Sábado, 23/09/2017 – Veja todos os posts publicados nesta semana.

Da Hora!

COMO NEGOCIAR E VENDER

(Publicado em 21/09/2017)



Comentário do Ênio Padilha

IMPORTANTE: os primeiros inscritos terão descontos inacreditáveis no valor da inscrição. CLIQUE NA IMAGEM ACIMA e inscreva-se agora!

ENTRE ASPAS (www.eniopadilha.com.br)

"Quando a ordem é injustiça, a desordem
já é um começo da justiça."

ROMAIN ROLLAND

(1866-1944)
Biógrafo francês citado em Teatro da Revolução
de Danton Lobos, página 36

ENTRE ASPAS (www.eniopadilha.com.br)

"Parte da maturidade e da sabedoria está na capacidade para ver as coisas que estão erradas em nossos modelos preestabelecidos e que são, por isso, impraticáveis."

JAMES R. LUCAS

Consultor administrativo, no livro Ilusões Gerenciais, página 38

ENTRE ASPAS (www.eniopadilha.com.br)

"Mesmo num exame superficial a História revela que nós,
seres humanos, temos uma triste tendência para cometer
os mesmos erros repetidas vezes."

CARL SAGAN

(1934-1996)
Cientista e astrônomo norte-americano no livro
O Mundo Assombrado por Demônios

ENTRE ASPAS (www.eniopadilha.com.br)

"Nem todas as direções se equivalem; os que buscam seu
caminho sabem perfeitamente disso. O norte é uma
que nunca se deve perder."

DENIS GUEDJ

Matemático, Escritor e professor no livro
O Teorema do Papagaio, página 357

ENTRE ASPAS (www.eniopadilha.com.br)

"Todas as pessoas têm disposição para trabalhar criativamente.
O que acontece é que a maioria jamais se dá conta disso."

TRUMAN CAPOTE

(1924-1984)
Escritor norte-americano citado em Ideias sobre ideias mais de 500 pensamentos inspiradores sobre criatividade‎, página 19,
de Roberto Menna Barreto

ARTIGOS DE ÊNIO PADILHA

PECADOS COMETIDOS POR ENGENHEIROS E ARQUITETOS
NA ESCOLHA DE SÓCIOS

(Publicado em 13/02/2010)






Atenção: este artigo não traz nenhuma novidade. Apenas organiza o conhecimento dominado que você provavelmente já leu em meia dúzia de artigos na Internet ou em revistas de Economia e de Gestão. A única consideração nova aqui é sobre o tipo de sócio que engenheiros e arquitetos geralmente encontram. Ou seja: engenheiros e arquitetos.

Como é fazer sociedade com esse tipo de indivíduo? Vale a pena? Que tipo de problemas podem surgir?
Por que fazer uma sociedade? O que se deve esperar de um sócio? Sociedades podem dar certo?

É assim mesmo. Antes de fazer uma sociedade somos inundados por uma tempestade de perguntas, dúvidas e angústias. Nem sempre respondemos todas as perguntas ou eliminamos as dúvidas e angústias antes de iniciarmos a sociedade. E, mais importante: nem sempre fazemos as perguntas certas ou esclarecemos as questões importantes.

O resultado é que muitas sociedades dão errado. E muita gente acaba com essa sensação de que toda sociedade está fadada ao fracasso.

Mas não é verdade. E isto responde a uma das nossas perguntas acima (sociedades podem dar certo?)

A regra número um na escolha de um sócio parece ser "conheça muito bem o futuro sócio". Usa-se, inclusive, a metáfora do namoro e do casamento para ilustrar a situação.

O problema é que essa não é uma tarefa fácil. O mais comum é o profissional ser surpreendido com alguma coisa muito inesperada no seu sócio, quando já é "tarde demais".

E não adianta ter um contrato minucioso das tarefas, obrigações, atividades, direitos e benefícios dos sócios se essas questões não passaram por uma discussão sincera e franca entre as partes. É bom lembrar a metáfora do casamento: por mais que as obrigações e direitos das partes esteja estabelecido pelas regras tácitas do casamento... a gente sabe que, infelizmente, muitos não dão certo. Alguns até precedidos por muitos e muitos anos de namoro.

Mas existem dois pecados muito comuns cometidos pelos profissionais no processo de escolha de sócios. Observar essas armadilhas e fugir delas já é meio caminho andado para que a sociedade seja bem-sucedida.

O primeiro pecado cometido por muitos profissionais na escolha do sócio e escolher por afinidade. Por amizade.

É muito comum ver sociedades de iguais (ou semelhantes). Três engenheiros, colegas de faculdade, excelentes projetistas de estruturas (os melhores da turma) se reunem numa sociedade... que vai fazer água em menos de dois anos!

Duas arquitetas, muito amigas, criativas, competentes, que vão juntas às festas e viagens, se unem numa sociedade... que tem tudo para dar errado!

Amigos de muitos anos ou parente bacanas não são necessariamente bons sócios. Compartilhar festas e viagens não é a mesma coisa que dividir trabalho. Sociedade não se faz por amizade! Sociedade não se faz por afinidade ou simpatia. Sociedade se faz por conveniência. E o conveniente nem sempre é evidente.

É claro que você não deve fazer sociedade com pessoas completamente diferentes, especialmente no que diz respeito às CRENÇAS, VALORES e PRINCÍPIOS (veja o artigo CRENÇAS, VALORES E PRINCÍPIOS, publicado em 2009).

Então, que fique claro: quando eu digo que os sócios devem ser diferentes me refiro aos conhecimentos, habilidades e capacidades.

Se, por exemplo, você é um excelente projetista e pretende abrir um escritório de projetos, a última coisa de que você precisa é de outro profissional bom em fazer projetos. O que você deve buscar, como sócio é alguém que seja bom em negociação com clientes ou em questões administrativas ou em comando de equipe...

Outro projetista irá agregar muito pouco ao negócio e será, fatalmente, fonte de discussões e desentendimentos.

O segundo pecado cometido pelos que se lançam numa sociedade é se entusiasmar demais no início do processo e esquecer de alguns detalhes fundamentais. Esquecer, por exemplo, de definir as regras do jogo. Coisas aparentemente simples, mas que não podem ser decididas com o jogo em andamento.

Obrigações e responsabilidades dos sócios; critérios de remuneração; distribuição de lucros; emprego de familiares; utilização dos equipamentos (inclusive veículos e telefones) da empresa; periodicidade das Reuniões; Férias...

Como eu digo sempre, os dois demônios mais ferozes que se opõem ao sucesso de qualquer sociedade são o Demônio do Dinheiro e o Demônio da Vaidade Intelectual.

Há uma tendência natural nas pessoas, numa sociedade, em julgar que o outro sócio está ficando com uma fatia do dinheiro maior do que a merecida. E que também está recebendo o crédito indevido pelos eventuais sucessos da empresa.

Essas questões devem ser discutidas abertamente antes de a sociedade ser estabelecida, para evitar que esses demônios se criem.

Antes de dar início a uma sociedade é preciso fazer exercícios mentais (conjuntos) com o desenho desses cenários, para identificar a reação natural de cada uma das partes.

Evidentemente esses não são os únicos pecados cometidos na constituição de sociedades de Engenheiros e de Arquitetos. Outras questões são importantes e certamente serão objetos dos comentários dos leitores. Aí poderemos avaliar uma a uma.

O importante é acreditar, sempre, que a sociedade entre profissionais (no caso de Engenharia e de Arquitetura) é uma das melhores fórmulas para o sucesso nos negócios



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br





Ilustração: syhus.com.br



---Artigo2010 ---Administração ---Sociedade

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Artigos de Lígia Fascioni

MENINAS SUPERPODEROSAS
(Lígia Fascioni)

(este artigo de Lígia Fascioni está publicado no capítulo 10 (MULHER, ENGENHEIRA E RECÉM-FORMADA) do livro MANUAL DO ENGENHEIRO RECÉM-FORMADO)





Não é muito raro pessoas se depararem com meu exótico currículo e me mandarem mensagens compartilhando dúvidas e dramas profissionais, ou porque pretendem seguir carreira na área de exatas ou porque gostariam de deixá-la. Talvez sintam-se motivadas por trocar ideias com alguém que estudou tantos assuntos diferentes e sobreviveu para contar sua história.

Pois dia desses recebi um e-mail de uma moça que parecia muito desencantada, a Mariana (vamos chamá-la assim). Ela estuda engenharia em Minas Gerais e está sofrendo muito com o preconceito de colegas e professores. Não consegue se enturmar e, em pleno século XXI ainda tem que estudar muito mais que os colegas para ser tratada como igual. Não é a primeira vez que recebo uma mensagem assim. Por isso, pensei que compartilhar um pouco da minha experiência poderia ser útil para alguém que esteja vivendo situações semelhantes (na pele da Mariana ou na de seus colegas e professores).

Antes de fazer engenharia, fiz o segundo grau em uma Escola Técnica Federal que serviu bastante para me aclimatar, já que sempre houve poucas meninas por lá. Na lista dos aprovados no vestibular em Engenharia Elétrica de 1984, eu era a única mulher.

Alguns professores declararam guerra abertamente logo no começo, perguntando, em tom de show de calouros, por que eu não estava matriculada num curso de corte e costura (os rapazes, inseguros e recém-saídos da adolescência, vibravam com cada manifestação machista e sem graça; sucesso absoluto na torcida). Outro chegou a se oferecer para trancar a minha matrícula fora do prazo, já que certamente eu seria reprovada na disciplina dele, que era muito difícil (valeu a pena me matar de estudar; dos 50 alunos, só passaram 15 e eu estava na lista). Havia também um que, em plena crise de meia-idade e querendo fazer bonito para a plateia, usava o meu peso e altura para calcular todos os problemas de física. E tinha um, com cara de querido, que vivia dizendo que morria de pena de mim (o porquê, nunca entendi). Na época ficava um pouco confusa, mas agora entendo que não passavam de meninos crescidos e inseguros, coitados.

Além dos professores, havia também alguns colegas que nunca se conformaram com as minhas boas notas. Apesar de me verem todos os finais de semana na biblioteca e copiarem as minhas listas de exercícios (isso quando não pediam cola), muitos gostavam de espalhar boatos maldosos. Já dá para imaginar: se eu passei, é porque rolou alguma coisa com o professor. Depois de formada, inclusive, fiquei sabendo por fonte segura (?!) que durante a graduação dormi com todos os professores e colegas de aula, até mesmo aqueles que não eram chegados...rsrsrs

Nunca me importei muito com isso, mas uma vez fiquei com meus brios seriamente feridos. Porque havia tirado uma das melhores notas da turma (um sofrido 6,4), circulou um rumor de que eu tinha passado um final de semana inteiro em uma ilha deserta com o professor (que, já mais para lá do que para cá, devia adorar esses comentários, achando-se o garanhão da vez). Que fossem tão criativos a respeito da minha vida particular eu até engolia, mas 6,4 por um final de semana inteirinho de proezas dignas da Bruna Surfistinha? É muito ofensivo que alguém tenha acreditado nisso! Mulher nenhuma merece uma nota dessas; pelo menos um 8 pelo esforço, né, gente?

Atuante no centro acadêmico e editora do jornal do curso, acabei recebendo, na cerimônia de formatura, o Prêmio Liderança e Participação oferecido pelo Sindicato dos Engenheiros. Apesar disso, meus colegas não aceitaram que eu fosse eleita a oradora da turma. Um dos meus melhores amigos se justificou dizendo que eles tinham vergonha que uma mulher estivesse nessa posição, pois seus pais e parentes estariam lá para vê-los. E você achava que infantilidade tinha limites...

A teoria largamente defendida pelos meus nobres colegas de que mulher que faz engenharia vira, no máximo, professora (como se isso fosse algo pejorativo), caiu por água abaixo logo na segunda semana depois do baile, quando consegui meu primeiro emprego. Um currículo cheio de estágios me permitiu iniciar uma promissora carreira de programadora de robôs.

Aliás, esse capítulo é interessante. Fui contratada porque já tinha alguma experiência, mas vi preocupação nos olhos do meu chefe antes de fazer a primeira viagem. Ele não queria que eu fosse (apesar de ter sido contratada para isso) alegando que o lugar era sujo e barulhento. Era mesmo, mas eu adorei!

Essa foi uma época de desafios, onde meu trabalho consistia em implementar softwares em robôs lineares e máquinas automatizadas em vários lugares do país. Com recém-completados 23 anos, ainda não tinha muita noção de como a roupa poderia contribuir ou detonar a credibilidade profissional de alguém. As calças jeans e o rabo-de-cavalo certamente pesavam no olhar desconfiado do qual eu era alvo quando entrava nas fábricas.

Lembro de situações de crise em que eu me concentrava ao máximo para não piscar a fim de impedir que caísse alguma lágrima, apesar de ter presenciado homens perderem o controle por seus erros quando a linha de produção parava e os funcionários tinham que ficar esperando para recomeçar o trabalho.

A minha tática para conquistar os técnicos mais céticos e resistentes era desmontar o computador do robô e explicar pacientemente o funcionamento de cada peça, bem como o significado de cada linha de programa com o melhor dos meus sorrisos. Cedo descobri que isso era infinitamente mais eficiente do que cara feia ou discursos inflamados. Conquistei o respeito de muita gente boa desse jeito, inclusive porque precisava de voluntários para guardar a porta do banheiro (não havia sanitários femininos nos lugares que frequentei nessa época).

Como quase toda mulher, é claro que recebi cantadas de clientes, mas nada que uma cara de burra distraída não resolvesse (é preciso providenciar sempre uma saída honrosa em situações delicadas – penso que guerra aberta não traz benefícios a ninguém e sempre fui péssima de briga). O sujeito tentava, tentava, mas eu nunca entendia ou fazia de conta que não tinha ouvido (essa técnica é divertida demais!). Hoje, por ser mais madura e também por ter mudado de carreira, não enfrento tantos problemas.

Penso que duas razões principais me levaram a enfrentar todas essas resistências e dificuldades sem me achar coitada. A primeira foi o amor e a confiança que ganhei do meu pai, que era mecânico de aviões e ficou feliz em compartilhar com a filha mais velha os encantos do maravilhoso mundo das máquinas desde cedo. Nunca me senti diminuída pelos outros e sempre me relacionei bem com homens; eu simplesmente sabia que podia tanto quanto eles, ou mais.

Meu pai me ensinou que eu era inteligente e podia aprender tudo o que quisesse. Tudo.
A segunda foi meu amor imensurável pelos livros. Com eles aprendi que não há jornada de herói que dispense a participação de almas atrasadas e energúmenos que não sabem o que fazem. Que o crescimento e a interessância da história vêm justamente do aprendizado advindo dessas experiências. Quando acontecia uma situação vexatória onde eu era vítima de preconceito e ignorância, em vez de me sentir para baixo, eu me imaginava como uma heroína enfrentando dragões. Olha, recomendo, viu? Funciona demais.

De tudo, o que ficou, e que eu gostaria de dizer para às muitas Marianas é que as pessoas reagem de diferentes maneiras ao novo. E a reação delas vai depender muito da nossa atitude. Muitas vezes, vi nos olhos dos colegas a dúvida sobre o que fazer agora, já que eu não tinha apelado para o prático e previsível discurso de coitadinha injustiçada.

Contra o bom-humor e a competência ninguém pode. Força, Mariana!






LÍGIA FASCIONI nasceu em Florianópolis. É Engenheira Eletricista (UFSC, 1989), Mestre em Engenharia Elétrica na área de Automação e Controle Industrial (UFSC, 1996), Especialista em Marketing (UDESC/ESAG, 2000) e Doutora em Engenharia de Produção e Sistemas, na área de Gestão Integrada do Design (UFSC, 2003).
Atualmente mora em Berlin, na Alemanha.

Visite o website www.ligiafascioni.com.br

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Anotações

PREFEITURA DE BELO HORIZONTE CONTRATARÁ 19 ESTAGIÁRIOS DE ENGENHARIA CIVIL E ARQUITETURA

(Publicado em 21/09/2017)



Os estudantes realizarão atividades como pesquisa e identificação de imóveis na base geográfica do município; participar e auxiliar em vistorias; fotografar os imóveis vistoriados; elaborar desenhos, croquis e planta baixa no Autocad; preencher Boletins Laudos de Atualização Cadastral (BLAC’s); elaborar despachos e demais atividades requisitadas.

As inscrições deverão ser realizadas pelo site da Prefeitura entre os dias 29 de setembro e 3 de outubro de 2017.



Para obter mais informações visite techne.pini

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ARQUITETURA

ARQUITETOS JÁ PODEM CONHECER CANDIDATOS E
PLANOS DE TRABALHO

(Publicado em 20/09/2017)



Candidatos a conselheiros do CAU/BR e dos CAU/UF, seus currículos e planos de trabalhos das chapas já podem ser consultados pelos arquitetos e urbanistas de todo o Brasil.

As Eleições do CAU acontecem no dia 31 de outubro, exclusivamente pela internet – os profissionais vão precisar apenas de um dispositivo (computador, celular ou tablet) conectado à internet, utilizando login e senha do SICCAU. Devem votar todos os arquitetos e urbanistas que estiverem em dia com as anuidades do CAU até o dia 16 de outubro.

O voto é facultativo para quem tem 70 anos ou mais.



Para obter mais informações visite caubr

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ARQUITETURA

PAVILHÃO DANÇANTE GANHA NOVO PRÊMIO

(Publicado em 19/09/2017)



Guto Requena ganha CODA Awards com projeto do Pavilhão Dançante
Esta é a segunda premiação internacional do pavilhão projetado para a Olimpíada de 2016



Para obter mais informações visite au.pini

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Concursos de Arquitetura

CONCURSO DE PROJETOS NO SETOR HABITACIONAL RECEBE INSCRIÇÕES ATÉ O DIA 29 DE SETEMBRO

(Publicado em 19/09/2017)



Faltam poucos dias para encerramento do prazo das inscrições para o Concurso Nacional de Projetos de Urbanismo e Arquitetura no Setor Habitacional Pôr do Sol. Interessados em participar do certame, promovido pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (CODHAB-DF), podem se inscrever até o dia 29/09/2017.



Para obter mais informações visite caubr.gov

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ENGENHARIA

CONFEA E FNDE FIRMARÃO PARCERIA NA CONSTRUÇÃO DE ESCOLAS

(Publicado em 22/09/2017)



Garantir a presença de profissionais habilitados na construção de escolas, creches, quadras poliesportivas, entre outros. Esse é o objetivo do termo de cooperação que o Confea e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) pretendem firmar ainda neste ano.



Para obter mais informações visite crea-am

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ENGENHARIA

MULHERES NA ENGENHARIA CIVIL

(Publicado em 21/09/2017)



Porcentagem de mulheres nas faculdades de engenharia civil cresce mais que nº de engenheiras no mercado.

Em 2015, as mulheres respondiam por 30,3% das matrículas em cursos de engenharia civil, e por 26,9% dos profissionais no mercado.

Para as engenheiras, aumento da presença feminina ajudou na queda da discriminação.

Veja na reportagem do G1 do dia 20/09/2017.



Para obter mais informações visite g1.globo

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ENGENHARIA

MONTAGEM DA COBERTURA DO NOVO ESTÁDIO DO
ATLÉTICO DE MADRID

(Publicado em 20/09/2017)



A enorme estrutura de cobertura é formada por dois anéis metálicos concêntricos principais, que suportam painéis amovíveis de politetrafluoretileno (PTFE), um material cada vez mais usado na construção de infraestruturas desportivas, pela sua leveza e bom comportamento mecânico.



Para obter mais informações visite engenhariacivil.

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ENGENHARIA

GUIA DE CARREIRAS - ENGENHARIA CIVIL

(Publicado em 18/09/2017)



Engenharia civil é território dos homens, dos bons salários e do emprego farto? Veja o que é fato na carreira, na reportagem do G1 do dia 18/09/2017.



Para obter mais informações visite g1.globo

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Divulgação

LIVRO NEGOCIAR E VENDER SERVIÇOS
DE ENGENHARIA E DE ARQUITETURA

Clique sobre a figura para obter mais informações no site eniopadilha.com.br



Negociar e vender não é uma tarefa muito fácil. Exige conhecimentos e habilidades que vão além do desempenho técnico.

Todos os prestadores de serviços sabem que é assim. Mas poucos conseguem entender o porquê. Qual a razão de ser tão difícil a negociação e a venda de serviços? Qual é ou quais são os detalhes que estão escapando aos menos atentos? Para saber mais...

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ADMINISTRAÇÃO - GERAL

3 TRUQUES PARA SER UM NEGOCIADOR DE SUCESSO

(Publicado em 07/06/2017)



Engenheiros e Arquitetos estão sempre lidando com negociações e para ser bem sucedido, você precisa ter a consciência de que o processo não é uma ação de "custe o que custar".

Confere lá no artigo escrito por Enio Klein, especialista em vendas publicado no dia 06/06/2017 na exame.abril



Para obter mais informações visite exame.abril

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ADMINISTRAÇÃO - GERAL

COMO SE PREVENIR DAS AÇÕES DA CONCORRÊNCIA
Rodrigo Collino

Muitas vezes ouço de pequenos e médios empresários e seus funcionários que “estão vivendo tempos difíceis devido à concorrência”, e os principais motivos são a guerra de preços e o roubo de talentos entre empresas.

Neste momento, devemos colocar em perspectiva a estratégia da empresa somada ao entendimento do mercado em que está inserido – e é aqui onde entra o conhecimento da concorrência. Percebo que muitas PMEs ainda não fazem benchmarking com a frequência que seu negócio demandaria, e com isso perdem espaço de mercado, ficando engessados em práticas que rapidamente se tornam obsoletas e abrindo espaço para que seus clientes externos (consumidores) e internos (funcionários) troquem de fornecedor / empregador.

Quais são os seus principais players de mercado? O que eles têm feito que você mais admira? E quais ações eles têm tomado que hoje você ainda não compreende? Como você conversa e mantém contato com seus concorrentes? Quais oportunidades seus concorrentes estão desprezando no mercado atual, e da qual você poderia se beneficiar caso sua empresa investisse nela?



Clique sobre a imagem ou AQUI para obter mais informações no site administradores

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ADMINISTRAÇÃO - GERAL

INTRODUÇÃO AO MARKETING DE ARQUITETURA: COMO CONCEITOS BÁSICOS PODEM AJUDAR SEU NEGÓCIO

(Publicado em 18/09/2017)



Arquitetos, em geral, tem a tendência de subestimar a importância do marketing na criação e gestão de um negócio bem sucedido. Mesmo aqueles que afirmam compreender o papel do marketing na captação de clientes e construir relacionamentos geralmente falham em utilizá-lo em seu pleno potencial.

Diretores de empresas de arquitetura pequenas geralmente são pegos tentando manter seus escritórios progredindo e acabam tratando o marketing como um luxo que será possível pagar quando alcançarem estabilidade - esquecendo o verdadeiro papel do marketing como catalisador de crescimento.



Para obter mais informações visite archdaily

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ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO

PROCESSO PRODUTIVO E O MARKETING

(Publicado em 22/07/2016)



Se eu contar para você que uma determinada marca de geladeira é fabricada em uma linha de produção vertical, de baixo para cima e em zigue-zague (em vez da tradicional linha de produção horizontal e em linha reta) que diferença isso fará na sua decisão de compra ? (supondo que você esteja interessado em adquirir uma geladeira).

Nenhuma! Pelo menos se você for um cliente comum.

A maneira de produzir, via de regra, não altera a percepção do cliente sobre o produto e, conseqüentemente, não interfere na decisão de compra. Mas, preste atenção, isso só vale se o produto for MERCADORIA. Se o seu produto for um SERVIÇO prepare-se para administrar mais um elemento importante na relação com o cliente: o processo.

Imagine a cena: você chega a uma oficina mecânica para um conserto rápido no seu carro. O funcionário que o atende pega o veículo e sai pelo pátio em alta velocidade, tirando "fininho" dos outros carros estacionados, manobrando em zigue-zague, passando rente aos muros e postes de concreto... até estacionar no lugar determinado para o tal conserto. Você, naturalmente, já o elegeu como seu mais novo inimigo. Trata-se de um louco. Um irresponsável. Um débil mental que não voltará a por as mãos no seu carro!!! Quando o conserto ficar pronto você mesmo irá tirar o carro de lá. Não vai dar oportunidade para esse louco bater e estragar o seu carro...

Calma ! Não se precipite ! Seu carro está em ótimas mãos. Aliás, não poderia estar em melhores mãos. O tal manobrista é o melhor da oficina.

Re-leia o parágrafo no qual o procedimento dele foi descrito: observe que ele saiu pelo pátio em alta velocidade, mas não cantou pneu nem forçou o motor. Ele tirou "fininho" dos carros, muros e postes de concreto, mas não bateu em nada. Seu carro está inteiríssimo ! Ele manobrou em zigue-zague porque é a forma de chegar mais rápido ao ponto de estacionamento...

Resumindo: ele é ótimo! Os colegas dele sentem uma pontinha de inveja pelo seu desempenho tão brilhante. Pelo domínio da técnica, pela precisão, pela rapidez... Mas, para você (o dono do carro, o cliente) ele é apenas um retardado, irresponsável. E você vai pensar duas ou três vezes antes de trazer seu carro novamente para essa oficina.

Nosso intrépido manobrista domina a técnica. Faz bem feito, do ponto de vista operacional, mas é um desastre de marketing. Não se deu conta de que ele é um PRESTADOR DE SERVIÇOS. E prestadores de serviços precisam prestar atenção não apenas no resultado final mas também, e principalmente, na maneira como as coisas são feitas. O processo.

É um elemento importante do Mix de Marketing.

Mix de marketing, você sabe, é o conjunto de todas as coisas que interferem, direta ou indiretamente, na visão que o cliente tem sobre a empresa ou o produto.

Quando o produto é uma mercadoria, o processo não conta (ou conta muito pouco). Veja o caso da geladeira, citado no início deste artigo.

Quando o produto é serviço, o processo é um elemento fundamental. Faz parte do Mix de Marketing.

Veja este outro exemplo: meu irmão, Edson, que é mecânico, trabalhou por muitos anos com máquinas agrícolas. Tinha uma oficina (no Paraná) que atendia os proprietários rurais, geralmente em domicílio.
Ele conta que os consertos, por conta de serem feitos na propriedade do cliente, contavam sempre com a presença deste. Isto poderia ser bom ou ruim. Depende de como o fato fosse explorado. Meu irmão estendia um pano no chão e desmontava o motor, peça-por-peça colocando-as, lado-a-lado, ordenadamente, sobre o pano. Depois fazia a limpeza e o conserto das peças e da máquina, com rapidez e precisão.

O cliente olhando tudo e achando ótimo. Sentia-se seguro e confiante. Geralmente ficava satisfeito, pagava sem reclamar e voltava a contratar o serviço em outras ocasiões. A parte de estender o pano e colocar sobre ele, organizadamente, peça-por-peça da máquina era, segundo o meu irmão, uma tarefa tecnicamente desnecessária. Bastava desmontar o motor, jogar todas as peças em um balaio e depois juntar tudo e montar a máquina. Qualquer mecânico reconheceria qualquer peça ou parafuso e saberia o que fazer com ele. Não havia necessidade de mantê-los separadinhos sobre um pano especialmente estendido. Aquilo era um artifício usado para manter o cliente tranqüilo. Fazer com que o cliente tivesse a sensação de estar entendendo a operação e mantivesse o espírito desarmado (coisa muito importante no caso de alguma coisa não funcionar direito).

Estender o tal pano e organizar peças e parafusos não tinha uma função técnica. Tinha objetivo psicológico. Era marketing. Marketing de primeira, eu diria.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br

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ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

A CRISE OPORTUNA
Jean Tosetto

(Publicado em 02/03/2016)



Como uma história relatada no Antigo Testamento pode ajudar os mais jovens em pleno século 21?
O escravo José interpretou o sonho do Faraó sobre as sete vacas gordas devoradas pelas sete vacas magras, e orientou que o Egito fizesse uma reserva com o excedente de mantimentos por sete anos. Tal reserva, quando o período de vacas magras chegou, foi parcialmente vendida para outras nações em estado de emergência. Ou seja, houve prosperidade para o país, mesmo em tempo de crise.
Assim pode ser na sua vida, com oportunidades na construção civil e no mercado financeiro, desde que você faça a sua reserva financeira em tempos de vacas gordas, pois quando as vacas magras chegarem, elas chegarão para os outros e não para você.





Jean Tosetto é arquiteto e urbanista formado pela FAU PUC de Campinas. Desde 1999 realiza projetos residenciais, comerciais, industriais e institucionais. Em 2006 atuou como professor convidado da efêmera Faculdade de Administração Pública de Paulínia, onde ministrou os cursos de Mobilidade Urbana e Transportes, e Habitação Social. É editor dos sites mplafer.net, tosetto.com e luterno.com, mas já escreveu diversos artigos sobre temas arquitetônicos, viagens, música e esportes, publicados em outros sites e blogs, além de colaborações com jornais e revistas.

Saiba mais em: www.jeantosetto.com

Você é jovem estudante de Arquitetura ou deseja ingressar no ofício? Então leia "Arquiteto 1.0 - Um manual para o profissional recém-formado" disponível em vivalendo.com

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ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (1)
Quanto custa abrir um escritório de Arquitetura/Engenharia?



Se você é o responsável pela administração financeira do seu escritório existem algumas coisas que você precisa saber.
A primeira delas é... o que vem a ser ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA?

Comecemos pelo princípio: Finanças são os recursos disponíveis circulantes em espécie, que serão (ou poderão ser) utilizados pela empresa em transações e negócios com transferência e circulação de dinheiro. Simples!

Basicamente a Administração Financeira (Administração das Finanças) ocupa-se de analisar os recursos financeiros tanto no que diz respeito à sua origem quanto ao seu destino. Ou seja: a administração financeira precisa saber de onde vem, quando e como o dinheiro entra na sua empresa e também como, quando e pra onde vai o dinheiro.

Na condição de administrador da área de finanças você deve levar em conta os objetivos dos sócios (os donos da empresa), mas deve considerar também os interesses dos demais stakeholders

Stakeholder (caso você não saiba) é todo indivíduo (ou grupo de indivíduos) que tem com a organização uma relação de propriedade ou de interesse. Pode ser um Stakeholder Primário (sócios, empregados, clientes e fornecedores) ou um Stakeholder Secundário (comunidade, governo e sociedade).

Ao manter a sua empresa viva e rentável você estará, por exemplo, defendendo os interesses do seu fornecedor, que precisa de clientes saudáveis. E dos seus empregados, que precisam de bons empregos... e do governo, que precisa de quem pague os impostos...

Administrar as finanças exige organização e disciplina. Exige conhecimentos básicos de Economia e métodos de controle cuja sofisticação deve ser adequada ao volume de recursos e quantidade de movimentações da sua empresa. Para uma empresa muito pequena, uma caderneta de anotações pode ser suficiente. Para uma grande empresa, um servidor de muitos Terabytes e centenas de terminais... E para o seu escritório, o que você achar que é suficiente.

O fundamental é que NADA que custe dinheiro ou que valha dinheiro pode ficar de fora do seu controle. Por isso esta série de três artigos tratarão dos três tipos de custos que um Administrador Financeiro precisa considerar no seu trabalho:
a) Os custos de instalação da empresa;
b) Os custos de manutenção da empresa e
c) Os custos de produção

CUSTOS DE INSTALAÇÃO DE UMA EMPRESA
(no caso, de um Escritório de Arquitetura/Engenharia)

Observe que, na lista que apresentamos a seguir, não estão alocados os valores, pois eles mudam em razão do tipo e tamanho da empresa e também em função da cidade ou unidade da federação onde a empresa será instalada.
Você deverá copiar esta lista para uma planilha (Excel, por exemplo) e acrescentar a coluna de valores, para iniciar o seu planejamento.



1 - ABERTURA
• Contador (abertura)
• Registro na Junta Comercial
• Registro no CNPJ
• Registro no CREA
• Alvará de Localização
• Alvará Sanitário
• Alvará dos Bombeiros
• Capital Social Inicial

Um contador experiente deve ser contratado para providenciar a documentação de abertura da empresa. Ele saberá classificar a empresa da forma correta, de acordo com as leis vigentes e também saberá em que órgãos deverá ser registrado e quais alvarás precisam ser obtidos.
Observe que não é necessário que este seja o mesmo contador que fará, daí pra frente, os registros contábeis para a empresa.
Quanto ao Capital Social Inicial, trata-se de uma reserva financeira que os sócios entregam à empresa com o objetivo de garantir a sua instalação, o seu funcionamento e, principalmente, o retorno aos credores.



2 INSTALAÇÕES
• Espaço Físico (sala, prédio...)
• Projetos de ambientes e instalações
• Fachada
• Climatização (Condicionador de Ar, Exaustor, Ventilador...)
• Iluminação
• Decoração (cortinas)
• Instalação Elétrica
• Rede lógica
• Instalações Sanitárias
• Copa/cozinha (fogão, geladeira, cafeteira)

Apesar de parecerem óbvios esses investimentos são, via de regra, negligenciados pelos profissionais quando abrem seus escritórios. Geralmente os escritórios são abertos em qualquer lugar, com os móveis e equipamentos que estão disponíveis e sem projetos de instalação. Tudo fica pra "depois que a firma estiver andando bem".
A falta de instalações e equipamentos adequados, além de funcionarem como um marketing negativo, podem comprometer a qualidade do produto e, em última análise, a própria sobrevivência da empresa.



3 MÓVEIS
• Mesas
• Cadeiras
• Balcões
• Armários
• Prateleiras
• Escaninhos
• Gaveteiros
• Arquivos
• Cestos de lixo

Vale aqui o mesmo comentário feito para o grupo anterior. Mesmo que o investimento não seja feito de imediato, é importante que ele seja colocado no Plano de Negocio para que o custo correspondente seja previsto no projeto da empresa.



4 EQUIPAMENTOS
• Automóvel
• Computador
• Impressora
• Plotter
• Scanner
• Telefone fixo,
• Linha telefônica
• Internet (Modem, roteador)
• Telefone Celular
• Máquina fotográfica
• Geladeira
• Fogão
• GPS
• Trena
• Software
• Cafeteira
• Kit Chimarrão

O Kit Chimarrão, evidentemente, é uma brincadeira com os colegas do Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina. Mas vale para lembrar que nenhum detalhe deve ser desprezado.

Os dois primeiros itens, no entanto (automóvel e computador) merecem uma reflexão mais aprofundada.
Considere o seguinte: o funcionamento de um escritório de Arquitetura ou de Engenharia não pode acontecer sem automóveis e sem computadores. Então, o escritório precisa possuir esses equipamentos e bancar sua manutenção e reposição. O profissional utiliza o carro e o computador do escritório como um benefício por ser sócio ou proprietário.
Na maioria dos casos o que acontece é o contrário. O carro do profissional é utilizado na operação do escritório. O mesmo acontece com o computador.
Pode parecer que "a ordem dos fatores não altera o produto", mas o que acontece aqui é o estabelecimento de uma distorção importante. Se você paga pelo carro e pelo computador que você usa para trabalhar no seu escritório você pode estar mascarando o seu salário. Você pensa que está ganhando bem mas, na verdade, uma parte considerável do que você ganha você devolve para o escritório para ter condições mínimas de trabalho.


5 OUTRAS DESPESAS DE INSTALAÇÃO
• Licença e atualizações de Software
• Desenvolvimento e registro de marca visual
• Publicidade e Propaganda
• Material de expediente
• Internet (registro de domínio)
• Web site (construção)

É razoável supor que uma empresa não inicia as atividades com contratos em andamento e faturamento normal (fluxo de caixa em regime permanente). É preciso apresentar a empresa ao mercado, negociar, fechar negócios, realizar os trabalhos e então (só então) realizar as primeiras receitas. O Plano de Negócio deve prever recursos para o funcionamento da empresa até que essas primeiras receitas comecem a se tornar realidade. Os investimentos em publicidade, propaganda, negociação, sistematização de processos, treinamento de pessoal e outras despesas operacionais indispensáveis não pode ser reduzidos.
Lembre-se que é na decolagem que o avião utiliza a maior potência dos seus motores.



ÊNIO PADILHA
www.eniopadilha.com.br | professor@eniopadilha.com.br




Leia também: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (2)
Quanto custa manter aberto um escritório de Arquitetura/Engenharia?


Leia também: ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA (3)
Quanto custa produzir serviços de Arquitetura e Engenharia

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