Notas de "ALIRUBIT"

20/06/2016

VISITA À OBRA (com o arquiteto Jean Tosetto)

Antes da concretagem das estacas que compõem as fundações de uma construção, é importante fazer a conferência de suas posições com o auxílio do gabarito no canteiro de obra.





Assista o vídeo. Vale a pena.

03/06/2016

CARTA AOS PARENTES E AMIGOS

(Publicado em 8/02/2013)



O texto abaixo é uma sugestão de carta que os Arquitetos e Engenheiros devem escrever e enviar para todos os parentes e melhores amigos para que não haja nenhuma dúvida sobre como serão os negócios entre eles. Dá uma olhada:



"QUERIDOS PARENTES E AMIGOS
Amo vocês, de coração. E agradeço muito pelo apoio e pela torcida de vocês para que eu me formasse arquiteto (engenheiro). Valeu demais.

Mas, gostaria de lembrar a todos que Arquitetura (Engenharia) não é apenas uma atividade humana interessante, cheia de criatividade, energia e desafios.
Arquitetura (Engenharia) é, antes de tudo, um negócio. O meu negócio.

Arquitetura (Engenharia) é o trabalho que eu escolhi para ganhar a vida, crescer, progredir e vencer.

Por isto, neste meu negócio, decidi estabelecer a seguinte regra: PARENTES E AMIGOS PAGAM 20% A MAIS PELOS MEUS SERVIÇOS.

Esta regra tem algumas explicações e justificativas. Aqui vão elas:

1) Parentes e amigos merecem, sempre, um atendimento especial e diferenciado. Não existe essa conversa de que TODOS OS CLIENTES SÃO IGUAIS. Alguns são, definitivamente, mais iguais do que outros. Não tem como fingir que é um trabalho qualquer feito para um cliente comum. Um parente não é um cliente comum. É alguém especial. Em projetos feitos para parentes ou amigos, o erro (por menor que seja) não é uma opção. Tudo precisa ser feito, refeito, conferido e reanalisado para garantir a qualidade total e absoluta. Isso é bom para o parente. Mas é uma dificuldade extra para o arquiteto (engenheiro). Se a dificuldade é maior, nada mais justo do que uma remuneração maior, concordam?

2) Parentes e amigos são, em geral, mais folgados. Isto se dá por conta da proximidade e da intimidade compartilhada. Um parente fica muito mais à vontade para pedir algo além da conta, ultrapassando, algumas vezes, até mesmo a linha do bom senso;

3) Em decorrência do já exposto no item acima, os parentes e amigos também são mais propensos a reclamar com facilidade (e veemência) de qualquer problema. Se fosse um cliente comum eu poderia discutir, brigar, dizer umas verdades, endurecer o jogo. Porém, quando é parente ou amigo é preciso relevar, ter mais paciência, para não aumentar problemas e gerar desconfortos nas festas de Natal, Ano Novo, Páscoa, Aniversários e outros churrascos;

4) O parente (ou amigo) tem mais liberdades comigo. Certamente tem meus contatos pessoais. Vai ligar fora de hora, para falar de um assunto pessoal qualquer e, no meio da conversa vai começar a falar do projeto ou da obra em andamento. Não tem como evitar. Quando eu me der conta já estarei trabalhando, em pleno domingo de manhã.

5) Por último mas não menos importante, os amigos e os parentes são, naturalmente, as pessoas que têm mais interesse no meu progresso. Querem que eu progrida profissionalmente e fique rico logo. Portanto, é natural que eles tenham a disposição e o desejo de me ajudar a alcançar esses objetivos o mais rápido possível.
Se alguém pode me ajudar a crescer como Arquiteto (engenheiro), certamente são meus parentes e amigos. Para pedir descontos eu já tenho todos os outros clientes (os que não são meus parentes, nem meus amigos e, portanto, sentem-se mais à vontade para tentar arrancar a minha pele).

IMPORTANTE: Meus pais, meus irmãos e meus filhos estão isentos desta regra. Para eles é tudo, do bom, do melhor, de graça e para sempre! (porque a recíproca sempre foi e será verdadeira)" (coloque aqui o seu nome e assinatura)



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2016 ---Administração ---Financeira

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19/05/2016

DISCURSO NO LANÇAMENTO DO LIVRO

(Publicado em 19/05/2016)



Transcrevo, abaixo, a integra do meu discurso de 10 minutos ontem, na cerimônia de lançamento do livro JOSÉ MARIA NUNES - a história de um vencedor no esporte e na vida



"Eu hoje estou realizando um sonho. Quem me conhece sabe disso. Eu escrevo profissionalmente (publico o que eu escrevo) há mais de 30 anos. Já tenho nove livros publicados. Este é o décimo. Mas eu sempre quis escrever uma biografia. Eu sempre quis escrever biografias. Histórias de pessoas ou de instituições. E sempre quis, especificamente, escrever a biografia do José Maria Nunes. Há, pelo menos, uns quinze anos que eu tenho dito isto a ele, sempre. Portanto, hoje eu estou realizando um sonho. Um sonho que eu sempre considerei muito importante.

E quando você realiza um sonho importante, como está acontecendo hoje, você tem de se perguntar "a quem eu devo isto? Quem me trouxe até aqui? Quem contribuiu para que eu pudesse estar aqui hoje comemorando essa coisa tão bacana?"

Vou enumerar. Me permitam. Vou começar com a minha família. A Áurea e a Ana Clara que estão presentes, a Maria Helena, que não está presente, mas que participou de tudo isso... agradecer por tudo, pela vida toda de comprometimentos e contribuições. Mas agradecer pelo carinho e pela compreensão, nesse episódio de produção deste livro. Especialmente nos últimos 5 meses, que eu fiquei meio que irreconhecível. Eu não tinha cabeça pra qualquer outra coisa. Eu não falava em outra coisa. Elas, coitadas, eram obrigadas a ler todas as coisas que eu escrevia, porque eu tinha de contar pra alguém cada nova descoberta, cada novidade que aparecia da garimpagem de informações.

Foi uma experiência muito rica a produção desse livro mas contou com a contribuição importantíssima das três. Áurea, Ana Clara, Maria Helena, beijo pra vocês.

Outras pessoas que eu preciso agradecer, porque foram fundamentais nesse processo, são as pessoas com as quais eu entrei em contato, durante a produção do livro. Pessoas que eu entrevistei, que me prestaram informações, algumas dessas pessoas abriram seus corações, contaram histórias, remexeram em arquivos físicos (as caixas de documentos e fotografias antigas) mas também nos seus arquivos emocionais. Tiveram que retornar a histórias, algumas que talvez até nem quisessem mais lembrar, mas fizeram esse esforço e eu tenho de agradecer muito, pela consideração e pelo fato de que essas pessoas perceberam a importância do trabalho que estava sendo feito e me ajudaram muito, muito muito.

Pessoas em situação muito confortável que poderiam perfeitamente ter ignorado os meus pedidos e não ter dado importância ao processo, interromperam suas atividades para me atender. Teve gente que, depois de ser entrevistado, foi procurado muitas outras vezes, para confirmar detalhes ou fornecer novas informações e, ainda assim, mantiveram a boa vontade. (Eu não vou citar nomes pra não ser injusto em caso de esquecimento de alguém, porque todos, sem exceção, foram muito atenciosos).

Quero agradecer também ao IFSC - Campus de Jaraguá do Sul, por nos permitir fazer o primeiro lançamento deste livro numa solenidade tão importante. Na abertura das comemorações dos 22 anos da escola, com a presença dessa Orquestra Sinfônica tão bacana, tão bonita, com um público maravilhoso. Isso é um presente que a escola está dando pra gente e nós agradecemos muito por isso.

Outro importante agradecimento é ao próprio José Maria Nunes. Quando eu fui convidado/designado para escrever o livro eu deixei algumas coisas estabelecidas. Ele não teria direito a interferir no que eu fosse escrever. Eu poderia escrever o que eu quisesse, da maneira que eu quisesse com a abordagem que eu entendesse ser a mais apropriada. Ele poderia, no máximo, vetar alguma coisa. Jamais acrescentar alguma coisa ou impor qualquer tipo de abordagem.

É importante dizer, aqui, que ele, em nenhum momento, pediu ou sugeriu qualquer mudança no texto original. Foi tudo muito tranquilo quanto a isso.
Logo que começaram as entrevistas ele já deve ter percebido "como é que a banda iria tocar". Foram 37 horas de entrevistas gravadas em vídeo (só com o José Maria Nunes) para se construir a história de base, a cronologia dos fatos.
Depois disso veio a pesquisa de documentos, depoimentos de outras pessoas, registros de revistas, jornais, amigos, conhecidos e por aí a fora.

O Nunes, com certeza, quando a gente iniciou o processo, ele não tinha uma noção clara do que seria aquilo nem do nível de profundidade que a coisa iria alcançar. Ele não tinha ideia de como ele teria de remexer nos seus arquivos (físicos e emocionais), de como ele teria de desenterrar histórias antigas. espremer a memória, lembrar os nomes de quem poderia confirmar as datas ou os fatos...

Algumas vezes a mesma história surgia novamente, com muito mais luzes, por conta de algum detalhe recém descoberto (ou desencavado em algum arquivo ou na informação fornecida por algum entrevistado) e isto ia tornando a descrição cada vez mais rica.

É necessário agradecer ao Nunes pelo esforço que ele fez nesse processo todo, para que a pesquisa caminhasse no ritmo necessário. E agradecer, sobretudo, a confiança que ele teve em mim. Por me permitir escrever. E me permitir escrever da forma como eu pude escrever.

Essa confiança que o Nunes teve em mim, eu recebi também da família dele. E quero agradecer aqui, publicamente. O João, o Tião, a Helena as outras irmãs e irmãos, a mãe dele. Eu percebi, eu senti uma confiança imensa no meu trabalho. Eu sentia neles uma certeza de que eu estava fazendo o melhor que podia ser feito para que a história fosse bem contada. Em momento algum nenhum deles fez qualquer comentário que denotasse qualquer nível de dúvida sobre o que estava sendo pesquisado e escrito. E é importante dizer que eu estava contando a história deles também. Seria, portanto, aceitável e razoável qualquer nível de preocupação nesse sentido. A eles o que eu tenho a dizer é "muito obrigado pela confiança. Foi muito importante."

Agora vamos ao livro. Eu sempre achei a história do Nunes uma história espetacular. Uma história fantástica! Uma história que merecia ser contada. Mais do que isso. Eu achava que a história merecia ser bem contada. Porque o Nunes tem múltiplas histórias. Muita gente conhece o Nunes atleta. Muita gente conhece o Nunes professor, muita gente conhece o Nunes da política, outros só o conheceram agora, nas atividades na área da saúde. Muito pouca gente conhece a história toda. Pra conseguir entender as razões que o levaram a tomar essa ou aquela decisão. A assumir este ou aquele comportamento em determinadas circunstâncias.

Alguns atletas, que foram contemporâneos do Nunes, que dividiam a pista com ele, disputando os troféus e as medalhas, muitas vezes não sabiam (e não sabem até hoje) qual é a história por trás daquele atleta campeão. As pessoas que trabalharam até recentemente com ele, na área da educação e que hoje se relacionam com ele, na área da saúde, algumas vezes nem sabem que ele foi um grande campeão. E, quando sabem, não dimensionam corretamente o que isso significa.

A história dele é muito rica. Uma história com muitas revoluções. E a maioria dessas revoluções (e isso, talvez, seja a coisa que mais me fascina) são revoluções pela educação. Ele realmente acredita na educação. Ele é a prova viva de que a educação faz a diferença. Ele conseguiu, de fato, resgatar uma família. Mas muito mais do que isso. Temos aqui, nesse auditório algumas testemunhas (eu sou uma dessas testemunhas) de quantas outras pessoas foram resgatadas e tão ajudadas quanto os seus próprios familiares. No livro eu conto, em duas páginas, o meu caso. De como ele me acolheu na casa dele, num momento em que eu não tinha nenhum valor para ele como atleta ou como o que quer que fosse. Ele não tinha nada a ganhar comigo, naquele momento. Mas me ajudou mesmo assim.

Mais tarde eu vim a descobrir que ele fazia isso sempre, com muita gente. Na minha pesquisa eu descobri inúmeras pessoas que ele levou para morar na casa dele, em momentos de dificuldades. Ele ajudou, ele arrumou casa, ele arrumou emprego, ele ajeitou a vida... centenas de pessoas. Ele tem uma generosidade absurda! Uma vontade de contribuir enorme.

As vezes, pelo ímpeto com que ele se lança aos seus desafios ele pode não ter sido bem compreendido. Mas eu tive a felicidade de perceber, durante as conversas com alguns dos entrevistados que, ao tomarem conhecimento de outros fatos ou tendo sido informados de forma mais clara das circunstâncias em que determinadas coisas aconteceram, buscaram fazer uma reflexão ou fazer uma revisão sobre os pontos de vistas já cristalizados. Achei isso muito bacana.

Muita gente (viu, Nunes?), nesses últimos dois ou três dias, entraram em contato comigo, porque não poderiam estar aqui hoje. Eles diziam, "por favor, diga pro Nunes que, se eu pudesse estaria lá. Diz pra ele que não foi por falta de vontade ou de interesse..." ou seja, essas pessoas queriam mesmo estar aqui hoje. Infelizmente, não foi possível para todos. Mas, certamente haverá outras oportunidades. Pessoas como o Paulo Cesar Zimmer, o Otmar Lothar Welsch, que tiveram passagens marcantes na carreira do Nunes, como atletas, como professores, como treinadores de atletismo e assim, muitas outras pessoas.

Mas nós valorizamos muito as pessoas que puderam estar aqui hoje. Que saÍram do conforto de suas casas e vieram prestigiar esse evento. Agradecemos muito.

Eu espero que vocês gostem do livro. Tenham certeza de que o livro foi escrito com muita paixão, com muita vontade de fazer um texto limpo, certeiro e que, efetivamente contasse a história toda e que contasse cada uma das etapas, cada uma das transformações pelas quais ele passou bem como as consequências que essas transformações tiveram pra ele e para todas as pessoas que tiveram (e têm, ainda) o privilégio de conviver com ele e de usufruir dessa generosidade que ele dispensa ao mundo inteiro.

Muito obrigado"



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2016 ---Administração ---Financeira

22/04/2016

ORDEM DOS ENGENHEIROS DE PORTUGAL TEM NOVO BASTONÁRIO

(Publicado em 22/04/2016)



Carlos Mineiro Aires foi eleito Bastonário da Ordem dos Engenheiros para o triénio 2016-2019.
Mineiro Aires, candidato pela Lista A, venceu com 71,7 por cento dos votos, já Paulo Bispo Vargas, candidato da Lista B, somou 25,4 por cento dos votos. A tomada de posse oficial será no dia 9 de maio.

A acompanhar o novo Bastonário estão Carlos Loureiro e Fernando Almeida Santos, na qualidade de vice-presidentes nacionais.

Também nas Regiões a vitória pertenceu à Lista A. A Região Norte da Ordem dos Engenheiros elegeu para presidente Joaquim Poças Martins. No centro do país foi eleito Armando da Silva Afonso, enquanto os engenheiros do Sul votaram em António Laranjo da Silva.
Os presidentes eleitos na Madeira e nos Açores são, respetivamente, Pedro Jardim Fernandes e Paulo Botelho Moniz.

A Assembleia de Representantes é presidida por Fernando Santo, bastonário da Ordem entre 2004 e 2010, e candidato ao cargo pela mesma Lista.

A Ordem dos Engenheiros apurou 6.333 votos, dos quais mais de 90 por cento foram exercidos por votação eletrónica, seguidos dos votos presenciais e só depois a votação por correspondência.



Para obter mais informações visite www.ordemengenheiros.pt




Colaboração do colega Guilherme Buest, de Portugal.

14/01/2016

ENGENHEIROS E ARQUITETOS DEVERIAM SABER FAZER CONTAS.

(Publicado em 14/01/2016)



Tenho visto muitas manifestações nas redes sociais (no Facebook, principalmente) criticando os investimentos públicos no Carnaval do Rio de Janeiro, num período em que a Saúde padece de importantes dificuldades financeiras.

Compreendo a indignação quando à falta de investimento de recursos na saúde. É uma coisa grave. Mas relacionar uma coisa com a outra NÃO É INTELIGENTE. É coisa de quem não pensa direito (e os colegas engenheiros e arquitetos, depois de tantas aulas de matemática e física, deveriam ter desenvolvido uma boa dose de raciocínio lógico e pensamento organizado).

A primeira pergunta que a pessoa deveria fazer antes de publicar ou compartilhar um post do tipo "TEM DINHEIRO PARA O CARNAVAL MAS NÃO TEM DINHEIRO PARA OS HOSPITAIS" é "Quanto dinheiro a prefeitura do Rio de Janeiro investiu ou irá investir no Carnaval de 2016?"

Bom, até onde eu sei, o investimento alcança valores da ordem de R$ 60 milhões. Esse dinheiro é distribuído entre as escolas do grupo especial e do grupo de acesso, alguns blocos, shows, bailes, estrutura de rua, como decoração, banheiros químicos, chuveiros, energia elétrica, além de impressos, e pessoal extra). Se alguém tiver, de fonte segura, números diferentes, por favor, me esclareça.

E de quanto dinheiro estamos falando quando o assunto são os hospitais públicos do Rio de Janeiro?

Até onde eu sei, o orçamento proposto para a saúde, no Rio de Janeiro, para 2016 é de R$ 79 bilhões (SETENTA E NOVE BILHÕES!). Se descontarmos aí todo o exagero possível e o provável não cumprimento do orçamento proposto (vamos supor que haja um rombo de absurdos 25%) teremos R$ 60 bilhões.

Nesse caso, o investimento no Carnaval corresponde a 0,1% (confere aí, colega? UM MILÉSIMO!)

Além disso, nossos colegas indignados do Facebook não estão considerando que o Carnaval é uma máquina de fazer o Rio de Janeiro ganhar dinheiro. É, provavelmente, o evento mais lucrativo do ano na cidade, todos os anos.

E de quanto dinheiro estamos falando? Até onde eu sei (de ler notícias nos sites de informação) é coisa de 3 bilhões. Dinheiro que entra nos hotéis, nos restaurantes, nas lanchonetes, nos bares, nos clubes, nas agências de viagem, nos transportes coletivos, etc. gerando emprego e renda para muita gente e mais investimentos na cidade ao longo do ano (depois do carnaval)

Portanto, Carnaval é um bom negócio para a cidade. Deixar de fazer o carnaval para investir na saúde seria uma péssima escolha. Com um milésimo a mais de recursos a saúde não sairia de onde está. E a cidade perderia milhares de vantagens e investimentos.

Gostar ou não gostar do carnaval é direito de cada um. Mas não admitir que, no caso específico do Rio de Janeiro, ele é uma coisa boa, não faz sentido.

Colega engenheiro ou arquiteto. Quando o assunto envolve dinheiro e investimentos públicos, cuidado. Não siga a multidão. Pegue uma calculadora antes de sair por aí compartilhando bobagens.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2016 ---Facebook

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10/01/2016

BURITIS NO LAGO PALMAS (TOCANTINS)

(Publicado em 02/05/2014)



Estava procurando nos meus arquivos por imagens para utilizar no cabeçalho do nosso site e me deparei com essas imagens belíssimas!

São fotografias feitas pela minha amiga, arquiteta Luciana Caixeta, de Palmas-TO. Trata-se do que sobrou das árvores que estavam à beira do Rio Tocantins depois da inundação para a formação do Lago Palmas (no lado oposto à cidade de Palmas). Algumas árvores que são só o tronco principal, sem galhos. Eram buritis...






Palmas para Luciana Caixeta!

06/01/2016

04/01/2016

VINTE ANOS NA INTERNET

(Publicado em 04/01/2016)



No Brasil a internet existe desde o início dos anos 1990 e hoje ocupa um espaço considerável dos recursos de comunicação e produtividade para muitos profissionais e empresas.

Mas Nem sempre foi assim. Em 1996 muito pouca coisa acontecia na internet: Gilberto Gil lançou uma música pela rede e aquilo foi um acontecimento que rendeu manchetes em muitos jornais e na TV. Somente em 1996 foram lançados os primeiros sites de grandes empresas; Bandas como Biquini Cavadão e Barão Vermelho foram os primeiros (em 1996) a entrar no ar; o portal UOL foi lançado naquele ano (e é o mais antigo entre os atualmente existentes). Em 1996 nem havia consenso sobre a internet. Ainda era grande o número de pessoas que acreditavam que aquilo não passava de uma moda passageira.

Foi naquele contexto, em outubro de 1996 que o nosso escritório de Engenharia (Trifase) lançou sua home page, no endereço http://www.netuno.com.br/~trifase. Na época o site foi hospedado num provedor de Jaraguá do Sul. Foi o primeiro site de Engenharia de Santa Catarina. E, seguramente, um dos primeiros do Brasil.

Em 1998, quando mudei de "Projetos e Consultorias técnicas" para "Cursos, Palestras e Livros", o site passou a se chamar www.eniopadilha.eng.br, mas mantinha a mesma forma e estrutura do site antigo.

Em 2000, com a mudança para Balneário Camboriú, houve a primeira evolução para a estrutura de frames e atualizações mais frequentes.
E o endereço mudou para o atual: www.eniopadilha.com.br.

Com poucas modificações, este site funcionou até agosto de 2006, quando entrou em uma nova fase, com várias e importantes novidades:
• Passou a ser produzido por uma empresa de profissionais (a Área Local)
• Passou a ser administrável;
• Passou a ser atualizado diariamente
• Passou a admitir a participação dos leitores, com espaço para comentários nos posts.
• Foram criados espaços como a Biblioteca (ainda existente) e a Sala dos Professores (extinta em 2010);
• Criação da Loja Virtual (que agora está no site da editora OitoNoveTrês).

Nesses últimos dez anos nosso site passou por diversas "reformas", com atualizações na tecnologia e revisões na política editorial.

E assim chegamos aos 20 anos enfrentando a febre das redes sociais (especialmente o Facebook) que se transformaram em máquinas de triturar blogs e sites. Ainda assim, seguimos apresentando números bem satisfatórios:

• Tivemos 264.988 visitas no período de 01/01/2015 a 31/12/2015 (visitantes únicos)

• Os banners de publicidade do site tiveram mais de 5000 clics em 2015;

• O site mantêm-se economicamente viável (está se pagando).


NOVA FASE
A partir deste ano de 2016 teremos duas pequenas alterações na nossa política editorial:

• PÚBLICO DE INTERESSE: Arquitetos e Engenheiros que atuam em pequenos ou médios escritórios de Arquitetura e Engenharia (como proprietários, sócios ou empregados)

• TEMAS DE INTERESSE: (1) Gestão de carreira; (2) Gestão de Marca Pessoal; (3) Administração de Escritórios; (4) Valorização Profissional.

Embora o publico-alvo do nosso site seja formado por Engenheiros e Arquitetos e demais profissionais da área tecnológica, TODOS SÃO MUITO BEM-VINDOS.

Sintam-se em casa (e deixem seus recados)



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2016 ---Novo site

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18/12/2015

FELIZ NATAL (by OitoNoveTrês Produções)

18/12/2015

SEGUNDA CARTA PARA MARIA HELENA

(Publicado em 18/12/2015)



Faz cinco anos que a gente foi a Laguna levar você para a matrícula no curso de Arquitetura e Urbanismo da UDESC, a Universidade do Estado de Santa Catarina. Eram dias de alegria, de esperança e de confiança.

Nossas melhores expectativas, felizmente, se confirmaram: você fez a sua parte, a Udesc fez a parte dela e o resultado é que, como eu previ (re-leia aqui a PRIMEIRA CARTA PARA MARIA HELENA) o Brasil e o mundo ganham, hoje, uma Arquiteta e Urbanista "linda, inteligente, alegre, simpática, bem humorada, criativa, sensível e autoconfiante".

Aos 22 anos de idade você já tem uma história muito bonita para ser contada. Um currículo bacana, muitas experiências interessantes. Sua mãe, sua irmã e eu somos muito orgulhosos do que você é e das suas conquistas. Mesmo descontando o fato de eu ser um pai coruja e apaixonado, não há como negar que você é uma pessoa de muito valor, com muitos atributos raros e com um futuro maravilhoso pela frente.

Não. Não vou admitir, nem sob tortura, que já ando chorando pelos cantos, há mais de um mês, cada vez que imagino você vestindo a beca e recebendo do reitor da UDESC o grau de Arquiteta e Urbanista. Também já disse várias vezes (não sei porque todo mundo duvida) que não vou chorar na hora da formatura. Serei forte. Fique tranquila. Aliás, o fato de você ter sido escolhida para fazer o juramento da turma vai ajudar muito, viu?

O mundo que te espera aqui fora (fora dos portões da universidade) é complexo e cheio de chicanas e armadilhas. Mas você amadureceu muito nesses últimos anos. Temos certeza que vai saber lidar bem com qualquer situação ou obstáculo.

A graduação na faculdade é um período fantástico, cheio de oportunidades e desafios. Você soube aproveitar todas as oportunidades, enfrentar e vencer todos os desafios. Saiu-se muito bem. Está pronta para a próxima fase: o exercício profissional responsável, produtivo, ético e sustentável.

Que assim seja. E que você seja capaz de construir uma carreira brilhante, que sirva de exemplo para os amigos e que, daqui a vinte ou trinta anos muitos jovens olhem pra você e digam simplesmente “eu quero ser igual a ela”.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br



---Artigo2015 —MariaHelena

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