Notas de "ALIRUBIT"

16/09/2019

SOEA 2019 (Palmas, Tocantins)

(Série iniciada em 11/07/2019)






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19/08/2019

POR QUE NÃO FAZEMOS CONTRATO?

(Publicado em 19/08/2019)







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19/08/2019

DEZ RECOMENDAÇÕES PARA A QUALIDADE E PRODUTIVIDADE
DE UMA ENTIDADE DE CLASSE

(Publicado em 19/08/2019)










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PADILHA, Ênio. 2019

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16/08/2019

ENTIDADES DE CLASSE E SEUS STAKEHOLDERS



(Publicado em 16/08/2019)



No início da década de 1980, Robert Edward Freeman lançou seu livro Strategic Management: A Stakeholder Approach, apresentando a Teoria dos Stakeholders, que ele já desenvolvia em pesquisas e artigos desde a década de 1960.

Segundo essa teoria, o sucesso de uma empresa depende de como ela administra a relação com todos os seus stakeholders (indivíduos ou grupos de indivíduos que tenham, em relação a empresa, níveis relevantes de propriedade, poder, controle ou influência). Seriam stakeholders típicos de uma empresa:
• Os proprietários
• Os acionistas
• Os investidores
• Os empregados
• Os amigos
• Os fornecedores
• Os concorrentes
• Os sindicatos
• As associações empresariais
• A comunidade, os vizinhos
• Os grupos normativos
• O governo municipal
• O governo estadual
• O governo federal
• As ONGs.




Se, na década de 1970 uma empresa era considerada boa, forte e lucrativa quando conseguia produzir coisas que satisfizessem seus clientes, hoje isso não é mais suficiente. De nada adianta produzir a melhor calça jeans do mercado se, no processo de fabricação a empresa poluir o rio que passa no fundo da fábrica.

De nada adianta produzir equipamentos eletrônicos da mais alta qualidade se a empresa utiliza mão de obra infantil. Ou sonega impostos. Ou mantém seus empregados em regime de trabalho escravo.

Não adianta ter um produto que dê total satisfação para os clientes se a empresa não dá lucro. Não remunera os investidores nem traz benefícios aos seus proprietários.

Uma entidade de Classe possui stakeholders importantes que são os seus associados, seus servidores, seus fornecedores, seus parceiros e, principalmente, a sociedade na qual a entidade esteja inserida.
Os profissionais associados são, claramente, os principais stakeholders uma vez que a eles interessa (mais que a qualquer outro grupo) os resultados das estratégias e projetos da Entidade.

A regra de ouro é fazer a melhor gestão possível da empresa com seus stakeholders

A matriz de Poder e Interesse é um dos instrumentos de gestão de stakeholders pois permite classificar e analisar as partes interessadas segundo o poder que detêm sobre a organização e o interesse (não importa se for interesse positivo ou negativo)

A e B Muito poder e muito interesse: Muito importantes. Precisam ser gerenciados de perto, com muita informação e feedback

E e F Muito poder e pouco interesse: Grupo potencialmente perigoso. Precisa ser mantido satisfeito e informado.

J e M Muito interesse e pouco poder: Grupo muito perigoso. Precisam ser mantidos satisfeitos. Informação e feedback

P e R Pouco poder e pouco interesse: Grupo sem potencial de perigo. Cuidar para que não migrem para outro quadrante







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PADILHA, Ênio. 2019

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19/07/2019

FALSA AUTORIA

(Publicado em 18/10/2004)



Tenho sido implacável com alguns amigos que, de vez em quando, com a maior das boas vontades, me enviam textos do Mário Quintana, do Luiz Fernando Veríssimo, de Shakespeare, Jorge Luiz Borges, Carlos Drummond de Andrade, entre outros.
Embora eu não seja especialista em literatura, sou um pouco desconfiado com esses textos que circulam na internet. Boa parte deles é apócrifo, ou seja, circula sem crédito de autoria ou é atribuído indevidamente a este ou àquele autor.

Aí o amigo me manda, com todo o carinho e boa intenção, um texto desses... e recebe, em seguida uma resposta minha, do tipo: "desculpa aí, amigo, mas esse texto não é do Mário Quintana. Na verdade é da Martha Medeiros..." ou "Não é do Luís Fernando Veríssimo. Não sei de quem é, mas não é do LFV."

Foi o que aconteceu recentemente com um texto que circulou intensamente na internet, atribuído ao cantor e compositor Herbert Viana, comentando a busca insensata pela beleza física, evidenciada pela mal sucedida cirurgia de lipo-aspiração de um conhecido cantor popular.

Desconfiei da autoria na hora (e mandei a resposta para o remetente). O texto continuou sendo veiculado na internet, de forma vertiginosa. Duas semanas mais tarde, quando a coisa já estava indo bem longe, com o texto sendo lido, no ar, pelo "jornalista" Cacau Menezes na RBS (A Globo, aqui em Santa Catarina, com alcance de mais de 4 milhões de espectadores), pulei da cadeira. Fui para a internet e pesquisei o verdadeiro autor do texto. Não levei mais que um minuto para encontrá-lo. Na verdade, era uma autora: Rosana Hermann. Que já estava indignada com a evidente má-fé de quem deu início à confusão (veja detalhes no site www.queridoleitor.com.br)

Na semana passada, com a morte do grande Fernando Sabino, decidi que o nosso site faria uma singela homenagem, publicando, no espaço destinado às frases interessantes, alguma coisa dele. Estava inclinado a publicar a famosa frase "No fim dá tudo certo. Se não deu certo ainda é porque não chegou ao fim" uma frase dele (na verdade, do pai dele, relatada em um dos seus livros). Mas à noite, vendo o Jornal Nacional, um outro texto me pareceu mais interessante: um bilhete que Fernando Sabino teria escrito aos nove anos e que ele enviou, no ano passado, ao amigo Moacyr Werneck de Castro

“Quando eu morrer com certeza vou para o céu, o céu é uma cidade de férias, de férias boas que não acabam mais.Assim que eu chegar lá, vou procurar São Francisco de Assis, para ficar amigo dele, amigo mesmo, de verdade, tão amigo, tão íntimo, que ele há de me chamar de Nandinho e eu hei de chamar ele de Chiquinho"

Na mesma hora resolvi que esse seria o texto a ser publicado no nosso site e assim foi feito.

Na sexta-feira o próprio Jornal Nacional (numa atitude, aliás, muito elogiável) corrigiu o engano.
Na verdade, o texto que foi lido na edição de segunda-feira (e que eu, todo animado publiquei no meu site) não é de Fernando Sabino e sim de Álvaro Moreyra. Um poema cujo título é "Projeto", publicado em 1929 no livro "O Circo" e republicado mais tarde em outro livro do mesmo autor, As amargas, não - página 120. (e que não aparece, é claro, em nenhum livro de Fernando Sabino).

O Jornal Nacional não esclareceu quem foi que descobriu o furo, mas acredito que tenha sido um dos milhares de fãs de Fernando Sabino (que estranharam o fato de nunca terem lido nada igual em nenhum dos 50 livros publicados pelo escritor)... ou, o que é mais provável, alguns dos admiradores e estudiosos de Álvaro Moreyra, que reconheceram o poema e devem ter enviados inúmeros e-mails para o JN, pedindo a correção do equívoco.

De qualquer forma, eu, que entrei nessa também (verdade seja dita: o texto tem toda a cara do Fernando Sabino!), peço desculpas aos meus leitores que visitam nosso site todas as semanas. Prometo ficar ainda mais atento no futuro.

Autoria intelectual é coisa muito séria. Eu já disse isso inúmeras vezes.

Uma frase, um texto, uma música, ou qualquer obra intelectual, quando citada, deve sempre vir acompanhada do seu autor e, se possível, da circunstância em que foi produzida. Isso é o que dá graça às citações.

O resto é conversa.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2004

12/07/2019

LIBERTADORES DA AMÉRICA

(Publicado em 12/07/2019)





Não, não vou falar de futebol. O assunto aqui é a série de TV realizada com a parceria da TV Caracol da Colômbia e a Netflix: BOLÍVAR: UMA LUTA ADMIRÁVEL.

Depois de assistir os 60 episódios (50 minutos cada um) o que eu posso dizer que não é spoiler:
(1) Que Simón Bolívar nasceu na Venezuela, no final do século XVIII e que era de uma família muito rica (proprietários de terras e escravos);

(2) Que ele foi preparado, desde menino, para ocupar-se dos negócios da família e que, para isso, teve ótimos professores, tutores e que viajou para diversas partes do mundo;

(3) Que casou uma vez mas teve muitas mulheres;

(4) Que liderou, com sucesso, durante muitos anos, campanhas para libertar dos espanhóis vários países do norte da América do Sul (Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia);

(5) Que foi o primeiro presidente da Colômbia…

Não saber essas coisas é o mesmo que não saber que o Titanic afunda no final da história.

Então, vamos lá. O que mais eu posso dizer:
(a) A série é muito boa, muito bem produzida, com grandes atores de diversos países (Colômbia, Equador, Venezuela, Peru, Porto Rico, Haiti, Jamaica). Vale a pena ver.

(b) Todas as datas e fatos históricos importantes foram preservados e as lacunas foram preenchidas com pequenas histórias, dramas e romances perfeitamente bem construídos e com personagens secundários muito ricos.

(c) Existem alguns cortes (saltos) na história que talvez sejam muito naturais para quem é nativo daqueles países mas que, para o expectador comum torna a transição meio confusa. Mas nada que comprometa a narrativa ou o entendimento da história.

(d) Nicolás Maduro, presidente da Venuzuela repudiou a série antes mesmo que ela fosse iniciada. Não permitiu que as filmagens utilizassem locações no território venezuelano, o que seria natural (a série foi toda filmada na Colômbia e em alguns países da Europa). Maduro achava que a série iria macular a imagem de Bolívar, com “mentiras, deformações e lixo”;

(e) No fim, o temor de Maduro não se confirmou. A série mostra um Bolívar muito humano, com todos os seus defeitos, mas também mostra a grandiosidade de sua obra.

Portanto, minha recomendação para você é que comece a ver a série hoje mesmo. O normal seria assistir um capítulo por dia, mas já posso adiantar que haverá momentos que maratonar será inevitável.

Boa sorte.



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21/06/2019

MEIO ANO DISCUTINDO O MAIS ABSOLUTO NADA.

(Publicado em 21/06/2019)



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20/06/2019

PROGRAMA DE DOMINGO GARANTIDO

(Publicado em 20/06/2019)



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19/06/2019

EXTREMISTÃO OU MEDIOCRISTÃO?

(Publicado em 19/06/2019)



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18/06/2019

NÃO É APENAS UMA PAUTA DO FEMINISMO.

(Publicado em 18/06/2019)



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