi a primeira coisa que eles fizeram.

Eles também provaram que a sistematização dos processos produtivos pode ser levada ao extremo, seja qual for o seu ramo de negócio. Sistematizar processos significa ganhar tempo, qualidade e produtividade. Mas nenhum restaurante do mundo, até 1948, tinha se dado conta disso. E muitos escritórios de Engenharia ou de Arquitetura ainda acha que isso é impossível de se aplicar ao seu ramo de negócio.

Sua empresa não é apenas uma oficina, um local de trabalho. Ela é um negócio. Essa visão, introduzida por Kroc, foi fundamental para transformar uma ótima idéia em um negócio de sucesso. Controle financeiro, gestão dos recursos humanos e administração do mercado (marketing) são as outras três pernas da mesa chamada NEGÓCIO. O que os irmãos McDonald estavam tentando fazer era administrar uma mesa que só tinha uma perna (ainda que essa perna fosse muito forte).

Pra finalizar: o título original do filme é “The Founder” (o fundador). No Brasil recebeu o enviesado título “Fome de Poder”. Isso diz mais sobre os brasileiros do que sobre o filme (ou sobre Ray Kroc ou a própria McDonald’s.)



ÊNIO PADILHA
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A imagem que ilustra este artigo é um detalhe do cartaz oficial do filme, nos EUA.
- http://thefounderfilm.com



---Artigo2017

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