Notas de "ALIRUBIT"

09/01/2018

O MAIOR NÚMERO PRIMO JÁ DESCOBERTO
(e porque isto é tão importante)

(Publicado em 09/01/2018)





Um engenheiro eletricista de 51 anos, morador de uma cidade de 40 mil habitantes no sudeste americano, fez uma descoberta científica marcante. Jonathan Pace passou os últimos 14 anos rodando um software em seu computador com um único objetivo: descobrir o maior número primo já catalogado por matemáticos.



Leia mais em NEXO JORNAL.

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09/01/2018

ENTREVISTA PARA SÉRGIO SANTOS

(Publicado em 09/01/2018)





Com muita honra, recebi o convite do meu amigo Engenheiro Sérgio Santos para participar, como entrevistado, do seu Podcast engTHEcast.

Clique sobre a imagem acima, ou AQUI para ouvir o conteúdo da entrevista.



ÊNIO PADILHA
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---PodCast2018

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05/01/2018

LINHA DO TEMPO: OS MAIORES EDIFÍCIOS DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ
(Isaque De Borba Corrêa)

(Publicado em 05/01/2018)





Se você gosta de Balneário Camboriú e quer saber mais sobre a história da cidade, existe uma pessoa que você precisa conhecer: é o meu amigo Isaque De Borba Corrêa.

Ele sabe tudo sobre a cidade. É autor de vários e excelentes livros. E tem a curiosidade de um adolescente.

Hoje ele publicou um post no seu perfil do Facebook que é uma dessas coisas que não podem ser cobertos pela poeira de efemeridade das redes sociais. Por isto, com a permissão dele registro aqui o trabalho que ele fez, para que possa ser reencontrado sempre que você quiser.

Trata-se da linha de tempo das maiores construções de Balneário Camboriú. Dá uma olhada:






Clique sobre a imagem para ampliar



Obrigado, mestre. Continue trabalhando sempre e exercendo essa inteligência que Deus lhe deu.




ÊNIO PADILHA
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---Artigo2018

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05/01/2018

LONGA VIDA AO CALABOUÇO

(Publicado em 05/01/2018)





Recebi a fotografia pelo WhatsApp. Quem mandou foi o Mauro Faccioni. Ele nunca morou lá, mas sabia o impacto que a imagem causaria no meu coração.

A legenda era significativa: "Últimos dias do Calabouço!" Deu um nó na garganta.

Morei muitos anos no calabouço, quando fazia faculdade (Engenharia Elétrica, UFSC, início dos anos 1980). Era um casarão lúgubre, uma sala, um enorme corredor, quatro quartos, uma cozinha e um banheiro. Não entrava sol em três dos quartos. O último quarto era chamado de Maracanã, porque era um quarto duplo, e pegava um pouquinho de sol. As paredes viviam úmidas,

Os residentes permanentes eram três: o João da Silva Dias, o Marcos Vallim e eu (todos da Engenharia Elétrica) moramos lá por quase três anos. Mas, nesse mesmo tempo, outras pessoas moraram lá durante períodos mais curtos. Antônio Salvador (foi presidente do Crea-CE), o Ramires, um engenheiro Boliviano que fazia mestrado na UFSC ("solo enseñan la mierda en lá universidad!"), o Gilberto Drummond (que hoje mora em Vitória-ES), o meu irmão, Élcio, o irmão do João, Júlio, os três garotos do oeste que nós, maldosamente, apelidamos de Cícero, Prático e Heitor... enfim... muitas memórias. E teve ainda o Heráclito, um rato (camundongo) que surgiu num determinado momento e nos atormentou por alguns dias. Foi uma caçada que exigiu muita determinação e inteligência de nossa parte. No fim o pobre Heráclito caiu nas mãos do João Dias... e aí, já viu: não havia clemência!

O João ficava no primeiro quarto. O Marcos no segundo. Eu morava no terceiro. No maracanã ficavam os itinerantes. Geralmente moravam por alguns meses e depois iam embora. A república era democrática. Não tinha stress por conta do que havia na geladeira. Tinha uma TV na sala (preto e branco, 20 polegadas) onde a gente acompanhava "a vida lá fora". Lembro de todos reunidos na sala acompanhando a Guerra das Malvinas, a Copa de 1982 e a mini-série da Globo Lampião e Maria Bonita, com o Nelson Xavier e a Tânia Alves.

Havia muito pão com chá. Havia muita resenha. Havia muito silêncio para estudos intermináveis nos fins de semana... E havia as escalas de limpeza do banheiro e da cozinha, trabalho que a gente fazia sempre resmungando de brincadeira "onde já se viu: um homem na minha posição, quase um engenheiro, ainda tendo de limpar banheiro dos outros..."

E agora o Calabouço está sendo demolido. Dará lugar a um grande edifício. É claro que não sou contra, mas dá vontade de pedir pra fazerem isso com carinho, com cuidado, com respeito. Como disse o Marcos (quando eu contei pra ele, também pelo Whatsapp) "é uma sensação muito estranha mesmo. Parte importante da nossa vida está ligado ao Calabouço. Lembranças muito boas de situações bem ruins. Ao demolirem aquele lugar e construírem algo novo vai parecer que nunca existiu e, portanto, todas as nossas lembranças ficarão parecendo alucinações"

Longa vida ao Calabouço. Agora apenas nas nossas lembranças.



ÊNIO PADILHA
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04/01/2018

DELETÁVEIS

(Publicado em 04/01/2018)





NÃO DELETO NEM BLOQUEIO NINGUÉM das minhas redes sociais por publicarem ou compartilharem suas opiniões sobre política ou futebol.
Minha timeline é uma Torre de Babel. Tem gente de todo tipo. Meus filtros para aceitar novos amigos são muito simples. Se é engenheiro, arquiteto, administrador ou estudante de um desses cursos, tá dentro. Se for parente, amigo ou conhecido, tamo junto. Se tiver mais de 5 amigos em comum, pode entrar.
O colega somente será excluído se cometer um dos seguintes pecados:

(1) Publicar post sobre problemas em alimentos industrializados, tipo "Vejam como são fabricadas as salsichas. Você nunca mais vai querer comer uma". Ah, tenha paciência. Se eu souber como são produzidos os alimentos comprados no supermercado eu nunca mais como nada. Eu não quero saber. Quero comer meu miojo com linguiça sem ter de pensar nos produtos químicos da massa nem nos cuidados de higiene da fabricação da linguiça. Posso? (PS. Não tenho a pretensão de chegar aos 110 anos)

(2) Publicar fotografia de gente morta em acidente. Ah, vá se catar! Por que você acha que isso me interessa? O que, exatamente, eu ganho com isso? Não quero ver. Já é triste demais saber que o acidente aconteceu e que teve vítimas. Esse tipo de exposição só demonstra que o cara ainda é primitivo, sem o mínimo de sofisticação. Se gosta tanto assim de foto de gente morta, decore seu quarto com elas.

(3) Compartilhar seguidamente notícias falsas. Se a pessoa é engenheiro, arquiteto, administrador ou estudante dessas áreas, o mínimo que eu espero dela é que tenha discernimento. Que seja capaz de desconfiar daquilo que não está no lugar. Não é tão difícil assim. Não precisa nem sair da cadeira ou da frente do computador. Escolha três ou quatro portais de notícias de sua confiança e use-os como referência para saber se uma notícia é verdadeira ou apenas um boato. Deixe de ser um tolo à serviço de espertinhos que ganham dinheiro inventando essas mentiras. Se você não tem esse mínimo de inteligência, que vantagem eu tenho lendo o que você publica?



ÊNIO PADILHA
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20/12/2017

IMAGENS DE ABERTURA DO SITE

(Publicado em 20/12/2017)





A imagem de capa do nosso site muda sempre que algo relevante merece ser registrado ou quando Ênio Padilha está viajando para algum destino no Brasil.

Estas foram as imagens que abriram nosso site em 2017





























































ÊNIO PADILHA
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---Artigo2017

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04/12/2017

ENIO PADILHA - ENTREVISTA CONCEDIDA AO CASA DECOR
(PROGRAMA DE SISSA SCARPA - CANAL 4 - MARÍLIA-SP)

(Publicado em 26/06/2016)



Programa Casa Decor com Sissa Scarppa -- Entrevista com Engenheiro Eletricista, Palestrante e Escritor Énio Padilha. Programa que foi ao ar no dia 22 de junho de 2017





Bloco 1: Apresentação geral do trabalho. Comentários sobre os gurus da prosperidade. O foco do trabalho.






Bloco 2: Participação da arquiteta Pâmela, comentários sobre o livro Arquiteto 1.0. Apresentação de Jean Tosetto, co-autor do livro. Os "segredos" do marketing. O principal erro cometido pelos profissionais na administração dos seus escritórios. A subvalorização que professores e alunos dão para disciplinas de ciências sociais aplicadas






Bloco 3: marketing - uma das quatro grandes áreas da administração. Comentários sobre o livro Marketing para Engenharia e Arquitetura. A presença dos arquitetos no mercado brasileiro nos últimos 20 anos.

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27/11/2017

OS INOVADORES (livro de Walter Isaacson)

(Publicado em 06/04/2015)



"Muita gente que celebra as artes e humanidades, que aplaude com entusiasmo os tributos à importância dessas áreas em nossas escolas declararia sem pudor (alguns até gracejando) que não entende nada de matemática nem de física. Essas pessoas exaltam as virtudes de saber latim, mas não têm a menor ideia de como escrever um algoritmo ou como distinguir BASIC de C++, Python de Pascal. Consideram Filisteus os que não distinguem Hamlet de Macbeth, mas admitem alegremente não saber a diferença entre um gene e um cromossomo, entre um transistor e um capacitor ou entre uma equação integral e uma diferencial.

Esses conceitos podem parecer dificeis. Sim, mas Hamlet também é. E, como Hamlet, cada um desses conceitos é belo. Como uma elegante equação matemática, eles são expressões das glórias do universo"


WALTER ISAACSON, jornalista e escritor norte-americano, autor de biografias de Albert Einstein, Benjamin Franklin, Henry Kissinger e Steve Jobs. A frase acima foi extraída do capítulo final do livro Os Inovadores - Uma biografia da revolução digital (página 501)




UMA BREVE RESENHA DO LIVRO:



Primeiro, é importante dizer que a minha literatura preferida (nos últimos anos) tem sido história econômica e biografias. Só por isso Walter Isaacson já é candidato a meu autor favorito, uma vez que a maior parte dos livros que ele escreve são biografias (veja lista acima).

Neste livro, em particular, o que encontramos é uma coleção completa de biografias encadeadas e unidas por um fio condutor, uma coincidência de interesses: a inovação nas tecnologias que sustentam a ciência da computação. Um prato cheio. Cheio e saboroso, posso garantir.

A primeira surpresa do leitor é o ponto de partida da história. A maioria das pessoas imagina que a história da ciência da computação começa em algum momento nas primeiras décadas do século XX. Isaacson começa a sua jornada cem anos antes, no início do século XIX, com Lord Byron e sua filha, Ada, condessa de Lovelace, que foi contemporânea e parceira intelectual de Charles Babbage. Mas o autor não fez isso apenas por capricho. Ada Lovelace é figura central da história toda, pelo que ela representa do espírito da coisa: a constante interação entre o mundo da ciência e o mundo das artes. Para Isaacson (e eu concordo completamente) as inovações e os avanços ocorrem, sempre, na esquina entre as avenidas da Ciência e das Humanidades.

A viagem que começa com a Máquina Analítica de Babbage, faz paradas em cada novo avanço, descrevendo as circunstâncias e seus agentes. Assim somos apresentados a dezenas de cientistas, inventores, pensadores e empreendedores, com uma riqueza de detalhes nunca antes reunida numa única história. Grandes nomes como Alan Turing, Vannevar Bush, Grace Hopper, Robert Noyce e Gordon Moore, Bill Gates, Steve Jobs e Wosniak, Tim Berners-Lee, Justin Hall, Larry Page e Sergey Brin têm suas histórias pessoais apresentadas ao mesmo tempo em que conceitos, ideias e produtos são apresentados com a mesma profundidade.

Vemos, assim, o surgimento e desenvolvimento dos primeiros computadores mecânicos, dos primeiros computadores analógicos eletromecânicos, das válvulas termiônicas, do transístor, dos circuitos integrados, dos softwares, dos sistemas operacionais, dos computadores pessoais, da internet, dos blogs, dos sistemas colaborativos e dos sistemas de busca.

E Walter Isaacson faz isso com a preocupação de manter em primeiro plano o ser humano que existe em cada um dos protagonistas. Embora consiga descrever e dimensionar com clareza a genialidade e a inteligência diferenciada de alguns dos inovadores, os aspectos pessoais, as disputas e as idiossincrasias que servem de pano de fundo para as relações que iam se estabelecendo nunca ficam em segundo plano. Por isto o livro mantém aceso o interesse do leitor e permite entender melhor os desdobramentos descritos.

Duas coisas importantes a serem destacadas no livro: a primeira é que os inovadores são sempre pessoas com um pé no mundo das artes e humanidades. Seja por terem habilidades ou talentos artísticos ou pelo convívio intenso com artistas ou cientistas sociais. São pessoas que buscam "vida inteligente" em todas as partes e não apenas em volta dos seus interesses centrais; a segunda é que eles são sempre pessoas com um elevado senso de colaboração. As inovações ocorrem quando pessoas de diferentes talentos unem forças em equipes de trabalho supereficientes. Como disse o autor, em uma de suas entrevistas de divulgação do livro, "Um grande time é aquele que tem muitos jogadores que sabem jogar em diferentes posições. Se você não tem uma equipe à sua volta acaba ficando pra trás na história".

Na minha modesta opinião, este livro deveria ser leitura obrigatória no primeiro ano de todos os cursos de Engenharia. Serviria para dar ao jovem estudante uma noção real do seu tamanho no universo da tecnologia e também para entender o tamanho da história que existe antes da sua entrada em cena. São quase 250 anos de fatos relevantes e pessoas geniais e dedicadas, que foram construindo, algumas vezes com sacrifícios pessoais, as condições para que o jovem estudante de engenharia possa, hoje, desenvolver sua própria contribuição para esta história que, certamente, ainda está longe do seu ponto final.



ÊNIO PADILHA
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1) ISAACSON, Walter. Os Inovadores - Uma biografia da revolução digital. São Paulo: Cia das Letras, 2014.



---Artigo2015 ---História ---Biografia ---Livro


Comentário do Ênio Padilha

Com relação à frase de Walter Isaacson, destacada no início do post, em 2011 escrevi o seguinte (num artigo publicado aqui no site): "Nosso jovem, na faixa de 15, 17 anos, pode até se sentir um pouco constrangido se não conhece os artistas da hora; pode até não se sentir confortável por não entender ou falar Inglês... mas, quando o assunto é Física, Matemática, Química... parece que sente até um certo orgulho de dizer que não entende nada!
Nossa sociedade vê com a maior naturalidade (e indulgência) a ignorância científica e tecnológica. Isso é um absurdo!"


Veja o artigo completo: ARQUITETURA, ENGENHARIA E A EDUCAÇÃO DE BASE NO BRASIL

"

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20/11/2017

BURITIS NO LAGO PALMAS (TOCANTINS)

(Publicado em 02/05/2014)



Estava procurando nos meus arquivos por imagens para utilizar no cabeçalho do nosso site e me deparei com essas imagens belíssimas!

São fotografias feitas pela minha amiga, arquiteta Luciana Caixeta, de Palmas-TO. Trata-se do que sobrou das árvores que estavam à beira do Rio Tocantins depois da inundação para a formação do Lago Palmas (no lado oposto à cidade de Palmas). Algumas árvores que são só o tronco principal, sem galhos. Eram buritis...






Palmas para Luciana Caixeta!

09/10/2017

OUTUBRO: A SEXTA-FEIRA DO ANO

(Publicado em 15/10/2014)



Sexta-feira não é um dia de folga. Não é um dia em que se trabalha menos do que nos quatro dias anteriores. No entanto, muita gente adora a sexta-feira, provavelmente pelo que ela representa em termos de expectativa: o fim de semana está chegando. O descanso, os amigos, a festa, o namoro, o churrasco, o futebol... Na sexta-feira essas coisas todas estão aparecendo no horizonte. É bom demais.

O mês de outubro também não é um mês diferente dos meses anteriores, a não ser... pelo fato de que ele é o último mês antes dos dois meses considerados como "fim do ano". Outubro é aquele mês em que a correria do fim do ano ainda não está estabelecida, mas você já percebe aquele frescor de "vambora que tá quase chegando".

Outubro é um mês de festas e comemorações que dão o ponto de partida para a confraternização de fim de ano: dia das crianças (12), Nossa Senhora Aparecida (12), Dia dos Agrônomos (12), O Círio de Nazaré, em Belém (segundo domingo), dia do fisioterapêuta (13), dia dos professores (15), dia do médico (18), dia do dentista (25)... isso sem contar no Outubro Rosa, nas eleições e na OktoberFest.

É ou não é um mês porreta!

Outubro é um mês feito para nos dar aquela dose extra de energia para vencermos a reta final. A correria do fim de ano.



ÊNIO PADILHA
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---Artigo2014 ---Meses

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