Notas de "ALIRUBIT"

02/08/2017

SANTA CRUZ DO SUL E SÃO LEOPOLDO

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20/07/2017

53 ANOS DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ

(Publicado em 20/07/2017)





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03/05/2017

CREAJR-SC MAIS UMA VEZ, DANDO SHOW DE COMPETÊNCIA

(Publicado em 03/05/2017)





Adoro fazer palestra para estudantes e para recém-formados. É uma satisfação poder contribuir com a minha experiência (e com os meus estudos e pesquisas) para a formação desses jovens.

Mas, infelizmente, não posso fazer isso de graça. É o meu trabalho. Dar palestras e cursos é o que eu faço para ganhar meu dinheiro honestamente.

Então, para resolver isso, há uns 8 anos, criamos (aqui na OitoNoveTrês) o Projeto Universidades, que é um conjunto de facilidades oferecidas para estudantes (Centros Acadêmicos ou Coordenações de Curso) para a contratação de nossas palestras.

Existe a possibilidade de contratar as palestras com um bom desconto ou então a possibilidade de receber a palestra de graça mediante a compra de um pacote dos meus livros.

De forma simplificada, funciona assim: o Centro Acadêmico ou a Coordenação do Curso adquire, com um desconto de 10% uma certa quantidade de livros (de 60 a 125 exemplares, dependendo da região do Brasil) e eu faço a palestra sem cobrar honorários.

A vantagem dessa Proposta é que, além de não pagar honorários pela palestra, a Universidade ou o Centro Acadêmico ainda pode recuperar - com lucro - o valor investido, ao vender os livros, pelo preço de capa, para os estudantes, professores e profissionais da comunidade.

Num evento bem administrado, o custo será zero, pois o lucro da venda dos livros poderá ser utilizado até para o pagamento das passagens aéreas do palestrante.

Muitas universidades têm feito essa opção nos últimos anos. E eu tenho tido esse prazer de participar de eventos universitários e de CreasJr em todo o Brasil.

Na última sexta-feira, dia 28/04/2017, aconteceu em Lages, onde a moçada do CreaJr-SC deu um show de competência empreendedora. Além de vender antecipadamente todos os livros adquiridos, ainda me pediu para levar mais alguns livros no dia da viagem e venderam muito mais na hora da palestra.

Venderam para os colegas estudantes, venderam para os professores, venderam para profissionais da região... enfim, fizeram um trabalho bacana e inteligente.

Parabéns ao Michael Douglas Xavier Silva, coordenador regional do CreaJr-SC em Lages. Parabéns a toda a sua equipe.
Parabéns pela organização do evento. Parabéns pela lição de empreendedorismo e competência que o seu time deu a todos os colegas.

E obrigado por me permitir continuar fazendo uma das coisas que eu mais gosto: apresentar palestras para estudantes e jovens profissionais.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2017

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27/04/2017

ZÉ LEITE E O RÁDIO

(Publicado em 20/07/2002)



Esta história (real) faz parte de um conjunto que eu chamo "DE SEGUNDA MÃO" pois são crônicas feitas sobre histórias contadas ou escritas por outras pessoas.

Eu não invento nem aumento nada. Apenas reescrevo.

Essa quem me contou foi o Zé Leite, que escreveu um livro interessante sobre história da empresa Ypióca, fabricante de uma das mais tradicionais cachaças do Brasil.  Zé Leite trabalha nessa empresa há mais de 50 anos. Quando ele chegou em Maranguape, no Ceará, em 1949, com 22 anos de idade, já tinha participado da 2a Guerra Mundial, servindo à bordo do encouraçado São Paulo, onde tinha feito o curso de Máquinas, Motores e Caldeiras.

Em Maranguape logo ganhou notoriedade como um "Sabe-Tudo".

Consertava coisas, aplicava injeções, explicava o funcionamento das máquinas mais complicadas...

Um dia a mãe da namorada mandou chamar.  A máquina de bordar tinha parado de funcionar.

Zé Leite teve calafrios.  Nunca tinha consertado uma máquina daquelas.  Mas a futura sogra confiava tanto nele que só entregaria a ele tão importante equipamento.

Ele então pegou a mala de ferramentas e se foi, rezando pelo caminho.  Lá chegando, sem saber direito o que fazer, passou a desmontar a máquina, peça por peça.   Depois fez uma boa limpeza e começou a montar tudo direitinho.
Decretou a si próprio que, se não conseguisse montar a máquina e fazê-la funcionar, perderia a própria namorada, porque jamais voltaria àquela casa.

Para seu alívio a máquina de bordar, depois de remontada, funcionou maravilhosamente e ficou então provado que Zé Leite era mesmo um Sabe-Tudo.

Ele transpirava felicidade e autoconfiança.  A namorada sorria orgulhosa.   Tudo corria às mil maravilhas quando dona Angelita (a sogra) entusiasmada com as habilidades e conhecimentos do futuro genro, acabou com a alegria do rapaz.

"Esse meu rádio", disse ela "não anda bom.   Pode pifar de uma hora pra outra.   E vai precisar dos seus cuidados."

Zé leite ficou internamente apavorado.  Aquele rádio era um dos primeiros a serem fabricados no Brasil.  Um monstrengo.  Mais parecia um guarda-roupas.  Funcionava com duas baterias de automóvel (que, naquela época eram muito maiores do que as de hoje em dia).  Daquele "bicho" o Sabe-Tudo só sabia era "Ligar" e "Desligar"...

Por isso, após a "advertência" da sogra, Zé Leite passou a reduzir as visitas à casa da namorada, com medo de que, a qualquer momento, aquele maldito rádio lhe fizesse uma surpresa desagradável.

Nas poucas vezes que ia aquela casa, sentava-se de costas para o rádio, que passou a ser um martírio constante nos seus pensamentos.  Chegava a ter pesadelos, o coitado.  Rezava, pedindo a Deus uma solução para o caso.

Um belo dia chegou um emissário de dona Angelita, dizendo que ela precisava falar com ele e que era urgente.  Zé Leite quis saber do que se tratava e a pessoa respondeu, "não sei bem, mas é algo relacionado a um rádio..."

Pronto.   Tinha chegado o dia.   O dia do fim de tudo.   O juízo final!

Zé leite pegou a mala de ferramentas e seguiu em direção ao sacrifício.  No caminho não disse uma única palavra.  Estava mudo e pensativo.

Pensava na decepção de dona Angelita.  Na vergonha que ele passaria.  No desgosto da namorada...

Quando chegaram a sogra veio recebê-los no terreiro, com a triste notícia: "Levaram o rádio, Zé Leite.  O rádio foi roubado?"

Zé leite teve de se controlar para não abrir um grande sorriso de felicidade.  Mal prestou atenção no apelo da sogra para que ele ajudasse a procurar o ladrão (ou os ladrões).

Mas esse era o trabalho que Zé Leite faria com o maior prazer (e com nenhuma intenção de sucesso, é claro!)

Nunca encontraram o tal rádio.  Mas Zé Leite rezou muito para Deus, agradecendo pela graça alcançada.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




---Artigo2002

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16/02/2017

TIROU AS PALAVRAS DA MINHA BOCA

(Publicado em 16/02/2017)





Sabe quando você lê um artigo e tem aquela sensação de "era exatamente isso o que eu queria ter dito!"? Pois foi isso o que eu senti quando li o artigo FÓRMULAS, TRUQUES, GURUS E GAVIÕES escrito de forma brilhante por Cristiano Chaussard um jovem autor catarinense o qual eu ainda não tive o prazer de conhecer pessoalmente.

Eu mesmo já havia abordado este tema algumas vezes, como no artigo POR QUE NÃO INCLUO GATILHOS MENTAIS NO CONTEÚDO DOS MEUS CURSOS E PALESTRAS? mas estava faltando uma análise mais precisa, mais didática e mais completa.

Tá aí. Leia! É só clicar sobre a imagem que ilustra este post.




ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2017

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04/02/2017

400 VEZES!

(Publicado em 04/02/2017)



Mais de 8 mil colegas arquitetos, engenheiros, administradores e estudantes que se inscreveram no nosso site nos últimos 18 anos estão recebendo hoje (e ao longo deste final de semana) o nosso boletim semanal TRÊS MINUTOS de número 400.

Isso mesmo. Desde o primeiro envio, em janeiro de 2000 até hoje já foram 400 edições. As primeiras (acredite) foram por fax.

A ideia é sempre a mesma. Um email com o texto integral de um artigo inédito, sobre administração de escritórios, gestão de carreira, marketing de serviços ou marca pessoal (eventualmente, algum artigo sobre valorização profissional).

Além disso, o Três minutos serve também para informar os leitores sobre a nossa agenda de palestras e cursos.

Se você ainda não recebe o nosso TRÊS MINUTOS toda semana, inscreva-se ali na coluna da direita. É rapidinho. Você só precisa informar o nome, profissão, cidade, estado e o email. Pronto. Na semana que vem você já vai ser o primeiro a saber das coisas.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2017

26/01/2017

DESCULPA AÍ, MAS VOU FALAR
É sobre os rapazes e moças do CreaJr

(Publicado em 26/01/2017)



Todo mundo sabe o empenho que eu tenho em ajudar os movimentos de estudantes e jovens profissionais. Há mais de seis anos criamos aqui o PROJETO UNIVERSIDADES que cria imensas facilidades para que palestras minhas sejam realizadas em Semanas de Engenharia ou em eventos destinados para estudantes ou profissionais recém-formados.

Mas algumas vezes eu tenho visto coisas que me dão nos nervos. Nesta semana aconteceu de novo (e já aconteceu umas oito vezes!): o líder do CreaJr de um estado pediu uma palestra minha num evento da organização local. Por coincidência havia um curso meu programado para a cidade e isto permitiria fazer um aproveitamento de agenda.

O meu cliente do tal evento, que também apoia os movimentos jovens, além de estar bancando as passagens aéreas, resolveu também ceder o espaço físico para a realização do evento dos moços.

Para facilitar ainda mais, resolvi passar para o tal CreaJr apenas um custo simbólico (pra não dizer que a palestra seria totalmente de graça).

Funcionaria assim: eles (o CreaJr) comprariam da minha editora (com 11% de desconto) uma caixa com 30 exemplares do livro MANUAL DO ENGENHEIRO RECÉM-FORMADO. Só isso! E eu apresentaria a palestra, com o maior prazer.

Observem que, para recuperar o dinheiro de volta (com lucro) bastaria vender os 30 exemplares. Pronto. Tava resolvido. Com o lucro eles pagariam uma diária de hotel (que era o único custo extra que eles teriam).

((lembrando que, mesmo pelo PROJETO UNIVERSIDADES, o normal seria eles adquirirem 100 exemplares))

Pois bem. Ontem recebi a resposta: "infelizmente os nossos recursos para essa atividade não esta atendendo a suas solicitações, pois o creajr xx está começando suas atividades com uma nova coordenação, pois gostaríamos muito da sua presença em nossos eventos, peço desculpa pela demora, pois estávamos a procura de patrocinadores para esse workshop."

O que??? Não têm recursos? Como assim? Eu dei a vocês os recursos! Vocês só tinham que tirar a bunda da cadeira e vender 30 livros. Qual é a dificuldade? Os alunos não compram livros? Os amigos não compram livros? Os professores de vocês não compram livros? Vocês não têm amigos engenheiros? 30 livros! (ou vocês entenderam errado, e estavam pensando que eu falei 300 livros?)

Gente, liderança estudantil tem de ter um mínimo de espírito empreendedor. Espírito realizador. Tem de ser ágil, inteligente, articulado. Não é só ficar postando coisas bonitinhas no Facebook não. Tem de se levantar e fazer o trabalho.

Se é verdade que vocês "queriam muito" a minha presença no evento, desculpa aí, mas vocês não fizeram a lição de casa. E, se vocês não conseguem realizar um evento como este, "mamão com açúcar" vocês vão criar uma organização tutelada por provedores de recursos. E vocês sabem muito bem do que eu estou falando

#ProntoFalei!



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2017 ---CreaJr

Comentário do Ênio PadilhaTEM GENTE QUE SÓ APRENDE O QUE JÁ SABE
Mais cedo, pela manhã, publiquei aqui um texto sobre a falta de senso empreendedor do CreaJr de um certo estado.

Teve muitos comentários. Muitos à favor e muitos contra. Dos comentários contrários, muitos reclamavam do fato de eu ter generalizado o comportamento para todo o CreaJr.

É verdade. Cometi este erro. Peço desculpas.

Escrevi, depois, em dois comentários, uma correção, que faço questão de repetir aqui: "FELIZMENTE, não é um problema generalizado. Mas ocorre em 30 ou 40% dos casos, o que eu já considero alarmante."

Portanto, no CreaJr da maioria dos estados a coisa vai bem. Existem, sim, lideranças de qualidade e que são, de verdade, empreendedores, líderes, inovadores e operativos.

Mas a maioria desses bons líderes (com ou sem mandato atual) nem se manifestou. Leu, curtiu, entendeu a mensagem e seguiu na vida.

Dentre os que comentário, infelizmente, a maioria passou direto pelo que realmente importava e ocupou-se apenas em atacar o autor, como se isso resolvesse o problema (pior, como se o autor fosse inimigo do CreaJr). Essas pessoas, infelizmente, estão perdendo uma oportunidade de crescer como liderança empreendedora, inovadora e proativa.

Aí lembrei de um artigo que eu publiquei há 10 anos, sobre o mesmo tema, só que tratando das entidades de classe. (preste atenção moçada: os dois textos tratam do mesmo tema)

Naquela época houve o mesmo tipo de reação. Muitos presidentes de entidades ficaram de mal comigo.

O tempo passou. Hoje, dez anos depois, quase todas as entidades de classe, no Brasil inteiro, estão quebradas. Sabe por que? Porque ninguém levou à sério o que eu escrevi. Porque eu escrevi uma coisa que eles não queriam aprender. Porque tem gente que só aprende o que já sabe.

Leia AQUI o texto de 2007

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01/09/2016

LEGADO DE JOBS
(Criação do VIVER DE BLOG)

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18/07/2016

COMO SE RELACIONAR COM O SEU PRINCIPAL CONCORRENTE

Airbus e Boing competem acirradamente, todos os dias, no mundo inteiro, pela produção e comercialização de grandes aeronaves.
Agora a Boing completa 100 anos de existência.

Empregados da Airbus (incluindo membros da alta gerência) gravaram um vídeo com uma mensagem para a concorrente.
Dá uma olhada!





Uma tradução livre seria mais ou menos a seguinte:

"ultimamente temos ouvido falar muito sobre a Boing. Sobre o seu 100º aniversário neste ano.
100 anos é muito tempo. Muitos produtos foram feitos nesses anos. Muitos aviões, muita competição dura no mercado de aeronaves. Muita história.

Isso nos deixou (aqui na Airbus) pensando: Nos da Airbus competimos duro com a Boing, dia sim e dia não, brigando por cada pedido. Trabalhando incansavelmente para conectar e proteger pessoas ao redor do mundo, inovando todos os dias, e fazemos tudo isso na competição com a Boing.

O que teríamos a dizer a Boing? O que poderíamos dizer aos nossos concorrentes no momento em que eles completam 100 anos de bons negócios?

Nós, da Airbus achamos que a resposta é óbvia: todas as 150 mil pessoas no grupo Airbus temos apenas uma coisa para dizer a Boing.

UMA COISA:

Parabéns...
Parabéns...
Parabéns...
Feliz aniversário de 100 anos

Parabéns, Boing. Um brinde pelo que vem pela frente. Um brinde por uma concorrência saudável nos próximos 100 anos. Um brinde ao futuro.

De todos nós da Airbus para todos vocês da Boing

Feliz aniversário Boing. E obrigado pela competição que nos torna melhores.

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13/07/2016

ESTUDANTE DE ENGENHARIA PREPARA LIVRO

(Publicado em 13/07/2016)



Ana Luisa Almeida, estudante de Engenharia Química da UFBA está produzindo o livro "O QUE APRENDI NA ENGENHARIA: muito mais do que limites e derivadas, lições de vida" no qual pretende compartilhar os aprendizados de coaching, programação neurolinguistica, empreendedorismo e produtividade que fazem sentido "na sua jornada como ser humano, universitária, futura engenheira (loading...) e por ai vai".

Para isso, lançou-se na empreitada de um crowdfunding para arrecadar R$10.000,00 e imprimir 500 exemplares do livro, de forma independente.

Clique AQUI, conheça o projeto e faça a sua contribuição.

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