Notas de "ALIRUBIT"

24/09/2018

O FACEBOOK E A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS

Publicado originalmente na Revista Eletrônica do Crea-SC, em 11/03/2015)
(Publicado neste site em 30/04/2015



Eu sou um internauta de primeira hora. Em 1994 já utilizava o "Boletim Eletrônico" da FURB, recurso pré internet que eu compartilhava, por curiosidade tecnológica, com meu amigo Paulo Grunwald, de Rio do Sul. Quando a Internet finalmente chegou a minha cidade (Jaraguá do Sul-SC) em 1996, eu entrei na primeira semana. Meu escritório abriu uma "home page" imediatamente e tornou-se a primeira empresa de Engenharia de Santa Catarina a ter um endereço na web.





Desde então, tenho acompanhado o desfile interminável de inovações e modismos da internet. Algumas coisas são passageiras. Outras duradouras. Nenhuma é definitiva. Vi passar o AltaVista, o Cadê, IRQ, MSN, Orkut e muitas outras coisas. Vi chegar o Google (e, com ele o Gmail) e, finalmente, o Facebook. Aliás, eu entrei no Facebook em 2005 (devo ser da primeira turma, no Brasil).

Muita gente, infelizmente, tem alguma dificuldade para identificar claramente quais são as limitações e delimitações da internet. Gente que prepara apresentações no Power Point e quando você pergunta "onde foi que você encontrou aquela imagem? Ou diagrama? ou gráfico?" A pessoa diz "encontrei no Google!"

Não, ela não encontrou as coisas "no Google". O Google ajuda a pessoa a encontrar coisas que estão nos sites, blogs, portais etc. Essas é que são as verdadeiras fontes. As informações não estão "no Google". O buscador não produz conteúdo.

Coisa semelhante se dá com o Facebook. Nesse caso a coisa parece ser mais grave. Muita gente parece acreditar que TUDO está no Facebook. Que estar no Facebook é suficiente para ter acesso a tudo o que importa e tudo o que vale a pena.

Claro que esta percepção está equivocada. O Facebook dá acesso ao senso comum. Às opiniões e convicções dos seus amigos que estão conectados na sua rede. Essas pessoas, por sua vez, publicam as coisas que consideram interessantes, de forma totalmente livre, sem correção, sem revisão e sem preocupações com rigor científico. Ler as coisas publicadas no Facebook equivale a bater papo num bar. Basear o seu conhecimento no Facebook seria equivalente, na década de 1980, a ostentar conhecimento obtido apenas lendo jornais.

A formação continuada dos profissionais de Engenharia requer esforço e disciplina intelectual que está alguns degraus acima do Facebook. Nossos clientes têm acesso às mesmas fontes que nós temos nas redes sociais. Quem quiser saber o suficiente para não ser superado, em discussões com clientes, fornecedores e subordinados, precisa ter outras fontes de conhecimento. Essas fontes continuam sendo as mesmas das décadas passadas: os livros e os artigos técnicos (geralmente publicados em revistas técnicas especializadas). Essas informações podem estar disponíveis na internet. Mas o caminho para ter acesso a elas, definitivamente, não é o Facebook.

Resumindo: divirta-se nas Redes Sociais. Mas não confie nelas para incrementar sua Formação Continuada







DIVULGAÇÃO




Padilha, Ênio. 2015 ---Internet ---Carreira

Deixe AQUI seu comentário:

20/09/2018

AS COISAS DA VIDA

(Publicado em 20/09/2018)



Existem as tais "coisas da vida", que todo mundo deve saber. Mas nem todo mundo precisa saber de tudo desde sempre. Você vai aprendendo… com a vida.
À medida que o tempo passa, se você for minimamente inteligente e curioso, esses conhecimentos vão chegando. E o domínio desses conhecimentos configura o que eu chamo de MATURIDADE INTELECTUAL.





Uma criança de 6 anos não precisa saber as coisas da vida que um adolescente deve conhecer, muito menos as coisas de adultos.

Mas, com essa idade (seis anos) a criança curiosa e inteligente já sabe que Papai Noel e Coelhinho da Páscoa não existem (e, as mais espertas, fingem que ainda acreditam, pra continuar usufruindo das vantagens). Já sabem brincar e inventar brinquedos. Já sabem se relacionar socialmente com parentes mais velhos e desenvolvem opiniões racionalizadas sobre as coisas. Geralmente, esperam (dos mais velhos) explicações para o "como o mundo funciona". E que essas explicações tenham começo, meio, fim e alguma lógica.

Com oito, dez ou doze anos a criança já sabe ler e a leitura abre uma avenida para os conhecimentos. Consegue absorver os conhecimentos da ciência e da tecnologia. Em poucos anos descobre como e porque as coisas são do jeito que são. Aprende a lidar com limitação de espaço e de tempo. Desenvolve o reconhecimento de regras do jogo. É cada vez menos sensível às fantasias e aos exageros. Aprende a distinguir o que é real do que é imaginário. Torna-se menos imediatista. Perde o medo de ficar só ou de escuridão. Aprende a vencer desafios como subir em árvores, nadar e praticar esportes de luta. Os mais corajosos interagem com bichos apavorantes como minhocas, lagartixas, aranhas, lesmas, sapos etc. A vida é uma eterna sucessão de descobertas.

Entre 12 e 17 anos o mundo explode para o ser humano! Evidentemente, as grandes descobertas são aquelas que dizem respeito às relações com o próprio corpo e com outras pessoas. Descobre que não precisa obedecer cegamente aos mais velhos e depois descobre que precisa saber, por conta própria, o que fazer, e que isso não é tão simples e confortável quanto parecia antes.

Aprende que suas decisões têm consequência para a sua vida, Aprende que existem muitos tipos de pessoas e que não é necessário gostar de todas e (mais importante) não é preciso que todas gostem dela. Descobre a importância do conhecimento formal (embora nem todos tenham a disposição para fazer esse investimento pessoal). Se for um adolescente inteligente, curioso e criativo, começa a fazer conexões entre o que aprende na escola e as coisas do mundo à sua volta. Com isto, um universo de conhecimentos começa a se descortinar. Desenvolve autoconhecimento, autoconfiança e a autoestima e pode ser muito beneficiado pela boa literatura de autoajuda e motivação pessoal.

Entre os 18 e os 23, 24 anos, o jovem se dedica aos conhecimentos técnicos da profissão que escolheu. Estuda ou desenvolve experiências profissionais, enquanto cristaliza conhecimentos absorvidos na adolescência. São conhecimentos importantes, mas, atenção… não são as tais "coisas da vida". São coisas do trabalho, da profissão, do ofício que a pessoa abraçou.

Numa faculdade se aprende muita coisa e são coisas importantes. Mas, aos 24, 25 anos, já formado em uma universidade, o jovem ainda tem coisas da vida para aprender.

Precisa entender como funciona o mercado de trabalho. Precisa conhecer e dominar os princípios de marketing pessoal. Saber o que é, para que serve e como se constrói uma marca pessoal valiosa. Saber lidar com dinheiro. Saber como lidar com os impulsos empreendedores. Como lidar com fracassos financeiros. Como administrar o tempo. Como se comunicar por escrito. Como falar em público. Precisa, em termos mais simples, saber lidar com o mundo dos adultos.

Um adulto deve colocar a sua inteligência à seu próprio serviço. Deve ser criativo, arrojado, inovador sem ser deslumbrado e sem acreditar em conto do vigário(*)

Um adulto de trinta anos (ou mais) deve ter discernimento e senso crítico. Deve saber separar o joio do trigo, os alhos dos bugalhos. Um adulto de 30 anos, com formação superior não pode cair em golpes primários da internet (tipo, clicar em links que recebe nos e-mails de desconhecidos). Não pode acreditar e repassar histórias sem pé nem cabeça só porque viu uma imagem no whatsapp ou um vídeo no Youtube. Porque um adulto de 30 anos, com um mínimo de inteligência e curiosidade já conhece as técnicas de edição de imagem e de vídeo e tem a capacidade para desconfiar de uma história que é espetacular demais para não estar sendo noticiada em NENHUM grande veículo de comunicação.

Um adulto de 30 anos não deveria mais ser conduzido no rebanho de palestrantes e influenciadores digitais de autoajuda e motivação pessoal que vivem de repetir aqueles conhecimentos que estão disponíveis na literatura infantojuvenil que a pessoa já deveria ter lido com 16 anos(**).

Um adulto de 30 anos, inteligente e curioso, não deveria mais ser seduzido por teorias de conspiração que não se sustentam em ciência e tecnologia (disponível nos livros e apostilas do ensino médio).

Um adulto de 30 anos já deveria saber alguma coisa da vida!

Infelizmente, tenho visto cada vez mais gente adulta com maturidade intelectual de adolescente. Gente que parece ter pulado uma etapa no domínio do conhecimento. Gente sem discernimento. Sem senso crítico. Sem bom senso. Sem meios termos, sem equilíbrio. Gente que acredita em qualquer coisa, por mais que as evidências (da ciência, da tecnologia, da história, da geografia e até da língua portuguesa) gritem o contrário.

E essas pessoas estão chegando cada vez mais perto dos cargos de comando e liderança. Nas empresas, nas instituições e nos governos.






(*) SOBRE A ORIGEM DA EXPRESSÃO "CONTO DO VIGÁRIO", conta-se que, ainda no século XVIII na cidade de Ouro Preto havia uma disputa entre duas paróquias, a de Pilar e a da Conceição, que queriam a mesma imagem de Nossa Senhora. Um dos vigários propôs que amarrassem a santa no burro ali presente e o colocasse entre as duas igrejas. A igreja que o burro tomasse direção ficaria com a santa. O burro se direcionou para a paróquia de Pilar e assim, o tal vigário ganhou a disputa. Mais tarde teria sido descoberto que o burro era do vigário dessa igreja.

(**) Praticamente tudo o que está publicado nos livros, blogs, perfis e canais dos gurus de autoajuda e motivação pessoal já estava no livro O GUIA DO IMPERADOR, escrito por Marco Aurélio, que viveu entre 121 e 180 dC



DIVULGAÇÃO




---Padilha, Ênio. 2018

Comentário do Ênio Padilha

UM EXEMPLO, INFELIZMENTE, DO DIA-A-DIA
Fulano (algumas vezes com diploma de engenheiro ou de arquiteto) que faz um post no Facebook dizendo que uma determinada pesquisa não quer dizer nada, porque foram entrevistados apenas 3 mil pessoas, e o Brasil tem uma população de 200 milhões.
Ah, tenha paciência, engenheiro! O senhor faltou às aulas de estatística e probabilidades? Não aprendeu que, com base em uma amostra é possível tirar conclusões sobre o universo pesquisado? Não aprendeu como é que se calcula o tamanho da amostra necessária para que a margem de erro seja inferior a 5 ou 3%?
O senhor não tem o direito de ser ignorante nesses assuntos.


OUTRO EXEMPLO: as pessoas (bem crescidas, com barba na cara) que entram em filas que atravessam noites, para comprar um telefone celular.
Nada contra a marca (da qual eu sou cliente e fã). Mas não se trata de aproveitar uma promoção e comprar o produto por um preço especial. Trata-se apenas de... sei lá... um comportamento irracional, incompatível com alguém que já tenha chegado à idade adulta.
Esse negócio de fazer fila (que atravessam noites) pra comprar coisas (que não seja comida) é coisa de adolescente. Não faz sentido para um adulto minimamente inteligente.

Deixe aqui seu comentário

06/09/2018

A ELETRICIDADE NÃO ACEITA DESAFOROS

(Publicado em 06/09/2018)



Levantamentos realizados pelo Corpo de Bombeiros de diversas cidades pelo mundo dão conta de que grande parte (mais de 90%) dos incêndios têm como causa primária um curto circuito, uma sobrecarga elétrica ou uma descarga atmosférica. E que, em todos esses casos, os danos poderiam ter sido evitados ou os prejuízos minimizados por instalações elétricas corretamente realizadas.





Incêndios são desastres que causam grandes prejuízos. Mas, numa indústria, este é apenas um dos muitos problemas que podem ser causados por instalações elétricas mal projetadas, mal executadas ou cuja manutenção é mal feita. Pode ocorrer interrupção da produção, destruição de equipamentos, queda na produtividade por conta de ambientes mal iluminados, incompatibilidades eletromagnéticas e dificuldades para ampliação ou reparo de sistemas. Sem contar os eventuais acidentes com vítimas por conta de instalações inseguras.

No Brasil, infelizmente, grande parte das pequenas e médias empresas industriais (e até mesmo algumas grandes) apresentam instalações elétricas inadequadas e inseguras. Isso se deve ao fato de que, geralmente, essas instalações são executadas (sem projeto) pelas equipes internas, normalmente compostas por pessoas sem formação específica e despreparadas para a complexidade do trabalho.

Isto ocorre principalmente devido ao fato de que existe pouca oferta de profissionais especialistas (realmente especialistas!) no mercado, o que dá aos operadores da indústria a falsa noção de que este trabalho não é importante.

A elaboração de um projeto elétrico industrial é uma tarefa que exige muito conhecimento de Engenharia Elétrica e também de outras áreas, como Arquitetura, Engenharia Mecânica, Engenharia de Construção Civil e Processos de Produção Industrial. Além disso, é importante que esse profissional esteja permanentemente atualizado sobre as técnicas e tecnologias.

Um especialista em Projetos e Instalações Elétricas Industriais é um profissional com uma cultura tecnológica ampliada pois precisa entender não apenas de instalações elétricas. Tem de entender o universo industrial e os interesses e motivações das pessoas que operam as fábricas.

A especialização nessa área exige dedicação e curiosidade tecnológica. O profissional precisa ter o gosto pela ciência, pela tecnologia e pelos processos produtivos.

Um curso de Especialização em Projetos e Instalações elétricas Industriais deve dar ao profissional informações, num nível superior de profundidade, possibilitando que ele possa capacitar-se para atuar no desenvolvimento de projetos de instalações elétricos industriais, atuar na gestão de obras de instalações elétricos industriais, ocupar cargos técnicos e/ou gerenciais em indústrias, empresas de engenharia consultiva e da cadeia de fornecedores de bens e serviços, além de desenvolver as competências para elaboração de propostas técnicas e comerciais e na gestão de pessoas, liderança e formação de equipes de projetos.

Se você é um engenheiro eletricista e procura por uma excelente área para especialização, o curso de Projetos e Instalações Elétricas Industriais é, na minha opinião, uma excelente escolha.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




DIVULGAÇÃO



(Clique sobre a imagem acima e obtenha informações detalhadas sobre o curso)



---Padilha, Ênio. 2018

Deixe aqui seu comentário

05/09/2018

MEU IRMÃO, CARLOS ALBERTO PADILHA

Nesta semana foi ao ar a entrevista que o meu irmão, Carlos Alberto, deu ao Neri Conte, que comanda um programa na TV local da nossa cidade natal, Rio do Sul.
Na entrevista ele faz revelações emocionadas sobre a sua trajetória e discorre sobre o seu trabalho como advogado no Alto Vale do Itajaí.

Conheçam o filho mais inteligente do Seu Ênio e da Dona Matilde:



PARTE 1



PARTE 2



PARTE3

Deixe aqui seu comentário

27/08/2018

UMA DOSE DE FARLLEY DERZE. RECOMENDO COM FORÇA.

(Publicado em 27/08/2018)



Talvez uma das maiores riquezas e, certamente, o meu principal recurso imaterial é a disponibilidade da inteligência dos meus amigos. Tenho muitos amigos inteligentes. Muito, muito, muito mais inteligentes do que eu (e isso não é, de maneira nenhuma, falsa modéstia). E esses amigos me permitem generosamente aprender com eles muito do que eles ja sabem.





Tem sido assim a vida inteira. Desde que eu era jovem, quando me tornei amigo de alguns dos meus professores. Mais tarde, transformei em meus professores alguns dos meus amigos. Isso tem me enriquecido muito. Tô falando de enriquecimento material mesmo, pois conhecimento é um recurso que pode virar dinheiro em algumas circunstâncias.

Pois bem. Farlley Derze é um desses amigos. Me chegou por acaso. Marido de outra pessoa muito querida (e igualmente inteligente, claro). Conheci-os num café, no aeroporto de Brasília, quando eles foram me convidar para ser professor num curso coordenado pela Jamille. Uma conversa de uma hora e meia que repercutiu por 10 anos (esse encontro se deu em 2008) e eu espero que reverbere por mais algumas décadas. Desde então, tenho tido doses regulares da inteligência desse generoso amigo, lendo seus artigos, ouvindo suas músicas, compartilhando projetos, ou desfrutando de longas conversas sempre iluminadas.

Como eu não sou egoísta, divido com outros amigos parte desse privilégio. Tem muita coisa do Farlley lá no meu site. Pode procurar na gavetinha de busca. E hoje me chegou às mãos outra de suas preciosidades. Um artigo dele foi publicado na Revista Estética e Semiótica — Volume 8 — Número 1 páginas 67 a 74. A publicação é do Programa de Pós Graduação da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília. O título, O ESPÍRITO DA ESTÉTICA, numa publicação acadêmica, dá uma primeira impressão de que teremos pela frente um texto hermético e presunçoso. Mas o que encontramos, já nos primeiros parágrafos é um texto límpido, instrutivo, instigante e… divertido. Ou seja: Farlley Derze em estado puro.

Li o artigo como quem toma um café. Aliás, os personagens do texto também fazem isto enquanto conversam animadamente e discorrem sobre o tema a ser elucidado. No fim, o leitor fica com a sensação de ter visto uma cena de filme de Claude Lelouch ou de Tarantino, dois mestres em produzir cenas grandiosas de diálogos que definem a história que está sendo contada.

Tome você também esse café. Clique AQUI. Tome sua dose de Farlley Derze. Recomendo muito. Recomendo com força.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




DIVULGAÇÃO




---Padilha, Ênio. 2018

Deixe aqui seu comentário

17/08/2018

UM ARTIGO COM RECORD DE POPULARIDADE

(Publicado em 17/08/2018)



QUANDO ESTE SITE ENTROU NO AR, em 1996, a gente olhava todos os dias para o contador de visitantes. Passaram-se exatamente 6 meses (SEIS MESES!) para que o numerozinho marcasse o tão esperado 1000. Foi uma festa!

Foram mais quatro anos até que, no ano 2000 conseguimos a façanha de termos 1000 visitantes por mês. E, nos últimos meses, a média de visitantes do site fica em torno de 15 a 20 mil leitores/mês.

Pois bem: na quarta-feira de manhã eu publiquei um artigo no site UMA PONTE NÃO CAI POR UMA ÚNICA CAUSA sobre a questão da Responsabilidade Objetiva dos engenheiros (tendo como pano de fundo a tragédia da Ponte Morandi, em Gênova, na Itália.

Em menos de 48 horas este artigo já teve mais de 4000 leitores. (QUATRO MIL!). No Facebook, até agora, o post já teve mais de 60 compartilhamentos. Sim, este é o artigo com o recorde de "popularidade nas primeiras 48 horas". E eu fico muito feliz. Agradeço aos leitores e aos amigos que tiveram a generosidade de compartilhar o link e com isto tornar o texto disponível para mais pessoas.

Para ter uma ideia do que este número significa, basta dizer o seguinte: eu escrevi três artigos nesta semana. O primeiro, na segunda-feira (INOVAÇÃO DISRUPTIVA É O NOSSO TREM BALA) teve até agora 154 leitores; o segundo, ontem (COBRAR IMPOSTOS SOBRE DIVIDENDOS NÃO É APENAS ILEGAL. É IMORAL) teve 176.

E segue o baile.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br

09/08/2018

ÊNIO PADILHA MINISTRA PALESTRA PARA ARQUITETOS
E URBANISTAS EM CUIABÁ

(Publicado em 10/08/2018)



“Negociar e Vender Serviços de Engenharia e Arquitetura” é o título de um livro e tema de palestra do escritor, engenheiro e professor Ênio Padilha, que foi ministrada nesta quarta-feira (08/08/2018), no auditório da Associação Mato-Grossense dos Municípios. Uma realização do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso (CAU/MT), a apresentação repassou aos cerca de 100 participantes noções básicas sobre comunicação com o mercado, técnicas e recursos de vendas de projetos.

O palestrante falou sobre a necessidade de o profissional desenvolver a argumentação para negociar com o cliente, oferecendo algumas dicas de onde buscar conhecimento e até mesmo repassando sugestões de alguns argumentos. “A minha palestra foi desenvolvida a partir de experiências como empresário e palestrante tendo estado e trocado conhecimentos com profissionais de 26 Estados e mais o Distrito Federal. Conheço muito bem a realidade do mercado e meu intuito é apontar ferramentas e argumentos que deixem o arquiteto mais seguro para apresentar e valorizar seu trabalho”, destacou o palestrante.



Para obter mais informações visite caumt

Comentários

07/08/2018

LANÇAMENTO DO NOVO LIVRO (São Paulo)

(Publicado em 07/08/2007)





Aconteceu nesta terça-feira, dia 07 de agosto, no Instituto de Engenharia, em São Paulo, o LANÇAMENTO NACIONAL do livro "NEGOCIAR E VENDER SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA - os fundamentos das negociações bem sucedidas" novo livro do engenheiro Ênio Padilha.

O evento contou com a participação de profissionais de São Paulo e região, além da presença ilustre de Manoel Henrique Campos Botelho, autor do prefácio, e Maria Clara de Maio, autora da apresentação do livro.

Foi realizada uma palestra de apresentação do tema, pelo engenheiro Ênio Padilha, com as conclusões do livro e considerações sobre a Valorização Profissional.

Manoel Henrique Campos Botelho, em sua fala, ressaltou a coragem do autor em desenvolver um trabalho de repercussão nacional mesmo sem estar baseado em um grande centro como São Paulo ou Rio de Janeiro. E reiterou o que já havia escrito no prefácio, destacando a importância deste trabalho de disseminação (e inseminação) desses conceitos pelo Brasil a fora.

Neste seu 5º livro, o engenheiro e escritor Ênio Padilha aborda uma das principais dificuldades enfrentadas por engenheiros e arquitetos que é a negociação dos serviços. Como nos livros anteriores, mitos e crenças disseminadas pelo senso comum são atacados e desfeitos, à força de esclarecimentos técnicos, e um conjunto de argumentos que podem ser utilizados pelos profissionais no campo.

Baseado nos cursos apresentados desde 1997, e que já contaram com a participação de 15 mil profissionais em 155 cidades de todos os Estados brasileiros, o livro parte de um conjunto de pressupostos intrigantes (e instigantes), como, por exemplo, o de que "os clientes não sabem comprar serviços de Engenharia e Arquitetura, e este deve ser o primeiro problema a ser enfrentado pelos profissionais"; outro pressuposto é o de que "os clientes dos engenheiros e arquitetos não são sensíveis ao preço. A questão do preço não é um problema real. É, antes, o resultado do comportamento dos profissionais nas negociações." Além disso, o livro dedica-se a explorar as diversas particularidades dos serviços de Engenharia e Arquitetura, e as conseqüências que essas características apresentam para o marketing e para as negociações.

O livro aborda os mesmos tópicos do curso homônimo e traz alguns capítulos adicionais, como "Orçamentos e Contratos", que inclui exemplos completos.


Veja, abaixo, fotos do lançamento em São Paulo:





IMAGENS DO EVENTO


Palestra de Apresentação do Livro

Com o grande Manoel Henrique Campos Botelho, autor do prefácio

Com Maria Clara de Maio, autora da apresentação do livro

Com Manoel Botelho e João Ernesto (Diretor do Instituto de Engenharia

Autografando livros para os presentes

Autografando livro para Roseli Coimbra, do Instituto de Engenharia



---Artigo2007





Os fundamentos das negociações bem sucedidas

ÊNIO PADILHA
4ª ed. 2014
176 páginas
ISBN: 978-85-7782-010-8 - OitoNoveTrês Editora
Apresentação de Maria Clara de Maio (editora da Revista Lume Arquitetura – São Paulo)
Prefácio de Manoel Henrique Campos Botelho (Autor do livro “Concreto Armado, Eu te Amo”)

---Divulga_Livro5





Deixe AQUI o seu comentário

25/07/2018

OS LIVROS DE ÊNIO PADILHA



NEGOCIAR E VENDER SERVIÇOS DE ENGENHARIA E ARQUITETURA é um livro com 12 capítulos que apresenta de forma clara e objetiva as principais questões que impactam os processos de negociação de serviços de Engenharia e de Arquitetura.
Um detalhe: o primeiro capítulo apresenta as conclusões. Isso mesmo. No primeiro capítulo o leitor é informado sobre as conclusões a que ele chegará após a leitura do livro. E os outros 11 capítulos precisam dar conta da promessa.
O livro já está na 5ª edição. Até hoje ninguém reclamou de propaganda enganosa ou coisa assim…


Conheça um pouquinhos dos outros livros

23/07/2018

O MAIOR NÚMERO PRIMO JÁ DESCOBERTO
(e porque isto é tão importante)

(Publicado em 09/01/2018)





Um engenheiro eletricista de 51 anos, morador de uma cidade de 40 mil habitantes no sudeste americano, fez uma descoberta científica marcante. Jonathan Pace passou os últimos 14 anos rodando um software em seu computador com um único objetivo: descobrir o maior número primo já catalogado por matemáticos.



Leia mais em NEXO JORNAL.

Deixe aqui seu comentário


1 2 3 4 5 6 »

Desenvolvido por Área Local