Notas de "ADMINISTRAÇÃO - GERAL"

02/06/2016

CONSELHOS DE JEAN TOSETTO PARA JOVENS ARQUITETOS

Um dos instrumentos de coleta de dados que eu utilizo nas minhas pesquisas são entrevistas semi-estruturadas e em profundidade.
Geralmente gravadas em vídeo, essas entrevistas costumam ter entre uma hora e meia e duas horas. Um dos entrevistados recentes foi o arquiteto paulista (Paulínia) Jean Tosetto, entrevistado sobre o tema COMO ARQUITETOS GERENCIAM SEUS ESCRITÓRIOS. Uma das perguntas ("Que conselhos você daria a um arquiteto recém-formado?") é respondida neste pequeno trecho.





Trecho (3min45s) da entrevista concedida pelo arquiteto Jean Tosetto para Ênio Padilha, em Americana-SP, no dia 03/12/2014.



E você? Que conselhos daria a um arquiteto
(ou engenheiro) recém-formado?

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26/05/2016

COMO UM SIMPLES CONTROLE FINANCEIRO FAZ A DIFERENÇA
Rodrigo Silva

Nos dias de hoje mediante o cenário político, muitos tem apertado o cinto ou incorporando a sua rotina o controle financeiro, estas pessoas descobrem que um simples controle mensal pode mostrar o que você realmente está gastando de forma detalhada.

São planilhas, aplicativos, sites online, tudo está muito mais versátil e simples com as tecnologias atuais, é só descobrir a que melhor se adapta ao seu estilo e aderir a esta prática de ouro para não ficar no vermelho todos os meses.

Independente do modelo que você escolheu, é importante tornar esta gestão uma prioridade na sua vida, como pagar suas contas, fazer as atividades do seu trabalho, enfim, levar a sério, de nada adianta uma excelente ferramenta de controle se você não atualiza, não analisa e esquece que deve compartilhar com toda a família esta nova forma de encarar seu orçamento mensal.

Se você não tem muita simpatia por estes aplicativos supermodernos, comece com uma planilha simples de excel, com suas rendas, despesas, investimentos, mas tudo bem apontado, afinal, informações erradas, levam a analisar dados errados, o que pode te gerar uma falsa impressão que suas contas estão no azul, e na verdade, você está muito no vermelho.



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11/05/2016

POR QUE ATITUDE É MAIS IMPORTANTE QUE INTELIGÊNCIA?
David Rangel

Quando falamos de sucesso costumamos relacionar isso a inteligência. Nós, geralmente, pensamos que os grandes negócios como Facebook, Netflix, o sucesso da Apple, estão diretamente relacionados a uma grande capacidade cerebral, mas isso sempre esteve em xeque. Uma pesquisa realizada na Universidade de Stanford desmistificou essa ideia e promete mudar sua forma de encarar isso.

Carol Dweck, um psicólogo que passou toda sua carreira estudando atitudes de desempenho, acabou descobrindo duas características fundamentais que mostram que atitudes são mais favoráveis para o sucesso do que a inteligência.

Essas características são denominadas como “mentalidade fixa” e a outra como “mentalidade de crescimento”. Pessoas que tem mentalidade fixa acreditam que não se pode mudar. E isso cria problemas principalmente quando elas são desafiadas a fazer algo que vai “além” das suas capacidades. Isso as bloquea.

Já pessoas com mentalidade de crescimento acreditam que podem melhorar com o esforço. Elas superam as pessoas com mentalidade fixa e seus elevados QIs. Pessoas com mentalidade de crescimento abraçam desafios e oportunidades para aprender algo novo.

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02/05/2016

DECIDIR COM A CABEÇA OU COM O CORAÇÃO? EIS A QUESTÃO
Joseph Neto

Decidir e, sobretudo, decidir bem, se tornou ação fundamental na vida do profissional que não quer ver seus resultados minguarem ou escoarem pelos dedos ao fim de um período laboral. Mas como ser um bom tomador de decisões?



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02/05/2016

10 FRASES DE PETER DRUCKER QUE PODEM MUDAR A SUA PERCEPÇÃO DE MUNDO
André Barholomeu Fernandes

Peter Drucker é não apenas o pai da administração moderna, mas um provocador da cultura empreendedora. Aqui estão 10 frases de Drucker que vão fazer você pensar

Muitos empreendedores e profissionais de marketing sérios são profundos admiradores de Peter Drucker.

Os jovens empreendedores que não estão familiarizados com Drucker fariam bem em estudar seus comentários perspicazes sobre o mundo da gestão.

Mesmo depois de tantos anos, as citações de Peter Drucker abaixo fazem todo o sentido e, deverão fazer para você também.

(1) “Fazer as coisas certas é mais importante do que fazer as coisas direito”

(2) “Se você quer algo novo, você precisa parar de fazer algo velho”

(3) “Não há nada tão inútil quanto fazer com grande eficiência algo que não deveria ser feito”

(4) “O que pode ser medido, pode ser melhorado”

(5) “Os resultados são obtidos através da exploração de oportunidades, não pela solução de problemas”

(6) “Muito do que chamamos de gerenciamento consiste em fazer com que seja difícil para as pessoas trabalharem”

(7) “As pessoas que não correm riscos geralmente cometem cerca de 2 erros por ano. Pessoas que assumem riscos geralmente cometem cerca de 2 grandes erros por ano”

(8) “As reuniões são, por definição, uma concessão a uma organização deficiente. Ou se trabalha, ou faz reuniões. Não dá pra fazer as 2 coisas ao mesmo tempo”

(9) “Planejamento de longo prazo não lida com decisões futuras, mas com um futuro de decisões presentes”

(10) “Administração é fazer as coisas direito. Liderança é fazer as coisas certas”

Essas citações realmente inflamam a imaginação empreendedora, e por isso, você deve prestar atenção nelas.
Qual dessas citações toca você mais profundamente? Compartilhe conosco nos comentários abaixo.

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Este artigo foi adaptado do original, “These 10 Peter Drucker Quotes May Change Your World”, da Entrepreneur.



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28/04/2016

PROCESSO DECISÓRIO E A QUEDA DA CICLOVIA
J.Augusto Wanderley

Processo decisório é a disciplina chave para um administrador, tanto assim que Peter Drucker, o chamado guru dos gurus da Administração, diz que “o produto final do trabalho de um administrador são decisões e ações”. O fato é que, queiramos ou não, estamos sempre decidindo, pois não decidir já é uma decisão. Assim, o que somos hoje é fruto de nossas decisões tomadas no passado e o que seremos amanhã é frutodas decisões que estamos tomando no presente. E é claro, das ações que faremos para implementar as nossas decisões. E toda a decisão é uma escolha entre alternativas e implica numa relação benefício/custo, importando sempre em riscos, pois como disse o Prêmio Nobel Ilya Prigogine, “a era da certeza acabou”, ou seja, só tem certeza de alguma coisa quem estiver muito mal informado. Vivemos num mundo de probabilidades e assim, sempre existem riscos.

E decidir não é fácil, mas os administradores nem sempre tem consciência da importância e das dificuldades inerentes ao processo decisório. Uma pesquisa conduzida por Paul Nutt, professor da Universidade de Ohio, abrangendo um períodode 19 anos com executivos e gerentes de 365 empresas, constatou que mais de 50% das decisões, de uma forma ou de outra, fracassaram. Reforçando este estudo há a constatação da demissão ou da aposentadoria forçada de um número razoável de CEOs. Só em 2000, por exemplo, foram cerca de 40 em empresas da lista da Fortune 500, tais como Compaq, Gillette, Hewlett-Packard, Xerox e Motorola. E podem tercerteza, estas demissões têm a ver com decisões e ações.

A recente queda da ciclovia da Avenida Niemeyer no Rio de Janeiro é, de uma forma dramática, um exemplo de decisão mal tomada. E o que aconteceu com a ciclovia é o que pode acontecer sempre, com pessoas, empresas, instituições e nações, quando são tomadas decisões equivocadas. Assim, há mais tempo foi feito um estudo sobre empresas que um dia figuraram na lista das 500 da Revista Fortune e se constatou que, pelo menos, um terço delas deixou de existir. E veja bem, que eram as maiores empresas.

E se a ciclovia caiu é porque houve uma decisão mal tomada ou com relação ao projeto, ou com relação à implementação do projeto. E um dos pontos básicos é que não se fez análise de risco. E isto vale para tudo.

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25/04/2016

QUER EMPREENDER? A HORA PODE SER AGORA
Sergio Gotti

Pessimismo é a palavra de ordem em tempos de crise econômica como a que vivemos. Mas a crise também é o momento de coisas novas surgirem, de oportunidades para quem acredita e de muito trabalho para aqueles que conseguem enxergar além da tempestade.

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15/04/2016

TRINTA ERROS PRIMÁRIOS!
(posturas, comportamentos e atitudes
 que aborrecem os clientes de Arquitetos e Engenheiros)

(Publicado em 02/06/2012)



Muitos colegas, infelizmente, comportam-se no mercado como se tivessem o claro objetivo de espantar seus próprios clientes potenciais. Muitas vezes, porém, eles não sabem o que fazem. O que parece óbvio para quem "vê de fora" não parece tão óbvio para quem está vivenciando os fatos.

Por isto este artigo propõe uma reflexão sobre o comportamento dos profissionais durante suas negociações com seus clientes (que é a primeira das três fases do relacionamento cliente/profissional. As fases seguintes são "a execução do serviço" e "depois que o serviço foi concluído").

Boa leitura. Aproveite para mandar sua opinião sobre este artigo para o nosso site. Leia também os comentários dos demais leitores.


DEZ COISAS QUE ABORRECEM O CLIENTE DURANTE A NEGOCIAÇÃO COM ARQUITETOS E ENGENHEIROS

1) Profissional inacessível e desinteressado. Seu celular está sempre desligado. Seus e-mails nunca são respondidos. O telefone do escritório toca e ninguém atende. E se alguém atende é pra dizer que o profissional não está no escritório. Se o cliente deixa um recado, pedindo um retorno, ficará esperando em vão...

2) Profissional irresponsável, que nunca chega no horário marcado para os compromissos agendados. Não entrega orçamentos no prazo combinado, esquece compromissos... E sempre tenta aplicar uma desculpa pra lá de esfarrapada. Um profissional não-confiável.

3) Profissional arrogante, que desqualifica as preferências pessoais e conhecimentos do cliente. Que tenta demonstrar que é mais importante que o cliente.

4) Profissional inseguro, que não tem argumento para sustentar suas propostas técnicas. Que não demonstra conhecimento profundo da técnica correspondente ao trabalho proposto. Que não sabe expor nem especificar claramente o produto oferecido, nem sabe dizer quanto custa.

5) Profissional indiferente, que dá ao cliente a impressão de que existem outros clientes e outras tarefas mais importantes do que o assunto que está sendo tratado naquele momento. Que não presta atenção na conversa, nos interesses ou preferências do cliente.

6) Profissional desinformado e desorganizado, que não tem controle sobre seu trabalho. Extravia documentos, perde informações. Não tem um cronograma de suas atividades. Não sabe coisas que deveria saber sobre assuntos paralelos ao negócio tratado (como, por exemplo, uma estimativa de preço final da obra, custos com impostos e taxas, legislação aplicável...) Que apresenta orçamentos incompletos e que não dão ao cliente nenhuma garantia.

7) Profissional inflexível, que não oferece alternativas para o negócio. Que não admite alterar a forma de pagamento. Que não aceita negociar o preço. Que estabelece regras com benefícios unilaterais. Que, enfim, dá ao cliente a sensação de estar participando de um jogo no qual ele (cliente) terá que “dançar conforme a música”. Que nega ao cliente a sensação de estar no comando. Ou, no mínimo, no jogo.

8) Profissional sem ética, que fala mal dos seus colegas concorrentes, fala mal ou ridiculariza seus ex-clientes, faz perguntas indiscretas (como, por exemplo, o preço oferecido pelo concorrente...). Que propõe ao cliente uma “jogada” desonesta.

9) Profissional chato, que dilata uma reunião simples em horas e horas de aborrecimento inútil. Que não sabe encerrar uma conversa no tempo certo. Que não sabe dar uma explicação de forma simples e concisa, detendo-se nos detalhes que não são importantes. Que tem uma conversa do tipo “papo-de-aranha”. Que tem assuntos superficiais, sem argumentação minimamente consistente, eivado de preconceitos e futilidades. Que tenta fechar o negócio através de pressão psicológica e sentimentalismos.

10) Profissional insensível, que não entende logo o que o cliente quer (ou precisa, ou deseja). Que tenta impor suas idéias e preferências ao cliente.




DEZ COISAS QUE ABORRECEM O CLIENTE DO ENGENHEIRO E DO ARQUITETO DURANTE A EXECUÇÃO DO SERVIÇO
 
1. Profissional inacessível e desinteressado. Seu celular está sempre desligado. Seus e-mails nunca são respondidos. O telefone do escritório toca e ninguém atende. E se alguém atende é pra dizer que o profissional não está no escritório. Se o cliente deixa um recado, pedindo um retorno, ficará esperando em vão... (se você tem a sensação de ja ter lido isto na semana passada... não é apenas uma sensação. Você leu mesmo. É que esta coisa de ser inacessível, desinteressado e ausente aborrece tanto antes quanto durante e também depois da prestação do serviço. E não é por acaso que recebeu o número 1 na nossa lista. Praticamente todos os problemas listados no texto anterior seriam aplicáveis a este, mas, daqui pra frente, vamos conversar apenas de "problemas novos")
 
2. Profissional que não acompanha o serviço. Que sempre chega depois que outro já encontrou a solução para o problema. Que não cumpre os prazos prometidos, não cumpre o cronograma estabelecido e esquece de aparecer nas reuniões programadas.  Uma obra de Engenharia e de Arquitetura é um manancial de dúvidas e de angústia. Espera-se que o profissional contratado resolva este problema.
 
3. Profissional que repassa o trabalho para assistentes. A prestação de serviços é uma relação pessoal. O cliente espera ser atendido pessoalmente pelo profissional que foi contratado. Portanto, se você tem assistentes que assumem determinadas tarefas durante a realização do serviço, isso deve ser explicitado durante a negociação, para evitar esta frustração do cliente;
 
4. Profissional com problemas de Comunicação. Muitas coisas que parecem óbvias para um engenheiro ou arquiteto podem ser absolutamente confusas para o cliente ou para o pessoal de obra. Habilidade de comunicação passa pela sensibilidade em relação ao grau de entendimento dos outros e também da clareza com que as idéias são apresentadas. Uma obra de engenharia ou de Arquitetura é sempre um evento de longa duração. Terreno fértil para mal-entendidos e pequenas confusões que resultam em grandes prejuízos.
 
5. Profissional que não sabe fazer Lista de Material para compras. Um projeto (no fim, todo o serviço de Engenharia ou Arquitetura é, em alguma medida, um projeto) serve para saber, com antecedência, o que vai acontecer no futuro: que tamanho vai ter, quanto vai custar, quando vai ficar pronto... essas coisas.  Espera-se de um engenheiro ou Arquiteto a capacidade de fazer essa previsão da forma mais completa possível. De nada adianta fazer os desenhos e calcular os dimensionamentos se o profissional não consegue dizer quanto vai custar. Isso é o que o cliente quer saber. Os profissionais, durante a negociação, ficam preocupados em reduzir o preço do seu próprio trabalho e esquecem que o cliente quer, no final das contas é ter controle sobre o preço do produto final. Quem tiver a capacidade de oferecer a ele essa informação será "o cara".
6. Profissional que não sabe lidar com imprevistos. A palavra "imprevisto" deve ser eliminada do vocabulário dos Engenheiros e Arquitetos. Um engarrafamento no trânsito, um defeito no computador, a falta de energia elétrica na obra... nada disso deve ser usado como desculpa. Tudo deve ser previsto (este é o nosso trabalho!). Todas as pessoas comuns devem ter um "plano B" pra tudo. Um engenheiro ou arquiteto deve ter um "plano C", um "plano D" e um "plano E" só depois disso é que a palavra imprevisto é aceitável.

7. Profissional Inseguro. É aquele profissional que não tem certezas (ja foi citado no texto anterior). Não tem argumento para sustentar suas propostas técnicas. Não demonstra conhecimento profundo da técnica correspondente ao trabalho proposto. Não sabe expor nem especificar claramente o produto oferecido.  Não sabe dizer quanto custa. Foge das responsabilidades e nunca é incisivo. Acaba deixando as decisões (inclusive as técnicas) para o cliente.

8. Profissional Irresponsável. Engenharia e Arquitetura são profissões de grande responsabilidade. Quem não tem estrutura para assumir isso deve procurar outras profissões. Um profissional que tenta descarregar sobre o funcionário, o fabricante do material, a transportadora ou mesmo o próprio cliente as responsabilidades por um trabalho mal feito é alguém muito indesejável.

9. Profissional Medicine Ball. Lembra aquelas bolas pesadas que a gente usava no ginásio, nas aulas de Educação Física? Você chuta uma bola daquelas e ela rola apenas alguns metros. Se quiser que ela ande mais um pouco terá de chutar novamente...Alguns profissionais são assim. Pesados, travados, sem vida própria. Só funcionam quando são acionados. Só fazem o que lhes foi solicitado, não quicam nem rolam além dos poucos metros próximos de quem chutou a bola. Este tipo (de gente) aborrece qualquer um.  Nenhum cliente fica satisfeito com um profissional que só funciona se for cobrado o tempo inteiro

10. Profissional Desonesto. Uma tentativa de fugir à responsabilidade através da transgressão de regras estabelecidas ou mudanças no contrato ou acordo feito é algo muito deplorável. A honestidade do profissional é um dos seus mais valiosos patrimônios. Precisa ser mantida a qualquer custo! Até mesmo os clientes desonestos admiram e respeitam os fornecedores honestos.



DEZ COISAS QUE ABORRECEM O CLIENTE DO ENGENHEIRO E DO ARQUITETO DEPOIS DA EXECUÇÃO DO SERVIÇO

1. Profissional inacessível e desinteressado e ausente. O leitor deve ter percebido que este defeito é grave em todas as fases do relacionamento entre o profissional e seu cliente. Mesmo questionando a celebre frase segundo a qual "o cliente sempre tem razão" (eu penso que não é bem assim), é preciso entender que o cliente (e com razão) detesta ser ignorado ou tratado como alguém sem importância.  Saber dar ao cliente a devida importância e fazê-lo sentir-se relevante é uma coisa simples e vital (ou mortal, dependendo do caso).
O profissional deve cuidar para que não ocorra o desinteresse em ver o trabalho pronto; a falta de contato (abandono do cliente); a indisponibilidade para resolver problemas surgidos. e outras coisas do gênero.
 
2. Profissional que apresenta custos extras, depois de o serviço ser concluído. O profissional, por ser "da área" e saber, inclusive, quais são os contratempos mais comuns, precisa ser capaz de definir antecipadamente os custos totais. As tais contas extras só servem para deixar uma imagem negativa na cabeça do cliente.
 
3. Profissional que utiliza produtos ou soluções de baixa qualidade. O cliente não gosta de descobrir, depois do trabalho concluído (e pago) que algum produto utilizado tinha menos qualidade do que o necessário apenas porque o profissional quis economizar o próprios recursos.  Qualquer produto ou solução que não sejam as melhores ou as mais adequadas devem ser escolhidos com o conhecimento prévio do cliente
 
4. Profissional que não aceita fazer reparos depois que o trabalho foi concluído. Esse tipo de situação deve ser previsto (pois é muito freqüente). Não significa que deva ser feito sem cobrança de adicional, mas isto deve ser dito antes da obra começar.  Lembre-se: um problema que ocorre com muita freqüência não pode ser considerado um IMPREVISTO. Pode (e deve) ser negociado com antecedência.

5. Profissional que demonstra má vontade em receber reclamações. Saber ouvir uma reclamação pode economizar muito trabalho e algum dinheiro.  Muitas vezes o cliente não quer (ou não precisa) que o profissional resolva o problema. Ele quer apenas RECLAMAR.
 
6. Profissional que não obtém a satisfação do cliente. Isto acontece, muitas vezes, quando a negociação foi feita com base em promessas exageradas ou em omissões graves. Ou seja: trata-se de um problema difícil de resolver mas fácil de evitar.
 
7. Profissional que esconde informações. Isto acontece quando o profissional não tem muita consciência do que ele realmente vende: informações processadas.
Existem três coisas essenciais para que um serviço de engenharia seja bem sucedido: informações, habilidades e conhecimentos. Dessas três coisas o cliente tem (ou pode vir a ter) apenas uma: informações.  Isto não terá, para ele, nenhuma utilidade se ele não tiver os conhecimentos e as habilidades que o engenheiro ou arquiteto tem.  Portanto, um profissional inteligente e autoconfiante não se preocupa e dar ao cliente o máximo de informação possível. É o mesmo que dar todas as tintas do mundo para quem não sabe pintar...
 
8. Profissional que fala mal de um ex cliente. A relação entre um profissional e seu cliente deve ser sagrada.  Não deve ser usada para suas queixas em conversas com outros clientes.  Trata-se de falta de educação e, no longo prazo, é punida com o ostracismo.
 
9. Profissional que se apropria do material utilizado durante a obra. Se o cliente pagou pelos materiais que foram utilizados durante a obra, esse patrimônio é dele, mesmo que sejam produtos absolutamente inúteis para ele. O profissional não pode se apropriar de nada que seja da obra sem o consentimento explícito do cliente.  (E não pense que o cliente não está prestando atenção. O bolso, meu amigo, é um órgão muito delicado e sensível do ser humano)
 
10. Profissional que não dá garantias. Garantias são armas poderosas durante uma negociação. Porém, garantia real é aquela que já passou pelo teste da realidade.  Os profissionais devem, durante suas negociações, tentar menos passar a imagem de infalíveis e passar mais a imagem de alguém que, quando falha, assume seus erros e providencia a correção com o mínimo de prejuízos para os seus clientes.



Sendo assim, caro colega. Sugiro que adote os dez itens acima como Mandamentos do que não deve ser feito. Pode não resolver todos os problemas. Mas, pelo menos, não irá criar outros problemas desnecesariamente.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




---Artigo2014 ---Administração

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05/04/2016

DIFERENCIAL COMPETITIVO E VANTAGEM COMPETITIVA
(em qualquer negócio)

O vídeo abaixo mostra que sempre é possível desenvolver diferenciais competitivos (e gerar vantagem competitiva).
Você pagaria mais caro para este fornecedor de Algodão Doce?



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05/04/2016

5 VÍDEOS QUE DEIXARIAM TAYLOR ORGULHOSO

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